Bosque dos Bambus
Estupa Shanti
Pico dos Abutres
Hoje viajaremos por aprox. 3h à Rajgir. Começaremos nossas visitas com um dos locais onde Buda e sua sanga monástica viveu por muitas monções, o Bosque dos Bambus. Como Buda e seus alunos viviam caminhando (pelos locais que estamos visitando), por conta dos perigos de uma viagem como esta nas temporadas das chuvas, nestes meses de cada ano eles permaneciam em locais oferecidos pelos reis de diferentes regiões. Almoço, check-in em nosso hotel e então seguiremos à Estupa da Paz, ou Shanti Stupa, em um bonito local em cima de uma montanha, construída por um projeto do Budismo japonês pela paz mundial, em muitos locais do mundo. Da estupa caminharemos até o muito especial Pico dos Abutres, onde Buda tinha uma cabana. Este é o local do importante texto e ensinamento chamado Sutra do Coração, que teremos conosco, assim como comentários de grandes mestres. Local muito tranquilo, também em uma montanha ao lado. Podemos utilizar essa especial oportunidade de treino de nossa mente, seja oferecendo incensos, como (convite) fazendo uma prática, leitura do Sutra do Coração e seus comentários. Como cada Viajante preferir aproveitar essa especial oportunidade e local.
Após viagem à Rajgir, visitaremos um dos locais onde Buda e sua sanga (comunidade) monástica viveu por muitas monções, o Bosque dos Bambus. Como Buda e seus alunos viviam caminhando (pelos locais que estamos visitando), por conta dos perigos de uma viagem como esta nas temporadas das chuvas, nestes meses de cada ano eles permaneciam em locais oferecidos pelos reis locais. Após o check-in me nosso hotel, seguiremos à Estupa da Paz, ou Shanti Stupa, em um bonito local em cima de uma montanha, construída por um projeto do Budismo japonês pela paz mundial em muitos locais do mundo. Da estupa caminharemos até o muito especial Pico dos Abutres. Local do importante Sutra do Coração, muito tranquilo, também acima de uma montanha ao lado. Oferecemos nossos incensos, poderemos contemplar os ensinamentos que Buda ofereceu neste exato local sobre a Prajnaparamita, colocando em prática mais um pouco das instruções deste grande mestre.
Viagem de carro: aprox. 3h
Universidade de Nalanda
Shanti Stupa Estupa das relíquias
Patna
Voo
Pela manhã, ao lado de Rajgir, conheceremos o sítio arqueológico da muito importante Universidade de Nalanda. Nalanda por séculos foi um dos mais importantes grandes centros de estudos budistas que atraiu alunos de muitas partes do mundo, principalmente entre os séculos V e XII. Ali viviam cerca de 10.000 alunos, 2.000 professores e havia uma biblioteca maior que a de Alexandria, por exemplo. Entre os vários grandes acadêmicos mestres de Nalanda, conhecidos como os panditas indianos, alguns deles foram: Nagarjuna, Aryadeva, Buddhapalita, Bhavaviveka, Chandrakirti e Shantideva. Por séculos muitos destes yogis foram convidados pelos reis tibetanos a atravessar os Himalayas e levarem os estudos do Budismo ao Tibete. Assim, a tradição de Nalanda segue viva até os dias de hoje, estudada e praticada nas tradicionais shedras (universidades) e monastérios tibetanos na Índia, Nepal, Butão e Tibete, também em importantes universidades na Europa e América do Norte, onde há um importante muito rico intercâmbio com neurocientistas, físicos e educadores atuais. Visitaremos os monastérios de Nalanda, assim como templos, importantes estupas e seu pequeno museu. Seguramente um local muito especial e convidativo para fazermos uma prática de observação, reflexão e familiarização da nossa mente, aou seja, uma meditação indivualmente ou juntos, como cada viajante preferir, assim como lermos trechos de importantes textos dessa ciência escritos no mesmo local em que estaremos, nessa universidade milenar.
Visita concluída, seguiremos viagem por aprox. 3h e, após atravessarmos o rio Ganges, chegaremos em Patna, capital do antigo império de Ashoka, hoje deste estado chamado Bihar.
Seguiremos viagem por aprox. 5h a Vaishali. No caminho passaremos por Patna, capital do antigo império de Ashoka, hoje deste estado, Bihar, e por onde também passa o rio Ganges. Chegando em Vaishali, bastante próxima de Patna, faremos nosso check-in, uma boa refeição e então uma caminhada pelo pequeno vilarejo nas proximidades de nosso hotel. Vaishali que, como Rajgir, faz parte dos 8 locais mais sagrados do Budismo, talvez tenha sido o primeiro exemplo de uma organização de governo do tipo república, que Buda visitou inúmeras vezes. Foi em Vaishali que Buda ordenou a primeira sanga de monjas mulheres, demonstrou milagres, ofereceu seu último sermão (sutra), anunciou seu Mahaparanirvana e também foi onde aconteceu o Segundo Concílio. Hoje visitaremos mais uma Estupa Shanti, como em Rajgir, e uma bem mais antiga estupa, do Império Licchavi, que guarda relíquias de Buda. Há um gramado muito agradável e convidativo para nossas leituras, prática e sempre boa conversas.
A caminho de Vaishali, conheceremos o local com as ruínas da muito importante Universidade de Nalanda. Nalanda por séculos foi um importante grande centro de estudos budistas que atraiu alunos de muitas partes do mundo principalmente entre os séculos V e XII. Ali viviam cerca de 10.000 alunos, 2.000 professores e havia uma biblioteca maior que a de Alexandria, por exemplo. Entre os vários grandes mestres de Nalanda, conhecidos como os panditas indianos, alguns deles foram: Nagarjuna, Aryadeva, Buddhapalita, Bhavaviveka, Chandrakirti e Shantideva. A tradição de Nalanda segue viva até os dias de hoje, estudada e praticada nas shedras (universidades) e monastérios tibetanos em todo mundo. Também em importantes universidades na Europa e América do Norte, onde há um importante moderno intercâmbio com neurocientistas, físicos e educadores. Seguiremos viagem à Vaishali que, como Rajgir, faz parte dos 8 locais mais sagrados do Budismo. Buda visitou Vaishali inúmeras vezes, foi onde ordenou a primeira sanga de monjas mulheres, demonstrou milagres, ofereceu seu último sermão (sutra) e anunciou seu Mahaparanirvana. Caminhando de nosso hotel, visitaremos a estupa que guarda suas relíquias. Foi também neste pequeno e importante local que Ananda, primo e o mais próximo discípulo de Buda, atingiu a iluminação às margens do Ganges.
Viagem de carro: aprox. 5h
Universidade de Nalanda
Shanti Stupa
Estupa das relíquias
Patna
Voo
Pela manhã, ao lado de Rajgir, conheceremos o sítio arqueológico da muito importante Universidade de Nalanda. Nalanda por séculos foi um dos mais importantes grandes centros de estudos budistas que atraiu alunos de muitas partes do mundo, principalmente entre os séculos V e XII. Ali viviam cerca de 10.000 alunos, 2.000 professores e havia uma biblioteca maior que a de Alexandria, por exemplo. Entre os vários grandes acadêmicos mestres de Nalanda, conhecidos como os panditas indianos, alguns deles foram: Nagarjuna, Aryadeva, Buddhapalita, Bhavaviveka, Chandrakirti e Shantideva. Por séculos muitos destes yogis foram convidados pelos reis tibetanos a atravessar os Himalayas e levarem os estudos do Budismo ao Tibete. Assim, a tradição de Nalanda segue viva até os dias de hoje, estudada e praticada nas tradicionais shedras (universidades) e monastérios tibetanos na Índia, Nepal, Butão e Tibete, também em importantes universidades na Europa e América do Norte, onde há um importante muito rico intercâmbio com neurocientistas, físicos e educadores atuais. Visitaremos os monastérios de Nalanda, assim como templos, importantes estupas e seu pequeno museu. Seguramente um local muito especial e convidativo para fazermos uma prática de observação, reflexão e familiarização da nossa mente, ou seja, uma meditação indivualmente ou juntos, como cada viajante preferir, assim como lermos trechos de importantes textos dessa ciência escritos no mesmo local em que estaremos, nessa universidade milenar.
Visita concluída, seguiremos viagem por aprox. 3h e, após atravessarmos o rio Ganges, chegaremos em Patna, capital do antigo império de Ashoka, hoje deste estado chamado Bihar.
Seguiremos viagem por aprox. 5h a Vaishali. No caminho passaremos por Patna, capital do antigo império de Ashoka, hoje deste estado, Bihar, e por onde também passa o rio Ganges. Vamos ver como estaremos de tempo e fome! Assim escolharemos alguma das boas opções de restaurantes no caminho ou em Vaishali mesmo. Veremos também se teremos tempo para alguma visita ou caminhada no final do dia.
Seguiremos viagem por aprox. 5h a Vaishali. No caminho passaremos por Patna, capital do antigo império de Ashoka, hoje deste estado, Bihar, e por onde também passa o rio Ganges. Chegando em Vaishali, bastante próxima de Patna, faremos nosso check-in, uma boa refeição e então uma caminhada pelo pequeno vilarejo nas proximidades de nosso hotel. Vaishali que, como Rajgir, faz parte dos 8 locais mais sagrados do Budismo, talvez tenha sido o primeiro exemplo de uma organização de governo do tipo república, que Buda visitou inúmeras vezes. Foi em Vaishali que Buda ordenou a primeira sanga de monjas mulheres, demonstrou milagres, ofereceu seu último sermão (sutra), anunciou seu Mahaparanirvana e também foi onde aconteceu o Segundo Concílio. Hoje visitaremos mais uma Estupa Shanti, como em Rajgir, e uma bem mais antiga estupa, do Império Licchavi, que guarda relíquias de Buda. Há um gramado muito agradável e convidativo para nossas leituras, prática e sempre boa conversas.
Me parece uma versão com detalhes mais antigos
A caminho de Vaishali, conheceremos o local com as ruínas da muito importante Universidade de Nalanda. Nalanda por séculos foi um importante grande centro de estudos budistas que atraiu alunos de muitas partes do mundo principalmente entre os séculos V e XII. Ali viviam cerca de 10.000 alunos, 2.000 professores e havia uma biblioteca maior que a de Alexandria, por exemplo. Entre os vários grandes mestres de Nalanda, conhecidos como os panditas indianos, alguns deles foram: Nagarjuna, Aryadeva, Buddhapalita, Bhavaviveka, Chandrakirti e Shantideva. A tradição de Nalanda segue viva até os dias de hoje, estudada e praticada nas shedras (universidades) e monastérios tibetanos em todo mundo. Também em importantes universidades na Europa e América do Norte, onde há um importante moderno intercâmbio com neurocientistas, físicos e educadores. Seguiremos viagem à Vaishali que, como Rajgir, faz parte dos 8 locais mais sagrados do Budismo. Buda visitou Vaishali inúmeras vezes, foi onde ordenou a primeira sanga de monjas mulheres, demonstrou milagres, ofereceu seu último sermão (sutra) e anunciou seu Mahaparanirvana. Caminhando de nosso hotel, visitaremos a estupa que guarda suas relíquias. Foi também neste pequeno e importante local que Ananda, primo e o mais próximo discípulo de Buda, atingiu a iluminação às margens do Ganges.
Viagem de carro: aprox. 5h
Shanti Stupa
Estupa das relíquias
Começando o nosso dia em Vaishali, após o nosso café da manhã, faremos uma caminhada pelo pequeno vilarejo nas proximidades de nosso hotel. Vaishali que, como Rajgir, faz parte dos 8 locais mais sagrados do Budismo, talvez tenha sido o primeiro exemplo de uma organização de governo do tipo república, que Buda visitou inúmeras vezes. Foi em Vaishali que Buda ordenou a primeira sanga de monjas mulheres, demonstrou milagres, ofereceu seu último sermão (sutra), anunciou seu Mahaparanirvana e também foi onde aconteceu o Segundo Concílio. Hoje visitaremos mais uma Estupa Shanti, como em Rajgir, e uma bem mais antiga estupa, do Império Licchavi, que guarda relíquias de Buda. Há um gramado muito agradável e convidativo para nossas leituras, prática e sempre boa conversas.
Próximo à Vaishali, seguiremos até o sítio arqueológico do monastério Kutagarasala, onde está a estupa de um dos principais alunos de Buda. Ananda, seu primo e atendente, teve uma grande importância no primeiro concílio após a morte de Buda, por lembrar de todos sutras, ensinamentos de Buda. Foi próximo a Vaishali às margens do Ganges que Ananda passou ao nirvana. Ao lado da estupa veremos um dos pilares de Ashoka, o grande imperador que apoiou o Budismo na Índia e em vários outros países na Ásia. Hora de seguirmos viagem por aprox. 5h pela planície gangética, até Kushinagar, local do Mahaparanirvana de Buda.
No caminho faremos uma parada na Estupa Kesariya. Construída há aprox. 1500 anos no local onde Buda viveu em uma vida anterior, local de um de seus professores antes de se iluminar, onde em uma visita anterior ensinou o que ficou sendo chamado de o Sutra de Kalama. Nesse ensinamento Buda enfatizou a importância do uso da razão, teste e investigação dos ensinamentos sobre o funcionamento de nossa mente, em contraponto à crença cega e dogmas. A caminho de Kushinagar, em sua última visita, Buda ofereceu aqui sua tijela ao Lichavis, os habitantes de Vaishali.
Me parece uma versão com detalhes mais antigos
A caminho de Vaishali, conheceremos o local com as ruínas da muito importante Universidade de Nalanda. Nalanda por séculos foi um importante grande centro de estudos budistas que atraiu alunos de muitas partes do mundo principalmente entre os séculos V e XII. Ali viviam cerca de 10.000 alunos, 2.000 professores e havia uma biblioteca maior que a de Alexandria, por exemplo. Entre os vários grandes mestres de Nalanda, conhecidos como os panditas indianos, alguns deles foram: Nagarjuna, Aryadeva, Buddhapalita, Bhavaviveka, Chandrakirti e Shantideva. A tradição de Nalanda segue viva até os dias de hoje, estudada e praticada nas shedras (universidades) e monastérios tibetanos em todo mundo. Também em importantes universidades na Europa e América do Norte, onde há um importante moderno intercâmbio com neurocientistas, físicos e educadores. Seguiremos viagem à Vaishali que, como Rajgir, faz parte dos 8 locais mais sagrados do Budismo. Buda visitou Vaishali inúmeras vezes, foi onde ordenou a primeira sanga de monjas mulheres, demonstrou milagres, ofereceu seu último sermão (sutra) e anunciou seu Mahaparanirvana. Caminhando de nosso hotel, visitaremos a estupa que guarda suas relíquias. Foi também neste pequeno e importante local que Ananda, primo e o mais próximo discípulo de Buda, atingiu a iluminação às margens do Ganges.
Viagem de carro: aprox. 5h
Kutagarasala Vihara
Estupa de Ananda
Estupa Kesariya
Terminaremos nossa visita à Vaishali pela manhã. Visitaremos o sítio arqueológico do monastério Kutagarasala, onde está a estupa de um dos principais alunos de Buda. Ananda, seu primo e atendente, teve uma grande importância no primeiro concílio após a morte de Buda, por lembrar de todos sutras, ensinamentos de Buda. Foi próximo a Vaishali às margens do Ganges que Ananda. Ao lado da estupa veremos um dos pilares de Ashoka, o grande imperador que apoiou o Budismo na Índia e em vários outros países na Ásia. Hora de seguirmos viagem por aprox. 5h pela planície gangética, até Kushinagar, local do Mahaparanirvana de Buda.
No caminho faremos uma parada na Estupa Kesariya. Construída há aprox. 1500 anos no local onde Buda viveu em uma vida anterior, local de um de seus professores antes de se iluminar, onde em uma visita anterior ensinou o que ficou sendo chamado de o Sutra de Kalama. Nesse ensinamento Buda enfatizou a importância do uso da razão, teste e investigação dos ensinamentos sobre o funcionamento de nossa mente, em contraponto à crença cega e dogmas. A caminho de Kushinagar, em sua última visita, Buda ofereceu aqui sua tijela ao Lichavis, os habitantes de Vaishali.
Templo do local do Mahapanirvana e relíquias de Buda
Estupa no local cremação de Buda
Templo Mahaparinirvana
Caminhada pelos templos
Estupa Ramabhar
Hoje não precisaremos usar nosso veículo. Caminharemos pelo vilarejo de Kushinagar, um dos quatro locais mais sagrados do Budismo, como o próprio Buda, em seu último ensinamento, instruiu seus alunos à visitarem – Mahaparanirvana Sutra. Caminhando visitaremos o templo que fica no local do Mahaparanirvana de Buda, onde hoje há uma estátua do Buda reclinado. Visitaremos uma estupa de Myanmar e um pequeno templo japonês. À tarde visitaremos o local onde Buda foi cremado, foi construída uma estupa e há um agradável gramado para contemplarmos este importante ensinamento do Buda sobre a impermanência, assim como seu legado para o desenvolvimento da mente humana.
Local do nascimento de Buda
Templo Maya Devi
Seguiremos hoje em direção ao Sul do Nepal, região ainda baixa, muito parecida geográfica, cultural e etnicamente com as regiões que visitamos nos últimos dias. Notaremos pequenas diferenças por conta da proximidade e influência das regiões mais altas deste pequeno e mais alto país do mundo. Após formalidades nas imigrações indiana e nepalesa, facilitadas pelo Guilherme, seguimos ao nosso hotel para uma boa refeição e merecido descanso. Sugestão: uma muito boa comida típica nepalesa! Para quem estiver disposto e preferir, podemos já visitar o templo Maya Devi, local onde Buda nasceu. Viagem de carro por aprox. 7h.
Shanti Stupa
Estupa das relíquias
Começando o nosso dia em Vaishali, após o nosso café da manhã, faremos uma caminhada pelo pequeno vilarejo nas proximidades de nosso hotel. Vaishali que, como Rajgir, faz parte dos 8 locais mais sagrados do Budismo, talvez tenha sido o primeiro exemplo de uma organização de governo do tipo república, que Buda visitou inúmeras vezes. Foi em Vaishali que Buda ordenou a primeira sanga de monjas mulheres, demonstrou milagres, ofereceu seu último sermão (sutra), anunciou seu Mahaparanirvana e também foi onde aconteceu o Segundo Concílio. Hoje visitaremos mais uma Estupa Shanti, como em Rajgir, e uma bem mais antiga estupa, do Império Licchavi, que guarda relíquias de Buda. Há um gramado muito agradável e convidativo para nossas leituras, prática e sempre boa conversas.
Próximo à Vaishali, seguiremos até o sítio arqueológico do monastério Kutagarasala, onde está a estupa de um dos principais alunos de Buda. Ananda, seu primo e atendente, teve uma grande importância no primeiro concílio após a morte de Buda, por lembrar de todos sutras, ensinamentos de Buda. Foi próximo a Vaishali às margens do Ganges que Ananda passou ao nirvana. Ao lado da estupa veremos um dos pilares de Ashoka, o grande imperador que apoiou o Budismo na Índia e em vários outros países na Ásia. Hora de seguirmos viagem por aprox. 5h pela planície gangética, até Kushinagar, local do Mahaparanirvana de Buda.
No caminho faremos uma parada na Estupa Kesariya. Construída há aprox. 1500 anos no local onde Buda viveu em uma vida anterior, local de um de seus professores antes de se iluminar, onde em uma visita anterior ensinou o que ficou sendo chamado de o Sutra de Kalama. Nesse ensinamento Buda enfatizou a importância do uso da razão, teste e investigação dos ensinamentos sobre o funcionamento de nossa mente, em contraponto à crença cega e dogmas. A caminho de Kushinagar, em sua última visita, Buda ofereceu aqui sua tijela ao Lichavis, os habitantes de Vaishali.
Me parece uma versão com detalhes mais antigos
A caminho de Vaishali, conheceremos o local com as ruínas da muito importante Universidade de Nalanda. Nalanda por séculos foi um importante grande centro de estudos budistas que atraiu alunos de muitas partes do mundo principalmente entre os séculos V e XII. Ali viviam cerca de 10.000 alunos, 2.000 professores e havia uma biblioteca maior que a de Alexandria, por exemplo. Entre os vários grandes mestres de Nalanda, conhecidos como os panditas indianos, alguns deles foram: Nagarjuna, Aryadeva, Buddhapalita, Bhavaviveka, Chandrakirti e Shantideva. A tradição de Nalanda segue viva até os dias de hoje, estudada e praticada nas shedras (universidades) e monastérios tibetanos em todo mundo. Também em importantes universidades na Europa e América do Norte, onde há um importante moderno intercâmbio com neurocientistas, físicos e educadores. Seguiremos viagem à Vaishali que, como Rajgir, faz parte dos 8 locais mais sagrados do Budismo. Buda visitou Vaishali inúmeras vezes, foi onde ordenou a primeira sanga de monjas mulheres, demonstrou milagres, ofereceu seu último sermão (sutra) e anunciou seu Mahaparanirvana. Caminhando de nosso hotel, visitaremos a estupa que guarda suas relíquias. Foi também neste pequeno e importante local que Ananda, primo e o mais próximo discípulo de Buda, atingiu a iluminação às margens do Ganges.
Viagem de carro: aprox. 5h
Kutagarasala Vihara
Estupa de Ananda
Estupa Kesariya
Terminaremos nossa visita à Vaishali pela manhã. Visitaremos o sítio arqueológico do monastério Kutagarasala, onde está a estupa de um dos principais alunos de Buda. Ananda, seu primo e atendente, teve uma grande importância no primeiro concílio após a morte de Buda, por lembrar de todos sutras, ensinamentos de Buda. Foi próximo a Vaishali às margens do Ganges que Ananda. Ao lado da estupa veremos um dos pilares de Ashoka, o grande imperador que apoiou o Budismo na Índia e em vários outros países na Ásia. Hora de seguirmos viagem por aprox. 5h pela planície gangética, até Kushinagar, local do Mahaparanirvana de Buda.
No caminho faremos uma parada na Estupa Kesariya. Construída há aprox. 1500 anos no local onde Buda viveu em uma vida anterior, local de um de seus professores antes de se iluminar, onde em uma visita anterior ensinou o que ficou sendo chamado de o Sutra de Kalama. Nesse ensinamento Buda enfatizou a importância do uso da razão, teste e investigação dos ensinamentos sobre o funcionamento de nossa mente, em contraponto à crença cega e dogmas. A caminho de Kushinagar, em sua última visita, Buda ofereceu aqui sua tijela ao Lichavis, os habitantes de Vaishali.
Templo do local do Mahapanirvana e relíquias de Buda
Estupa no local cremação de Buda
Templo Mahaparinirvana
Caminhada pelos templos
Estupa Ramabhar
Hoje não precisaremos usar nosso veículo. Caminharemos pelo vilarejo de Kushinagar, um dos quatro locais mais sagrados do Budismo, como o próprio Buda, em seu último ensinamento, instruiu seus alunos à visitarem – Mahaparanirvana Sutra. Caminhando visitaremos o templo que fica no local do Mahaparanirvana de Buda, onde hoje há uma estátua do Buda reclinado. Visitaremos uma estupa de Myanmar e um pequeno templo japonês. À tarde visitaremos o local onde Buda foi cremado, foi construída uma estupa e há um agradável gramado para contemplarmos este importante ensinamento do Buda sobre a impermanência, assim como seu legado para o desenvolvimento da mente humana.
Local do nascimento de Buda
Templo Maya Devi
Seguiremos hoje em direção ao Sul do Nepal, região ainda baixa, muito parecida geográfica, cultural e etnicamente com as regiões que visitamos nos últimos dias. Notaremos pequenas diferenças por conta da proximidade e influência das regiões mais altas deste pequeno e mais alto país do mundo. Após formalidades nas imigrações indiana e nepalesa, facilitadas pelo Guilherme, seguimos ao nosso hotel para uma boa refeição e merecido descanso. Sugestão: uma muito boa comida típica nepalesa! Para quem estiver disposto e preferir, podemos já visitar o templo Maya Devi, local onde Buda nasceu. Viagem de carro por aprox. 7h.
Local do nascimento de Buda
Cedo pela manhã hoje seguiremos hoje em direção ao Sul do Nepal. Região ainda baixa, muito parecida geográfica, cultural e etnicamente com as regiões que visitamos nos últimos dias. Notaremos pequenas diferenças por conta da proximidade e influência das regiões mais altas deste pequeno e mais alto país do mundo. Após formalidades nas imigrações indiana e nepalesa, facilitadas pelo Guilherme, seguimos ao nosso hotel para uma boa refeição. Sugestão: uma muito boa típica comida nepalesa! Após o nosso almoço, faremos uma caminhada até o templo Maya Devi. Local onde Buda nasceu quando sua mãe, Mayadevi, retornava ao vilarejo de seus pais, como é tradicional até os dias de hoje, para o parto de seu filho. Assim completaremos os quatro dos mais sagrados locais do Budismo.
Cedo pela manhã hoje seguiremos hoje em direção ao Sul do Nepal. Região ainda baixa, muito parecida geográfica, cultural e etnicamente com as regiões que visitamos nos últimos dias. Notaremos pequenas diferenças por conta da proximidade e influência das regiões mais altas deste pequeno e mais alto país do mundo. Após formalidades nas imigrações indiana e nepalesa, facilitadas pelo Guilherme, seguimos ao nosso hotel para uma boa refeição. Sugestão: uma muito boa típica comida nepalesa! Após o nosso almoço, faremos uma caminhada até o templo Maya Devi, local onde Buda nasceu, assim completaremos os quatro dos mais sagrados locais do Budismo.
Seguiremos hoje em direção ao Sul do Nepal, região ainda baixa, muito parecida geográfica, cultural e etnicamente com as regiões que visitamos nos últimos dias. Notaremos pequenas diferenças por conta da proximidade e influência das regiões mais altas deste pequeno e mais alto país do mundo. Após formalidades nas imigrações indiana e nepalesa, facilitadas pelo Guilherme, seguimos ao nosso hotel para uma boa refeição e merecido descanso. Sugestão: uma muito boa comida típica nepalesa! Para quem estiver disposto e preferir, podemos já visitar o templo Maya Devi, local onde Buda nasceu, assim completando os quatro dos mais sagrados locais do Budismo. Viagem de carro por aprox. 7h.
Kapilavastu
Caminhada
Local do nascimento de Buda
Após nosso café da manhã, próximo de Lumbini, conheceremos o local onde Buda viveu durante a sua infância e juventude, Kapilavastu. O então príncipe Sidharta era bastante protegido pelo seu pai, com relação a todo desconfortos e possíveis sofrimentos. Ao mesmo tempo, com a presença de todos os prazeres que os nossos sentidos podem nos oferecer. Foi em explorações no entorno de sua casa que Sidharta teve quatro importantes visões: pela primeira vez viu um doente, um velho, um morto e um asceta. Caminharemos pelos mesmos locais que Siddharta viveu antes de sua iluminação, de onde seguiu sua Caminhada, estudos e treinos até se iluminar em nossa já conhecida Bodhgaya. De volta à Lumbini, poderemos caminhar pela região, visitando alguns templos e, claro, visitando mais uma vez o local onde Buda nasceu. Local tão importante que sentar por ali mais um pouco, como aproveitar com leituras, reflexões e familiarizações, como cada Viajante preferir, são seguramente experiências marcantes e muito merituosas.
Após nosso café da manhã, próximo de Lumbini, conheceremos o local onde Buda viveu durante a sua infância e juventude, Kapilavastu. O então príncipe Sidharta era bastante protegido pelo seu pai, com relação a todo desconfortos e possíveis sofrimentos. Ao mesmo tempo, com a presença de todos os prazeres que os nossos sentidos podem nos oferecer. Foi em explorações no entorno de sua casa que Sidharta teve quatro importantes visões: pela primeira vez viu um doente, um velho, um morto e um asceta. Caminharemos pelos mesmos locais que Siddharta viveu antes de sua iluminação, de onde seguiu sua Caminhada, estudos e treinos até se iluminar em Bodhgaya. De volta à Lumbini, quando complementaremos os quatro locais mais sagrados do Budismo, poderemos visitar mais uma vez o local onde Buda nasceu quando sua mãe, Mayadevi, retornava ao vilarejo de seus pais, como é tradicional até os dias de hoje, para o parto de seu filho. Local muito especial, sentar por ali por alguns instantes, aproveitar para leituras, reflexões e familiarizações são seguramente experiências marcantes e muito merituosas.
Hoje, se alguém for voltar ao Brasil após termos completado os quatro locais mais sagrados do Budismo, por favor nos avise para que montemos uma mini extensão de acordo com seus voos. Neste caso, nos encontraremos com nossos representantes locais que farão o traslado ao aeroporto com toda assistência necessária. Com um rápido voo a Kathmandu, com uma linda vista das montanhas nevadas do Himalaya em dias de tempo aberto, nossos representantes locais irão recebê-lo(a) com uma placa da Chörten para prestar toda assistência necessária. Guilherme acompanhará cada etapa da sua viagem a Kathmandu mantendo contato por telefone. Se estiver com o tempo contado para retornar ao Brasil, sugerimos uma mini extensão com um dia tranquilo em Kathmandu, com uma visita ao bairro tibetano onde se hospedará e está a grande estupa de Boudhnath além dos inúmeros importantes monastérios. Se tiver mais tempo, podemos facilmente organizar uma extensão com mais dias também. Nossos representantes locais então o(a) assistirão com o traslado de volta ao aeroporto de Kathmandu para o voo de volta ao Brasil.
A viagem aos Locais Budistas na Índia segue hoje à Sravasti com a Extensão 2: aqui
Traslado ao aeroporto mais próximo de Lumbini, aprox. 20min, e voo à Kathmandu. Se o tempo permitir, com uma incrível vista das montanhas nevadas, as mais altas do nosso planeta: os Himalayas. Chegada no Vale de Kathmandu, traslado ao hotel no bairro tibetano, com tarde livre no entorno da grande estupa de Boudhnath com assistência.
Traslado ao aeroporto mais próximo de Lumbini, aprox. 20min, e voo à Kathmandu. Se o tempo permitir, com uma incrível vista das montanhas nevadas, as mais altas do nosso planeta: os Himalayas. Chegada no Vale de Kathmandu, traslado ao hotel no bairro tibetano, com tarde livre com assistência no entorno da grande estupa de Boudhnath para nos ambientarmos com essa nova, também bastante especial, cultura em nossa viagem.
Em volta da grande estupa (tib: chörten) de Boudhanath em nosso bairro tibetano, repleta de monastérios, encontrará encontraremos monjas, monges e tibetanos laicos, às vezes grandes mestres, fazendo suas koras (circumumbulações), girando as famosas rodas de orações com milhões de Om Mani Padma Hungs, recitando mantras e acendendo lamparinas principalmente nos finais de tarde e bem cedo pelas manhãs. Aproveite Aproveitaremos um dos cafés ou restaurantes para observar e assimilar nosso primeiro contato nessa viagem com esse povo que, de forma mais direta ou indireta, mantém vivo até os dias de hoje, em todo o mundo, o legado da Universidade de Nalanda que visitamos há poucos dias.
Local do nascimento de Buda
Cedo pela manhã hoje seguiremos hoje em direção ao Sul do Nepal. Região ainda baixa, muito parecida geográfica, cultural e etnicamente com as regiões que visitamos nos últimos dias. Notaremos pequenas diferenças por conta da proximidade e influência das regiões mais altas deste pequeno e mais alto país do mundo. Após formalidades nas imigrações indiana e nepalesa, facilitadas pelo Guilherme, seguimos ao nosso hotel para uma boa refeição. Sugestão: uma muito boa típica comida nepalesa! Após o nosso almoço, faremos uma caminhada até o templo Maya Devi. Local onde Buda nasceu quando sua mãe, Mayadevi, retornava ao vilarejo de seus pais, como é tradicional até os dias de hoje, para o parto de seu filho. Assim completaremos os quatro dos mais sagrados locais do Budismo.
Cedo pela manhã hoje seguiremos hoje em direção ao Sul do Nepal. Região ainda baixa, muito parecida geográfica, cultural e etnicamente com as regiões que visitamos nos últimos dias. Notaremos pequenas diferenças por conta da proximidade e influência das regiões mais altas deste pequeno e mais alto país do mundo. Após formalidades nas imigrações indiana e nepalesa, facilitadas pelo Guilherme, seguimos ao nosso hotel para uma boa refeição. Sugestão: uma muito boa típica comida nepalesa! Após o nosso almoço, faremos uma caminhada até o templo Maya Devi, local onde Buda nasceu, assim completaremos os quatro dos mais sagrados locais do Budismo.
Seguiremos hoje em direção ao Sul do Nepal, região ainda baixa, muito parecida geográfica, cultural e etnicamente com as regiões que visitamos nos últimos dias. Notaremos pequenas diferenças por conta da proximidade e influência das regiões mais altas deste pequeno e mais alto país do mundo. Após formalidades nas imigrações indiana e nepalesa, facilitadas pelo Guilherme, seguimos ao nosso hotel para uma boa refeição e merecido descanso. Sugestão: uma muito boa comida típica nepalesa! Para quem estiver disposto e preferir, podemos já visitar o templo Maya Devi, local onde Buda nasceu, assim completando os quatro dos mais sagrados locais do Budismo. Viagem de carro por aprox. 7h.
Kapilavastu
Caminhada
Local do nascimento de Buda
Após nosso café da manhã, próximo de Lumbini, conheceremos o local onde Buda viveu durante a sua infância e juventude, Kapilavastu. O então príncipe Sidharta era bastante protegido pelo seu pai, com relação a todo desconfortos e possíveis sofrimentos. Ao mesmo tempo, com a presença de todos os prazeres que os nossos sentidos podem nos oferecer. Foi em explorações no entorno de sua casa que Sidharta teve quatro importantes visões: pela primeira vez viu um doente, um velho, um morto e um asceta. Caminharemos pelos mesmos locais que Siddharta viveu antes de sua iluminação, de onde seguiu sua Caminhada, estudos e treinos até se iluminar em nossa já conhecida Bodhgaya. De volta à Lumbini, poderemos caminhar pela região, visitando alguns templos e, claro, visitando mais uma vez o local onde Buda nasceu. Local tão importante que sentar por ali mais um pouco, como aproveitar com leituras, reflexões e familiarizações, como cada Viajante preferir, são seguramente experiências marcantes e muito merituosas.
Após nosso café da manhã, próximo de Lumbini, conheceremos o local onde Buda viveu durante a sua infância e juventude, Kapilavastu. O então príncipe Sidharta era bastante protegido pelo seu pai, com relação a todo desconfortos e possíveis sofrimentos. Ao mesmo tempo, com a presença de todos os prazeres que os nossos sentidos podem nos oferecer. Foi em explorações no entorno de sua casa que Sidharta teve quatro importantes visões: pela primeira vez viu um doente, um velho, um morto e um asceta. Caminharemos pelos mesmos locais que Siddharta viveu antes de sua iluminação, de onde seguiu sua Caminhada, estudos e treinos até se iluminar em Bodhgaya. De volta à Lumbini, quando complementaremos os quatro locais mais sagrados do Budismo, poderemos visitar mais uma vez o local onde Buda nasceu quando sua mãe, Mayadevi, retornava ao vilarejo de seus pais, como é tradicional até os dias de hoje, para o parto de seu filho. Local muito especial, sentar por ali por alguns instantes, aproveitar para leituras, reflexões e familiarizações são seguramente experiências marcantes e muito merituosas.
Hoje, se alguém for voltar ao Brasil após termos completado os quatro locais mais sagrados do Budismo, por favor nos avise para que montemos uma mini extensão de acordo com seus voos. Neste caso, nos encontraremos com nossos representantes locais que farão o traslado ao aeroporto com toda assistência necessária. Com um rápido voo a Kathmandu, com uma linda vista das montanhas nevadas do Himalaya em dias de tempo aberto, nossos representantes locais irão recebê-lo(a) com uma placa da Chörten para prestar toda assistência necessária. Guilherme acompanhará cada etapa da sua viagem a Kathmandu mantendo contato por telefone. Se estiver com o tempo contado para retornar ao Brasil, sugerimos uma mini extensão com um dia tranquilo em Kathmandu, com uma visita ao bairro tibetano onde se hospedará e está a grande estupa de Boudhnath além dos inúmeros importantes monastérios. Se tiver mais tempo, podemos facilmente organizar uma extensão com mais dias também. Nossos representantes locais então o(a) assistirão com o traslado de volta ao aeroporto de Kathmandu para o voo de volta ao Brasil.
A viagem aos Locais Budistas na Índia segue hoje à Sravasti com a Extensão 2: aqui
Traslado ao aeroporto mais próximo de Lumbini, aprox. 20min, e voo à Kathmandu. Se o tempo permitir, com uma incrível vista das montanhas nevadas, as mais altas do nosso planeta: os Himalayas. Chegada no Vale de Kathmandu, traslado ao hotel no bairro tibetano, com tarde livre no entorno da grande estupa de Boudhnath com assistência.
Traslado ao aeroporto mais próximo de Lumbini, aprox. 20min, e voo à Kathmandu. Se o tempo permitir, com uma incrível vista das montanhas nevadas, as mais altas do nosso planeta: os Himalayas. Chegada no Vale de Kathmandu, traslado ao hotel no bairro tibetano, com tarde livre com assistência no entorno da grande estupa de Boudhnath para nos ambientarmos com essa nova, também bastante especial, cultura em nossa viagem.
Em volta da grande estupa (tib: chörten) de Boudhanath em nosso bairro tibetano, repleta de monastérios, encontrará encontraremos monjas, monges e tibetanos laicos, às vezes grandes mestres, fazendo suas koras (circumumbulações), girando as famosas rodas de orações com milhões de Om Mani Padma Hungs, recitando mantras e acendendo lamparinas principalmente nos finais de tarde e bem cedo pelas manhãs. Aproveite Aproveitaremos um dos cafés ou restaurantes para observar e assimilar nosso primeiro contato nessa viagem com esse povo que, de forma mais direta ou indireta, mantém vivo até os dias de hoje, em todo o mundo, o legado da Universidade de Nalanda que visitamos há poucos dias.
Voo
Boudhnath
PBH KTM
Hora de partirmos deste sagrado reino e retornarmos ao nosso querido e bagunçado Nepal, em nosso mais tranquilo bairro tibetano. Traslado ao aeroporto bem cedo pela manhã para outro belo voo literalmente ao lado dos Himalayas de volta a Kathmandu. Após check-in em nosso hotel, sempre solicitado e muito bem vindo, o dia de hoje será dedicado para assimilarmos tudo que experienciamos nestes dois especiais países e culturas. Já bastante familiarizados com o nosso bairro tibetano em volta da grande estupa de Boudhnath, como com vários locais da cidade e do vale, podemos aproveitar revisitando alguns de seus inúmeros importantes monastérios, cafés, restaurantes, museus e ‘lojinhas’. Podemos contemplar estes importantes locais, ler um livro, escrever, caminhar, fotografar, cuidar das lembranças se formos levar para nós mesmos como para amigos e familiares. No final do dia nos encontraremos para o nosso jantar de despedida.
Hora de partirmos deste sagrado reino e retornarmos ao nosso querido e bagunçado Nepal, em nosso mais tranquilo bairro de Boudhnath. Traslado ao aeroporto talvez bem cedo pela manhã para outro belo voo literalmente ao lado dos Himalayas, de volta a Kathmandu. Os horários dos voos do Butão mudam bastante, assim como as condições metereológicas nas mais altas montahas do nosso planeta. Assim, se tivermos tempo de fazermos um passeio na parte da tarde em Kathmandu, temos essa opção. Se voarmos um pouco mais tarde, após check-in em nosso hotel, sempre solicitado e muito bem vindo, o final do dia de hoje será dedicado para assimilarmos tudo que experienciamos nestes dois especiais países e culturas.
Escolha voos retorno Brasil
Nosso hotel está disponível até o meio dia de amanhã. Assim, pode escolher, de acordo com suas preferências e diponibilidade de voos, se voa na madrugada de hoje para amanhã, durante o dia ou noite de amanhã.
Lumbini > Kathmandu
Traslado ao aeroporto mais próximo de Lumbini, aprox. 20min, e voo à Kathmandu. Se o tempo permitir, com uma incrível vista das montanhas nevadas, as mais altas do nosso planeta: os Himalayas. Chegada no Vale de Kathmandu, traslado ao hotel no bairro tibetano, com tarde livre no entorno da grande estupa de Boudhnath com assistência.
Em volta da grande estupa (tib: chörten) de Boudhanath em nosso bairro tibetano, repleta de monastérios, encontraremos monjas, monges e tibetanos laicos, às vezes grandes mestres, fazendo suas koras (circumumbulações), girando as famosas rodas de orações com milhões de Om Mani Padma Hungs, recitando mantras e acendendo lamparinas principalmente nos finais de tarde e bem cedo pelas manhãs. Aproveitaremos um dos cafés ou restaurantes para observar e assimilar nosso primeiro contato nessa viagem com esse povo que, de forma mais direta ou indireta, mantém vivo até os dias de hoje, em todo o mundo, o legado da Universidade de Nalanda que visitamos há poucos dias.
Traslado
Voo
International departure voo de volta ao Brasil
Traslado com assistência ao aeroporto para o voo de volta ao Brasil.
Alguns Viajantes podem voar nessa madrugada. Algunas voarão amanhã pela manhã ou à tarde. Assim, contaremos com o dia de hoje como o último dia da nossa viagem. Sempre muito bem vindo para comprarmos algumas lembranças e aproveitar este país que, seguramente, terá nos oferecido especiais experiências e tocado bastante. Dar mais uma volta pelos locais que mais gostou, fazer mais algumas koras, caminhar, fotografar, ler, escrever, conhecer mais algum local. Como for melhor e cada viajante preferir.
Quem se animar, como forma de aproveitar o nosso último, podemos fazer uma visita extra até uma das cavernas de Guru Rinpoche. Para, assim, concluirmos nossas visitas dessa nossa viagem aos locais sagrados do Budismo.
Uma manhã livre ou, como os nossos voos costumam sair de Kathmandu à noite, dia livre para comprar lembranças e aproveitar este país que, seguramente, terá nos oferecido incríveis experiências e tocado bastante. Dar mais uma volta pelos locais que mais gostou, fazer mais algumas koras, caminhar, fotografar, ler, escrever, conhecer mais algum local. Como for melhor e cada viajante preferir.
Traslado com assistência ao aeroporto para o voo do grupo de volta ao Brasil. Se precisar ou preferir voar antes ou depois do voo do grupo, organizaremos um traslado extra com todo o nosso apoio também. Muito bom retorno!
Traslado com assistência ao aeroporto para o voo de volta ao Brasil.
Nota
Intencionalmente fizemos algumas visitas diferentes das que fazemos normalmente, assim como o período no Nepal um ou dois dias mais enxuto. Seguramente vimos os pontos mais importantes de Kathmandu, também bastante especiais. Ainda assim, caso possa e seja de seu interesse, recomendamos uma extensão de mais um, dois ou três dias em Kathmandu, na qual poderá: (1) conhecer a Durbar Square de uma cidade vizinha chamada Bhaktapur, (2) ter um pouco mais de tempo livre em Kathmandu, assim como, para quem interessar, (3) visitar outras áreas do vale, sejam as de maior interesse aos praticantes do Budismo, como Pharphing e Namo Buddha, como para quem quiser se hospedar nas montanhas (opções: Namo Buddha, Nagarkot, Dhulikhel), assim por diante. São muitas as possibilidades nessas regiões (veja aqui). O ponto é ver se é o melhor momento ou em uma próxima vinda!
Nota
Intencionalmente fizemos algumas visitas diferentes das que fazemos normalmente, assim como o período no Nepal um ou dois dias mais enxuto. Seguramente vimos os pontos mais importantes de Kathmandu, também bastante especiais. Ainda assim, caso possa e seja de seu interesse, recomendamos uma extensão de mais um, dois ou três dias em Kathmandu, na qual poderá: (1) conhecer a Durbar Square de uma cidade vizinha chamada Bhaktapur, (2) garantir que poderá conhecer Patan, assim como Pashupatinath caso o voo do Butão saia mais tarde, (3) ter um pouco mais de tempo livre em Kathmandu, assim como, para quem interessar, visitar outras áreas do vale, sejam as de maior interesse aos praticantes do Budismo, como Pharphing e Namo Buddha, como para quem quiser se hospedar nas montanhas (opções: Namo Buddha, Nagarkot, Dhulikhel), assim por diante. São muitas as possibilidades nessas regiões (veja aqui). O ponto é ver se é o melhor momento ou em uma próxima vinda!
Nota
Intencionalmente fizemos algumas visitas diferentes das que fazemos normalmente, assim como o período no Nepal um ou dois dias mais enxuto. Seguramente vimos os pontos mais importantes de Kathmandu, também bastante especiais. Ainda assim, caso possa e seja de seu interesse, recomendamos uma extensão de mais um, dois ou três dias em Kathmandu, na qual poderá: (1) caso seja possível conversar com um professor de Budismo durante os dias do programa acima (mais aqui em oportunidades e atividades), é sempre possível que seja preciso trocar por alguma visita ou fazê-la de forma mais focada, assim com um ou mais dias extras garantimos que poderá fazer todas visitas com bastante tempo como (2) fazer outras visitas, como, para quem interessar, outras áreas do vale, sejam as de maior interesse aos praticantes do Budismo, como Pharphing e Namo Buddha, como (3) ter um bom tempo livre em Kathmandu também, assim por diante. São muitas as possibilidades nessas regiões (veja aqui). O ponto é ver se é o melhor momento ou em uma próxima vinda!
Tarde livre em Boudhnath
Caminhada
Durbar Square Patan Museu Patan Templo Dourado Tempo livre
Final da tarde livre nas livrarias, cafés, lojas de arte budista, de artesanato, roupas e equipamentos de montanha, estupa, templos ou monastérios nas já bem conhecidas Patan, Thamel ou Boudhnath, como cada viajante preferir.
Da mesma forma, um dia livre sempre tão solicitado. Quem topar, podemos ir juntos a Pashupatinath, templo de Shiva, próximo ao nosso bairro. Se alguém puder ficar mais um dia, dois, o tempo que for, temos certeza que aproveitará muito bem esses dias seja por Kathmandu mesmo, regiões próximas na beira do vale, como dando um pulo em Lumbini ou Pokhara. Nos avise que pensamos juntos e apoiaremos, claro.
O voo internacional pode ser nessa noite como na manhã ou tarde seguinte. Dessa forma terá hotel até o momento que for ao aeroporto para poder usar o quarto para arrumar suas malas com calma e descansar um pouco antes dos voos internacionais. Escolheremos juntos a melhor combinação de voos para a sua viagem, considerando todos esses cuidados seguramente.
Esperamos que tenha aproveitado bastante os seus dias no Nepal e Tibete, estaremos em contato até chegar de volta em casa, e que logo retorne para mais viagens! Muito bom voo!
Da mesma forma, um dia livre sempre tão solicitado. Quem topar, podemos ir juntos a Pashupatinath, templo de Shiva, próximo ao nosso bairro. Se alguém puder ficar mais um dia, dois, o tempo que for, temos certeza que aproveitará muito bem esses dias. Nos avise que pensamos juntos e apoiaremos, claro.
O voo internacional pode ser nessa noite como na manhã ou tarde seguinte. Dessa forma terá hotel até o momento que for ao aeroporto para poder usar o quarto para arrumar suas malas com calma e descansar um pouco antes dos voos internacionais. Escolheremos juntos a melhor combinação de voos para a sua viagem, considerando todos esses cuidados seguramente.
Esperamos que tenha aproveitado bastante os seus dias no Nepal e Tibete, estaremos em contato até chegar de volta em casa, e que logo retorne para mais viagens! Muito bom voo!
Voo
Boudhnath
PBH KTM
Hora de partirmos deste sagrado reino e retornarmos ao nosso querido e bagunçado Nepal, em nosso mais tranquilo bairro tibetano. Traslado ao aeroporto bem cedo pela manhã para outro belo voo literalmente ao lado dos Himalayas de volta a Kathmandu. Após check-in em nosso hotel, sempre solicitado e muito bem vindo, o dia de hoje será dedicado para assimilarmos tudo que experienciamos nestes dois especiais países e culturas. Já bastante familiarizados com o nosso bairro tibetano em volta da grande estupa de Boudhnath, como com vários locais da cidade e do vale, podemos aproveitar revisitando alguns de seus inúmeros importantes monastérios, cafés, restaurantes, museus e ‘lojinhas’. Podemos contemplar estes importantes locais, ler um livro, escrever, caminhar, fotografar, cuidar das lembranças se formos levar para nós mesmos como para amigos e familiares. No final do dia nos encontraremos para o nosso jantar de despedida.
Hora de partirmos deste sagrado reino e retornarmos ao nosso querido e bagunçado Nepal, em nosso mais tranquilo bairro de Boudhnath. Traslado ao aeroporto talvez bem cedo pela manhã para outro belo voo literalmente ao lado dos Himalayas, de volta a Kathmandu. Os horários dos voos do Butão mudam bastante, assim como as condições metereológicas nas mais altas montahas do nosso planeta. Assim, se tivermos tempo de fazermos um passeio na parte da tarde em Kathmandu, temos essa opção. Se voarmos um pouco mais tarde, após check-in em nosso hotel, sempre solicitado e muito bem vindo, o final do dia de hoje será dedicado para assimilarmos tudo que experienciamos nestes dois especiais países e culturas.
Escolha voos retorno Brasil
Nosso hotel está disponível até o meio dia de amanhã. Assim, pode escolher, de acordo com suas preferências e diponibilidade de voos, se voa na madrugada de hoje para amanhã, durante o dia ou noite de amanhã.
Lumbini > Kathmandu
Traslado ao aeroporto mais próximo de Lumbini, aprox. 20min, e voo à Kathmandu. Se o tempo permitir, com uma incrível vista das montanhas nevadas, as mais altas do nosso planeta: os Himalayas. Chegada no Vale de Kathmandu, traslado ao hotel no bairro tibetano, com tarde livre no entorno da grande estupa de Boudhnath com assistência.
Em volta da grande estupa (tib: chörten) de Boudhanath em nosso bairro tibetano, repleta de monastérios, encontraremos monjas, monges e tibetanos laicos, às vezes grandes mestres, fazendo suas koras (circumumbulações), girando as famosas rodas de orações com milhões de Om Mani Padma Hungs, recitando mantras e acendendo lamparinas principalmente nos finais de tarde e bem cedo pelas manhãs. Aproveitaremos um dos cafés ou restaurantes para observar e assimilar nosso primeiro contato nessa viagem com esse povo que, de forma mais direta ou indireta, mantém vivo até os dias de hoje, em todo o mundo, o legado da Universidade de Nalanda que visitamos há poucos dias.
Traslado
Voo
International departure voo de volta ao Brasil
Traslado com assistência ao aeroporto para o voo de volta ao Brasil.
Alguns Viajantes podem voar nessa madrugada. Algunas voarão amanhã pela manhã ou à tarde. Assim, contaremos com o dia de hoje como o último dia da nossa viagem. Sempre muito bem vindo para comprarmos algumas lembranças e aproveitar este país que, seguramente, terá nos oferecido especiais experiências e tocado bastante. Dar mais uma volta pelos locais que mais gostou, fazer mais algumas koras, caminhar, fotografar, ler, escrever, conhecer mais algum local. Como for melhor e cada viajante preferir.
Quem se animar, como forma de aproveitar o nosso último, podemos fazer uma visita extra até uma das cavernas de Guru Rinpoche. Para, assim, concluirmos nossas visitas dessa nossa viagem aos locais sagrados do Budismo.
Uma manhã livre ou, como os nossos voos costumam sair de Kathmandu à noite, dia livre para comprar lembranças e aproveitar este país que, seguramente, terá nos oferecido incríveis experiências e tocado bastante. Dar mais uma volta pelos locais que mais gostou, fazer mais algumas koras, caminhar, fotografar, ler, escrever, conhecer mais algum local. Como for melhor e cada viajante preferir.
Traslado com assistência ao aeroporto para o voo do grupo de volta ao Brasil. Se precisar ou preferir voar antes ou depois do voo do grupo, organizaremos um traslado extra com todo o nosso apoio também. Muito bom retorno!
Traslado com assistência ao aeroporto para o voo de volta ao Brasil.
Nota
Intencionalmente fizemos algumas visitas diferentes das que fazemos normalmente, assim como o período no Nepal um ou dois dias mais enxuto. Seguramente vimos os pontos mais importantes de Kathmandu, também bastante especiais. Ainda assim, caso possa e seja de seu interesse, recomendamos uma extensão de mais um, dois ou três dias em Kathmandu, na qual poderá: (1) conhecer a Durbar Square de uma cidade vizinha chamada Bhaktapur, (2) ter um pouco mais de tempo livre em Kathmandu, assim como, para quem interessar, (3) visitar outras áreas do vale, sejam as de maior interesse aos praticantes do Budismo, como Pharphing e Namo Buddha, como para quem quiser se hospedar nas montanhas (opções: Namo Buddha, Nagarkot, Dhulikhel), assim por diante. São muitas as possibilidades nessas regiões (veja aqui). O ponto é ver se é o melhor momento ou em uma próxima vinda!
Nota
Intencionalmente fizemos algumas visitas diferentes das que fazemos normalmente, assim como o período no Nepal um ou dois dias mais enxuto. Seguramente vimos os pontos mais importantes de Kathmandu, também bastante especiais. Ainda assim, caso possa e seja de seu interesse, recomendamos uma extensão de mais um, dois ou três dias em Kathmandu, na qual poderá: (1) conhecer a Durbar Square de uma cidade vizinha chamada Bhaktapur, (2) garantir que poderá conhecer Patan, assim como Pashupatinath caso o voo do Butão saia mais tarde, (3) ter um pouco mais de tempo livre em Kathmandu, assim como, para quem interessar, visitar outras áreas do vale, sejam as de maior interesse aos praticantes do Budismo, como Pharphing e Namo Buddha, como para quem quiser se hospedar nas montanhas (opções: Namo Buddha, Nagarkot, Dhulikhel), assim por diante. São muitas as possibilidades nessas regiões (veja aqui). O ponto é ver se é o melhor momento ou em uma próxima vinda!
Nota
Intencionalmente fizemos algumas visitas diferentes das que fazemos normalmente, assim como o período no Nepal um ou dois dias mais enxuto. Seguramente vimos os pontos mais importantes de Kathmandu, também bastante especiais. Ainda assim, caso possa e seja de seu interesse, recomendamos uma extensão de mais um, dois ou três dias em Kathmandu, na qual poderá: (1) caso seja possível conversar com um professor de Budismo durante os dias do programa acima (mais aqui em oportunidades e atividades), é sempre possível que seja preciso trocar por alguma visita ou fazê-la de forma mais focada, assim com um ou mais dias extras garantimos que poderá fazer todas visitas com bastante tempo como (2) fazer outras visitas, como, para quem interessar, outras áreas do vale, sejam as de maior interesse aos praticantes do Budismo, como Pharphing e Namo Buddha, como (3) ter um bom tempo livre em Kathmandu também, assim por diante. São muitas as possibilidades nessas regiões (veja aqui). O ponto é ver se é o melhor momento ou em uma próxima vinda!
#VALUE!
Briefing
Swayambunath
Kathmandu Durbar Square
Thamel
Boudhnath
Após merecido descanso da viagem até o Nepal, café da manhã para então começarmos nosso dia pelo Vale de Kathmandu!
Começaremos nossas visitas com uma pequena caminhada na região da segunda maior estupa do vale, Swayambunath (tradução: auto surgida). Diz a lenda que o morro onde está a estupa surgiu no local onde o bodhisatva Manjushri, o bodhisattva da sabedoria, pegou uma flor de lótus após esvaziar o lago onde é hoje o Vale de Kathmandu. Com o tempo permitindo, teremos uma vista de toda cidade. Faremos nossas koras em volta da estupa e conheceremos seus pequenos monastérios.
Após nossa primeira tarde em Boudhnath, começaremos nossas visitas pela manhã com uma pequena caminhada na região da segunda maior estupa do vale, Swayambunath (tradução: auto surgida). Diz a lenda que o morro onde está a estupa surgiu no local onde o bodhisatva Manjushri, o bodhisattva da sabedoria, pegou uma flor de lótus após esvaziar o lago onde é hoje o Vale de Kathmandu. Com o tempo permitindo, teremos uma vista de toda cidade. Faremos nossas koras em volta da estupa e conheceremos seus pequenos monastérios.
Antes do Butão
De Swayambu seguiremos para a Durbar Square (Praça do Palácio) de Kathmandu onde vive uma pequena deusa viva, a Kumari. As durbar squares do Vale de Kathmandu foram construídas por reis herdeiros da dinastia Malla, séc. XII ao XVIII, que, nesse caso para a nossa sorte, competiam em beleza arquitetônica. São inúmeros templos dos diversos deuses hindus em torno do palácio. Caminharemos então até o bairro dos viajantes em Kathmandu, Thamel, com inúmeros bons restaurantes, lojas de montanhismo, artesanato nepalês, livrarias, para uma boa refeição e, se alguém precisar, comprar alguma roupa para os dias no Butão.
Sem Butão com mais viagem
De Swayambu seguiremos para a Durbar Square (Praça do Palácio) de Kathmandu onde vive uma pequena deusa viva, a Kumari. As durbar squares do Vale de Kathmandu foram construídas por reis herdeiros da dinastia Malla, séc. XII ao XVIII, que, nesse caso para a nossa sorte, competiam em beleza arquitetônica. São inúmeros templos dos diversos deuses hindus em torno do palácio. Caminharemos então até o bairro dos viajantes em Kathmandu, Thamel, com inúmeros bons restaurantes, lojas de montanhismo, artesanato nepalês, livrarias, para uma boa refeição e, se alguém precisar, comprar alguma roupa, por exemplo, para a próxima viagem.
Sem mais viagens
De Swayambu seguiremos para a Durbar Square (Praça do Palácio) de Kathmandu onde vive uma pequena deusa viva, a Kumari. As durbar squares do Vale de Kathmandu foram construídas por reis herdeiros da dinastia Malla, séc. XII ao XVIII, que, nesse caso para a nossa sorte, competiam em beleza arquitetônica. São inúmeros templos dos diversos deuses hindus em torno do palácio. Caminharemos então até o bairro dos viajantes em Kathmandu, Thamel, com inúmeros bons restaurantes, lojas de montanhismo, artesanato nepalês, livrarias, para uma boa refeição e, se alguém precisar, comprar alguma roupa, por exemplo, para trekkings ou viagens futuras.
Após nosso almoço, retornaremos à Boudhnath para acompanhar um puja (prática) em um dos monastérios, fazermos koras com os tibetanos e possivelmente uma prática de meditação. É possível neste dia, se alguém desejar, conhecer mais uma das praças do palácio do vale, a Durbar Square de Kathmandu.
Após nossas visitas, caminhadas e almoço, retornaremos à estupa de Boudhanath, repleta de bandeirolas, famosas rodas de orações com milhões de Om Mani Padma Hungs e muitos monastérios de grandes mestres que poderemos visitar.