
em Set e Out 2024
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Voo
Ida ao aeroporto Newark para o voo a Delhi.
6SET United UA82 Newark 21h20 Delhi 21h30+1
Chegada
Airport room
Chegada em Delhi prevista às 21h30. Se quarto está reservado há pouco metros à esquerda dessa foto acima, dentro do aeroporto. Muito importante não sair por esses portões vermelhos pois não poderemos entrar novamente. Nesse domingo, 1 Outubro, passarei pelo aeroporto, enviarei fotos do caminho e da entrada do hotel. Favor pagar o quarto (podemos usar cartão de crédito). Valor já foi deduzido dos valores Chörten. Sugiro bastante que o pagamento seja feito no check-in pois nos hotéis aqui eles podem ser demorados, sistema pode ficar fora do ar, podem estar atendendo outros hóspedes e assim atrasar sua ida para o check-in do voo amanhã. Mesmo que peçam para pagar no check-out, insistimos e sempre pagamos na noite anterior. Todas informações da reserva estarão na pasta com todos documentos da viagem.
Voo
Sua chegada e quarto estão no térreo do terminal 3 do aeroporto de Delhi. Para chegar aprox. 3h30min antes no check-in do voo a Kathmandu, que é um voo internacional também e nunca sabemos como estarão as filas do check-in, da imigração e do security checking, recomendamos chegar com antecedência para ser tranquilo. Recomendamos sair do hotel às 9h15 da manhã. Saindo do hotel, logo vire a esquerda e vá até o fim do corredor onde haverá um segurança checando passaporte e passagem internacional para permitir que use esse caminho mais curto, dentro do aeroporto, para o andar superior. Suba até o piso superior (primeiro andar) para o check-in do seu voo para Kathmandu! Vocês já estão com assentos reservados do lado com a vista das montanhas se o clima estiver bom!
Chegando em Kathmandu, mais informações sobre a chegada nesse link aqui, traslado assistido ao nosso hotel para início da viagem ao Tibete: aqui!
Voo 8SET Air India AI215 Delhi 12h55 Kathmandu 14h55
Boudhnath
Bem vindo(a) ao Nepal! Da pista do aeroporto, com o tempo permitindo, já é possível avistar as montanhas ao redor do vale. Todos detalhes sobre a sua chegada, aqui na página do Viajante Chörten: Chegada em Kathamndu (aqui). Com seu visto e mala em mãos, o grupo será recebido por Guilherme no aeroporto. Quem chegar antes ou depois do voo do grupo, será recebido(a) por nosso representante local que estará lhe esperando com uma placa da Chörten. Nesse caso nosso representante o(a) acompanhará até hotel e então aonde Guilherme estiver com o grupo para aproveitarmos essa tarde no bairro tibetano do nosso hotel.
Em volta da grande estupa (tib: chörten) de Boudhanath, repleta de monastérios, encontrará monjas, monges e tibetanos laicos, às vezes grandes mestres, fazendo suas koras (circumumbulações). Girando as famosas rodas de orações com milhões de Om Mani Padma Hungs, recitando mantras e fazendo oferendas de lamparinas principalmente nos finais de tarde e bem cedo pelas manhãs. Aproveitaremos um dos cafés ou restaurantes no entorno da estupa para observar e assimilar um pouco dessa cultura milenar.
Swayambunath
Kathmandu Durbar Square
Thamel
Boudhnath
Após merecido descanso da viagem até o Nepal, café da manhã para então começarmos nosso dia pelo Vale de Kathmandu!
Hoje será um dia que estaremos alinhando alguns pontos importantes sobre nossa viagem ao Tibete, enquanto vamos visitando e curtindo Kathmandu.
Começaremos nossas visitas com uma pequena caminhada na região da segunda maior estupa do vale, Swayambunath (tradução: auto surgida). Diz a lenda que o morro onde está a estupa surgiu no local onde o bodhisatva Manjushri, o bodhisattva da sabedoria, pegou uma flor de lótus após esvaziar o lago onde é hoje o Vale de Kathmandu. Com o tempo permitindo, teremos uma vista de toda cidade. Faremos nossas koras em volta da estupa e conheceremos seus pequenos monastérios.
De Swayambu seguiremos para a Durbar Square (Praça do Palácio) de Kathmandu onde vive uma pequena deusa viva, a Kumari. As durbar squares do Vale de Kathmandu foram construídas por reis herdeiros da dinastia Malla, séc. XII ao XVIII, que, nesse caso para a nossa sorte, competiam em beleza arquitetônica. São inúmeros templos dos diversos deuses hindus em torno do palácio. Caminharemos então até o bairro dos viajantes em Kathmandu, Thamel, com inúmeros bons restaurantes, lojas de montanhismo, artesanato nepalês, livrarias, para uma boa refeição e, se alguém precisar, comprar alguma roupa para os dias no Butão.
Monastérios
Patan
Hoje pela manhã, teremos a oportunidade visitarmos alguns dos principais monastérios do Vale de Kathmandu. Todos eles com conexões e origem nas regiões que visitaremos no Tibete, tanto Kham como a região de Lhasa. Teremos boas oportunidades para conhecermos um pouco sobre as tradições e métodos desses grandes mestres. Das possibilidades que decidiremos no dia como faremos, uma delas é o Kopan. É um importante centro de estudo para os sherpas, muitas vezes vindos da região do Everest, e estrangeiros de todo o mundo.
Próximo ao nosso hotel, também poderemos visitar o monastério do Dudjom Rinpoche, chamado Dudjom Gompa. Dudjom Rinpoche foi um grande mestre, mestre de muitos mestres. Há muitos livros muito especiais com seus ensinamentos, de sua linhagem. Guilherme selecionará alguns textos que podemos dar uma olhada conforme o interesse de cada Viajante. Seu corpo (encolhido) está na estupa nesse monastério. Quem se interessar, podemos sentar ali por um instante.
Seguiremos ao monastério do Chökyi Nyima Rinpoche, chamado Ka-Nying Shedrub Ling. Um dos mais antigos se não o mais antigo de Boudha, construído pelo Tulky Urgyen Rinpoche e seu filhos mais velhos, a pedido de SS o XVI Karmapa. Conhecido como o monastério branco, tem faculdade tanto para os monges (10 anos) como para ocidentais (www.ryi.org) com cursos de bacharelado, master e cursos mais curtos. Vale a pena visitar a biblioteca do instituto Rangjung Yeshe. Também visitaremos o monastério do Matthieu Ricard, Rabjam Rinpoche e Dilgo Khyentse Rinpoche, chamado Shechen (que visitaremos em Kham também). Veremos se o quarto do Dilgo Khyentse Rinpoche está aberto. Mais um local bem especial para lermos algum pequeno trecho dos seus livros e, quem se interessar, sentarmos por um instante.
Tendo conhecido nessa manhã os principais monastérios de Kathmandu, estaremos prontos para conhecer os monastérios do Tibete, entendendo seus contextos, significados e histórias. Quem preferir, pode voltar neles em um outro momento da viagem para participar dos pujas (cerimônias dos monges) em que podemos sentar pelo que tempo que desejarmos, usar suas bibliotecas e livrarias.
Seguiremos então à simpática Durbar Square de Patan, muito famosa pelos seus artistas e bonitos templos. Faremos uma caminhada pela parte antiga da cidade. Visitaremos um pequeno, muito bem feito e bastante didático museu de arte hinduísta e budista. Conheceremos também o pequeno e belo Templo Dourado, utilizado até os dias de hoje por nepaleses budistas do mesmo clã do próprio Buda Sakyamuni. Patan é um excelente local para caminharmos por essas ruas medievais com tantos templos.
Agora é hora de arrumarmos nossa mala para o Tibete!
Voo
Após nosso café da manhã vamos ao aeroporto de Kathmandu para o nosso voo internacional à Chengdu.
Chegando cedo no aeroporto para conseguirmos assentos na janela, se o tempo estiver limpo, passaremos literalmente ao lado de 5 das apenas 14 montanhas no mundo com mais de 8000 m / 26000 pés de altitude. Guilherme mostrará quais são elas.
Chegando em Chengdu, vamos até o nosso hotel na cidade que fica aprox. a 1h do aeroporto. Sugestão de jantar, a típica comida de Chengdu, que são espetos de legumes, etc, que mergulhamos em uma panela no fogo no centro da mesa com os temperos da culinária da região.
Voo Air China CA438 Kathmandu 12h05 Chengdu 17h25
Pandas
Montanha Siguniangshan
Começaremos nossa viagem de carro Tibete adentro! Uma experiência muito interessante começarmos nossa viagem em uma da capital de uma das regiões mais tradicionais da China, Sichuan, e aos pouco adentramos essa região tão pouco visitada como é o leste do Tibete, chamada Kham em tibetano.
De uma altitude baixa em Chengdu com 500 m / 1600 pés, subiremos já a aprox. 3000 m / 11000 pés. No caminho tentaremos visitar um centro de ursos pandas. Teremos muito bonitas vistas até avistarmos a montanha Siguniang (6250 m / 20000 pés). Amanhã pela manhã caminharemos na direção dela.
Check-in em nosso hotel para então uma caminhada leve, enquanto nos aclimatamos, para comermos em um dos restaurantes da pequena cidade.
Caminhada
Visitas no caminho
Nessa manhã faremos uma caminhada bastante leve, por um caminho muito bem arrumado, que será um exercício leve, em um vale muito bonito (primeiras imagens acima), com ar limpo, de boa ajuda para a nossa aclimatação.
Após nossa caminhada, hora de seguirmos a Bamei. No caminho teremos sempre muito bonitas vistas, oportunidades de vermos alguns yaks e conhecermos provavelmente os primeiros famosos khampas (tibetanos de Kham). São conhecidos por serem os cowboys do Tibete. Possível que encontremos alguns nômades também. Dentre diferentes monastérios típicos da região, visitaremos 2 ou mais algum de acordo com o nosso ritmo. Viajaremos de carro durante os nosso dias em Kham, como quando viajamos em outras regiões do Tibete, por uma média de 5h por dia em altitudes entre 3 e 4000 m / 10 e 13000 pés.
No final desse dia com bonitas fotos (por exemplo da montanha na quarta imagem acima) e boas conversas, check-in em nosso hotel para então caminharmos até o nosso restaurante na pequena cidade.
Gathar Chodestery Huiyuan Gompa
Drango Gompa
Visitas espontâneas no caminho
Começaremos nosso dia com uma visita próxima do nosso hotel, o primeiro muito bonito monastério da nossa viagem no Tibete, chamado Gathar Chodestery ou Huiyuan Gompa. Gompa significa monastério. Um dos seus monges nos apresentará a lakhang principal (salão principal), nos contará sobre suas estátuas e história do monastério com ajuda do nosso guia local. Assuntos que seguramente renderão boas conversas durante a nossa viagem com relação aos significados do que estamos vendo, relação com modernos estudos sobre inteligência emocional, neurociências. Muito o que conversar de muito especial e interessante que regiões com tanto conhecimento milenar como o Tibete nos oferecem.
Após especial visita ao Gathar Chodestery Gompa, seguiremos viagem a Garze. Uma cidade um pouco maior em Kham. Muito bonitas vistas no caminho, sempre que surgir oportunidade de termos contato com os nômades no caminho, vamos parar. Nesse dia podemos caminhar um pouco por um prado muito bonito, com uma grande estátua do Guru Rinpoche ao lado e bonito monastério adiante. Há monastérios no caminho e em Garze que visitaremos de acordo com nosso ritmo. Bom descanso no final do dia em nosso muito bom hotel (para os padrões da região).
Nota: Gom pode significar meditação como pode significar também familiarização. O exato objetivo da meditação, nos familiarizarmos com nossas qualidades já presentes. Nada que precisemos alcançar, adquirir, mas identificarmos e nos familiarizarmos com o que já temos dentro de nós. Pa pode significar local e assim esse é um dos significados de gompa.
Dzogchen Monastery
Shechen Monastery
Hoje visitaremos dois dos mais importantes monastérios do Tibete. Ambos fazendo parte dos Seis Monastérios Mães da linhagem Nyingma (a mais antiga) do Budismo no Tibete. Suas histórias, mestres que viveram e ensinaram neles, são partes fundamentais da cultura, pensamento e filosofia tibetana.
O Monastério Dzogchen foi fundado no séc XVII pelo Dzogchen Rinpoche e ficou famoso pela sua universidade (shedra). Dentre os grandes mestres que viveram e ensinaram aqui, Patrul Rinpoche e Mipham Rinpoche são muito importantes nos estudos budistas até hoje. Dos livros mais estudados no Budismo, Palavras do Meu Professor Perfeito foi escrito por Patrul Rinpoche em uma caverna logo acima do monastério. A região é muito bonita, com montanhas e um glaciar ao fundo, um pequeno lago, uma bonita estupa (chörten), lakhangs (templos ou salões das cerimônias), casas dos monges, universidades e um café além dos pequenos restaurantes no vilarejo próximo do monastério.
O Monastério Shechen, também do séc. XVII, também muito importante no Tibete até os dias de hoje. Dos grandes mestres que viveram ali, como Mipham Rinpoche e Chogyam Trungpa, há textos e livros incríveis do Trungpa Rinpoche que podemos ler em português e inglês. A cada região que visitamos, direção que seguimos por Kham, novas oportunidades temos de lindas paisagens, caminharmos um pouco, termos mais contato com seu povo, cultura local nos locais que visitaremos e no caminho. O que vimos e o que acontece espontaneamente no caminho, costumam ser umas das memórias mais bonitas que temos em nossas viagens.
É comum encontrarmos peregrinos, tibetanos viajando por todo Tibete, visitando os locais mais sagrados. Os tibetanos, tradicionalmente nômades, são Viajantes por natureza. Vivem acampando, caminham muito e adoram um picnic com os amigos!
Seguiremos até Dege por onde pernoitaremos nos próximos dois dias.
Região e Monastério Katok
Permanecendo no mesmo hotel em Dege, hoje teremos a oportunidade de visitar mais uma região de Kham, a região de Katok. Ali está o mais antigo dos Seis Monastérios Mães, com mais de 800 anos de história. Também poderemos visitar o Monastério Palpung, muito importante na cultura e história do Tibete, onde viveram Jamgon Kongtrul e o 16º Karmapa.
Tradicional Gráfica de Dege
Lago Yilhun LaTso
Visitaremos com calma o que podemos considerar o coração como centro da cultura de Kham que é Dege. Veremos peregrinos fazendo koras (circumumbulações) ao redor da tradicional gráfica de Dege e conheceremos o trabalho de voluntários que se dedicam a preservar os textos tibetanos dessa forma tão tradicional e antiga. Um trabalho e arte muito bonitos mesmo.
No caminho a Garze, visitaremos o bonito sagrado lago Yilhun LaTso, com suas pedras manis, que são pedras com mantras esculpidos. Podemos fazer uma caminhada ao redor de parte do Yilhun LaTso.
Voo
Como é sempre bom sermos cuidadosos com relação a voos em regiões de montanha, voaremos hoje pela manhã com calma para Chengdu (único voo do dia), de onde podemos voar para Lhasa amanhã com calma e segurança com relação a imprevistos. Pois caso haja imprevistos, temos planos b e c já prontos na manga para garantirmos que seguimos nossa viagem o mais tranquilo e da melhor forma possível.
Nosso hotel fica no próprio aeroporto. Caminhamos por 5 min dentro do aeroporto até o nosso hotel. Quem quiser descansar, acredito que será uma muito boa oportunidade para visitarmos Lhasa com qualidade. Ano passado peguei o metrô e dei um pulo até a cidade (é longe / 1h aprox.). Podemos pensar nessa possibilidade também!
Voo 18SET Sichuan Airlines 3U6628 Garze 10h45 Chengdu 12h05
Voo
Mindroling
Do nosso hotel já podemos caminhar para o check-in do nosso voo à Lhasa. O aeroporto de Lhasa fica entre a cidade de Lhasa e a cidade de Tsedang. Hoje iremos a Tsedang, aprox. 2h, para visitarmos os monastérios mais antigos, muito importantes na história do Tibete.
No caminho visitaremos o importante monastério Mindroling. Após a visita, chegando em Tsedang, check-in em nosso hotel e caminhada pela cidade.
Voo 19SET Air China CA2763 Chengdu 11h45 Lhasa 14h30
Yungbulakang
Samye
A mitologia tibetana diz que o povo tibetano surgiu em Tsedang. Também ligado a história e origem da cultura tibetana, visitaremos Yungbulakang que primeiro foi um palácio do rei Songtsen Gampo no séc. VII, se tornou um templo e então um monastério mil anos depois. Na mesma pequena cidade, visitaremos o muito antigo 0 templo Tradruk. Sua origem se dá em seguida ou logo antes do Jokhang, em Lhasa, também no séc. VII.
Seguiremos então por aprox. 2h, até o primeiro e muito importante monastério construído em todo Tibete, Samye. A pedido do rei Trisong Detsen e do mestre indiano Shantarakshita, em forma de uma mandala, Samye foi construído no séc. VIII, após Guru Rinpoche ser convidado a pacificar os demônios locais. Palco de importantes debates filosóficos na história do Budismo, Samye é um importante local de peregrinação. Seguiremos então por aprox. 2h à Lhasa, a capital do Tibete.
Final do dia livre para caminharmos na parte antiga da cidade junto com peregrinos de todo o Tibete ao redor do templo com a estátua mais sagrada para eles, Jokhang.
Potala
Sera
Drepung
Dia de visitarmos o palácio Potala, onde S.S. o Dalai Lama em muitas de suas vidas viveu junto com muitos outros monges. Há inúmeros templos e sagradas estupas de grandes mestres para conhecermos. Visitaremos também as importantes universidades monásticas Sera, onde, além dos seus templos, poderemos assistir a um debate entre os monges, e Drepung. Juntas constituem dois dos maiores centros de estudos de budismo no Tibete.
Bharkhor
Jokhang
Norbulingka
Caminharemos hoje pelas ruas de Bharkhor, tradicional bairro tibetano de Lhasa, onde visitaremos o monastério Jokhang, que abriga a estátua mais sagrada de todo o Tibete, o Jowo Rinpoche. Caminharemos também pelos agradáveis e bonitos jardins do palácio de verão dos Dalai Lamas, o Norbulingkha. É possível que alternemos um pouco a ordem das visitas no vale de Lhasa, de acordo com o nosso ritmo, com tempo para curtirmos a parte antiga da cidade.
Voo
Pela manhã, retorno ao aeroporto de Lhasa para mais um incrível voo que atravessará a cordilheira mais alta do mundo. Com tempo bom, é possível avistar seis das únicas quatorze montanhas no mundo com mais de oito mil metros de altura. De volta ao Nepal, teremos diferentes programas personalizados para para Viajante.
Voo 23SET Himalaya Airlines H9775 Lhasa 12h15 Kathmandu 11h35
Namo Buddha
Após nossa viagem pelo Tibete, de volta ao Nepal, incia sua viagem individual. Terá um carro e motorista para seguirem ao nosso hotel em uma região bastante tranquila do vale, próxima de há mais um importante local do Budismo, Namo Buddha. Em uma vida anterior, Buda Sakyamuni, quando ainda era um bodhisattva, encontrou com uma tigresa faminta sem ter o que dar de comer aos seus filhotes. Buda, por conta do seu nível de realização, ofereceu seu próprio corpo onde há hoje um monastério do Thrangu Rinpoche. Logo abaixo, após uma agradável caminhada, há uma estupa onde os irmãos do Buda, naquela vida, guardaram suas relíquias.
Hoje será um dia para sentarmos, descansarmos, lermos, fotografarmos, caminharmos ou fazermos nossa prática de meditação. Da área do restaurante do nosso hotel, com bom tempo, teremos a vista das nevadas dos Himalayas, região pela qual viajamos nas últimas semanas.
Escolhemos um quarto menor mas mais próximo da área das refeições para que fique mais próximo do wifi na área comum do hotel. Explicaram que é possível que o wifi funcione nesse quarto. Se não, há um espaço usado para aulas de yoga e biblioteca, como uma área com mesas ao ar livre, em que o wifi funciona bem, de onde costumo trabalhar.
Érica também irá para Namo Buddha em sua viagem também individual, com outro veículo que ficará em Namo Buddha nessa noite pois amanhã já retornam a Kathmandu. Possivelmente Guilherme irá a Namo Buddha também.
Podemos ver juntos nesse dia se as inscrições para as atividades na Índia já estarão abertas e fazermos juntos.
Voo 23SET Himalaya Airlines H9775 Lhasa 12h15 Namo Buddha 11h35
Dia livre
Caminhada
Mais um dia sempre muito bem vindo para aproveitar essa região tranquila do Vale de Kathmandu.
Sugestão: caminhada de aprox. 35 min até o monastério do Thrangu Rinpoche. Visita ao monastério, ao local onde Buda ofereceu seu corpo à tigresa. Então uma agradável curta caminhada até a estupa onde os irmãos do Buda, naquela vida, guardaram suas relíquias. Retorno com calma ao hotel. Teremos completado a visita às três mais sagradas estupas do Vale de Kathmandu e será uma importante oportunidade para, na própria estupa ou de volta em nosso hotel, sentarmos, lermos, escrevermos ou aproveitarmos para fazer nossa prática de meditação. Sugerimos usar um guia local, da região de Namo Buddha, que termos um guia vindo de Kathmandu. Pagamento pode ser feito direto a ele, aprox. 25 usd. Ajudamos a organizar junto ao hotel.
Bhaktapur
Pashupatinath
No caminho ao nosso bairro tibetano já no Vale de Kathmandu, visitaremos a terceira das principais antigas cidades do vale, Bhaktapur (bhakt: devoção e pur: cidade hindu). Bhaktapur é uma cidade tombada, com fluxo de veículos limitado, onde foi gravado, por exemplo, o filme O Pequeno Buda. Caminhar por suas ruelas é como conhecer um pouco do dia a dia de uma época medieval no Nepal.
Seguindo no trajeto do caminho de volta à cidade de Kathmandu, visitaremos o complexo de templos de Pashupatinath, que fica em torno do rio Bagmati, sagrado para os hindus. Além do templo principal, dedicado a manifestação mais tranquila de Shiva, Pashupati, há dezenas de pequenos templos também dedicados ao deus da destruição e reconstruição do Hinduísmo. Também é o local onde nepaleses que puderem serão cremados para assegurar uma boa passagem ou liberação (moksha). Final do dia livre para aproveitar nosso bairro tibetano, fazendo nossas circumumbulações, caminhada pelos monastérios, fazendo nossa prática de meditação, aproveitando um dos cafés e a nossa estupa.
Budhanilkantha
Caminhada
Nagi Gompa
No dia de hoje uma sugestão e possibilidade é uma caminhada fora da bagunça da cidade. Do nosso hotel, seguiremos até os pés de uma das montanhas ao redor do vale, chamada Shivapuri. Antes de iniciarmos a nossa subida, ainda com nosso veículo, visitaremos um templo hindu bastante diferente de todos outros. Chama-se Budhanilkantha, onde há uma grande estátua do deus Vishnu deitado.
Hora de subir montanha acima por alguns minutos até a entrada do parque nacional, onde deixaremos nosso veículo e faremos nossa caminhada até um importante monastério feminino, chamado Nagi Gompa. Uma combinação de características fazem dessa caminhada uma oportunidade muito especial em Kathmandu: a vista do vale é muito bonita, junto com a paz de caminharmos na montanha, o legado de um grande mestre, Tulku Urgyen Rinpoche, ter vivido aqui por muitos anos e todo o ambiente criado pelo dia a dia de estudos e práticas das monjas que vivem aqui. Quando lemos os livros do seu filho mais novo, Mingyur Rinpoche (cérebro mais feliz já estudado e que fez os neurocientistas ocidentais entenderem a plasticidade de nossos cérebros), muitas histórias passam aqui com seu pai. Veja com as monjas se pode visitar e sentar por uns instantes no quarto de meditação do Tulku Urgyen Rinpoche (incríveis livros dele em Kathmandu e no Kindle). A caminhada será de aprox. 1h, pouco menos ou pouco mais, dependendo as condições do caminho e o nosso ritmo. Veremos como o parque nacional estará com relação a entrada de veículos nessa época (pois muda bastante) se preferirmos que o carro busque. Ou então vale uma caminhada de volta para aproveitar o ar na natureza. Essa é a nossa sugestão. Dependendo o pique e experiência (nessa próxima opção em trilhas íngrimes e estreitas), há possibilidade de uma longa caminhada de volta à Boudha. A caminhada pelo parque, a princípio parece uma opção mais tranquila e segura pensando nos próximos dias da viagem. Conversaremos.
Dia livre
Um dia sempre muito pedido e bem vindo: dia livre para curtir Boudha, Kathmandu, alguma outra região como Patan, com mais tempo antes de seguirmos para Índia.
Voo
Escolhemos um voo com saída bem cedo do hotel para ter maior tranquilidade no final do dia em Delhi. Ida ao aeroporto (sugestão às 6h50 máximo 7h00) para o voo internacional à Delhi. Aeroporto de Kathmandu também nunca sabemos como estarão as filas para entrarmos, no check-in, imigração e security check. Chegada no aeroporto Delhi, traslado assistido até o hotel próximo do aeroporto para o voo amanhã cedo pela manhã.
Voo 28SET IndiGo 6E1152 Kathmandu 10h50 Delhi 12h25
Voo
Templo principal
Caminhada
Voo bem cedo pela manhã. Sugestão de saída do hotel às 5h45am. Chegada no aeroporto Gaggal e traslado à região mais acima de Dharamsala, onde vivem os tibetanos, chamada de Upper Dharamsala ou Mcleod Ganj, para o check-in em nosso hotel.
Para fechar o dia com chave de outro, sugerimos uma visita ao templo principal de Dharamsala. No andar de baixo há a sala dos panditas, um dos locais onde podemos receber ensinamentos. No andar de cima, há o templo de Kalachakra e o templo com as estátuas de Avolektsvara, o bodhisatva da compaixão, e do Guru Rinpoche, ou Padmasambhava, o grande mestre e yogi indiano que levou o Budismo ao Tibete no séc. XVIII. Verá que de cada lado do altar há um conjunto de livros (no formato tibetano). Um são principalmente as palavras do Buda, chamado em tibetano Kangyur, e o outro são comentários de grandes mestres, chamado Tengyur. Costumamos fazer pelo menos três circumumbulações, em tibetano ‘kora’, em volta desses dois templos no andar de cima.
Junto com a visita ao templo principal, uma kora (circumumbulação) pelo caminho em volta do morro onde fica a casa de SS o Dalai Lama é uma ótima forma de caminhar um pouco, se pegar hora do finalzinho da tarde, ou mesmo pôr do sol a luz e vistas são bem bonitas.
Voo Spice Jet SG2937 Delhi 07h50 Dharamsala 09h15
Ensinamento
Biblioteca Tibetana
Pela manhã ensinamento. Para traduções oficiais do tibetano para o inglês precisamos de um (1) rádio fm. Não é permitido entrada de celulares nos dias do ensinamento, assim pode ser um radinho bem simples analógico ou digital. Conversaremos. Um bom fone de ouvido ajuda. Também podemos, tanto trazer de casa como comprar no dia anterior facilmente: (2) uma almofoda e/ou tapetinho de yoga para sentarmos de forma mais confortável, (3) uma xícara ou garrafa (de plástico se quisermos evitar copos descartáveis), para levarmos água (no caso da garrafa) como para tomar o chá que oferecem nos intervalos. (4) Lembrarmos de usarmos roupa confortável para sentar durante a manhã, que será uma oportunidade muito especial.
À tarde faremos sugestão de uma caminhada até a Biblioteca Tibetana. Normalmente não fica aberta durante os ensinamentos (conversaremos com eles), ainda assim vale conhecer de fora, junto com o monastério do oráculo, Nechung. Sugerimos não incluirmos veículo, apenas guia, assim pode caminhar até a biblioteca e, se topar, de volta a Mcleod Ganj. Se preferir voltar de carro, sugerimos um simples táxi junto com o guia da biblioteca até McLeod Ganj.
Ensinamento
Tushita
Ensinamentos pela manhã.
À tarde podemos fazer uma caminhada até o centro do Lama Zopa Rinpoche, chamado Tushita. Lama Zopa é um grande mestre do Budismo Tibetano, nascido na região do Everest, seus centros e monastérios em todo o mundo tem excelentes cursos presenciais e online. Além das sempre incríveis bibliotecas (ver horário), pelas manhãs podemos participar de uma meditação com instrução (confirmarmos horário no dia anterior). À tarde é comum fazerem revisões dos ensinamentos de que tivemos pela manhã. Muito boa oportunidade. Também uma forma de conhecermos o ambiente de um centro de retiro em uma região um pouco mais alta de Dharamsala. Locais como o Tushita não gostam muito de guias, com motivação exclusivamente turística. Já interessados em conhecer, entender, aproveitar um local tão especial, claro, somos sempre muito bem vindos. E a caminhada é gostosa também. Assim, sugiro vermos como se sente nesse dia. Posso ligar para um taxista local para te levar até o Tushita e retorno. Assim, caso se sinta a vontade de fazer essa caminhada, pode optar por essa possibilidade também. Conversamos alguns dias antes, está bem?
Ensinamento
Veremos o que mais estará aberto
Ensinamentos pela manhã.
Veremos se encontramos mais alguma coisa aberta durante os dias de ensinamentos (alguns locais abrem na parte da tarde / confirmaremos), para sugerirmos formas de aproveitar essa tarde. Conversaremos sobre algumas possibilidades que temos em mente.
Voo
Visitas em Delhi
Cedo pela manhã traslado ao aeroporto. Sugiro sair do hotel às 7h30am. Chegando em Delhi, teremos guia e carro com motorista disponíveis. Sugestões de visitas: a última casa em que Gandhi viveu, Gandhi Smriti. A esplanada Kartavya Path onde está também o India Gate. O templo Sikh, Gurudwara Bangla Sahib. Todos próximos do hotel. Mais possibilidades de acordo com o ritmo e preferências: templo Laxminarayan, Humayun Tomb e já mais distante Templo Lótus e, na outra direção, Old Delhi.
Para ajudar a escolher seguem as possibilidades próximas do hotel em New Delhi: aqui. Mais ao sul de Delhi: aqui. E ao norte de Delhi: aqui. A maior parte das visitas não precisam ser pagas. Como veremos qual preferirá, se alguma tiver valor para entrar, tudo bem pagar na hora, Ashley? Melhor assim?
Voo Spice Jet SG2938 Dharamsala 09h35 Delhi 10h55
Voo
Transfer assistido do hotel ao aeroporto para o voo internacional ao Butão. Pensando em horário normal de check-in internacional, sugiro sair do hotel às 8h15. Se quiser chegar bem cedo para tentar garantir uma janela do lado das montanhas, possível sair, por exemplo, 1h antes. Há quem prefira sair ainda mais tempo antes para tentar garantir assento na janela, como quem prefira sair um pouco depois e ver o que é possível no check-in.
Pisar em solo butanês já é uma experiência… precisamos chegar lá para saber. Seguiremos com o nosso veículo até a capital, Thimphu, por aprox. 1h30. No caminho, iremos parar para ver a confluência dos rios Thimphu e Paro, aonde há 3 estupas de estilos: Tibetano, Nepalês e Butanês. Dependendo a hora que chegar no hotel e se estiver disponível, possibilidade de caminhada pela pequena cidade.
Voo KB201 Delhi 12h30 Paro 15h20
Memorial Chörten
Buddha Point
Escola de Arte
Tashichho Dzong
Aproveitaremos todo o nosso dia em Thimphu. Após café da manhã, faremos algumas koras junto com os butaneses ao redor da King’s Memorial Chörten (estupa em línguas de origem tibetana), idealizada pelo terceiro rei do país, o ‘pai do Butão moderno’, em nome da paz e prosperidade mundial. Continuando nosso passeio, visitaremos a grande estátua Kunsel Phodrang, ou Buda Point, de onde teremos uma visão do vale de Thimphu. Em seguida visitaremos Zorig Chusum, a escola de pintura, tecelagem e marcenaria tradicionais do Butão, onde os alunos estudam arte em um curso de 6 anos. No final da tarde visitaremos a Trashichhoedzong, a ‘fortaleza da gloriosa religião’, que é a sede governamental e religiosa do país, construída em 1641.
Dochula Pass
Chimi Lhakhang
Punakha Dzong
Hoje seguiremos viagem de Thimphu à Punakha, através do Dochula Pass, com seus 3080m de altitude. Dochula Pass, onde há muitas estupas e bandeiras de orações, oferece uma linda vista das montanhas em dias com céu limpo. Após cruzarmos o passo e almoço, no caminho, faremos uma caminhada de aprox. 1h entre plantações de arroz e vilarejos até o Chimi Lhakhang, monastério de um grande mestre de sabedoria louca, conhecido como o Templo da Fertilidade. Dizem os locais que para engravidar é só rezar nesse templo! Poderemos ler algum dos seus textos.
À tarde, visitaremos então a Punakha Dzong, o Palácio de Grande Felicidade. Construída na junção dos rios Phochu e Mochu em 1637, foi sede do governo e religião no passado. Retorno ao hotel para um bom jantar.
Chegada ao hotel para jantar e descanso.
Museu Nacional
Rinpung Dzong
Hora de retornarmos à Paro, cidade onde pousamos no Butão, para primeiro visitarmos o muito interessante Museu Nacional, onde poderemos aprender mais um pouco sobre a cultura butanesa, sua história, flora e rica fauna. Do museu seguimos então à Dzong de Paro, com bonitos painéis e vista da cidade. Seguimos até a cidade onde poderemos aproveitar o mercado, inclusive para comprarmos frutas secas, chocolate, bandeirolas e incensos para a nossa especial caminhada de amanhã!
Se interessar, podemos encontrar uma forma de organizar uma caminhada bem cedo, no início do dia, até a estupa Khamsum em Punakha. Vamos ver como estarão seus dias, trabalho, horários. Conversaremos.
Caminhada
Monastério Taktshang (Ninho do Tigre)
Gkyichu Lhakhang
Hoje é o grande dia da linda e especial caminhada ao Monastério Taktshang, o mais famoso do Butão encrostado numa rocha, onde Guru Rinpoche ali chegou sob as costas de uma tigresa e meditou um certo tempo. Poderemos visitar e sentar por alguns instantes em frente à caverna em que Guru Rinpoche meditou. É por isso que ele é assim chamado, o Ninho do Tigre, o templo mais sagrado do Butão. Pelos menos um vez ao ano os butaneses o visitam. Caminhada será de até aprox. 4 horas, com parada para um descanso de alguns minutos em uma cafeteria no meio do caminho. A volta é mais tranquila.
No caminho de volta à cidade, visitaremos o muito importante Kyichu Lhakhang, um dos 108 monastérios do séc.VII, construído pelo rei tibetano Songtsen Gampo. A construção desse templo marca o começo do Budismo no Butão. Será uma forma muito especial de concluir nossos dias no Butão. Nela, há o local de prática do Dilgo Khyentse Rinpoche, do monastério Shechen, que teremos visitado em Kham. Uma boa refeição e preparativos para o voo amanhã.
Voos
Após café da manhã, traslado ao aeroporto e despedida do motorista e guia que nos acompanharam por todos dias no Butão.
Possibilidades de lounges que vimos juntos no aeroporto de Delhi, o mesmo quarto que usou na chegada se reservarmos com antecedência e possibilidade de um quarto maior em outra área do aeroporto, de um Holiday Inn Express que parece que é possível nessa situação também, além do Holiday Inn Express na área internacional. Nesse domingo, primeiro de outubro, checarei novamente no aeroporto. Caso queira dar uma volta por Delhi também, conversamos.
Muito bom retorno, Ashley!
Voos
Druk Air KB200 Paro 09h40 Delhi 11h30
United UA83 Delhi 23h35 New York 06h25 +1