Pharphing
Hoje iremos a um vilarejo em uma região mais tranquila aprox. 40 min ao sul do Vale de Kathmandu, Pharphing. Conheceremos duas importantes cavernas de Guru Rinpoche (Padmasambhava). Aqui, este grande mestre e pai do Budismo no Tibete realizou o terceiro nível de vidyadhara chamado o grande selo. Como o próprio Buda explicou, visitar locais onde grandes mestres viveram e meditaram. Poderemos pendurar bandeirolas tibetanas em um morro acima de Asura com uma vista muito bonita do vale e montanhas ao redor. Teremos tempo para caminhar pelo vilarejo como (convite) para uma prática de meditação do Buda Sakyamuni que teremos conosco, que nos foi autorizada pelo Rinpoche deste monastério e, quem se interessar, podemos fazer diariamente em locais auspiciosos como Pharphing, como em nosso hotel quando for mais conveniente. Na pedra ao lado de uma das cavernas que visitaremos, veremos um marca que Guru Rinpoche fez com sua mão.
No final do nosso dia retornaremos à região de Thamel para mais uma boa refeição.
Após merecido descanso da viagem até o Nepal, café da manhã e então faremos o nosso briefing. Conversaremos sobre importantes dicas práticas de viagem no Nepal e no Tibete como: trânsito, dinheiro, saúde, costumes, etc. Seguiremos então a um vilarejo em uma região mais tranquila ao sul do Vale de Kathmandu, Pharphing. Conheceremos duas importantes cavernas de Guru Rinpoche (Padmasambhava). Aqui, este grande mestre e pai do Budismo no Tibete realizou o terceiro nível de vidyadhara chamado o grande selo. Como o próprio Buda explicou, visitar locais onde grandes mestres viveram e meditaram é uma importante forma de acumulação de méritos. Teremos uma prática de meditação de Buda Sakyamuni conosco, que nos foi autorizada pelo Rinpoche deste monastério e (convite) podemos fazer diariamente em locais auspiciosos como Pharphing, como em nosso hotel quando for mais conveniente. Na pedra ao lado de uma das cavernas que visitaremos, veremos um marca que Guru Rinpoche fez com sua mão. Terminaremos o nosso dia no bairro dos viajantes, Thamel, para uma boa refeição e caso alguém precise comprar agasalho ou algum equipamento de montanha para viagem.
Bhaktapur
Changunarayan
Dhulikhel
Nagarkot
Namo Buddha
Pashupatinath
Caminhada Pashupatinath
Do nosso hotel faremos uma caminhada até o complexo de templos de Pashupatinath, que fica em torno do rio Bagmati, sagrado para os hindus. Além do templo principal, dedicado a manifestação mais tranquila de Shiva, Pashupati, há dezenas de pequenos templos também dedicados ao deus da destruição e reconstruição do Hinduísmo. Também é o local onde nepaleses que puderem serão cremados para assegurar uma boa passagem ou liberação (moksha).
Bhaktapur
Hoje visitaremos uma das três principais antigas cidades do vale, Bhaktapur (bhakt: devoção e pur: cidade hindu). Junto com Patan e Kathmandu, que visitaremos nos próximos dias, um dia foram capitais do império Malla que competiam em beleza arquitetônica com belíssimas praças de seus palácios. Bhaktapur é uma cidade tombada, com fluxo de veículos limitado. Caminhar por suas ruelas é como conhecer um pouco do dia a dia de uma época medieval no Nepal.
Visitaremos a terceira Durbar Square do vale, a bonita Bhaktapur (bhakt: devoção/devotos e pur: cidade hinduísta). Uma cidade tombada, com fluxo de veículos limitado, caminhar por suas ruelas, palácio, templos, como pela praça dos oleiros, é como conhecer um pouco do dia a dia de uma época medieval no Nepal. Bhaktapur é o local em que foi gravado, por exemplo, o filme O Pequeno Buda.
Namo Buddha
Em uma vida anterior, Buda Sakyamuni, quando ainda era um bodhisattva, encontrou com uma tigresa faminta sem ter o que dar de comer aos seus filhotes. Buda, por conta do seu nível de realização, ofereceu seu próprio corpo onde há hoje um monastério do Thrangu Rinpoche, em Namo Buddha. Após o nosso café da manhã, faremos uma tranquila agradável caminhada até o monastério e então até a estupa onde os irmãos do Buda, naquela vida, guardaram suas relíquias. Quem preferir, o nosso veículo pode fazer esse trajeto no lugar de caminhar por alguns minutos.
Conheceremos hoje mais uma região mais tranquila ao redor do Vale de Kathmandu, Dhulikhel e Namo Buddha. Em uma vida anterior, Buda Sakyamuni, quando ainda era um bodhisattva, encontrou com uma tigresa faminta sem ter o que dar de comer aos seus filhotes. Buda, por conta do seu nível de realização, ofereceu seu próprio corpo onde há hoje um monastério do Thrangu Rinpoche. Visitaremos o monastério e então faremos uma breve agradável caminhada até a estupa onde os irmãos do Buda, naquela vida, guardaram suas relíquias. Chegaremos em nosso hotel, onde teremos um final de dia bastante tranquilo com um bela vista. Se o tempo estiver limpo, poderemos ver do restaurante do hotel as montanhas nevadas do Himalaya no pôr e nascer do sol.
Bhaktapur > Namo Buddha
Após nossa caminhada e almoço, seguiremos a uma região mais tranquila do vale, Namo Buddha. Chegaremos em nosso hotel, onde teremos um final de dia bastante tranquilo com um bela vista. Se o tempo estiver limpo, poderemos ver do restaurante do hotel as montanhas nevadas do Himalaya no pôr e nascer do sol.
Retorno Kathmandu > Bhaktapur
No caminho ao nosso bairro tibetano já no Vale de Kathmandu, visitaremos a terceira das principais antigas cidades do vale, Bhaktapur (bhakt: devoção e pur: cidade hindu). Bhaktapur é uma cidade tombada, com fluxo de veículos limitado, onde foi gravado, por exemplo, o filme O Pequeno Buda. Caminhar por suas ruelas é como conhecer um pouco do dia a dia de uma época medieval no Nepal.
Retorno Kathmandu > Bhaktapur > Final do dia livre
Após nossa tranquila noite nos arredores do Vale de Kathmandu, seguiremos viagem ao nosso bairro tibetano e hotel em Kathmandu, sendo que no caminho temos a opção de visitarmos a terceira Durbar Square do vale, a bonita Bhaktapur (bhakt: devoção/devotos e pur: cidade hinduísta). Local em que foi gravado, por exemplo, o filme O Pequeno Buda. Caminharemos por suas ruelas medievais, entre templos e antigas casas, incluindo a praça dos oleiros. Final do dia livre para aproveitarmos nosso bairro Boudhnath, retornar à Thamel, como cada viajante preferir. Mais tarde celebraremos nossos dias e experiências juntos por estas incríveis culturas e paisagens com um agradável jantar.
Retorno Boudha
Após check-in de volta em nosso hotel, sempre solicitado e muito bem vindo, o dia de hoje será dedicado para assimilarmos tudo que experienciamos nestes dois especiais países e culturas. Já bastante familiarizados com o bairro tibetano em volta da grande estupa de Boudhnath, como com vários locais da cidade e do vale, podemos aproveitar revisitando alguns de seus inúmeros importantes monastérios, cafés, restaurantes, museus e ‘lojinhas’. Podemos contemplar estes importantes locais, ler um livro, escrever, caminhar, fotografar, cuidar das lembranças se formos levar para nós mesmos como para amigos e familiares.
Retorno via Pashupatinath
No caminho de volta à cidade de Kathmandu, visitaremos o complexo de templos de Pashupatinath, que fica em torno do rio Bagmati, sagrado para os hindus. Além do templo principal, dedicado a manifestação mais tranquila de Shiva, Pashupati, há dezenas de pequenos templos também dedicados ao deus da destruição e reconstruição do Hinduísmo. Também é o local onde nepaleses que puderem serão cremados para assegurar uma boa passagem ou liberação (moksha). Temos algumas opções para essa tarde. Podemos usá-la para irmos a Thamel, se alguém ainda precisar de mais alguma roupa ou equipamento para os nossos dias no Butão. Também podemos aproveitar nosso bairro tibetano, fazendo nossas circumumbulações, caminhada pelos monastérios, fazendo nossa prática de meditação, aproveitando um dos cafés e a estupa para escrever, ler ou fotografar mais um pouco. Também temos a opção de conhecer mais uma praça do palácio, a Durbar Square de Kathmandu onde vive uma pequena deusa viva, a Kumari.
Retorno via Changunarayan
Pela manhã visitaremos o templo mais antigo de Kathmandu, chamado Changu Narayan. Esta é mais uma oportunidade de caminharmos pelas montanhas e etnias dos vilarejos do Nepal. Reservamos esta tarde para explorarem mais algum dos locais já visitados, como para retornar à Thamel caso precisem de mais algum equipamento ou roupa para a viagem ao Butão, como para aproveitarem suas livrarias, lojas de artesanato nepalês e cafés.
Retorno Kathmandu > Butão
De volta ao nosso bairro tibetano, nos prepararemos para nosso muito bonito voo ao Butão amanhã.
Visita Namo Buddha > noite Dhulikhel
Conheceremos hoje mais uma região mais tranquila do Vale de Kathmandu. Primeiro seguiremos viagem por aprox. 2h até as montanhas ao redor do vale, Namo Buddha. Em uma vida anterior, Buda Sakyamuni, quando ainda era um bodhisattva, encontrou com uma tigresa faminta sem ter o que dar de comer aos seus filhotes. Buda, por conta do seu nível de realização, ofereceu seu próprio corpo onde há hoje um monastério do Thrangu Rinpoche. Logo abaixo, após uma agradável caminhada, há uma estupa onde os irmãos do Buda, naquela vida, guardaram suas relíquias. Montanha abaixo por alguns minutos até o nosso hotel em Namo Buddha ou Dhulikhel. Chegando em nosso hotel, teremos um final de dia bastante tranquilo com um bela vista. Se o tempo estiver limpo, poderemos ver do restaurante do hotel e de nossas camas em nossos quartos as montanhas nevadas do Himalaya no pôr e nascer do sol.
Lhasa > Dhulikhel
Pela manhã, retorno ao aeroporto de Lhasa para mais um incrível voo que atravessará a cordilheira mais alta do mundo. Com tempo bom, é possível avistar seis das únicas quatorze montanhas no mundo com mais de oito mil metros de altura. De volta ao Nepal seguiremos ao nosso hotel em uma região bastante tranquila do vale, Dhulikhel, próxima de há mais um importante local do Budismo, Namo Buddha. Em uma vida anterior, Buda Sakyamuni, quando ainda era um bodhisattva, encontrou com uma tigresa faminta sem ter o que dar de comer aos seus filhotes. Buda, por conta do seu nível de realização, ofereceu seu próprio corpo onde há hoje um monastério do Thrangu Rinpoche. Logo abaixo, após uma agradável caminhada, há uma estupa onde os irmãos do Buda, naquela vida, guardaram suas relíquias. Teremos completado a visita às três mais sagradas estupas do Vale de Kathmandu e será uma importante oportunidade para, na própria estupa ou de volta em nosso hotel, sentarmos, lermos, escrevermos, fotografarmos, caminharmos ou aproveitarmos para fazer uma breve prática de meditação agora já quase no final de nossa viagem. De nossos quartos e do restaurante do nosso hotel, com bom tempo, teremos a vista das nevadas dos Himalayas, região pela qual viajamos nas últimas semanas.
Lhasa > Namo Buddha
Pela manhã, retorno ao aeroporto de Lhasa para mais um incrível voo que atravessará a cordilheira mais alta do mundo. Com tempo bom, é possível avistar seis das únicas quatorze montanhas no mundo com mais de oito mil metros de altura. De volta ao Nepal seguiremos ao nosso hotel em uma região bastante tranquila do vale, próxima de há mais um importante local do Budismo, Namo Buddha. Em uma vida anterior, Buda Sakyamuni, quando ainda era um bodhisattva, encontrou com uma tigresa faminta sem ter o que dar de comer aos seus filhotes. Buda, por conta do seu nível de realização, ofereceu seu próprio corpo onde há hoje um monastério do Thrangu Rinpoche. Logo abaixo, após uma agradável caminhada, há uma estupa onde os irmãos do Buda, naquela vida, guardaram suas relíquias. Teremos completado a visita às três mais sagradas estupas do Vale de Kathmandu e será uma importante oportunidade para, na própria estupa ou de volta em nosso hotel, sentarmos, lermos, escrevermos, fotografarmos, caminharmos ou aproveitarmos para fazer uma breve prática de meditação agora já quase no final de nossa viagem. Da área do restaurante do nosso hotel, com bom tempo, teremos a vista das nevadas dos Himalayas, região pela qual viajamos nas últimas semanas.
Changunarayan
No caminho podemos visitar também o templo mais antigo de todo o vale, Changunarayan. Normalmente vamos de carro. Se por acaso alguém preferir fazer uma caminhada, temos essa possibilidade.
Nagarkot
Chegando em Nagarkot, vilarejo mais tranquilo que as cidades no vale, com o tempo permitindo teremos bonitas vistas das montanhas nevadas do Himalaya. Além de um agradável momento para aproveitar a paz da natureza, pôr e nascer do sol, haverá possibilidades para boas caminhadas pela região.
Nagarkot com caminhada
Seguiremos hoje a um vilarejo nas montanhas ao redor do vale, Nagarkot. Nessa região mais tranquila, com mais natureza, poderemos fazer uma caminhada por algum dos vilarejos de uma das tantas etnias do Nepal, para vivenciarmos um pouco esse ritmo de vida onde as crianças cuidam dos animais, senhores e senhoras tecem, adultos cuidamo das casas e plantações, algumas casas ainda construídas de com materiais e formato tradicional, com os animais no primeiro andar e moradia acima. Com o tempo permitindo, teremos vista das montanhas mais altas e nevadas do Himalaya, com bonitos pôr e nascer do sol.
Seguiremos agora para um vilarejo nas montanhas (aprox. 2200m) ao redor do Vale de Kathmandu (média 1400m). Com toda história, etnias e tradições nas cidades no vale, ir a um local mais tranquilo é uma oportunidade de vivenciar um pouco do ritmo de vida da maior parte do Nepal: com seus vales, terraças e montanhas. Quem se animar, é possível fazer uma caminhada pela região, sendo que a tranquila estadia em si, em mais esse contexto nos Himalayas, com o tempo permitindo vista das montanhas mais altas do mundo, em si já é uma experiência muito especial.
Seguiremos agora por aprox. 1h há mais um vilarejo nas montanhas ao redor do vale, Nagarkot, onde poderemos vivenciar um pouco o Nepal mais tranquilo dos vilarejos em suas belas montanhas e vales. Também é um local bastante convidativo para (convite) fazermos nossa prática de meditação, individualmente ou juntos, como para uma caminhada, como cada viajante preferir. Com o tempo permitindo, teremos vista das montanhas mais altas e nevadas do Himalaya, com bonitos pôr e nascer do sol.
Conforme nosso ritmo nesse dia, podemos descansar, aproveitar a região e visitarmos Namo Buddha na manhã seguinte.
Lhasa > Nagarkot
Hora de partirmos deste sagrado reino e retornarmos ao nosso querido e bagunçado Nepal. Traslado ao aeroporto bem cedo pela manhã para outro belo voo literalmente ao lado dos Himalayas de volta a Kathmandu.
No lugar de já retornarmos à grande cidade, do aeroporto seguiremos, primeiro, à terceira das principais antigas cidades do vale, Bhaktapur (bhakt: devoção e pur: cidade hindu). Bhaktapur é uma cidade tombada, com fluxo de veículos limitado. Caminhar por suas ruelas é como conhecer um pouco do dia a dia de uma época medieval no Nepal.
Seguiremos viagem, aprox. 1h, a uma vilarejo nas montanhas ao redor do vale, Nagarkot. Com o tempo permitindo, teremos vista das montanhas mais altas e nevadas do Himalaya, com bonitos pôr e nascer do sol.
No caminho podemos visitar também o templo mais antigo de todo o vale, Changunarayan. Normalmente vamos de carro. Se por acaso alguém preferir fazer uma caminhada, temos essa possibilidade.
Dia vilarejo
Um dia bastante tranquilo nessa região com mais natureza. Poderemos fazer uma caminhada por algum dos vilarejos de uma das tantas etnias do Nepal, para vivenciarmos um pouco esse ritmo de vida onde as crianças cuidam dos animais, senhores e senhoras tecem, adultos cuidando das casas e plantações, algumas casas ainda construídas de com materiais e formato tradicional, com os animais no primeiro andar e moradia acima.
Patan
Durbar Square
Museu Patan
Templo Dourado
Tempo livre
Após nossa tranquila noite nos arredores do Vale de Kathmandu, seguiremos viagem ao nosso bairro tibetano e hotel em Kathmandu, sendo que no caminho temos a opção de visitarmos a terceira Durbar Square do vale, a bonita Bhaktapur (bhakt: devoção/devotos e pur: cidade hinduísta). Local em que foi gravado, por exemplo, o filme O Pequeno Buda. Caminharemos por suas ruelas medievais, entre templos e antigas casas, incluindo a praça dos oleiros. Final do dia livre para aproveitarmos nosso bairro Boudhnath, retornar à Thamel, como cada viajante preferir. Mais tarde celebraremos nossos dias e experiências juntos por estas incríveis culturas e paisagens com um agradável jantar.
Retorno Boudha
Após check-in de volta em nosso hotel, sempre solicitado e muito bem vindo, o dia de hoje será dedicado para assimilarmos tudo que experienciamos nestes dois especiais países e culturas. Já bastante familiarizados com o bairro tibetano em volta da grande estupa de Boudhnath, como com vários locais da cidade e do vale, podemos aproveitar revisitando alguns de seus inúmeros importantes monastérios, cafés, restaurantes, museus e ‘lojinhas’. Podemos contemplar estes importantes locais, ler um livro, escrever, caminhar, fotografar, cuidar das lembranças se formos levar para nós mesmos como para amigos e familiares.
Retorno via Pashupatinath
No caminho de volta à cidade de Kathmandu, visitaremos o complexo de templos de Pashupatinath, que fica em torno do rio Bagmati, sagrado para os hindus. Além do templo principal, dedicado a manifestação mais tranquila de Shiva, Pashupati, há dezenas de pequenos templos também dedicados ao deus da destruição e reconstruição do Hinduísmo. Também é o local onde nepaleses que puderem serão cremados para assegurar uma boa passagem ou liberação (moksha). Temos algumas opções para essa tarde. Podemos usá-la para irmos a Thamel, se alguém ainda precisar de mais alguma roupa ou equipamento para os nossos dias no Butão. Também podemos aproveitar nosso bairro tibetano, fazendo nossas circumumbulações, caminhada pelos monastérios, fazendo nossa prática de meditação, aproveitando um dos cafés e a estupa para escrever, ler ou fotografar mais um pouco. Também temos a opção de conhecer mais uma praça do palácio, a Durbar Square de Kathmandu onde vive uma pequena deusa viva, a Kumari.
No final dessa manhã seguiremos à simpática Durbar Square de Patan, muito famosa pelos seus artistas e bonitos templos. Nela visitaremos um pequeno, muito bem feito e bastante didático museu de arte hinduísta e budista. Nas proximidades, visitaremos o pequeno e belo Templo Dourado, utilizado até os dias de hoje por nepaleses budistas do mesmo clã do próprio Buda Sakyamuni. Patan tem uma boa opção para o nosso almoço, é um bom local para compra de estátuas budistas (como em Boudha também), de excelente qualidade, como para caminharmos por essas ruas medievais e seus templos.
Final da tarde livre nas livrarias, cafés, lojas de arte budista, de artesanato, roupas e equipamentos de montanha, estupas, templos ou monastérios nas já bem conhecidas Patan, Thamel ou Boudhnath, como cada viajante preferir.
Retorno de Namo Buddha
Seguiremos à simpática Durbar Square de Patan, muito famosa pelos seus artistas e bonitos templos. Nela visitaremos um pequeno, muito bem feito e bastante didático museu de arte hinduísta e budista. Nas proximidades, visitaremos o pequeno e belo Templo Dourado, utilizado até os dias de hoje por nepaleses budistas do mesmo clã do próprio Buda Sakyamuni. Patan tem uma boa opção para o nosso almoço, é um bom local para compra de estátuas budistas (como em Boudha também), de excelente qualidade, como para caminharmos por essas ruas medievais e seus templos.
No final do dia retornaremos ao nosso então já bem conhecido bairro de Boudhnath.
Bhaktapur
Changunarayan
Dhulikhel
Nagarkot
Namo Buddha
Pashupatinath
Caminhada Pashupatinath
Do nosso hotel faremos uma caminhada até o complexo de templos de Pashupatinath, que fica em torno do rio Bagmati, sagrado para os hindus. Além do templo principal, dedicado a manifestação mais tranquila de Shiva, Pashupati, há dezenas de pequenos templos também dedicados ao deus da destruição e reconstruição do Hinduísmo. Também é o local onde nepaleses que puderem serão cremados para assegurar uma boa passagem ou liberação (moksha).
Bhaktapur
Hoje visitaremos uma das três principais antigas cidades do vale, Bhaktapur (bhakt: devoção e pur: cidade hindu). Junto com Patan e Kathmandu, que visitaremos nos próximos dias, um dia foram capitais do império Malla que competiam em beleza arquitetônica com belíssimas praças de seus palácios. Bhaktapur é uma cidade tombada, com fluxo de veículos limitado. Caminhar por suas ruelas é como conhecer um pouco do dia a dia de uma época medieval no Nepal.
Visitaremos a terceira Durbar Square do vale, a bonita Bhaktapur (bhakt: devoção/devotos e pur: cidade hinduísta). Uma cidade tombada, com fluxo de veículos limitado, caminhar por suas ruelas, palácio, templos, como pela praça dos oleiros, é como conhecer um pouco do dia a dia de uma época medieval no Nepal. Bhaktapur é o local em que foi gravado, por exemplo, o filme O Pequeno Buda.
Namo Buddha
Em uma vida anterior, Buda Sakyamuni, quando ainda era um bodhisattva, encontrou com uma tigresa faminta sem ter o que dar de comer aos seus filhotes. Buda, por conta do seu nível de realização, ofereceu seu próprio corpo onde há hoje um monastério do Thrangu Rinpoche, em Namo Buddha. Após o nosso café da manhã, faremos uma tranquila agradável caminhada até o monastério e então até a estupa onde os irmãos do Buda, naquela vida, guardaram suas relíquias. Quem preferir, o nosso veículo pode fazer esse trajeto no lugar de caminhar por alguns minutos.
Conheceremos hoje mais uma região mais tranquila ao redor do Vale de Kathmandu, Dhulikhel e Namo Buddha. Em uma vida anterior, Buda Sakyamuni, quando ainda era um bodhisattva, encontrou com uma tigresa faminta sem ter o que dar de comer aos seus filhotes. Buda, por conta do seu nível de realização, ofereceu seu próprio corpo onde há hoje um monastério do Thrangu Rinpoche. Visitaremos o monastério e então faremos uma breve agradável caminhada até a estupa onde os irmãos do Buda, naquela vida, guardaram suas relíquias. Chegaremos em nosso hotel, onde teremos um final de dia bastante tranquilo com um bela vista. Se o tempo estiver limpo, poderemos ver do restaurante do hotel as montanhas nevadas do Himalaya no pôr e nascer do sol.
Bhaktapur > Namo Buddha
Após nossa caminhada e almoço, seguiremos a uma região mais tranquila do vale, Namo Buddha. Chegaremos em nosso hotel, onde teremos um final de dia bastante tranquilo com um bela vista. Se o tempo estiver limpo, poderemos ver do restaurante do hotel as montanhas nevadas do Himalaya no pôr e nascer do sol.
Retorno Kathmandu > Bhaktapur
No caminho ao nosso bairro tibetano já no Vale de Kathmandu, visitaremos a terceira das principais antigas cidades do vale, Bhaktapur (bhakt: devoção e pur: cidade hindu). Bhaktapur é uma cidade tombada, com fluxo de veículos limitado, onde foi gravado, por exemplo, o filme O Pequeno Buda. Caminhar por suas ruelas é como conhecer um pouco do dia a dia de uma época medieval no Nepal.
Retorno Kathmandu > Bhaktapur > Final do dia livre
Após nossa tranquila noite nos arredores do Vale de Kathmandu, seguiremos viagem ao nosso bairro tibetano e hotel em Kathmandu, sendo que no caminho temos a opção de visitarmos a terceira Durbar Square do vale, a bonita Bhaktapur (bhakt: devoção/devotos e pur: cidade hinduísta). Local em que foi gravado, por exemplo, o filme O Pequeno Buda. Caminharemos por suas ruelas medievais, entre templos e antigas casas, incluindo a praça dos oleiros. Final do dia livre para aproveitarmos nosso bairro Boudhnath, retornar à Thamel, como cada viajante preferir. Mais tarde celebraremos nossos dias e experiências juntos por estas incríveis culturas e paisagens com um agradável jantar.
Retorno Boudha
Após check-in de volta em nosso hotel, sempre solicitado e muito bem vindo, o dia de hoje será dedicado para assimilarmos tudo que experienciamos nestes dois especiais países e culturas. Já bastante familiarizados com o bairro tibetano em volta da grande estupa de Boudhnath, como com vários locais da cidade e do vale, podemos aproveitar revisitando alguns de seus inúmeros importantes monastérios, cafés, restaurantes, museus e ‘lojinhas’. Podemos contemplar estes importantes locais, ler um livro, escrever, caminhar, fotografar, cuidar das lembranças se formos levar para nós mesmos como para amigos e familiares.
Retorno via Pashupatinath
No caminho de volta à cidade de Kathmandu, visitaremos o complexo de templos de Pashupatinath, que fica em torno do rio Bagmati, sagrado para os hindus. Além do templo principal, dedicado a manifestação mais tranquila de Shiva, Pashupati, há dezenas de pequenos templos também dedicados ao deus da destruição e reconstruição do Hinduísmo. Também é o local onde nepaleses que puderem serão cremados para assegurar uma boa passagem ou liberação (moksha). Temos algumas opções para essa tarde. Podemos usá-la para irmos a Thamel, se alguém ainda precisar de mais alguma roupa ou equipamento para os nossos dias no Butão. Também podemos aproveitar nosso bairro tibetano, fazendo nossas circumumbulações, caminhada pelos monastérios, fazendo nossa prática de meditação, aproveitando um dos cafés e a estupa para escrever, ler ou fotografar mais um pouco. Também temos a opção de conhecer mais uma praça do palácio, a Durbar Square de Kathmandu onde vive uma pequena deusa viva, a Kumari.
Retorno via Changunarayan
Pela manhã visitaremos o templo mais antigo de Kathmandu, chamado Changu Narayan. Esta é mais uma oportunidade de caminharmos pelas montanhas e etnias dos vilarejos do Nepal. Reservamos esta tarde para explorarem mais algum dos locais já visitados, como para retornar à Thamel caso precisem de mais algum equipamento ou roupa para a viagem ao Butão, como para aproveitarem suas livrarias, lojas de artesanato nepalês e cafés.
Retorno Kathmandu > Butão
De volta ao nosso bairro tibetano, nos prepararemos para nosso muito bonito voo ao Butão amanhã.
Visita Namo Buddha > noite Dhulikhel
Conheceremos hoje mais uma região mais tranquila do Vale de Kathmandu. Primeiro seguiremos viagem por aprox. 2h até as montanhas ao redor do vale, Namo Buddha. Em uma vida anterior, Buda Sakyamuni, quando ainda era um bodhisattva, encontrou com uma tigresa faminta sem ter o que dar de comer aos seus filhotes. Buda, por conta do seu nível de realização, ofereceu seu próprio corpo onde há hoje um monastério do Thrangu Rinpoche. Logo abaixo, após uma agradável caminhada, há uma estupa onde os irmãos do Buda, naquela vida, guardaram suas relíquias. Montanha abaixo por alguns minutos até o nosso hotel em Namo Buddha ou Dhulikhel. Chegando em nosso hotel, teremos um final de dia bastante tranquilo com um bela vista. Se o tempo estiver limpo, poderemos ver do restaurante do hotel e de nossas camas em nossos quartos as montanhas nevadas do Himalaya no pôr e nascer do sol.
Lhasa > Dhulikhel
Pela manhã, retorno ao aeroporto de Lhasa para mais um incrível voo que atravessará a cordilheira mais alta do mundo. Com tempo bom, é possível avistar seis das únicas quatorze montanhas no mundo com mais de oito mil metros de altura. De volta ao Nepal seguiremos ao nosso hotel em uma região bastante tranquila do vale, Dhulikhel, próxima de há mais um importante local do Budismo, Namo Buddha. Em uma vida anterior, Buda Sakyamuni, quando ainda era um bodhisattva, encontrou com uma tigresa faminta sem ter o que dar de comer aos seus filhotes. Buda, por conta do seu nível de realização, ofereceu seu próprio corpo onde há hoje um monastério do Thrangu Rinpoche. Logo abaixo, após uma agradável caminhada, há uma estupa onde os irmãos do Buda, naquela vida, guardaram suas relíquias. Teremos completado a visita às três mais sagradas estupas do Vale de Kathmandu e será uma importante oportunidade para, na própria estupa ou de volta em nosso hotel, sentarmos, lermos, escrevermos, fotografarmos, caminharmos ou aproveitarmos para fazer uma breve prática de meditação agora já quase no final de nossa viagem. De nossos quartos e do restaurante do nosso hotel, com bom tempo, teremos a vista das nevadas dos Himalayas, região pela qual viajamos nas últimas semanas.
Lhasa > Namo Buddha
Pela manhã, retorno ao aeroporto de Lhasa para mais um incrível voo que atravessará a cordilheira mais alta do mundo. Com tempo bom, é possível avistar seis das únicas quatorze montanhas no mundo com mais de oito mil metros de altura. De volta ao Nepal seguiremos ao nosso hotel em uma região bastante tranquila do vale, próxima de há mais um importante local do Budismo, Namo Buddha. Em uma vida anterior, Buda Sakyamuni, quando ainda era um bodhisattva, encontrou com uma tigresa faminta sem ter o que dar de comer aos seus filhotes. Buda, por conta do seu nível de realização, ofereceu seu próprio corpo onde há hoje um monastério do Thrangu Rinpoche. Logo abaixo, após uma agradável caminhada, há uma estupa onde os irmãos do Buda, naquela vida, guardaram suas relíquias. Teremos completado a visita às três mais sagradas estupas do Vale de Kathmandu e será uma importante oportunidade para, na própria estupa ou de volta em nosso hotel, sentarmos, lermos, escrevermos, fotografarmos, caminharmos ou aproveitarmos para fazer uma breve prática de meditação agora já quase no final de nossa viagem. Da área do restaurante do nosso hotel, com bom tempo, teremos a vista das nevadas dos Himalayas, região pela qual viajamos nas últimas semanas.
Changunarayan
No caminho podemos visitar também o templo mais antigo de todo o vale, Changunarayan. Normalmente vamos de carro. Se por acaso alguém preferir fazer uma caminhada, temos essa possibilidade.
Nagarkot
Chegando em Nagarkot, vilarejo mais tranquilo que as cidades no vale, com o tempo permitindo teremos bonitas vistas das montanhas nevadas do Himalaya. Além de um agradável momento para aproveitar a paz da natureza, pôr e nascer do sol, haverá possibilidades para boas caminhadas pela região.
Nagarkot com caminhada
Seguiremos hoje a um vilarejo nas montanhas ao redor do vale, Nagarkot. Nessa região mais tranquila, com mais natureza, poderemos fazer uma caminhada por algum dos vilarejos de uma das tantas etnias do Nepal, para vivenciarmos um pouco esse ritmo de vida onde as crianças cuidam dos animais, senhores e senhoras tecem, adultos cuidamo das casas e plantações, algumas casas ainda construídas de com materiais e formato tradicional, com os animais no primeiro andar e moradia acima. Com o tempo permitindo, teremos vista das montanhas mais altas e nevadas do Himalaya, com bonitos pôr e nascer do sol.
Seguiremos agora para um vilarejo nas montanhas (aprox. 2200m) ao redor do Vale de Kathmandu (média 1400m). Com toda história, etnias e tradições nas cidades no vale, ir a um local mais tranquilo é uma oportunidade de vivenciar um pouco do ritmo de vida da maior parte do Nepal: com seus vales, terraças e montanhas. Quem se animar, é possível fazer uma caminhada pela região, sendo que a tranquila estadia em si, em mais esse contexto nos Himalayas, com o tempo permitindo vista das montanhas mais altas do mundo, em si já é uma experiência muito especial.
Seguiremos agora por aprox. 1h há mais um vilarejo nas montanhas ao redor do vale, Nagarkot, onde poderemos vivenciar um pouco o Nepal mais tranquilo dos vilarejos em suas belas montanhas e vales. Também é um local bastante convidativo para (convite) fazermos nossa prática de meditação, individualmente ou juntos, como para uma caminhada, como cada viajante preferir. Com o tempo permitindo, teremos vista das montanhas mais altas e nevadas do Himalaya, com bonitos pôr e nascer do sol.
Conforme nosso ritmo nesse dia, podemos descansar, aproveitar a região e visitarmos Namo Buddha na manhã seguinte.
Lhasa > Nagarkot
Hora de partirmos deste sagrado reino e retornarmos ao nosso querido e bagunçado Nepal. Traslado ao aeroporto bem cedo pela manhã para outro belo voo literalmente ao lado dos Himalayas de volta a Kathmandu.
No lugar de já retornarmos à grande cidade, do aeroporto seguiremos, primeiro, à terceira das principais antigas cidades do vale, Bhaktapur (bhakt: devoção e pur: cidade hindu). Bhaktapur é uma cidade tombada, com fluxo de veículos limitado. Caminhar por suas ruelas é como conhecer um pouco do dia a dia de uma época medieval no Nepal.
Seguiremos viagem, aprox. 1h, a uma vilarejo nas montanhas ao redor do vale, Nagarkot. Com o tempo permitindo, teremos vista das montanhas mais altas e nevadas do Himalaya, com bonitos pôr e nascer do sol.
No caminho podemos visitar também o templo mais antigo de todo o vale, Changunarayan. Normalmente vamos de carro. Se por acaso alguém preferir fazer uma caminhada, temos essa possibilidade.
Dia vilarejo
Um dia bastante tranquilo nessa região com mais natureza. Poderemos fazer uma caminhada por algum dos vilarejos de uma das tantas etnias do Nepal, para vivenciarmos um pouco esse ritmo de vida onde as crianças cuidam dos animais, senhores e senhoras tecem, adultos cuidando das casas e plantações, algumas casas ainda construídas de com materiais e formato tradicional, com os animais no primeiro andar e moradia acima.
Bhaktapur
Changunarayan
Dhulikhel
Nagarkot
Namo Buddha
Pashupatinath
Trazer texto
Caminhada Pashupatinath
Do nosso hotel faremos uma caminhada até o complexo de templos de Pashupatinath, que fica em torno do rio Bagmati, sagrado para os hindus. Além do templo principal, dedicado a manifestação mais tranquila de Shiva, Pashupati, há dezenas de pequenos templos também dedicados ao deus da destruição e reconstruição do Hinduísmo. Também é o local onde nepaleses que puderem serão cremados para assegurar uma boa passagem ou liberação (moksha).
Bhaktapur
Hoje visitaremos uma das três principais antigas cidades do vale, Bhaktapur (bhakt: devoção e pur: cidade hindu). Junto com Patan e Kathmandu, que visitaremos nos próximos dias, um dia foram capitais do império Malla que competiam em beleza arquitetônica com belíssimas praças de seus palácios. Bhaktapur é uma cidade tombada, com fluxo de veículos limitado. Caminhar por suas ruelas é como conhecer um pouco do dia a dia de uma época medieval no Nepal.
Visitaremos a terceira Durbar Square do vale, a bonita Bhaktapur (bhakt: devoção/devotos e pur: cidade hinduísta). Uma cidade tombada, com fluxo de veículos limitado, caminhar por suas ruelas, palácio, templos, como pela praça dos oleiros, é como conhecer um pouco do dia a dia de uma época medieval no Nepal. Bhaktapur é o local em que foi gravado, por exemplo, o filme O Pequeno Buda.
Namo Buddha chegada simple à tarde
Após nossa caminhada e almoço, seguiremos a uma região mais tranquila do vale, Namo Buddha.
Namo Buddha caminhada apos cafe manha
Em uma vida anterior, Buda Sakyamuni, quando ainda era um bodhisattva, encontrou com uma tigresa faminta sem ter o que dar de comer aos seus filhotes. Buda, por conta do seu nível de realização, ofereceu seu próprio corpo onde há hoje um monastério do Thrangu Rinpoche, em Namo Buddha. Após o nosso café da manhã, faremos uma tranquila agradável caminhada até o monastério e então até a estupa onde os irmãos do Buda, naquela vida, guardaram suas relíquias. Quem preferir, o nosso veículo pode fazer esse trajeto no lugar de caminhar por alguns minutos.
Namo Buddha geral com visita antes do hotel
Conheceremos hoje mais uma região mais tranquila ao redor do Vale de Kathmandu, Dhulikhel e Namo Buddha. Em uma vida anterior, Buda Sakyamuni, quando ainda era um bodhisattva, encontrou com uma tigresa faminta sem ter o que dar de comer aos seus filhotes. Buda, por conta do seu nível de realização, ofereceu seu próprio corpo onde há hoje um monastério do Thrangu Rinpoche. Visitaremos o monastério e então faremos uma breve agradável caminhada até a estupa onde os irmãos do Buda, naquela vida, guardaram suas relíquias. Chegaremos em nosso hotel, onde teremos um final de dia bastante tranquilo com um bela vista. Se o tempo estiver limpo, poderemos ver do restaurante do hotel as montanhas nevadas do Himalaya no pôr e nascer do sol.
Bhaktapur > Namo Buddha
Após nossa caminhada e almoço, seguiremos a uma região mais tranquila do vale, Namo Buddha. Chegaremos em nosso hotel, onde teremos um final de dia bastante tranquilo com um bela vista. Se o tempo estiver limpo, poderemos ver do restaurante do hotel as montanhas nevadas do Himalaya no pôr e nascer do sol.
Retorno Kathmandu > Bhaktapur
No caminho ao nosso bairro tibetano já no Vale de Kathmandu, visitaremos a terceira das principais antigas cidades do vale, Bhaktapur (bhakt: devoção e pur: cidade hindu). Bhaktapur é uma cidade tombada, com fluxo de veículos limitado, onde foi gravado, por exemplo, o filme O Pequeno Buda. Caminhar por suas ruelas é como conhecer um pouco do dia a dia de uma época medieval no Nepal.
Retorno Kathmandu > Bhaktapur > Final do dia livre
Após nossa tranquila noite nos arredores do Vale de Kathmandu, seguiremos viagem ao nosso bairro tibetano e hotel em Kathmandu, sendo que no caminho temos a opção de visitarmos a terceira Durbar Square do vale, a bonita Bhaktapur (bhakt: devoção/devotos e pur: cidade hinduísta). Local em que foi gravado, por exemplo, o filme O Pequeno Buda. Caminharemos por suas ruelas medievais, entre templos e antigas casas, incluindo a praça dos oleiros. Final do dia livre para aproveitarmos nosso bairro Boudhnath, retornar à Thamel, como cada viajante preferir. Mais tarde celebraremos nossos dias e experiências juntos por estas incríveis culturas e paisagens com um agradável jantar.
Retorno Boudha
Após check-in de volta em nosso hotel, sempre solicitado e muito bem vindo, o dia de hoje será dedicado para assimilarmos tudo que experienciamos nestes dois especiais países e culturas. Já bastante familiarizados com o bairro tibetano em volta da grande estupa de Boudhnath, como com vários locais da cidade e do vale, podemos aproveitar revisitando alguns de seus inúmeros importantes monastérios, cafés, restaurantes, museus e ‘lojinhas’. Podemos contemplar estes importantes locais, ler um livro, escrever, caminhar, fotografar, cuidar das lembranças se formos levar para nós mesmos como para amigos e familiares.
Retorno via Pashupatinath
No caminho de volta à cidade de Kathmandu, visitaremos o complexo de templos de Pashupatinath, que fica em torno do rio Bagmati, sagrado para os hindus. Além do templo principal, dedicado a manifestação mais tranquila de Shiva, Pashupati, há dezenas de pequenos templos também dedicados ao deus da destruição e reconstruição do Hinduísmo. Também é o local onde nepaleses que puderem serão cremados para assegurar uma boa passagem ou liberação (moksha). Temos algumas opções para essa tarde. Podemos usá-la para irmos a Thamel, se alguém ainda precisar de mais alguma roupa ou equipamento para os nossos dias no Butão. Também podemos aproveitar nosso bairro tibetano, fazendo nossas circumumbulações, caminhada pelos monastérios, fazendo nossa prática de meditação, aproveitando um dos cafés e a estupa para escrever, ler ou fotografar mais um pouco. Também temos a opção de conhecer mais uma praça do palácio, a Durbar Square de Kathmandu onde vive uma pequena deusa viva, a Kumari.
Retorno via Changunarayan
Pela manhã visitaremos o templo mais antigo de Kathmandu, chamado Changu Narayan. Esta é mais uma oportunidade de caminharmos pelas montanhas e etnias dos vilarejos do Nepal. Reservamos esta tarde para explorarem mais algum dos locais já visitados, como para retornar à Thamel caso precisem de mais algum equipamento ou roupa para a viagem ao Butão, como para aproveitarem suas livrarias, lojas de artesanato nepalês e cafés.
Retorno Kathmandu > Butão
De volta ao nosso bairro tibetano, nos prepararemos para nosso muito bonito voo ao Butão amanhã.
Visita Namo Buddha > noite Dhulikhel
Conheceremos hoje mais uma região mais tranquila do Vale de Kathmandu. Primeiro seguiremos viagem por aprox. 2h até as montanhas ao redor do vale, Namo Buddha. Em uma vida anterior, Buda Sakyamuni, quando ainda era um bodhisattva, encontrou com uma tigresa faminta sem ter o que dar de comer aos seus filhotes. Buda, por conta do seu nível de realização, ofereceu seu próprio corpo onde há hoje um monastério do Thrangu Rinpoche. Logo abaixo, após uma agradável caminhada, há uma estupa onde os irmãos do Buda, naquela vida, guardaram suas relíquias. Montanha abaixo por alguns minutos até o nosso hotel em Namo Buddha ou Dhulikhel. Chegando em nosso hotel, teremos um final de dia bastante tranquilo com um bela vista. Se o tempo estiver limpo, poderemos ver do restaurante do hotel e de nossas camas em nossos quartos as montanhas nevadas do Himalaya no pôr e nascer do sol.
Lhasa > Dhulikhel
Pela manhã, retorno ao aeroporto de Lhasa para mais um incrível voo que atravessará a cordilheira mais alta do mundo. Com tempo bom, é possível avistar seis das únicas quatorze montanhas no mundo com mais de oito mil metros de altura. De volta ao Nepal seguiremos ao nosso hotel em uma região bastante tranquila do vale, Dhulikhel, próxima de há mais um importante local do Budismo, Namo Buddha. Em uma vida anterior, Buda Sakyamuni, quando ainda era um bodhisattva, encontrou com uma tigresa faminta sem ter o que dar de comer aos seus filhotes. Buda, por conta do seu nível de realização, ofereceu seu próprio corpo onde há hoje um monastério do Thrangu Rinpoche. Logo abaixo, após uma agradável caminhada, há uma estupa onde os irmãos do Buda, naquela vida, guardaram suas relíquias. Teremos completado a visita às três mais sagradas estupas do Vale de Kathmandu e será uma importante oportunidade para, na própria estupa ou de volta em nosso hotel, sentarmos, lermos, escrevermos, fotografarmos, caminharmos ou aproveitarmos para fazer uma breve prática de meditação agora já quase no final de nossa viagem. De nossos quartos e do restaurante do nosso hotel, com bom tempo, teremos a vista das nevadas dos Himalayas, região pela qual viajamos nas últimas semanas.
Lhasa > Namo Buddha
Pela manhã, retorno ao aeroporto de Lhasa para mais um incrível voo que atravessará a cordilheira mais alta do mundo. Com tempo bom, é possível avistar seis das únicas quatorze montanhas no mundo com mais de oito mil metros de altura. De volta ao Nepal seguiremos ao nosso hotel em uma região bastante tranquila do vale, próxima de há mais um importante local do Budismo, Namo Buddha. Em uma vida anterior, Buda Sakyamuni, quando ainda era um bodhisattva, encontrou com uma tigresa faminta sem ter o que dar de comer aos seus filhotes. Buda, por conta do seu nível de realização, ofereceu seu próprio corpo onde há hoje um monastério do Thrangu Rinpoche. Logo abaixo, após uma agradável caminhada, há uma estupa onde os irmãos do Buda, naquela vida, guardaram suas relíquias. Teremos completado a visita às três mais sagradas estupas do Vale de Kathmandu e será uma importante oportunidade para, na própria estupa ou de volta em nosso hotel, sentarmos, lermos, escrevermos, fotografarmos, caminharmos ou aproveitarmos para fazer uma breve prática de meditação agora já quase no final de nossa viagem. Da área do restaurante do nosso hotel, com bom tempo, teremos a vista das nevadas dos Himalayas, região pela qual viajamos nas últimas semanas.
Changunarayan
No caminho podemos visitar também o templo mais antigo de todo o vale, Changunarayan. Normalmente vamos de carro. Se por acaso alguém preferir fazer uma caminhada, temos essa possibilidade.
Nagarkot
Chegando em Nagarkot, vilarejo mais tranquilo que as cidades no vale, com o tempo permitindo teremos bonitas vistas das montanhas nevadas do Himalaya. Além de um agradável momento para aproveitar a paz da natureza, pôr e nascer do sol, haverá possibilidades para boas caminhadas pela região.
Nagarkot com caminhada
Seguiremos hoje a um vilarejo nas montanhas ao redor do vale, Nagarkot. Nessa região mais tranquila, com mais natureza, poderemos fazer uma caminhada por algum dos vilarejos de uma das tantas etnias do Nepal, para vivenciarmos um pouco esse ritmo de vida onde as crianças cuidam dos animais, senhores e senhoras tecem, adultos cuidamo das casas e plantações, algumas casas ainda construídas de com materiais e formato tradicional, com os animais no primeiro andar e moradia acima. Com o tempo permitindo, teremos vista das montanhas mais altas e nevadas do Himalaya, com bonitos pôr e nascer do sol.
Seguiremos agora para um vilarejo nas montanhas (aprox. 2200m) ao redor do Vale de Kathmandu (média 1400m). Com toda história, etnias e tradições nas cidades no vale, ir a um local mais tranquilo é uma oportunidade de vivenciar um pouco do ritmo de vida da maior parte do Nepal: com seus vales, terraças e montanhas. Quem se animar, é possível fazer uma caminhada pela região, sendo que a tranquila estadia em si, em mais esse contexto nos Himalayas, com o tempo permitindo vista das montanhas mais altas do mundo, em si já é uma experiência muito especial.
Seguiremos agora por aprox. 1h há mais um vilarejo nas montanhas ao redor do vale, Nagarkot, onde poderemos vivenciar um pouco o Nepal mais tranquilo dos vilarejos em suas belas montanhas e vales. Também é um local bastante convidativo para (convite) fazermos nossa prática de meditação, individualmente ou juntos, como para uma caminhada, como cada viajante preferir. Com o tempo permitindo, teremos vista das montanhas mais altas e nevadas do Himalaya, com bonitos pôr e nascer do sol.
Conforme nosso ritmo nesse dia, podemos descansar, aproveitar a região e visitarmos Namo Buddha na manhã seguinte.
Lhasa > Nagarkot
Hora de partirmos deste sagrado reino e retornarmos ao nosso querido e bagunçado Nepal. Traslado ao aeroporto bem cedo pela manhã para outro belo voo literalmente ao lado dos Himalayas de volta a Kathmandu.
No lugar de já retornarmos à grande cidade, do aeroporto seguiremos, primeiro, à terceira das principais antigas cidades do vale, Bhaktapur (bhakt: devoção e pur: cidade hindu). Bhaktapur é uma cidade tombada, com fluxo de veículos limitado. Caminhar por suas ruelas é como conhecer um pouco do dia a dia de uma época medieval no Nepal.
Seguiremos viagem, aprox. 1h, a uma vilarejo nas montanhas ao redor do vale, Nagarkot. Com o tempo permitindo, teremos vista das montanhas mais altas e nevadas do Himalaya, com bonitos pôr e nascer do sol.
No caminho podemos visitar também o templo mais antigo de todo o vale, Changunarayan. Normalmente vamos de carro. Se por acaso alguém preferir fazer uma caminhada, temos essa possibilidade.
Dia vilarejo
Um dia bastante tranquilo nessa região com mais natureza. Poderemos fazer uma caminhada por algum dos vilarejos de uma das tantas etnias do Nepal, para vivenciarmos um pouco esse ritmo de vida onde as crianças cuidam dos animais, senhores e senhoras tecem, adultos cuidando das casas e plantações, algumas casas ainda construídas de com materiais e formato tradicional, com os animais no primeiro andar e moradia acima.
DIIIIIIIAAAAAAAAAA SEEEEEEEEEEGUIIIIIIIIIIIIIINTEEEEEEEEEEEEEE
Em uma vida anterior, Buda Sakyamuni, quando ainda era um bodhisattva, encontrou com uma tigresa faminta sem ter o que dar de comer aos seus filhotes. Buda, por conta do seu nível de realização, ofereceu seu próprio corpo onde há hoje um monastério do Thrangu Rinpoche, em Namo Buddha. Após o nosso café da manhã, faremos uma tranquila agradável caminhada até o monastério e então até a estupa onde os irmãos do Buda, naquela vida, guardaram suas relíquias. Quem preferir, o nosso veículo pode fazer esse trajeto no lugar de caminhar por alguns minutos.
Seguiremos à simpática Durbar Square de Patan, muito famosa pelos seus artistas e bonitos templos. Nela visitaremos um pequeno, muito bem feito e bastante didático museu de arte hinduísta e budista. Nas proximidades, visitaremos o pequeno e belo Templo Dourado, utilizado até os dias de hoje por nepaleses budistas do mesmo clã do próprio Buda Sakyamuni. Patan tem uma boa opção para o nosso almoço, é um bom local para compra de estátuas budistas (como em Boudha também), de excelente qualidade, como para caminharmos por essas ruas medievais e seus templos.
No final do dia retornaremos ao nosso então já bem conhecido bairro de Boudhnath.
Bhaktapur
Changunarayan
Dhulikhel
Nagarkot
Namo Buddha
Pashupatinath
Trazer texto
CAMINHADA Hotel > Pashupatinath
Do nosso hotel faremos uma caminhada até o complexo de templos de Pashupatinath, que fica em torno do rio Bagmati, sagrado para os hindus. Além do templo principal, dedicado a manifestação mais tranquila de Shiva, Pashupati, há dezenas de pequenos templos também dedicados ao deus da destruição e reconstruição do Hinduísmo. Também é o local onde nepaleses que puderem serão cremados para assegurar uma boa passagem ou liberação (moksha).
BHAKTAPUR
Hoje visitaremos uma das três principais antigas cidades do vale, Bhaktapur (bhakt: devoção e pur: cidade hindu). Junto com Patan e Kathmandu, que visitaremos nos próximos dias, um dia foram capitais do império Malla que competiam em beleza arquitetônica com belíssimas praças de seus palácios. Bhaktapur é uma cidade tombada, com fluxo de veículos limitado. Caminhar por suas ruelas é como conhecer um pouco do dia a dia de uma época medieval no Nepal.
Visitaremos a terceira Durbar Square do vale, a bonita Bhaktapur (bhakt: devoção/devotos e pur: cidade hinduísta). Uma cidade tombada, com fluxo de veículos limitado, caminhar por suas ruelas, palácio, templos, como pela praça dos oleiros, é como conhecer um pouco do dia a dia de uma época medieval no Nepal. Bhaktapur é o local em que foi gravado, por exemplo, o filme O Pequeno Buda.
NAMO BUDDHA
Namo Buddha chegada simples à tarde
Após nossa caminhada e almoço, seguiremos a uma região mais tranquila do vale, Namo Buddha.
Namo Buddha caminhada apos cafe manha
Em uma vida anterior, Buda Sakyamuni, quando ainda era um bodhisattva, encontrou com uma tigresa faminta sem ter o que dar de comer aos seus filhotes. Buda, por conta do seu nível de realização, ofereceu seu próprio corpo onde há hoje um monastério do Thrangu Rinpoche, em Namo Buddha. Após o nosso café da manhã, faremos uma tranquila agradável caminhada até o monastério e então até a estupa onde os irmãos do Buda, naquela vida, guardaram suas relíquias. Quem preferir, o nosso veículo pode fazer esse trajeto no lugar de caminhar por alguns minutos.
Namo Buddha geral com visita antes do hotel
Conheceremos hoje mais uma região mais tranquila ao redor do Vale de Kathmandu, Dhulikhel e Namo Buddha. Em uma vida anterior, Buda Sakyamuni, quando ainda era um bodhisattva, encontrou com uma tigresa faminta sem ter o que dar de comer aos seus filhotes. Buda, por conta do seu nível de realização, ofereceu seu próprio corpo onde há hoje um monastério do Thrangu Rinpoche. Visitaremos o monastério e então faremos uma breve agradável caminhada até a estupa onde os irmãos do Buda, naquela vida, guardaram suas relíquias. Chegaremos em nosso hotel, onde teremos um final de dia bastante tranquilo com um bela vista. Se o tempo estiver limpo, poderemos ver do restaurante do hotel as montanhas nevadas do Himalaya no pôr e nascer do sol.
Bhaktapur > Namo Buddha
Após nossa caminhada e almoço, seguiremos a uma região mais tranquila do vale, Namo Buddha. Chegaremos em nosso hotel, onde teremos um final de dia bastante tranquilo com um bela vista. Se o tempo estiver limpo, poderemos ver do restaurante do hotel as montanhas nevadas do Himalaya no pôr e nascer do sol.
Retorno Bhaktapur > Kathmandu
No caminho ao nosso bairro tibetano já no Vale de Kathmandu, visitaremos a terceira das principais antigas cidades do vale, Bhaktapur (bhakt: devoção e pur: cidade hindu). Bhaktapur é uma cidade tombada, com fluxo de veículos limitado, onde foi gravado, por exemplo, o filme O Pequeno Buda. Caminhar por suas ruelas é como conhecer um pouco do dia a dia de uma época medieval no Nepal.
Retorno Bhaktapur > Kathmandu > Final do dia livre
Após nossa tranquila noite nos arredores do Vale de Kathmandu, seguiremos viagem ao nosso bairro tibetano e hotel em Kathmandu, sendo que no caminho temos a opção de visitarmos a terceira Durbar Square do vale, a bonita Bhaktapur (bhakt: devoção/devotos e pur: cidade hinduísta). Local em que foi gravado, por exemplo, o filme O Pequeno Buda. Caminharemos por suas ruelas medievais, entre templos e antigas casas, incluindo a praça dos oleiros. Final do dia livre para aproveitarmos nosso bairro Boudhnath, retornar à Thamel, como cada viajante preferir. Mais tarde celebraremos nossos dias e experiências juntos por estas incríveis culturas e paisagens com um agradável jantar.
Retorno Boudha
Após check-in de volta em nosso hotel, sempre solicitado e muito bem vindo, o dia de hoje será dedicado para assimilarmos tudo que experienciamos nestes dois especiais países e culturas. Já bastante familiarizados com o bairro tibetano em volta da grande estupa de Boudhnath, como com vários locais da cidade e do vale, podemos aproveitar revisitando alguns de seus inúmeros importantes monastérios, cafés, restaurantes, museus e ‘lojinhas’. Podemos contemplar estes importantes locais, ler um livro, escrever, caminhar, fotografar, cuidar das lembranças se formos levar para nós mesmos como para amigos e familiares.
Retorno via Pashupatinath
No caminho de volta à cidade de Kathmandu, visitaremos o complexo de templos de Pashupatinath, que fica em torno do rio Bagmati, sagrado para os hindus. Além do templo principal, dedicado a manifestação mais tranquila de Shiva, Pashupati, há dezenas de pequenos templos também dedicados ao deus da destruição e reconstruição do Hinduísmo. Também é o local onde nepaleses que puderem serão cremados para assegurar uma boa passagem ou liberação (moksha). Temos algumas opções para essa tarde. Podemos usá-la para irmos a Thamel, se alguém ainda precisar de mais alguma roupa ou equipamento para os nossos dias no Butão. Também podemos aproveitar nosso bairro tibetano, fazendo nossas circumumbulações, caminhada pelos monastérios, fazendo nossa prática de meditação, aproveitando um dos cafés e a estupa para escrever, ler ou fotografar mais um pouco. Também temos a opção de conhecer mais uma praça do palácio, a Durbar Square de Kathmandu onde vive uma pequena deusa viva, a Kumari.
Retorno via Changunarayan
Pela manhã visitaremos o templo mais antigo de Kathmandu, chamado Changu Narayan. Esta é mais uma oportunidade de caminharmos pelas montanhas e etnias dos vilarejos do Nepal. Reservamos esta tarde para explorarem mais algum dos locais já visitados, como para retornar à Thamel caso precisem de mais algum equipamento ou roupa para a viagem ao Butão, como para aproveitarem suas livrarias, lojas de artesanato nepalês e cafés.
Retorno Kathmandu > Butão
De volta ao nosso bairro tibetano, nos prepararemos para nosso muito bonito voo ao Butão amanhã.
DHULIKHEL
Visita Namo Buddha > noite Dhulikhel
Conheceremos hoje mais uma região mais tranquila do Vale de Kathmandu. Primeiro seguiremos viagem por aprox. 2h até as montanhas ao redor do vale, Namo Buddha. Em uma vida anterior, Buda Sakyamuni, quando ainda era um bodhisattva, encontrou com uma tigresa faminta sem ter o que dar de comer aos seus filhotes. Buda, por conta do seu nível de realização, ofereceu seu próprio corpo onde há hoje um monastério do Thrangu Rinpoche. Logo abaixo, após uma agradável caminhada, há uma estupa onde os irmãos do Buda, naquela vida, guardaram suas relíquias. Montanha abaixo por alguns minutos até o nosso hotel em Namo Buddha ou Dhulikhel. Chegando em nosso hotel, teremos um final de dia bastante tranquilo com um bela vista. Se o tempo estiver limpo, poderemos ver do restaurante do hotel e de nossas camas em nossos quartos as montanhas nevadas do Himalaya no pôr e nascer do sol.
LHASA
Lhasa > Dhulikhel
Pela manhã, retorno ao aeroporto de Lhasa para mais um incrível voo que atravessará a cordilheira mais alta do mundo. Com tempo bom, é possível avistar seis das únicas quatorze montanhas no mundo com mais de oito mil metros de altura. De volta ao Nepal seguiremos ao nosso hotel em uma região bastante tranquila do vale, Dhulikhel, próxima de há mais um importante local do Budismo, Namo Buddha. Em uma vida anterior, Buda Sakyamuni, quando ainda era um bodhisattva, encontrou com uma tigresa faminta sem ter o que dar de comer aos seus filhotes. Buda, por conta do seu nível de realização, ofereceu seu próprio corpo onde há hoje um monastério do Thrangu Rinpoche. Logo abaixo, após uma agradável caminhada, há uma estupa onde os irmãos do Buda, naquela vida, guardaram suas relíquias. Teremos completado a visita às três mais sagradas estupas do Vale de Kathmandu e será uma importante oportunidade para, na própria estupa ou de volta em nosso hotel, sentarmos, lermos, escrevermos, fotografarmos, caminharmos ou aproveitarmos para fazer uma breve prática de meditação agora já quase no final de nossa viagem. De nossos quartos e do restaurante do nosso hotel, com bom tempo, teremos a vista das nevadas dos Himalayas, região pela qual viajamos nas últimas semanas.
Lhasa > Namo Buddha
Pela manhã, retorno ao aeroporto de Lhasa para mais um incrível voo que atravessará a cordilheira mais alta do mundo. Com tempo bom, é possível avistar seis das únicas quatorze montanhas no mundo com mais de oito mil metros de altura. De volta ao Nepal seguiremos ao nosso hotel em uma região bastante tranquila do vale, próxima de há mais um importante local do Budismo, Namo Buddha. Em uma vida anterior, Buda Sakyamuni, quando ainda era um bodhisattva, encontrou com uma tigresa faminta sem ter o que dar de comer aos seus filhotes. Buda, por conta do seu nível de realização, ofereceu seu próprio corpo onde há hoje um monastério do Thrangu Rinpoche. Logo abaixo, após uma agradável caminhada, há uma estupa onde os irmãos do Buda, naquela vida, guardaram suas relíquias. Teremos completado a visita às três mais sagradas estupas do Vale de Kathmandu e será uma importante oportunidade para, na própria estupa ou de volta em nosso hotel, sentarmos, lermos, escrevermos, fotografarmos, caminharmos ou aproveitarmos para fazer uma breve prática de meditação agora já quase no final de nossa viagem. Da área do restaurante do nosso hotel, com bom tempo, teremos a vista das nevadas dos Himalayas, região pela qual viajamos nas últimas semanas.
NAGARKOT
Chegando em Nagarkot, vilarejo mais tranquilo que as cidades no vale, com o tempo permitindo teremos bonitas vistas das montanhas nevadas do Himalaya. Além de um agradável momento para aproveitar a paz da natureza, pôr e nascer do sol, haverá possibilidades para boas caminhadas pela região.
Nagarkot com caminhada
Seguiremos hoje a um vilarejo nas montanhas ao redor do vale, Nagarkot. Nessa região mais tranquila, com mais natureza, poderemos fazer uma caminhada por algum dos vilarejos de uma das tantas etnias do Nepal, para vivenciarmos um pouco esse ritmo de vida onde as crianças cuidam dos animais, senhores e senhoras tecem, adultos cuidamo das casas e plantações, algumas casas ainda construídas de com materiais e formato tradicional, com os animais no primeiro andar e moradia acima. Com o tempo permitindo, teremos vista das montanhas mais altas e nevadas do Himalaya, com bonitos pôr e nascer do sol.
Seguiremos agora para um vilarejo nas montanhas (aprox. 2200m) ao redor do Vale de Kathmandu (média 1400m). Com toda história, etnias e tradições nas cidades no vale, ir a um local mais tranquilo é uma oportunidade de vivenciar um pouco do ritmo de vida da maior parte do Nepal: com seus vales, terraças e montanhas. Quem se animar, é possível fazer uma caminhada pela região, sendo que a tranquila estadia em si, em mais esse contexto nos Himalayas, com o tempo permitindo vista das montanhas mais altas do mundo, em si já é uma experiência muito especial.
Seguiremos agora por aprox. 1h há mais um vilarejo nas montanhas ao redor do vale, Nagarkot, onde poderemos vivenciar um pouco o Nepal mais tranquilo dos vilarejos em suas belas montanhas e vales. Também é um local bastante convidativo para (convite) fazermos nossa prática de meditação, individualmente ou juntos, como para uma caminhada, como cada viajante preferir. Com o tempo permitindo, teremos vista das montanhas mais altas e nevadas do Himalaya, com bonitos pôr e nascer do sol.
Changunarayan
No caminho podemos visitar também o templo mais antigo de todo o vale, Changunarayan. Normalmente vamos de carro. Se por acaso alguém preferir fazer uma caminhada, temos essa possibilidade.
Conforme nosso ritmo nesse dia, podemos descansar, aproveitar a região e visitarmos Namo Buddha na manhã seguinte.
Lhasa > Nagarkot
Hora de partirmos deste sagrado reino e retornarmos ao nosso querido e bagunçado Nepal. Traslado ao aeroporto bem cedo pela manhã para outro belo voo literalmente ao lado dos Himalayas de volta a Kathmandu.
No lugar de já retornarmos à grande cidade, do aeroporto seguiremos, primeiro, à terceira das principais antigas cidades do vale, Bhaktapur (bhakt: devoção e pur: cidade hindu). Bhaktapur é uma cidade tombada, com fluxo de veículos limitado. Caminhar por suas ruelas é como conhecer um pouco do dia a dia de uma época medieval no Nepal.
Seguiremos viagem, aprox. 1h, a uma vilarejo nas montanhas ao redor do vale, Nagarkot. Com o tempo permitindo, teremos vista das montanhas mais altas e nevadas do Himalaya, com bonitos pôr e nascer do sol.
No caminho podemos visitar também o templo mais antigo de todo o vale, Changunarayan. Normalmente vamos de carro. Se por acaso alguém preferir fazer uma caminhada, temos essa possibilidade.
Dia vilarejo
Um dia bastante tranquilo nessa região com mais natureza. Poderemos fazer uma caminhada por algum dos vilarejos de uma das tantas etnias do Nepal, para vivenciarmos um pouco esse ritmo de vida onde as crianças cuidam dos animais, senhores e senhoras tecem, adultos cuidando das casas e plantações, algumas casas ainda construídas de com materiais e formato tradicional, com os animais no primeiro andar e moradia acima.
DIIIIIIIAAAAAAAAAA SEEEEEEEEEEGUIIIIIIIIIIIIIINTEEEEEEEEEEEEEE
Noite Namo Buddha > Café manhã > Visita Namo Buddha
Em uma vida anterior, Buda Sakyamuni, quando ainda era um bodhisattva, encontrou com uma tigresa faminta sem ter o que dar de comer aos seus filhotes. Buda, por conta do seu nível de realização, ofereceu seu próprio corpo onde há hoje um monastério do Thrangu Rinpoche, em Namo Buddha. Após o nosso café da manhã, faremos uma tranquila agradável caminhada até o monastério e então até a estupa onde os irmãos do Buda, naquela vida, guardaram suas relíquias. Quem preferir, o nosso veículo pode fazer esse trajeto no lugar de caminhar por alguns minutos.
Dia(s) Namo Buddha > Patan
Após nosso tranquilo café da manhã em Namo Buddha, seguiremos à simpática Durbar Square de Patan. Muito famosa pelos seus artistas e bonitos templos. Nela visitaremos um pequeno, muito bem feito e bastante didático museu de arte hinduísta e budista. Nas proximidades, visitaremos o pequeno e belo Templo Dourado, utilizado até os dias de hoje por nepaleses budistas do mesmo clã do próprio Buda Sakyamuni. Patan tem uma boa opção para o nosso almoço, é um bom local para compra de estátuas budistas (como em Boudha também), de excelente qualidade, como para caminharmos por essas ruas medievais e seus templos.
Seguiremos à simpática Durbar Square de Patan, muito famosa pelos seus artistas e bonitos templos. Nela visitaremos um pequeno, muito bem feito e bastante didático museu de arte hinduísta e budista. Nas proximidades, visitaremos o pequeno e belo Templo Dourado, utilizado até os dias de hoje por nepaleses budistas do mesmo clã do próprio Buda Sakyamuni. Patan tem uma boa opção para o nosso almoço, é um bom local para compra de estátuas budistas (como em Boudha também), de excelente qualidade, como para caminharmos por essas ruas medievais e seus templos.
No final do dia retornaremos ao nosso então já bem conhecido bairro de Boudhnath.
Pashupatinath
Retorno de Namo Buddha Dhulikhel Nagarkot
Após nossa tranquila noite nos arredores do Vale de Kathmandu, seguiremos viagem ao nosso bairro tibetano e hotel em Kathmandu, sendo que no caminho temos a opção de visitarmos a terceira Durbar Square do vale, a bonita Bhaktapur (bhakt: devoção/devotos e pur: cidade hinduísta). Local em que foi gravado, por exemplo, o filme O Pequeno Buda. Caminharemos por suas ruelas medievais, entre templos e antigas casas, incluindo a praça dos oleiros. Final do dia livre para aproveitarmos nosso bairro Boudhnath, retornar à Thamel, como cada viajante preferir. Mais tarde celebraremos nossos dias e experiências juntos por estas incríveis culturas e paisagens com um agradável jantar.
Retorno Boudha
Após check-in de volta em nosso hotel, sempre solicitado e muito bem vindo, o dia de hoje será dedicado para assimilarmos tudo que experienciamos nestes dois especiais países e culturas. Já bastante familiarizados com o bairro tibetano em volta da grande estupa de Boudhnath, como com vários locais da cidade e do vale, podemos aproveitar revisitando alguns de seus inúmeros importantes monastérios, cafés, restaurantes, museus e ‘lojinhas’. Podemos contemplar estes importantes locais, ler um livro, escrever, caminhar, fotografar, cuidar das lembranças se formos levar para nós mesmos como para amigos e familiares.
Retorno via Pashupatinath
No caminho de volta à cidade de Kathmandu, visitaremos o complexo de templos de Pashupatinath, que fica em torno do rio Bagmati, sagrado para os hindus. Além do templo principal, dedicado a manifestação mais tranquila de Shiva, Pashupati, há dezenas de pequenos templos também dedicados ao deus da destruição e reconstruição do Hinduísmo. Também é o local onde nepaleses que puderem serão cremados para assegurar uma boa passagem ou liberação (moksha). Temos algumas opções para essa tarde. Podemos usá-la para irmos a Thamel, se alguém ainda precisar de mais alguma roupa ou equipamento para os nossos dias no Butão. Também podemos aproveitar nosso bairro tibetano, fazendo nossas circumumbulações, caminhada pelos monastérios, fazendo nossa prática de meditação, aproveitando um dos cafés e a estupa para escrever, ler ou fotografar mais um pouco. Também temos a opção de conhecer mais uma praça do palácio, a Durbar Square de Kathmandu onde vive uma pequena deusa viva, a Kumari.
Faremos então uma caminhada pelo complexo de templos de Pashupatinath, que fica em torno do rio Bagmati, sagrado para os hindus. Além do templo principal, dedicado a manifestação mais tranquila de Shiva, Pashupati, há dezenas de pequenos templos também dedicados ao deus yogi da destruição e reconstruição do Hinduísmo. Também é o local onde nepaleses que puderem serão cremados para assegurar uma boa passagem ou liberação (moksha).
Faremos uma caminhada pelo complexo de templos de Pashupatinath, que fica em torno do rio Bagmati, sagrado para os hindus. Além do templo principal, dedicado a manifestação mais tranquila de Shiva, Pashupati, há dezenas de pequenos templos também dedicados ao deus da destruição e reconstruição do Hinduísmo. Também é o local onde nepaleses que puderem serão cremados para assegurar uma boa passagem ou liberação (moksha).
Visitaremos dois locais hoje, com oportunidade de uma caminhada para quem se animar! O primeiro local é o importante templo hinduísta chamado Pashupatinath. Ao lado do sagrado rio Bagmati, além do templo principal há dezenas de pequenos templos dedicados a Shiva, o deus da destruição e reconstruição do Hinduísmo. Também é o local onde nepaleses que puderem serão cremados para assegurar uma boa passagem ou liberação (moksha).
Tarde livre em Boudhnath
Caminhada
Durbar Square Patan Museu Patan Templo Dourado Tempo livre
Final da tarde livre nas livrarias, cafés, lojas de arte budista, de artesanato, roupas e equipamentos de montanha, estupa, templos ou monastérios nas já bem conhecidas Patan, Thamel ou Boudhnath, como cada viajante preferir.
Da mesma forma, um dia livre sempre tão solicitado. Quem topar, podemos ir juntos a Pashupatinath, templo de Shiva, próximo ao nosso bairro. Se alguém puder ficar mais um dia, dois, o tempo que for, temos certeza que aproveitará muito bem esses dias seja por Kathmandu mesmo, regiões próximas na beira do vale, como dando um pulo em Lumbini ou Pokhara. Nos avise que pensamos juntos e apoiaremos, claro.
O voo internacional pode ser nessa noite como na manhã ou tarde seguinte. Dessa forma terá hotel até o momento que for ao aeroporto para poder usar o quarto para arrumar suas malas com calma e descansar um pouco antes dos voos internacionais. Escolheremos juntos a melhor combinação de voos para a sua viagem, considerando todos esses cuidados seguramente.
Esperamos que tenha aproveitado bastante os seus dias no Nepal e Tibete, estaremos em contato até chegar de volta em casa, e que logo retorne para mais viagens! Muito bom voo!
Da mesma forma, um dia livre sempre tão solicitado. Quem topar, podemos ir juntos a Pashupatinath, templo de Shiva, próximo ao nosso bairro. Se alguém puder ficar mais um dia, dois, o tempo que for, temos certeza que aproveitará muito bem esses dias. Nos avise que pensamos juntos e apoiaremos, claro.
O voo internacional pode ser nessa noite como na manhã ou tarde seguinte. Dessa forma terá hotel até o momento que for ao aeroporto para poder usar o quarto para arrumar suas malas com calma e descansar um pouco antes dos voos internacionais. Escolheremos juntos a melhor combinação de voos para a sua viagem, considerando todos esses cuidados seguramente.
Esperamos que tenha aproveitado bastante os seus dias no Nepal e Tibete, estaremos em contato até chegar de volta em casa, e que logo retorne para mais viagens! Muito bom voo!
Tarde livre
Dia livre
Checaremos a agenda cultural da cidade para os dias em Delhi, como possibilidade de uma especial atividade, onde grandes artistas do país se apresentam.
Voo:
Voo
Voos
Chegou o dia! Ida ao Galeão (GIG) e a Guarulhos (GRU) na noite do dia 20 outubro, domingo, para voo na madrugada do dia 21 outubro. Muito bom voo!
Por regra as cias aéreas em outras cidades do Brasil precisam fazer o check-in da mala despachada até o destino final, no nosso caso Delhi. Conversando com os supervisores dos check-ins de diferentes cias aéreas em Guarulhos, explicaram que às vezes o sistema das cias aéreas em diferentes aeroportos do Brasil não conseguem fazer check-in até o destino final. Outras vezes a pessoa que faz o nosso check-in não sabe fazer o check-in até o destino final. Assim, converse com a pessoa que está fazendo o seu check-in, se preciso chame o supervisor e veja se consegue que a mala já seja despachada até o destino final. Se não for possível, sem problemas. Normalmente chegamos no T2 em Guarulhos, pegamos a mala e seguimos (caminhando são.. 15 min) até o T3. Tranquilo também. Muito bom voo!
Chegou o dia! Ida ao aeroporto provavelmente para o voo nessa madrugada dependendo a sua cidade, rota e combinação de voos que veremos juntos como funcionará melhor para a sua vinda! Guilherme estará em contato desde a sua ida ao aeroporto até a sua chegada em Delhi. Muito bom voo!
Chegou o dia! Ida ao aeroporto provavelmente para o voo nessa madrugada dependendo a sua cidade, rota e combinação de voos que veremos juntos como funcionará melhor para a sua vinda! Guilherme estará em contato desde a sua ida ao aeroporto até a sua chegada em Kathmandu. Muito bom voo!
Chegou o dia de vir para Índia ou Arya Bhumi como o Rinpoche diz, Terra dos Nobres, Terra de Buda. Ida bem cedo nessa manhã ao Benito Juarez International Airport (MEX). Muito bons voos!
Chegou o dia de vir para Índia ou Arya Bhumi como o Rinpoche diz, Terra dos Nobres, Terra de Buda. Ida bem cedo nessa manhã ao Benito Juarez International Airport (MEX). Muito bons voos!
Chegou o dia de vir para Índia. Ida ao aeroporto Heathrow Airport (LHR). Terminal 5. Muito bom voo!
Connection at Istanbul airport.
Bom embarque do seu voo em São Paulo (GRU) e conexão em Doha. Mais informações da conexão em Doha caso de ajuda nesse link: aqui
Esse é um dia sempre muito pedido pelos Viajantes. Depois de conhecermos todas regiões da nossa viagem juntos, já estarem familiarizados com Kathmandu, um dia para curtirem o nosso bairro tibetano, darem uma volta pela cidade, irem a algum local que não fomos ainda, voltar com mais tempo a um ou mais local que visitamos, já tendo conhecido e agora podendo curtir um café, rever um museu, comprar algumas coisinhas, são possibilidades sempre muito bem vindas pelos nossos amigos companheiros de viagem. Contem com o nosso apoio, claro, e aproveitem seu dia no Nepal!
Veremos como o grupo quer melhor aproveitar o dia. Temos algumas sugestões como uma caminhada ao redor do vale. Ouviremos como cada Viajante prefere aproveitar o dia para pensarmos como será melhor para o grupo, aproveitarmos esse dia todo juntos ou se alguns Viajantes preferem ter o nosso apoio para atividades mais independentes.
Após todos preparativos já muito bem cuidados durante os últimos meses, hora de ir ao aeroporto para os voos ao Nepal! Com relação à rota, da maior parte das regiões do Brasil, para virem ao Nepal, primeiro voamos à São Paulo para então pegarmos nossos voos internacionais. Algumas vezes encontramos bons voos do Rio e veremos se da sua região há uma melhor rota. Mas normalmente voamos de São Paulo mesmo. Veremos juntos com cuidado a melhor combinação de rota, cia aérea e tarifa no momento da compra do seu aéreo.
Temos nosso hotel disponível até aprox. meio dia de manhã. Assim, pode escolher voar de volta ao Brasil nessa noite, madrugada ou amanhã. Sempre bastante confortável irmos ao aeroporto enquanto ainda temos nosso quarto disponível para darmos aquela descansada, arrumarmos a mala e tomarmos um banho.
Esperamos que tenha aproveitado e curtido seus dias de viagem. Que faça muito bons voos de volta ao Brasil e volte em breve!
Ida ao aeroporto pode ter sido na noite anterior, como explicado acima, nessa madrugada ou durante o dia de hoje conforme preferir. Muito bons voos! Até breve!
Sobre os horário e dias, normalmente os voos saem de Guarulhos SP (GRU) nessa madrugada, por volta da 1 ou 2h dessa noite. Assim, quem for a São Paulo de outros estados, deve fazer o seu voo doméstico no dia anterior. E quem for de carro para GRU, deve ir ao aeroporto na noite anterior. Guilherme seguramente entrará em contato com você antes de ir ao aeroporto e estará disponível quando chegar no aeroporto, para ver se precisa de alguma ajuda, certificando-se que está vindo com toda tranquilidade. Muito bom voo e até daqui a pouco!
Caso seu voo seja hoje, muito bom voo!
#VALUE!
10 o Dia 24-jul-2017 seg LEH PANGONG LAKE
Viagem ao lago
Pangong Lake
Viagem muito bonita até este lago de altitude. Oportunidade de dormir em um local como esse, bastante rara e especial, sim? Possibilidade de visitas no caminho: monastérios Chemrey e Taktok
Hoje faremos uma viagem por uma boa parte do dia, até uma região ainda mais remota que faz literalmente divisa com o Tibete. O Pangong Tso (tso = lago em tibetano) é um dos lagos de altitude do platô tibetano. Essa região do outro lado dos Himalayas onde está Ladakh e o Tibete. Parte do lago fica em Ladakh e parte no Tibete. Como alguns desses lagos, é um lago salgado! Há 60 milhões de anos quando a placa do que é hoje a Índia se encontrou com a Ásia, surgiram os Himalayas. Na cordilheira encontramos conchas, corais (hoje nos colares das Tibetanas e Ladakhis) e alguns dos seus lagos foram formados com a própria água do mar, hoje tão distante. Oportunidade de dormir em um local como esse hoje é bastante rara e especial, sim? Vamos aproveitar nosso final de dia às margens e com a vista do Pangong Tso.
11 o Dia 25-jul-2017 ter PANGONG LAKE LEH
Após uma noite em um local tão especial como o Pangong Tso (tso significa lago em tibetano), retorno à Leh.
Hoje faremos uma viagem por uma boa parte do dia, até uma região ainda mais remota que faz literalmente divisa com o Tibete. O Pangong Tso (tso = lago em tibetano) é um dos lagos de altitude do platô tibetano. Essa região do outro lado dos Himalayas onde está Ladakh e o Tibete. Parte do lago fica em Ladakh e parte no Tibete. Como alguns desses lagos, é um lago salgado! Há 60 milhões de anos quando a placa do que é hoje a Índia se encontrou com a Ásia, surgiram os Himalayas. Na cordilheira encontramos conchas, corais (hoje nos colares das Tibetanas e Ladakhis) e alguns dos seus lagos foram formados com a própria água do mar, hoje tão distante. Oportunidade de dormir em um local como esse hoje é bastante rara e especial, sim? Vamos aproveitar nosso final de dia às margens e com a vista do Pangong Tso.
Hora de voltarmos à Leh, sendo que acordando cedo, no caminho com aprox. 3h e meia de viagem, tudo correndo bem é possível que tenhamos a oportunidade de assistir a um festival em um pequeno especial importante chamado Takthok. Essa é uma oportunidade de participarmos das atividades culturais milenares das pessoas dessa região do mundo. Com mais aprox. 1h voltamos a Leh com final do dia livre para caminhar e curtir os cafés e mercado da cidade.