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Chegada
Briefing
Caminhada
Agrasen Ki Baoli
Akshardham
Gandhi Smriti
Gurudwara Bangla Sahib
Crafts Museum
Dia livre
Dilli Haat
Lodi Garden
Mausoléu de Humayun
Museu Nacional
Old Delhi
Paharganj
Qutb Minar
Raj Ghat
Kartavya Path (Rajpath)
Red Fort
Tarde livre
Templo Lakshmi Narayan
Templo Lótus
Templo Hare Krishna
Viagem de carro
Voo
Chegadas
Chegada à noite com recepção pelo Guilherme
Em sua chegada, você já será assistida(o) por nossos representantes locais que junto com Guilherme estarão aguardando com uma placa com o seu nome (ou escrito Chörten) no aeroporto. Conversaremos sobre a chegada em nosso briefing (mais aqui), como por exemplo que acompanhamos chegada de cada Viajante Chörten. Inclusive se o primeiro voo chegou na hora certa para conexão ou em tempo para segundo voo. Transferência ao hotel com assistência, localizado em uma região central, com interessantes possibilidades de passeios e atividades culturais. Hora de descansar para amanhã conhecermos a região.
Personalizada com passeio
Em sua chegada, você já será assistida(o) por nossos representantes locais que estarão aguardando com uma placa com o seu nome (ou escrito Chörten) no aeroporto. Acompanhamos chegada de cada Viajante Chörten, mantendo contato por telefone com a equipe de nossos representantes no aeroporto, desde antes seu avião pousar até o momento que nos falarmos. Para que fique 100% tranquilo(a) que estamos acompanhando e nos certificando que sua chegada está sendo cuidada. Transferência ao hotel com assistência, localizado em uma região central, com interessantes possibilidades de passeios e atividades culturais. Em nosso primeiro dia estaremos chegando, nos ajustando ao fuso e buscando, apesar do cansaço das horas de voo, dormir no período certo, não durante o dia como no fuso que estamos habituados. Por esses motivos que a sugestão para os primeiros passeios é que sejam bastante light, como também por não estarmos, ainda, processando muito bem as informações.
Nossas sugestões de passeios para essa tarde são: Kartavya Path (Rajpath) com o India Gate, Gurudwara Bangla Sahib e templo Lakshminarayan. Se tiver pique para mais coisas, temos algumas possibilidades extras em mente. Favor nos avisar e conversamos.
Especialista com passeio
Em sua chegada, você já será assistida(o) por nossos representantes locais que estarão aguardando com uma placa com o seu nome no aeroporto. Acompanhamos a chegada de cada Viajante Chörten, mantendo contato por telefone com a equipe de nossos representantes no aeroporto desde antes da sua chegada. Inclusive certificando se já entraram em contato com o hotel, avisando de sua chegada, para que seu quarto esteja disponível o quanto antes, de acordo com as possibilidades do hotel no dia. Assim que encontrar com nosso representante no aeroporto, entraremos em contato por telefone ou Whatsapp para sabermos se podemos ser de ajuda de alguma forma. O especialista brasileiro da viagem já estará no hotel aguardando pela sua chegada. Transferência ao hotel com nosso próprio veículo, com assistência, localizado em uma região central, com interessantes possibilidades de passeios culturais. Para aqueles que chegarem em um voo pela manhã, possibilidade de uma breve caminhada na região do hotel no período da tarde.
Chegada à noite personalizada
Bem vinda(o) à Índia!
Em sua chegada, será assistida(o) por nossos representantes locais que estarão aguardando com uma placa com o seu nome (ou escrito Chörten) no aeroporto. Acompanhamos chegada de cada Viajante Chörten, mantendo contato por telefone com a equipe de nossos representantes no aeroporto, desde antes seu avião pousar até o momento que nos falarmos. Para que fique 100% tranquilo(a) que estamos acompanhando e nos certificando que sua chegada está sendo cuidada. Transferência ao hotel com assistência, localizado em uma região central, com interessantes possibilidades de passeios e atividades culturais. Em nosso primeiro dia estaremos chegando, nos ajustando ao fuso e buscando, apesar do cansaço das horas de voo, será de grande ajuda ao aproveitamento dos próximos dias que consigamos dormir no período certo. Combinaremos o horário do início do dia de manhã conforme sua disposição nessa noite. Esperamos que consiga descansar bem nessa noite.
Para aqueles que chegarem em um voo pela manhã, possibilidade de uma breve caminhada na região do hotel no período da tarde.
Especialista início primeiro dia do programa
Agora sim, com a chegada de todo grupo, nos encontraremos no café da manhã e em seguida sentaremos para revisar rapidamente as importantes dicas de viagem na Índia. Trânsito, alimentação, higiene, questões culturais, de logística e segurança são alguns dos assuntos sobre os quais já teremos conversado antes da viagem e o especialista, agora in loco, irá relembrar e esclarecer quaisquer dúvidas para que aproveitem ao máximo possível a viagem. São preciosos minutos que ajudarão muito todos próximos dias neste país com uma vasta história, culturas milenares, um conhecimento e visão de mundo que ainda não compreendemos bem a partir dos nossos backgrounds e pontos de vista do Ocidente.
Sugestão CAMINHADA
Converse com seu guia, nossa sugestão é que nossa primeira experiência na Índia seja uma caminhada leve, até o primeiro local que visitaremos nessa primeira tarde, próximo do nosso hotel.
Mais uma especial visita para o nosso dia, é a última casa onde Gandhi viveu, conhecida como Birla House. Aprenderemos um pouco sobre essa importante parte da história dessa nação, como sobre a vida e o momento final deste grande líder, exemplo da prática de Ahimsa (não violência) e da cultura de paz até os dias de hoje em todo mundo. Hoje, em formato de um museu interativo, com uma coleção de fotografias e objetos de Gandhi, chamado Gandhi Smriti. Provavelmente não recomendaremos olhar todo o museu com todo o tempo do mundo para dar tempo de conhecer o museu, a história do Gandhi de perto, como outros locais importantes de Delhi. Uma caminhada para conhecer o museu, olhando com mais tempo para uma ou outra parte sobre a vida de Gandhi, costuma funcionar muito bem. Sugestão: sigam até os fundos da casa onde Gandhi foi assassinado no caminho do local onde fazia suas preces diárias. Volte entrando no quarto de Gandhi, visitando esse andar. Ao subir às escadas, há voluntários, por vezes estudantes, disponíveis para apresentar o museu. Experiência: eles podem ser muito bacanas ao mesmo tempo que a apresentação deles pode levar um tempo imenso. Perguntem se podem apresentar as 3 ou 4 partes mais importantes e então sigam por conta própria.
Em seguida, uma visita ao templo Sikh, religião do séc. XVI e região de Punjab na Índia, seguramente é uma boa opção. Na bonita Gurudwara Bangla Sahib, ouviremos seus cânticos, observaremos como fazem suas preces dentro do templo e ao redor de um tanque sagrado. Também poderemos conhecer a cozinha onde voluntários oferecem refeições para milhares de pessoas diariamente, independente de classe social e religião.
Podemos dar uma volta também por um dos parques em que os locais frequentam para suas caminhadas, muito bonito, o Lodi Garden.
Uma volta por um dos parques em que os locais frequentam para suas caminhadas, muito bonito, com mausóleos dos vários sultões de Delhi, o Lodi Garden, é uma ótima opção que combina história, natureza e oportunidade para observarmos o dia a dia dos residentes locais.
Segundo dos seis principais imperadores mugais, Humayun (1508-1556), seu mausoléu foi construído em Delhi, o primeiro com arquitetura associada a um jardim e uso da pedra arenito vermelho nessa escala na Índia. Assim o antecessor e de beleza próxima do Taj Mahal, há quem considera este monumento ainda mais bonito.
Uma visita bastante interessante em Delhi é o Museu Nacional. É possível passarmos muitas horas ou dias para apreciarmos cada salão e exposições sobre a história, artes e povos da Índia. Uma boa forma de aproveitarmos essa oportunidade é visitando um salão principal e as relíquias de Buda. A mochila precisa ficar em um guarda objetos antes de entrar no prédio do museu (pequenas bolsas femininas ou polchetes costumam poder entrar) e então, logo antes de subir as escadas da entrada, não deixe de dar uma olhada às sua esquerda em uma das se não a primeira carta de direitos humanos, esculpida em uma pedra, de acordo com as leis do grande imperador indiano do séc. III a.C., Ashoka. Logo após a sua entrada, um dos primeiros salões é o sobre Mohenjodaro e Harappa, berço dessa cultura indiana, entre 3500 e 1500 a. C.. Logo na entrada desse salão há um interesse comparativo das épocas das antigas civilizações da humanidade. Em seguida temos objetos dessa época, sendo os principais: o selo com o que deve ter vindo a ser Shiva (na forma de Pashupati possivelmente), e escultura da cabeça do sacerdode e a garota dançarina. Daí então caminhamos (cuidem do tempo de vocês por favor), sem parar muito com o objetivo de usar um tempo mais curto do nosso dia no museu, pelos demais salões, até chegarmos em uma relíquia de Buda. É comum encontrarmos praticantes do método deste mestre nepalês/indiano (Sakya), sentados em meditação ao redor de suas relíquias. Essa pode ser seguramente uma benéfica marca mental que podemos nos oferecer por alguns minutos, nesse treino e familiarização com o estado natural de nossas mentes, mais em paz e de melhor capacitada a beneficiar um maior número de pessoas e seres sencientes (simplificadamente: seres com consciência) de forma geral. Se quiser dar uma rápida olhada nos salões das tribos indianas e sobre os instrumentos no último andar, com muito foco e cuidado com o tempo, corra ;-)! Brincadeira. Mas cuidem do tempo e uso do dia de vocês nessa incrível cidade.
Começaremos os nossos passeios com o que é na verdade uma das várias Delhis, que existiram em épocas e impérios diversos em uma sucessão de cidades vizinhas. A última e oitava Delhi é onde nos hospedamos, construída pelos ingleses, chamada de Nova Delhi. A sétima foi construída por Shah Jahan, um dos grandes imperadores mughais, o mesmo que construiu o Taj Mahal, na época conhecida como Shajahanabad. Hoje chamamos de Old Delhi ou a Velha Delhi. Visitaremos a grande mesquita do Imperador, a Jama Masjid. Nela, para quem quiser, há possibilidade de uma caminhada minareta acima! De onde temos vista da cidade e do Red Fort por cima. Converse com seu guia. Ele não precisa subir. Só tome bastante cuidado na plataforma lá em cima, por favor.
Em seguida caminharemos pelas ruelas de seu antigo bazar. Há uma lojinha muiito antiga, que passa de pai para filho há muito tempo, de essências (sândalo, etc) e incensos chamada Gulab Singh Johri Mal que em si é um passeio. Pode comprar em uma caixinha um óleo junto com um dos frascos bem típicos dessa região mulçumana de Delhi. Na sequência do passeio pelas ruelas dos bazares a maior parte dos guias gostam de fazer de rickshaw de bicicleta. Recomendamos muito que façam o passeio caminhando, para ter mais contato e poder ver melhor o bazar. Possibilidade de visitar um pequeno templo do Jainismo, muito antigo, com lindas pinturas. Há mais de um templo Jain na região, esse fica na vilinha chamada Naughara Gali, no Kinari bazar. Seguimos então até chegarmos em frente ao Red Fort, onde está o importante Lahori Gate. Foi nele que importantes falas da história da Índia aconteceram, como da independência deste país, hoje a maior democracia em todo o mundo, em que valores e costumes milenares convivem ao mesmo tempo com conhecimentos e tecnologias extremamente modernos.
Guardaremos nossa visita a um dos Red Forts para o de Agra, com mais história, mais bonito e melhor conservado.
Visitaremos o Red Fort, construído em arenito vermelho e mármore branco no séc. XVII, também pelo imperador Shah Jahan. Utilizado pelo Império Mughal por aprox. 200 anos, entenderemos como viviam, com seus jardins, aposentos, salões de audiências públicas e privadas. Veremos que foi utilizado também pelo exército inglês.
No caminho de volta à região de nosso hotel, prestaremos homenagem ao memorial onde Gandhi foi cremado, o Raj Ghat. Veremos qual foi sua última palavra, sinal de grande realização em seu caminho espiritual. Quem gosta de fotografias, procurem por imagens feitas por Cartier-Bresson, um dos grandes fotógrafos que já existiram, que estava em Delhi nesse dia.
Próximo do nosso hotel, está a esplanada construída pelos ingleses no séc. XX, chamada Kartavya Path (Rajpath). Nela está o India Gate, marco da cidade, construído em homenagem aos combatentes na grande guerra, onde podemos descer para tirar algumas fotos. No outro lado da Kartavya Path está a casa da atual presidente da Índia.
Próximo do nosso hotel, está a esplanada construída pelos ingleses no séc. XX, chamada Kartavya Path (Rajpath). Nela está o India Gate, marco da cidade, construído em homenagem aos combatentes na grande guerra. Normalmente acabamos passando por ela por mais de uma vez durante nossos dias em Delhi. Dependendo das regras no dia, o que às vezes tem sido possível é combinarmos com o guia e motorista de descermos próximo do India Gate para fazermos uma foto, o motorista dá uma volta, então passa de novo para nos pegar dali uns minutos ou estaciona ali perto. Outra possibilidade é, em nossas passagens pela Kartavya Path, nosso motorista passar lentamente para fazermos nossas fotos do carro mesmo. Veja como prefere, ok? Do outro lado da Kartavya Path está casa da atual presidente da Índia.
Nessa mesma região também conheceremos um templo da famosa organização ISKCON, conhecida como Hare Krishna. Devotos deste que é o oitavo avatar do deus hindu Vishnu, essa é uma oportunidade para observarmos como essa tradição pratica seu método, com bastante música, aqui na Índia.
Também próximo na região do nosso hotel está o templo hindu Lakshminarayan, também conhecido como Birla (importante família indiana) Mandir (templo em Hindi). Veremos muitos templos hindus durante a viagem, dos menores nas calçadas e em frente às casas, aos maiores, como nesse caso. São oportunidades para aprendermos e refletirmos um pouco sobre o conhecimento, sabedoria e método de aprendizado que vem sendo praticado há milênios em todo subcontinente asiático: do Vale do rio Hindus (do Mt. Kailash no Tibete ao Paquistão), se estendendo pela Planície Gangética (de Rishikesh à Kolkata), passando por todo o Himalaya até o Sul da Índia. Aproveite e pergunte ao seu guia sobre as suas dúvidas e curiosidades sobre o Hinduísmo, assim como aos frequentadores do templo, incluindo aqui os sacerdotes. Ouvimos diferentes respostas, sob diferentes abordagens e níveis de compreensão desse conhecimento, dos mais iniciantes aos mais realizados, dos mais populares aos mais acadêmicos.
Mais ao sul da cidade, visitaremos o bonito Templo Lótus. Construído no formato de seu nome, é da religião chamada Bahá’í, fundada no séc. XIX, na antiga Pérsia, ao visitá-lo todos seremos convidados a ficar em silêncio por um instante. Uma oportunidade e experiência interessante no meio desta grande movimentada cidade. Após a visita do templo, às vezes aberto, mais a frente do caminho de saída (antes de virar à direita para o portão da rua), há umas escadas que levam para uma exposição sobre a história e trabalho sobre essa religião. Interessante dar uma olhada e ter contato com breves exposições sobre seus pensamentos.
Pensamos que de visitar mais um local em que teremos a oportunidade de conhecer mais um pouco sobre o artesanato da Índia, o Crafts Museum. Nele há um pequeno museu com um foco um pouco maior nas artes das várias regiões do país, há uma apresentação ao céu aberto sobre as artes dos vilarejos de algumas regiões indianas e uma lojinha onde alguns artistas vendem seus produtos.
Vejam se já é hora para uma refeição, pois dependerá bastante se houve café da manhã (extra nesse primeiro dia) no hotel ou não (normalmente não mas às vezes pegamos café da manhã aberto). Assim é possível que nesse momento uma boa refeição caia muito bem, como pode ser que fique melhor após todas visitas e passeios, está bem? Sugestão para uma primeira refeição na Índia: uma muito boa típica comida indiana em um antigo restaurante de Delhi que indicaremos.
Provavelmente já será hora para uma boa refeição quando estivermos de volta à região com melhor estrutura na cidade, próxima do nosso hotel. Sugestões: uma típica comida do sul da Índia em lugar simples muitíssimo procurado pelos indianos ou então um lugar com comida do norte da Índia, mesma comida de ontem, em um restaurante mais sofisticado. Conversaremos.
Provavelmente já será hora para um almoço. Veja no dia se gostaria de comer em um dos restaurantes que indicamos nos dias anteriores, uma comida ocidental (às vezes gostamos de variar um pouco) ou mesmo algo mais simples, como uma quiche, em um café que podemos indicar também.
Algo um pouco diferente que faremos hoje, será conhecer a bagunça do Main Bazar (rua principal do mercado) de Paharganj. Região (bagunçada) onde ficam os pequenos hotéis dos viajantes mochileiros, lojas onde muitos estrangeiros compram produtos para venderem em seus países. Além ou no meio dessa bagunça, do lado da estação do metrô (Ramakrishna Mission metro station) do Paharganj Main Bazar (pois do outro lado dessa longa rua temos a estação de trem de Nova Delhi), temos o Ashram do Swami Vivekananda e seu professor, Ramakrishna. Swami Vivekananda foi um grande mestre e expoente dos estudos hindus na Índia e no Ocidente no séc. passado. Ramakrishna foi um grande mestre, conhecido por sua sabedoria louca (crazy wisdom), que tanto nos ajuda a quebrarmos alguns paradigmas. Sugestão: programe seu horário com o guia, veja o horário do pôr do sol em Delhi nesse dia (aqui), e quando chegar em Paharganj, veja no ashram que hora exata será o Aarti, cerimônia do final do dia. Então ‘bata perna’ por Paharganj e volte na hora do Aarti. Sente ali (no fundo próximo da porta talvez) por uns instantes e então veja se é hora de voltar à bagunça, comer em um lugar com melhor estrutura ou hora de retornar ao hotel.
Faremos um visita no sul de Delhi é a Qutb Minar (consoantes mudas em Sânscrito e Hindi podem ter o som como se fossem combinadas com a vogal ‘a’: Qutab Minar) para conhecermos um importante monumento para a história da cidade. Essa muito bonita minareta é um dos tantos registros dos Sultanos que existiram entre as várias Delhis.
Akshardham é um templo relativamente novo com uma arquitetura muito bonita. Além de sua beleza, é interessante vermos como os antigos milenares templos que visitamos na Índia, são construídos da mesma forma que os novos. Não há muito diferença entre o antigo e novo. As linhagens, conhecimentos e relação deles com o dia a dia dos indianos seguem continuamente há milênios. Há uma oportunidade de observar a história da espiritualidade nessa região do mundo de uma forma curiosa, no complexo do templo, que iremos conversar.
Uma visita rápida ao mesmo tempo muito bonita é o poço do séc. XIV, Agrasen Ki Baoli.
Checaremos a agenda cultural da cidade para os dias em Delhi, como possibilidade de uma especial atividade, onde grandes artistas do país se apresentam.
Checaremos a agenda cultural da cidade para os dias em Delhi, como possibilidade de uma especial atividade, onde grandes artistas do país se apresentam.
Voo:
Chegada
Briefing
Caminhada
Agrasen Ki Baoli
Akshardham
Gandhi Smriti
Gurudwara Bangla Sahib
Crafts Museum
Dia livre
Dilli Haat
Lodi Garden
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Old Delhi
Paharganj
Qutb Minar
Raj Ghat
Kartavya Path (Rajpath)
Red Fort
Tarde livre
Templo Lakshmi Narayan
Templo Lótus
Templo Hare Krishna
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Chegada à noite com recepção pelo Guilherme
Em sua chegada, você já será assistida(o) por nossos representantes locais que junto com Guilherme estarão aguardando com uma placa com o seu nome (ou escrito Chörten) no aeroporto. Conversaremos sobre a chegada em nosso briefing (mais aqui), como por exemplo que acompanhamos chegada de cada Viajante Chörten. Inclusive se o primeiro voo chegou na hora certa para conexão ou em tempo para segundo voo. Transferência ao hotel com assistência, localizado em uma região central, com interessantes possibilidades de passeios e atividades culturais. Hora de descansar para amanhã conhecermos a região.
Personalizada com passeio
Em sua chegada, você já será assistida(o) por nossos representantes locais que estarão aguardando com uma placa com o seu nome (ou escrito Chörten) no aeroporto. Acompanhamos chegada de cada Viajante Chörten, mantendo contato por telefone com a equipe de nossos representantes no aeroporto, desde antes seu avião pousar até o momento que nos falarmos. Para que fique 100% tranquilo(a) que estamos acompanhando e nos certificando que sua chegada está sendo cuidada. Transferência ao hotel com assistência, localizado em uma região central, com interessantes possibilidades de passeios e atividades culturais. Em nosso primeiro dia estaremos chegando, nos ajustando ao fuso e buscando, apesar do cansaço das horas de voo, dormir no período certo, não durante o dia como no fuso que estamos habituados. Por esses motivos que a sugestão para os primeiros passeios é que sejam bastante light, como também por não estarmos, ainda, processando muito bem as informações.
Nossas sugestões de passeios para essa tarde são: Kartavya Path (Rajpath) com o India Gate, Gurudwara Bangla Sahib e templo Lakshminarayan. Se tiver pique para mais coisas, temos algumas possibilidades extras em mente. Favor nos avisar e conversamos.
Especialista com passeio
Em sua chegada, você já será assistida(o) por nossos representantes locais que estarão aguardando com uma placa com o seu nome no aeroporto. Acompanhamos a chegada de cada Viajante Chörten, mantendo contato por telefone com a equipe de nossos representantes no aeroporto desde antes da sua chegada. Inclusive certificando se já entraram em contato com o hotel, avisando de sua chegada, para que seu quarto esteja disponível o quanto antes, de acordo com as possibilidades do hotel no dia. Assim que encontrar com nosso representante no aeroporto, entraremos em contato por telefone ou Whatsapp para sabermos se podemos ser de ajuda de alguma forma. O especialista brasileiro da viagem já estará no hotel aguardando pela sua chegada. Transferência ao hotel com nosso próprio veículo, com assistência, localizado em uma região central, com interessantes possibilidades de passeios culturais. Para aqueles que chegarem em um voo pela manhã, possibilidade de uma breve caminhada na região do hotel no período da tarde.
Chegada à noite personalizada
Bem vinda(o) à Índia!
Em sua chegada, será assistida(o) por nossos representantes locais que estarão aguardando com uma placa com o seu nome (ou escrito Chörten) no aeroporto. Acompanhamos chegada de cada Viajante Chörten, mantendo contato por telefone com a equipe de nossos representantes no aeroporto, desde antes seu avião pousar até o momento que nos falarmos. Para que fique 100% tranquilo(a) que estamos acompanhando e nos certificando que sua chegada está sendo cuidada. Transferência ao hotel com assistência, localizado em uma região central, com interessantes possibilidades de passeios e atividades culturais. Em nosso primeiro dia estaremos chegando, nos ajustando ao fuso e buscando, apesar do cansaço das horas de voo, será de grande ajuda ao aproveitamento dos próximos dias que consigamos dormir no período certo. Combinaremos o horário do início do dia de manhã conforme sua disposição nessa noite. Esperamos que consiga descansar bem nessa noite.
Para aqueles que chegarem em um voo pela manhã, possibilidade de uma breve caminhada na região do hotel no período da tarde.
Especialista início primeiro dia do programa
Agora sim, com a chegada de todo grupo, nos encontraremos no café da manhã e em seguida sentaremos para revisar rapidamente as importantes dicas de viagem na Índia. Trânsito, alimentação, higiene, questões culturais, de logística e segurança são alguns dos assuntos sobre os quais já teremos conversado antes da viagem e o especialista, agora in loco, irá relembrar e esclarecer quaisquer dúvidas para que aproveitem ao máximo possível a viagem. São preciosos minutos que ajudarão muito todos próximos dias neste país com uma vasta história, culturas milenares, um conhecimento e visão de mundo que ainda não compreendemos bem a partir dos nossos backgrounds e pontos de vista do Ocidente.
Sugestão CAMINHADA
Converse com seu guia, nossa sugestão é que nossa primeira experiência na Índia seja uma caminhada leve, até o primeiro local que visitaremos nessa primeira tarde, próximo do nosso hotel.
Mais uma especial visita para o nosso dia, é a última casa onde Gandhi viveu, conhecida como Birla House. Aprenderemos um pouco sobre essa importante parte da história dessa nação, como sobre a vida e o momento final deste grande líder, exemplo da prática de Ahimsa (não violência) e da cultura de paz até os dias de hoje em todo mundo. Hoje, em formato de um museu interativo, com uma coleção de fotografias e objetos de Gandhi, chamado Gandhi Smriti. Provavelmente não recomendaremos olhar todo o museu com todo o tempo do mundo para dar tempo de conhecer o museu, a história do Gandhi de perto, como outros locais importantes de Delhi. Uma caminhada para conhecer o museu, olhando com mais tempo para uma ou outra parte sobre a vida de Gandhi, costuma funcionar muito bem. Sugestão: sigam até os fundos da casa onde Gandhi foi assassinado no caminho do local onde fazia suas preces diárias. Volte entrando no quarto de Gandhi, visitando esse andar. Ao subir às escadas, há voluntários, por vezes estudantes, disponíveis para apresentar o museu. Experiência: eles podem ser muito bacanas ao mesmo tempo que a apresentação deles pode levar um tempo imenso. Perguntem se podem apresentar as 3 ou 4 partes mais importantes e então sigam por conta própria.
Em seguida, uma visita ao templo Sikh, religião do séc. XVI e região de Punjab na Índia, seguramente é uma boa opção. Na bonita Gurudwara Bangla Sahib, ouviremos seus cânticos, observaremos como fazem suas preces dentro do templo e ao redor de um tanque sagrado. Também poderemos conhecer a cozinha onde voluntários oferecem refeições para milhares de pessoas diariamente, independente de classe social e religião.
Podemos dar uma volta também por um dos parques em que os locais frequentam para suas caminhadas, muito bonito, o Lodi Garden.
Uma volta por um dos parques em que os locais frequentam para suas caminhadas, muito bonito, com mausóleos dos vários sultões de Delhi, o Lodi Garden, é uma ótima opção que combina história, natureza e oportunidade para observarmos o dia a dia dos residentes locais.
Segundo dos seis principais imperadores mugais, Humayun (1508-1556), seu mausoléu foi construído em Delhi, o primeiro com arquitetura associada a um jardim e uso da pedra arenito vermelho nessa escala na Índia. Assim o antecessor e de beleza próxima do Taj Mahal, há quem considera este monumento ainda mais bonito.
Uma visita bastante interessante em Delhi é o Museu Nacional. É possível passarmos muitas horas ou dias para apreciarmos cada salão e exposições sobre a história, artes e povos da Índia. Uma boa forma de aproveitarmos essa oportunidade é visitando um salão principal e as relíquias de Buda. A mochila precisa ficar em um guarda objetos antes de entrar no prédio do museu (pequenas bolsas femininas ou polchetes costumam poder entrar) e então, logo antes de subir as escadas da entrada, não deixe de dar uma olhada às sua esquerda em uma das se não a primeira carta de direitos humanos, esculpida em uma pedra, de acordo com as leis do grande imperador indiano do séc. III a.C., Ashoka. Logo após a sua entrada, um dos primeiros salões é o sobre Mohenjodaro e Harappa, berço dessa cultura indiana, entre 3500 e 1500 a. C.. Logo na entrada desse salão há um interesse comparativo das épocas das antigas civilizações da humanidade. Em seguida temos objetos dessa época, sendo os principais: o selo com o que deve ter vindo a ser Shiva (na forma de Pashupati possivelmente), e escultura da cabeça do sacerdode e a garota dançarina. Daí então caminhamos (cuidem do tempo de vocês por favor), sem parar muito com o objetivo de usar um tempo mais curto do nosso dia no museu, pelos demais salões, até chegarmos em uma relíquia de Buda. É comum encontrarmos praticantes do método deste mestre nepalês/indiano (Sakya), sentados em meditação ao redor de suas relíquias. Essa pode ser seguramente uma benéfica marca mental que podemos nos oferecer por alguns minutos, nesse treino e familiarização com o estado natural de nossas mentes, mais em paz e de melhor capacitada a beneficiar um maior número de pessoas e seres sencientes (simplificadamente: seres com consciência) de forma geral. Se quiser dar uma rápida olhada nos salões das tribos indianas e sobre os instrumentos no último andar, com muito foco e cuidado com o tempo, corra ;-)! Brincadeira. Mas cuidem do tempo e uso do dia de vocês nessa incrível cidade.
Começaremos os nossos passeios com o que é na verdade uma das várias Delhis, que existiram em épocas e impérios diversos em uma sucessão de cidades vizinhas. A última e oitava Delhi é onde nos hospedamos, construída pelos ingleses, chamada de Nova Delhi. A sétima foi construída por Shah Jahan, um dos grandes imperadores mughais, o mesmo que construiu o Taj Mahal, na época conhecida como Shajahanabad. Hoje chamamos de Old Delhi ou a Velha Delhi. Visitaremos a grande mesquita do Imperador, a Jama Masjid. Nela, para quem quiser, há possibilidade de uma caminhada minareta acima! De onde temos vista da cidade e do Red Fort por cima. Converse com seu guia. Ele não precisa subir. Só tome bastante cuidado na plataforma lá em cima, por favor.
Em seguida caminharemos pelas ruelas de seu antigo bazar. Há uma lojinha muiito antiga, que passa de pai para filho há muito tempo, de essências (sândalo, etc) e incensos chamada Gulab Singh Johri Mal que em si é um passeio. Pode comprar em uma caixinha um óleo junto com um dos frascos bem típicos dessa região mulçumana de Delhi. Na sequência do passeio pelas ruelas dos bazares a maior parte dos guias gostam de fazer de rickshaw de bicicleta. Recomendamos muito que façam o passeio caminhando, para ter mais contato e poder ver melhor o bazar. Possibilidade de visitar um pequeno templo do Jainismo, muito antigo, com lindas pinturas. Há mais de um templo Jain na região, esse fica na vilinha chamada Naughara Gali, no Kinari bazar. Seguimos então até chegarmos em frente ao Red Fort, onde está o importante Lahori Gate. Foi nele que importantes falas da história da Índia aconteceram, como da independência deste país, hoje a maior democracia em todo o mundo, em que valores e costumes milenares convivem ao mesmo tempo com conhecimentos e tecnologias extremamente modernos.
Guardaremos nossa visita a um dos Red Forts para o de Agra, com mais história, mais bonito e melhor conservado.
Visitaremos o Red Fort, construído em arenito vermelho e mármore branco no séc. XVII, também pelo imperador Shah Jahan. Utilizado pelo Império Mughal por aprox. 200 anos, entenderemos como viviam, com seus jardins, aposentos, salões de audiências públicas e privadas. Veremos que foi utilizado também pelo exército inglês.
No caminho de volta à região de nosso hotel, prestaremos homenagem ao memorial onde Gandhi foi cremado, o Raj Ghat. Veremos qual foi sua última palavra, sinal de grande realização em seu caminho espiritual. Quem gosta de fotografias, procurem por imagens feitas por Cartier-Bresson, um dos grandes fotógrafos que já existiram, que estava em Delhi nesse dia.
Próximo do nosso hotel, está a esplanada construída pelos ingleses no séc. XX, chamada Kartavya Path (Rajpath). Nela está o India Gate, marco da cidade, construído em homenagem aos combatentes na grande guerra, onde podemos descer para tirar algumas fotos. No outro lado da Kartavya Path está a casa da atual presidente da Índia.
Próximo do nosso hotel, está a esplanada construída pelos ingleses no séc. XX, chamada Kartavya Path (Rajpath). Nela está o India Gate, marco da cidade, construído em homenagem aos combatentes na grande guerra. Normalmente acabamos passando por ela por mais de uma vez durante nossos dias em Delhi. Dependendo das regras no dia, o que às vezes tem sido possível é combinarmos com o guia e motorista de descermos próximo do India Gate para fazermos uma foto, o motorista dá uma volta, então passa de novo para nos pegar dali uns minutos ou estaciona ali perto. Outra possibilidade é, em nossas passagens pela Kartavya Path, nosso motorista passar lentamente para fazermos nossas fotos do carro mesmo. Veja como prefere, ok? Do outro lado da Kartavya Path está casa da atual presidente da Índia.
Nessa mesma região também conheceremos um templo da famosa organização ISKCON, conhecida como Hare Krishna. Devotos deste que é o oitavo avatar do deus hindu Vishnu, essa é uma oportunidade para observarmos como essa tradição pratica seu método, com bastante música, aqui na Índia.
Também próximo na região do nosso hotel está o templo hindu Lakshminarayan, também conhecido como Birla (importante família indiana) Mandir (templo em Hindi). Veremos muitos templos hindus durante a viagem, dos menores nas calçadas e em frente às casas, aos maiores, como nesse caso. São oportunidades para aprendermos e refletirmos um pouco sobre o conhecimento, sabedoria e método de aprendizado que vem sendo praticado há milênios em todo subcontinente asiático: do Vale do rio Hindus (do Mt. Kailash no Tibete ao Paquistão), se estendendo pela Planície Gangética (de Rishikesh à Kolkata), passando por todo o Himalaya até o Sul da Índia. Aproveite e pergunte ao seu guia sobre as suas dúvidas e curiosidades sobre o Hinduísmo, assim como aos frequentadores do templo, incluindo aqui os sacerdotes. Ouvimos diferentes respostas, sob diferentes abordagens e níveis de compreensão desse conhecimento, dos mais iniciantes aos mais realizados, dos mais populares aos mais acadêmicos.
Mais ao sul da cidade, visitaremos o bonito Templo Lótus. Construído no formato de seu nome, é da religião chamada Bahá’í, fundada no séc. XIX, na antiga Pérsia, ao visitá-lo todos seremos convidados a ficar em silêncio por um instante. Uma oportunidade e experiência interessante no meio desta grande movimentada cidade. Após a visita do templo, às vezes aberto, mais a frente do caminho de saída (antes de virar à direita para o portão da rua), há umas escadas que levam para uma exposição sobre a história e trabalho sobre essa religião. Interessante dar uma olhada e ter contato com breves exposições sobre seus pensamentos.
Pensamos que de visitar mais um local em que teremos a oportunidade de conhecer mais um pouco sobre o artesanato da Índia, o Crafts Museum. Nele há um pequeno museu com um foco um pouco maior nas artes das várias regiões do país, há uma apresentação ao céu aberto sobre as artes dos vilarejos de algumas regiões indianas e uma lojinha onde alguns artistas vendem seus produtos.
Vejam se já é hora para uma refeição, pois dependerá bastante se houve café da manhã (extra nesse primeiro dia) no hotel ou não (normalmente não mas às vezes pegamos café da manhã aberto). Assim é possível que nesse momento uma boa refeição caia muito bem, como pode ser que fique melhor após todas visitas e passeios, está bem? Sugestão para uma primeira refeição na Índia: uma muito boa típica comida indiana em um antigo restaurante de Delhi que indicaremos.
Provavelmente já será hora para uma boa refeição quando estivermos de volta à região com melhor estrutura na cidade, próxima do nosso hotel. Sugestões: uma típica comida do sul da Índia em lugar simples muitíssimo procurado pelos indianos ou então um lugar com comida do norte da Índia, mesma comida de ontem, em um restaurante mais sofisticado. Conversaremos.
Provavelmente já será hora para um almoço. Veja no dia se gostaria de comer em um dos restaurantes que indicamos nos dias anteriores, uma comida ocidental (às vezes gostamos de variar um pouco) ou mesmo algo mais simples, como uma quiche, em um café que podemos indicar também.
Algo um pouco diferente que faremos hoje, será conhecer a bagunça do Main Bazar (rua principal do mercado) de Paharganj. Região (bagunçada) onde ficam os pequenos hotéis dos viajantes mochileiros, lojas onde muitos estrangeiros compram produtos para venderem em seus países. Além ou no meio dessa bagunça, do lado da estação do metrô (Ramakrishna Mission metro station) do Paharganj Main Bazar (pois do outro lado dessa longa rua temos a estação de trem de Nova Delhi), temos o Ashram do Swami Vivekananda e seu professor, Ramakrishna. Swami Vivekananda foi um grande mestre e expoente dos estudos hindus na Índia e no Ocidente no séc. passado. Ramakrishna foi um grande mestre, conhecido por sua sabedoria louca (crazy wisdom), que tanto nos ajuda a quebrarmos alguns paradigmas. Sugestão: programe seu horário com o guia, veja o horário do pôr do sol em Delhi nesse dia (aqui), e quando chegar em Paharganj, veja no ashram que hora exata será o Aarti, cerimônia do final do dia. Então ‘bata perna’ por Paharganj e volte na hora do Aarti. Sente ali (no fundo próximo da porta talvez) por uns instantes e então veja se é hora de voltar à bagunça, comer em um lugar com melhor estrutura ou hora de retornar ao hotel.
Faremos um visita no sul de Delhi é a Qutb Minar (consoantes mudas em Sânscrito e Hindi podem ter o som como se fossem combinadas com a vogal ‘a’: Qutab Minar) para conhecermos um importante monumento para a história da cidade. Essa muito bonita minareta é um dos tantos registros dos Sultanos que existiram entre as várias Delhis.
Akshardham é um templo relativamente novo com uma arquitetura muito bonita. Além de sua beleza, é interessante vermos como os antigos milenares templos que visitamos na Índia, são construídos da mesma forma que os novos. Não há muito diferença entre o antigo e novo. As linhagens, conhecimentos e relação deles com o dia a dia dos indianos seguem continuamente há milênios. Há uma oportunidade de observar a história da espiritualidade nessa região do mundo de uma forma curiosa, no complexo do templo, que iremos conversar.
Uma visita rápida ao mesmo tempo muito bonita é o poço do séc. XIV, Agrasen Ki Baoli.
Checaremos a agenda cultural da cidade para os dias em Delhi, como possibilidade de uma especial atividade, onde grandes artistas do país se apresentam.
Checaremos a agenda cultural da cidade para os dias em Delhi, como possibilidade de uma especial atividade, onde grandes artistas do país se apresentam.
Voo:
Chegada
Briefing
Caminhada
Agrasen Ki Baoli
Akshardham
Gandhi Smriti
Gurudwara Bangla Sahib
Crafts Museum
Dia livre
Dilli Haat
Lodi Garden
Mausoléu de Humayun
Museu Nacional
Old Delhi
Paharganj
Qutb Minar
Raj Ghat
Kartavya Path (Rajpath)
Red Fort
Tarde livre
Templo Lakshmi Narayan
Templo Lótus
Templo Hare Krishna
Viagem de carro
Voo
Chegadas
Chegada à noite com recepção pelo Guilherme
Em sua chegada, você já será assistida(o) por nossos representantes locais que junto com Guilherme estarão aguardando com uma placa com o seu nome (ou escrito Chörten) no aeroporto. Conversaremos sobre a chegada em nosso briefing (mais aqui), como por exemplo que acompanhamos chegada de cada Viajante Chörten. Inclusive se o primeiro voo chegou na hora certa para conexão ou em tempo para segundo voo. Transferência ao hotel com assistência, localizado em uma região central, com interessantes possibilidades de passeios e atividades culturais. Hora de descansar para amanhã conhecermos a região.
Personalizada com passeio
Em sua chegada, você já será assistida(o) por nossos representantes locais que estarão aguardando com uma placa com o seu nome (ou escrito Chörten) no aeroporto. Acompanhamos chegada de cada Viajante Chörten, mantendo contato por telefone com a equipe de nossos representantes no aeroporto, desde antes seu avião pousar até o momento que nos falarmos. Para que fique 100% tranquilo(a) que estamos acompanhando e nos certificando que sua chegada está sendo cuidada. Transferência ao hotel com assistência, localizado em uma região central, com interessantes possibilidades de passeios e atividades culturais. Em nosso primeiro dia estaremos chegando, nos ajustando ao fuso e buscando, apesar do cansaço das horas de voo, dormir no período certo, não durante o dia como no fuso que estamos habituados. Por esses motivos que a sugestão para os primeiros passeios é que sejam bastante light, como também por não estarmos, ainda, processando muito bem as informações.
Nossas sugestões de passeios para essa tarde são: Kartavya Path (Rajpath) com o India Gate, Gurudwara Bangla Sahib e templo Lakshminarayan. Se tiver pique para mais coisas, temos algumas possibilidades extras em mente. Favor nos avisar e conversamos.
Especialista com passeio
Em sua chegada, você já será assistida(o) por nossos representantes locais que estarão aguardando com uma placa com o seu nome no aeroporto. Acompanhamos a chegada de cada Viajante Chörten, mantendo contato por telefone com a equipe de nossos representantes no aeroporto desde antes da sua chegada. Inclusive certificando se já entraram em contato com o hotel, avisando de sua chegada, para que seu quarto esteja disponível o quanto antes, de acordo com as possibilidades do hotel no dia. Assim que encontrar com nosso representante no aeroporto, entraremos em contato por telefone ou Whatsapp para sabermos se podemos ser de ajuda de alguma forma. O especialista brasileiro da viagem já estará no hotel aguardando pela sua chegada. Transferência ao hotel com nosso próprio veículo, com assistência, localizado em uma região central, com interessantes possibilidades de passeios culturais. Para aqueles que chegarem em um voo pela manhã, possibilidade de uma breve caminhada na região do hotel no período da tarde.
Chegada à noite personalizada
Bem vinda(o) à Índia!
Em sua chegada, será assistida(o) por nossos representantes locais que estarão aguardando com uma placa com o seu nome (ou escrito Chörten) no aeroporto. Acompanhamos chegada de cada Viajante Chörten, mantendo contato por telefone com a equipe de nossos representantes no aeroporto, desde antes seu avião pousar até o momento que nos falarmos. Para que fique 100% tranquilo(a) que estamos acompanhando e nos certificando que sua chegada está sendo cuidada. Transferência ao hotel com assistência, localizado em uma região central, com interessantes possibilidades de passeios e atividades culturais. Em nosso primeiro dia estaremos chegando, nos ajustando ao fuso e buscando, apesar do cansaço das horas de voo, será de grande ajuda ao aproveitamento dos próximos dias que consigamos dormir no período certo. Combinaremos o horário do início do dia de manhã conforme sua disposição nessa noite. Esperamos que consiga descansar bem nessa noite.
Para aqueles que chegarem em um voo pela manhã, possibilidade de uma breve caminhada na região do hotel no período da tarde.
Especialista início primeiro dia do programa
Agora sim, com a chegada de todo grupo, nos encontraremos no café da manhã e em seguida sentaremos para revisar rapidamente as importantes dicas de viagem na Índia. Trânsito, alimentação, higiene, questões culturais, de logística e segurança são alguns dos assuntos sobre os quais já teremos conversado antes da viagem e o especialista, agora in loco, irá relembrar e esclarecer quaisquer dúvidas para que aproveitem ao máximo possível a viagem. São preciosos minutos que ajudarão muito todos próximos dias neste país com uma vasta história, culturas milenares, um conhecimento e visão de mundo que ainda não compreendemos bem a partir dos nossos backgrounds e pontos de vista do Ocidente.
Sugestão CAMINHADA
Converse com seu guia, nossa sugestão é que nossa primeira experiência na Índia seja uma caminhada leve, até o primeiro local que visitaremos nessa primeira tarde, próximo do nosso hotel.
Mais uma especial visita para o nosso dia, é a última casa onde Gandhi viveu, conhecida como Birla House. Aprenderemos um pouco sobre essa importante parte da história dessa nação, como sobre a vida e o momento final deste grande líder, exemplo da prática de Ahimsa (não violência) e da cultura de paz até os dias de hoje em todo mundo. Hoje, em formato de um museu interativo, com uma coleção de fotografias e objetos de Gandhi, chamado Gandhi Smriti. Provavelmente não recomendaremos olhar todo o museu com todo o tempo do mundo para dar tempo de conhecer o museu, a história do Gandhi de perto, como outros locais importantes de Delhi. Uma caminhada para conhecer o museu, olhando com mais tempo para uma ou outra parte sobre a vida de Gandhi, costuma funcionar muito bem. Sugestão: sigam até os fundos da casa onde Gandhi foi assassinado no caminho do local onde fazia suas preces diárias. Volte entrando no quarto de Gandhi, visitando esse andar. Ao subir às escadas, há voluntários, por vezes estudantes, disponíveis para apresentar o museu. Experiência: eles podem ser muito bacanas ao mesmo tempo que a apresentação deles pode levar um tempo imenso. Perguntem se podem apresentar as 3 ou 4 partes mais importantes e então sigam por conta própria.
Em seguida, uma visita ao templo Sikh, religião do séc. XVI e região de Punjab na Índia, seguramente é uma boa opção. Na bonita Gurudwara Bangla Sahib, ouviremos seus cânticos, observaremos como fazem suas preces dentro do templo e ao redor de um tanque sagrado. Também poderemos conhecer a cozinha onde voluntários oferecem refeições para milhares de pessoas diariamente, independente de classe social e religião.
Podemos dar uma volta também por um dos parques em que os locais frequentam para suas caminhadas, muito bonito, o Lodi Garden.
Uma volta por um dos parques em que os locais frequentam para suas caminhadas, muito bonito, com mausóleos dos vários sultões de Delhi, o Lodi Garden, é uma ótima opção que combina história, natureza e oportunidade para observarmos o dia a dia dos residentes locais.
Segundo dos seis principais imperadores mugais, Humayun (1508-1556), seu mausoléu foi construído em Delhi, o primeiro com arquitetura associada a um jardim e uso da pedra arenito vermelho nessa escala na Índia. Assim o antecessor e de beleza próxima do Taj Mahal, há quem considera este monumento ainda mais bonito.
Uma visita bastante interessante em Delhi é o Museu Nacional. É possível passarmos muitas horas ou dias para apreciarmos cada salão e exposições sobre a história, artes e povos da Índia. Uma boa forma de aproveitarmos essa oportunidade é visitando um salão principal e as relíquias de Buda. A mochila precisa ficar em um guarda objetos antes de entrar no prédio do museu (pequenas bolsas femininas ou polchetes costumam poder entrar) e então, logo antes de subir as escadas da entrada, não deixe de dar uma olhada às sua esquerda em uma das se não a primeira carta de direitos humanos, esculpida em uma pedra, de acordo com as leis do grande imperador indiano do séc. III a.C., Ashoka. Logo após a sua entrada, um dos primeiros salões é o sobre Mohenjodaro e Harappa, berço dessa cultura indiana, entre 3500 e 1500 a. C.. Logo na entrada desse salão há um interesse comparativo das épocas das antigas civilizações da humanidade. Em seguida temos objetos dessa época, sendo os principais: o selo com o que deve ter vindo a ser Shiva (na forma de Pashupati possivelmente), e escultura da cabeça do sacerdode e a garota dançarina. Daí então caminhamos (cuidem do tempo de vocês por favor), sem parar muito com o objetivo de usar um tempo mais curto do nosso dia no museu, pelos demais salões, até chegarmos em uma relíquia de Buda. É comum encontrarmos praticantes do método deste mestre nepalês/indiano (Sakya), sentados em meditação ao redor de suas relíquias. Essa pode ser seguramente uma benéfica marca mental que podemos nos oferecer por alguns minutos, nesse treino e familiarização com o estado natural de nossas mentes, mais em paz e de melhor capacitada a beneficiar um maior número de pessoas e seres sencientes (simplificadamente: seres com consciência) de forma geral. Se quiser dar uma rápida olhada nos salões das tribos indianas e sobre os instrumentos no último andar, com muito foco e cuidado com o tempo, corra ;-)! Brincadeira. Mas cuidem do tempo e uso do dia de vocês nessa incrível cidade.
Começaremos os nossos passeios com o que é na verdade uma das várias Delhis, que existiram em épocas e impérios diversos em uma sucessão de cidades vizinhas. A última e oitava Delhi é onde nos hospedamos, construída pelos ingleses, chamada de Nova Delhi. A sétima foi construída por Shah Jahan, um dos grandes imperadores mughais, o mesmo que construiu o Taj Mahal, na época conhecida como Shajahanabad. Hoje chamamos de Old Delhi ou a Velha Delhi. Visitaremos a grande mesquita do Imperador, a Jama Masjid. Nela, para quem quiser, há possibilidade de uma caminhada minareta acima! De onde temos vista da cidade e do Red Fort por cima. Converse com seu guia. Ele não precisa subir. Só tome bastante cuidado na plataforma lá em cima, por favor.
Em seguida caminharemos pelas ruelas de seu antigo bazar. Há uma lojinha muiito antiga, que passa de pai para filho há muito tempo, de essências (sândalo, etc) e incensos chamada Gulab Singh Johri Mal que em si é um passeio. Pode comprar em uma caixinha um óleo junto com um dos frascos bem típicos dessa região mulçumana de Delhi. Na sequência do passeio pelas ruelas dos bazares a maior parte dos guias gostam de fazer de rickshaw de bicicleta. Recomendamos muito que façam o passeio caminhando, para ter mais contato e poder ver melhor o bazar. Possibilidade de visitar um pequeno templo do Jainismo, muito antigo, com lindas pinturas. Há mais de um templo Jain na região, esse fica na vilinha chamada Naughara Gali, no Kinari bazar. Seguimos então até chegarmos em frente ao Red Fort, onde está o importante Lahori Gate. Foi nele que importantes falas da história da Índia aconteceram, como da independência deste país, hoje a maior democracia em todo o mundo, em que valores e costumes milenares convivem ao mesmo tempo com conhecimentos e tecnologias extremamente modernos.
Guardaremos nossa visita a um dos Red Forts para o de Agra, com mais história, mais bonito e melhor conservado.
Visitaremos o Red Fort, construído em arenito vermelho e mármore branco no séc. XVII, também pelo imperador Shah Jahan. Utilizado pelo Império Mughal por aprox. 200 anos, entenderemos como viviam, com seus jardins, aposentos, salões de audiências públicas e privadas. Veremos que foi utilizado também pelo exército inglês.
No caminho de volta à região de nosso hotel, prestaremos homenagem ao memorial onde Gandhi foi cremado, o Raj Ghat. Veremos qual foi sua última palavra, sinal de grande realização em seu caminho espiritual. Quem gosta de fotografias, procurem por imagens feitas por Cartier-Bresson, um dos grandes fotógrafos que já existiram, que estava em Delhi nesse dia.
Próximo do nosso hotel, está a esplanada construída pelos ingleses no séc. XX, chamada Kartavya Path (Rajpath). Nela está o India Gate, marco da cidade, construído em homenagem aos combatentes na grande guerra, onde podemos descer para tirar algumas fotos. No outro lado da Kartavya Path está a casa da atual presidente da Índia.
Próximo do nosso hotel, está a esplanada construída pelos ingleses no séc. XX, chamada Kartavya Path (Rajpath). Nela está o India Gate, marco da cidade, construído em homenagem aos combatentes na grande guerra. Normalmente acabamos passando por ela por mais de uma vez durante nossos dias em Delhi. Dependendo das regras no dia, o que às vezes tem sido possível é combinarmos com o guia e motorista de descermos próximo do India Gate para fazermos uma foto, o motorista dá uma volta, então passa de novo para nos pegar dali uns minutos ou estaciona ali perto. Outra possibilidade é, em nossas passagens pela Kartavya Path, nosso motorista passar lentamente para fazermos nossas fotos do carro mesmo. Veja como prefere, ok? Do outro lado da Kartavya Path está casa da atual presidente da Índia.
Nessa mesma região também conheceremos um templo da famosa organização ISKCON, conhecida como Hare Krishna. Devotos deste que é o oitavo avatar do deus hindu Vishnu, essa é uma oportunidade para observarmos como essa tradição pratica seu método, com bastante música, aqui na Índia.
Também próximo na região do nosso hotel está o templo hindu Lakshminarayan, também conhecido como Birla (importante família indiana) Mandir (templo em Hindi). Veremos muitos templos hindus durante a viagem, dos menores nas calçadas e em frente às casas, aos maiores, como nesse caso. São oportunidades para aprendermos e refletirmos um pouco sobre o conhecimento, sabedoria e método de aprendizado que vem sendo praticado há milênios em todo subcontinente asiático: do Vale do rio Hindus (do Mt. Kailash no Tibete ao Paquistão), se estendendo pela Planície Gangética (de Rishikesh à Kolkata), passando por todo o Himalaya até o Sul da Índia. Aproveite e pergunte ao seu guia sobre as suas dúvidas e curiosidades sobre o Hinduísmo, assim como aos frequentadores do templo, incluindo aqui os sacerdotes. Ouvimos diferentes respostas, sob diferentes abordagens e níveis de compreensão desse conhecimento, dos mais iniciantes aos mais realizados, dos mais populares aos mais acadêmicos.
Mais ao sul da cidade, visitaremos o bonito Templo Lótus. Construído no formato de seu nome, é da religião chamada Bahá’í, fundada no séc. XIX, na antiga Pérsia, ao visitá-lo todos seremos convidados a ficar em silêncio por um instante. Uma oportunidade e experiência interessante no meio desta grande movimentada cidade. Após a visita do templo, às vezes aberto, mais a frente do caminho de saída (antes de virar à direita para o portão da rua), há umas escadas que levam para uma exposição sobre a história e trabalho sobre essa religião. Interessante dar uma olhada e ter contato com breves exposições sobre seus pensamentos.
Pensamos que de visitar mais um local em que teremos a oportunidade de conhecer mais um pouco sobre o artesanato da Índia, o Crafts Museum. Nele há um pequeno museu com um foco um pouco maior nas artes das várias regiões do país, há uma apresentação ao céu aberto sobre as artes dos vilarejos de algumas regiões indianas e uma lojinha onde alguns artistas vendem seus produtos.
Vejam se já é hora para uma refeição, pois dependerá bastante se houve café da manhã (extra nesse primeiro dia) no hotel ou não (normalmente não mas às vezes pegamos café da manhã aberto). Assim é possível que nesse momento uma boa refeição caia muito bem, como pode ser que fique melhor após todas visitas e passeios, está bem? Sugestão para uma primeira refeição na Índia: uma muito boa típica comida indiana em um antigo restaurante de Delhi que indicaremos.
Provavelmente já será hora para uma boa refeição quando estivermos de volta à região com melhor estrutura na cidade, próxima do nosso hotel. Sugestões: uma típica comida do sul da Índia em lugar simples muitíssimo procurado pelos indianos ou então um lugar com comida do norte da Índia, mesma comida de ontem, em um restaurante mais sofisticado. Conversaremos.
Provavelmente já será hora para um almoço. Veja no dia se gostaria de comer em um dos restaurantes que indicamos nos dias anteriores, uma comida ocidental (às vezes gostamos de variar um pouco) ou mesmo algo mais simples, como uma quiche, em um café que podemos indicar também.
Algo um pouco diferente que faremos hoje, será conhecer a bagunça do Main Bazar (rua principal do mercado) de Paharganj. Região (bagunçada) onde ficam os pequenos hotéis dos viajantes mochileiros, lojas onde muitos estrangeiros compram produtos para venderem em seus países. Além ou no meio dessa bagunça, do lado da estação do metrô (Ramakrishna Mission metro station) do Paharganj Main Bazar (pois do outro lado dessa longa rua temos a estação de trem de Nova Delhi), temos o Ashram do Swami Vivekananda e seu professor, Ramakrishna. Swami Vivekananda foi um grande mestre e expoente dos estudos hindus na Índia e no Ocidente no séc. passado. Ramakrishna foi um grande mestre, conhecido por sua sabedoria louca (crazy wisdom), que tanto nos ajuda a quebrarmos alguns paradigmas. Sugestão: programe seu horário com o guia, veja o horário do pôr do sol em Delhi nesse dia (aqui), e quando chegar em Paharganj, veja no ashram que hora exata será o Aarti, cerimônia do final do dia. Então ‘bata perna’ por Paharganj e volte na hora do Aarti. Sente ali (no fundo próximo da porta talvez) por uns instantes e então veja se é hora de voltar à bagunça, comer em um lugar com melhor estrutura ou hora de retornar ao hotel.
Faremos um visita no sul de Delhi é a Qutb Minar (consoantes mudas em Sânscrito e Hindi podem ter o som como se fossem combinadas com a vogal ‘a’: Qutab Minar) para conhecermos um importante monumento para a história da cidade. Essa muito bonita minareta é um dos tantos registros dos Sultanos que existiram entre as várias Delhis.
Akshardham é um templo relativamente novo com uma arquitetura muito bonita. Além de sua beleza, é interessante vermos como os antigos milenares templos que visitamos na Índia, são construídos da mesma forma que os novos. Não há muito diferença entre o antigo e novo. As linhagens, conhecimentos e relação deles com o dia a dia dos indianos seguem continuamente há milênios. Há uma oportunidade de observar a história da espiritualidade nessa região do mundo de uma forma curiosa, no complexo do templo, que iremos conversar.
Uma visita rápida ao mesmo tempo muito bonita é o poço do séc. XIV, Agrasen Ki Baoli.
Checaremos a agenda cultural da cidade para os dias em Delhi, como possibilidade de uma especial atividade, onde grandes artistas do país se apresentam.
Checaremos a agenda cultural da cidade para os dias em Delhi, como possibilidade de uma especial atividade, onde grandes artistas do país se apresentam.
Voo:
Taj Mahal
Voo
Trem
Cerimônia Aarti
Nascer do sol do Ganges
Sarnath
Templo de Durga
Universidade Benares
Caminhada pelos Ghats
Final do dia livre
Tarde livre
Geral
Hoje visitaremos uma das cidades mais antigas do mundo viva até os dias de hoje. Após o café da manhã, seguiremos ao aeroporto de Déli para o nosso voo à Varanasi. Traslado ao nosso hotel e check-in. Tempo de nos refrescarmos em nossos quartos e então conhecermos a parte antiga da cidade através de uma cerimônia milenar. O puja do fogo ou Aarti Puja, conduzido por brâmanes (casta dos sacerdotes hinduístas) e centenas de peregrinos de toda Índia na margem do sagrado Ganges, é repleto de música, símbolos, mantras, cheiros, muita devoção e, para quem estuda as escrituras sagradas, um conhecimento sobre o funcionamento da mente humana bastante profundo e sofisticado. Hora de voltarmos ao nosso hotel, com todas essas impressões, praticamente as mesmas que tanto santos e yogis hindus, como o próprio Buda Sakyamuni, tiveram neste mesmo local em suas caminhadas, períodos de treino e ensinamentos. Um bom descanso para um especial início de dia, bem cedo amanhã.
Dicas sobre o passeio amanhã cedo:
Sugestão de descansar bem esse dia, não terminando muito tarde, para amanhã assistir ao nascer do sol no Ganges bem cedinho mesmo. Além da possibilidade de uma bonita luz, é quando os peregrinos fazem seus pujas nos ghats que é bem bonito de ver do barco. Para calcularmos o horário de saída do nosso hotel, usamos duas principais informações: hora do nascer do sol em Varanasi nesse dia (aqui) e até onde o carro poderá ir a essa hora do dia (varia muito de mês para mês assim perguntamos ao guia) portanto quanto tempo caminharemos (máximo 5 a 10 min). Com essas informações:
– A hora do nascer do sol é um bom horário para já estar dentro do barco, ou seja, iniciar passeio de barco 10 a 15 min antes do nascer do sol.
– São aprox. 20 min de carro do hotel ao ghat principal (main ghat ou Dasaswamedh Ghat) nessa hora bem cedinho, mais a caminhada, se houver.
Depois do nascer do sol voltamos ao hotel para café da manhã e então vamos à Sarnath (hotel já fica no meio do caminho).
Dependendo horário de chegada do voo e trânsito, talvez dê tempo de ir à cerimônia Aarti, no início da noite. Se o voo atrasar ou preferir descansar pois começou o dia bem cedo hoje e assistir amanhã, também há e pode ser uma boa possibilidade. Havendo tempo e preferindo, após traslado ao nosso hotel e check-in, hora de conhecermos a parte antiga da cidade através de uma cerimônia milenar. O puja do fogo ou Aarti Puja, conduzido por brâmanes (casta dos sacerdotes hinduístas) e centenas de peregrinos de toda Índia na margem do sagrado Ganges, é repleto de música, símbolos, mantras, cheiros, muita devoção e, para quem estuda as escrituras sagradas, um conhecimento sobre o funcionamento da mente humana bastante profundo e sofisticado. Hora de voltarmos ao nosso hotel, com todas essas impressões, praticamente as mesmas que tanto santos e yogis hindus, como o próprio Buda Sakyamuni, tiveram neste mesmo local em suas caminhadas, períodos de treino e ensinamentos. Um bom descanso para um especial início de dia, bem cedo amanhã.
Vindo de Agra
Hoje acordaremos bem cedo para nossa visita ao Taj Mahal. Construído por Shah Jahan para sua esposa, Muntaz Mahal, no séc. XVII, milhares de trabalhadores e arquitetos de diversas regiões do mundo durante 20 anos utilizaram o famoso mármore branco da Índia e pedras preciosas. Bem cedo pela manhã, além da possibilidade de uma bonita luz, também é mais calmo que durante o dia. Nosso guia local contará diversas história que envolvem esse monumento. Retorno ao hotel para um bom café da manhã e então traslado para o aeroporto para o nosso voo à que talvez seja a cidade mais antiga do mundo viva até hoje. Chegada em Varanasi, traslado ao hotel, check-in, uma boa refeição para amanhã fazermos um bonito passeio no sagrado Ganges.
Locais Budistas
Hoje visitaremos uma das cidades mais antigas do mundo viva até os dias de hoje. Após o café da manhã, seguiremos ao aeroporto de Déli para o nosso voo à Varanasi. Traslado ao nosso hotel e check-in. Tempo de nos refrescarmos em nossos quartos e então conhecermos a parte antiga da cidade através de uma cerimônia milenar. O puja do fogo ou Aarti Puja, conduzido por brâmanes (casta dos sacerdotes hinduístas) e centenas de peregrinos de toda Índia na margem do sagrado Ganges, é repleto de música, símbolos, mantras, cheiros, muita devoção e, para quem estuda as escrituras sagradas, um conhecimento sobre o funcionamento da mente humana bastante profundo e sofisticado. Hora de voltarmos ao nosso hotel, com todas essas impressões, praticamente as mesmas que Buda Sakyamuni teve neste mesmo local no seu caminho à Sarnath, para um especial início de dia, bem cedo amanhã.
Art Trip
Hoje será um dia de transições. Ao chegar na estação ferroviária de Delhi, iremos para o aeroporto para pegar nosso voo para Varanasi. Nessas horas de espera, iremos usar os quartos com banhos que o aeroporto oferece, para poder relaxar e nos refrescar.
Chegaremos ao fim do dia na antiga e famosa cidade de Varanasi, onde hindus procuram passar os últimos dias de suas vidas, para que suas cinzas possam ser levadas pelo sagrado rio Ganges. Os crematórios são ao ar livre ao lado do rio e as rezas são intensas – um encontro visível entre vida e morte, sagrado e profano, com certeza um ponto para refletirmos e meditarmos em grupo. Já ao anoitecer iremos presenciar o Aarti Puja, uma cerimônia com fogo e mantras que acontece todas as noites há centenas de anos.
Geral
Acordaremos bem cedo para chegarmos no Ganges antes do sol nascer. Embarcaremos em nosso barco à remo para subirmos o Ganges e presenciaremos o nascer do deus sol, Surya, do nosso barco. Observaremos peregrinos fazendo seus pujas (rituais) no início de seus dias, neste que é o local mais sagrado para a tradição hindu. Com calma, levados pela deusa Ganga, retornaremos o percurso percorrido agora até um ghat (escadaria à beira do rio) um pouco mais adiante, onde desembarcaremos e teremos a oportunidade de caminharmos pelas muitas ruelas, em meio a milhares de pequenos e maiores templos, da parte antiga da cidade. Há um templo famoso nessa região, chamado Golden Temple ou Kashi Vishvanath. Sua história é importante para entendermos os diversos momentos da Índia. Mas nem tanto sua visita mesmo. Para visitarmos precisamos deixar nossos pertences do lado de fora. Nossos guias sabem onde deixar nos pertences. Honestamente não é das partes mais interessantes dos passeios para muitos dos Viajantes. Cada Viajante pode ver como prefere fazer nessa hora!
De volta ao nosso veículo, tomaremos um bom café da manhã em nosso hotel e então seguiremos à Sarnath . Passaremos pelo local onde Buda, após sua iluminação em Bodhgaya, encontrou com seus 5 companheiros de prática e entào visitaremos o importante Parque dos Cervos. Local bastante tranquilo, onde Buda girou a Roda do Dharma pela primeira vez, ou seja, onde ensinou pela primeira vez, há aprox. 2500 anos atrás. Poderemos fazer nossa prática de meditação individualmente, sentar por alguns minutos, caminhar, ler, fotografar, como cada viajante preferir. Visitaremos o templo Mahabodhi onde há relíquias de Buda (atrás da estátua principal) e uma árvore “neta” da que Buda sentou e se iluminou. Uma visita simples e sempre muito especial pode sempre ser conhecermos uma escola onde as crianças dos vilarejos próximos, além do conteúdo comum, desde cedo aprendem meditação, yoga e sobre o funcionamento da nossa mente. Veremos em primeira mão o resultado prático dessas ferramentas. Chama-se Alice Project School. Muitos locais conhecem por Italian School. Nossos motoristas e guias ajudarão a encontrar se quiser visita-la.
Há dois templos em Sarnath que pode interessar visita-los: o templo japonês e o tibetano. Ambos podem ser visitados a partir de uma caminhada do Mahabodhi temple.
Final do dia livre (com guia) para aproveitar mais Sarnath, retornar à região dos ghats em Varanasi, aproveitar para ver um mercado de especiarias ou as famosas sedas de Varanasi.
Art ou Padmaa
Vai valer a pena acordar cedo e sair antes do nosso café da manhã para ver o sol nascer remando um barquinho no rio Ganges. As brumas da manhã escondem os véus coloridos das indianas, que aos pouco se revelam na transparência dentro da água.
Hoje também iremos conhecer Sarnath, não muito longe dali, o lugar onde Buda deu seu primeiro sermão e onde Ashoka construiu uma enorme e massiva estupa. Um lugar tranquilo onde poderemos meditar, trocar reflexões e rabiscos em baixo da sombra de uma árvore. Ainda visitaremos outros templos importantes aos redores e um museu.
Experiências e locais
De volta ao nosso veículo, tomaremos um bom café da manhã em nosso hotel e então seguiremos à Sarnath . Passaremos pelo local onde Buda, após sua iluminação em Bodhgaya, encontrou com seus 5 companheiros de prática e entào visitaremos o importante Parque dos Cervos. Local bastante tranquilo, onde Buda girou a Roda do Dharma pela primeira vez, ou seja, onde ensinou pela primeira vez, há aprox. 2500 anos atrás. Poderemos fazer nossa prática de meditação individualmente como juntos, sentar por alguns minutos, caminhar, ler, fotografar, como cada viajante preferir. Visitaremos o templo Mahabodhi onde há relíquias de Buda (atrás da estátua principal) e uma árvore “neta” da que Buda sentou e se iluminou. Uma visita simples e sempre muito especial será conhecermos uma escola onde as crianças dos vilarejos próximos, além do conteúdo comum, desde cedo aprendem meditação, yoga e sobre o funcionamento da nossa mente. Veremos em primeira mão o resultado prático dessas ferramentas.
Art ou Padmaa
Na Índia é comum criarmos o hábito de dormirmos um pouco mais cedo para, em alguns locais, aproveitarmos as primeiras horas do dia para vermos a Índia acordar com sinos, incensos e oferendas em templos dos muito pequenos aos maiores em seus vilarejos e cidades. Assim, antes do nascer do sol iremos até os ghats (escadarias nas margens dos rios) no Ganges para, com um barco a remo, subirmos rio acima e assistirmos o nascer do deus sol de um lado da margem e, do outro, peregrinos hindus de todas regiões da Índia fazendo seus pujas (rituais) aos deuses Surya, Ganga e Shiva. Esta imagem e experiência acontece há milênios, com muito poucas diferenças de como era em outros tempos da nossa história. Pelas águas da deusa Ganga, voltaremos o percurso que fizemos até um ghat mais adiante, onde desembarcaremos para caminhar pelas ruelas da parte mais antiga da cidade. Repleta de templos, oferendas, mantras e incensos, este é um contato muito especial com a cultura hindu. Retornamos ao nosso hotel para um bom café da manhã. Faremos um descanso para então seguirmos com nossas visitas por Varanasi até o fim do dia.
Primeiro visitaremos um templo muito especial dedicado a uma das manifestações iradas da divindade feminina, a deusa Durga. Em seguida teremos contato com uma região da cidade com muito pouco contato com estrangeiros, o campus da antiga Universidade de Benares, o nome antigo da cidade. Faremos uma visita resumida do seu museu e então caminharemos até o templo do campus, dedicado ao deus Shiva. Esta é uma forma e oportunidade interessantes de termos contato com os indianos em seus dia-a-dias. Após visita ao campus caminharemos pelos ghats de Varanasi, com garotos jogando cricket, sadhus (ascetas), pujas e templos, até o ghat principal onde, no final do dia, assistiremos a uma cerimônia do fogo, o Aarti Puja, feita por jovens brahmanis (casta dos sacerdotes).
Hoje acordaremos bem cedo para um passeio muito bonito. Antes do nascer do sol iremos até os ghats (escadarias nas margens dos rios) no Ganges para, com um barco a remo, subirmos rio acima e assistirmos o nascer do deus sol de um lado da margem e, do outro, peregrinos hindus de todas regiões da Índia fazendo seus pujas (rituais) aos deuses Surya, Ganga e Shiva. Esta imagem e experiência acontece há milênios, com muito poucas diferenças de como era no início dessa que é uma das cidades vivas mais antigas do nosso planeta. Pelas águas da deusa Ganga, voltaremos o percurso que fizemos até um ghat mais adiante, onde desembarcaremos para caminhar pelas ruelas da parte mais antiga da cidade. Repleta de templos, oferendas, mantras e incensos, este é um contato muito especial com a cultura hindu. Retornamos ao nosso hotel para um bom café da manhã e então seguirmos com nossas visitas por Varanasi.
Visitaremos um templo muito especial dedicado a uma das manifestações iradas da divindade feminina, a deusa Durga. Em seguida teremos contato com uma região da cidade com muito pouco contato com estrangeiros, o campus da antiga Universidade de Benares, o nome antigo da cidade. Faremos uma visita resumida do seu museu e então caminharemos até o templo do campus, dedicado ao deus Shiva. Esta é uma forma e oportunidade interessantes de termos contato com os indianos em seus dia-a-dias. Após visita ao campus caminharemos pelos ghats de Varanasi, com garotos jogando cricket, sadhus (ascetas), pujas e templos, até o ghat principal onde, no final do dia, assistiremos a uma cerimônia do fogo, o Aarti Puja, feita por jovens brahmanis (casta dos sacerdotes).
Hoje seguiremos a uma região próxima de Varanasi, bastante tranquila. Sarnath é o local onde Buda, após se iluminar em Bodhgaya, encontrou com seus amigos companheiros de prática e ensinou pela primeira vez no parque dos cervos. Como nos demais três locais mais sagrados do Budismo, há templos de tradições de diversas regiões do mundo. Em um deles, do Sri Lanka, há pinturas muito bonitas retratando a vida de Buda, uma estátua com suas relíquias e uma árvore Bodhi (ficus religiosa), parente da árvore debaixo da qual Buda sentou por 7 dias e se iluminou. Na tradição budista é bastante auspicioso circumumbularmos por três ou mais vezes objetos sagrados que representam nossa essência, a natureza de nossas mentes. No local em que ensinou as Quatro Nobre Verdades, foi construída uma estupa (em tibeano: chörten) pelo imperador Ashoka em que observaremos peregrinos fazendo suas práticas, podemos nos sentar por alguns instantes como também fazermos nossa prática de yoga no gramado. Final do dia é livre para cada viajante aproveitá-lo como preferir. Permanecendo na tranquila Sarnath, retornando aos ghats do Ganges, comprinhas, lendo, como for melhor para aproveitar o tempo nessa incrível cidade.
Temos mais um dia para aproveitarmos a antiga e tão especial Varanasi. Hoje visitaremos um importante templo hindu, em seguida o pequeno museu e o templo da antiga universidade de Benares. Será uma boa oportunidade para conhecermos uma Índia com muito pouco contato com estrangeiros, como é o ambiente deste campus da universidade. Após nossas primeiras visitas, veremos a Índia, sua história, costumes e tradições enquanto fazemos uma caminhada pelos ghats na margem do Ganges. Final do dia livre para explorar mais um pouco da então já bem conhecida Varanasi.
Art ou Padmaa
Nosso último dia para conhecer mais a cidade de Varanasi e seus templos, também a famosa universidade de Benares e seu templo dedicado ao deus yogi, Shiva. Vamos caminhar ao longo do rio Ganges observando a vida dos peregrinos que chegam, os sadhus que ali meditam, as mulheres que ali lavam suas roupas e outros suas rezas aos mortos.
Hoje voamos de volta a nossa já conhecida Delhi. Última tarde livre para nos arrumarmos para viagem de volta ao Brasil, caminharmos, visitarmos algum local que gostamos bastante ou queremos conhecer, comprarmos alguma lembrança da Índia ou ainda, se houver na agenda cultural da cidade, alguma apresentação de música ou dança clássicas indianas.
Taj Mahal
Voo
Trem
Cerimônia Aarti
Nascer do sol do Ganges
Sarnath
Templo de Durga
Universidade Benares
Caminhada pelos Ghats
Final do dia livre
Tarde livre
Geral
Hoje visitaremos uma das cidades mais antigas do mundo viva até os dias de hoje. Após o café da manhã, seguiremos ao aeroporto de Déli para o nosso voo à Varanasi. Traslado ao nosso hotel e check-in. Tempo de nos refrescarmos em nossos quartos e então conhecermos a parte antiga da cidade através de uma cerimônia milenar. O puja do fogo ou Aarti Puja, conduzido por brâmanes (casta dos sacerdotes hinduístas) e centenas de peregrinos de toda Índia na margem do sagrado Ganges, é repleto de música, símbolos, mantras, cheiros, muita devoção e, para quem estuda as escrituras sagradas, um conhecimento sobre o funcionamento da mente humana bastante profundo e sofisticado. Hora de voltarmos ao nosso hotel, com todas essas impressões, praticamente as mesmas que tanto santos e yogis hindus, como o próprio Buda Sakyamuni, tiveram neste mesmo local em suas caminhadas, períodos de treino e ensinamentos. Um bom descanso para um especial início de dia, bem cedo amanhã.
Dicas sobre o passeio amanhã cedo:
Sugestão de descansar bem esse dia, não terminando muito tarde, para amanhã assistir ao nascer do sol no Ganges bem cedinho mesmo. Além da possibilidade de uma bonita luz, é quando os peregrinos fazem seus pujas nos ghats que é bem bonito de ver do barco. Para calcularmos o horário de saída do nosso hotel, usamos duas principais informações: hora do nascer do sol em Varanasi nesse dia (aqui) e até onde o carro poderá ir a essa hora do dia (varia muito de mês para mês assim perguntamos ao guia) portanto quanto tempo caminharemos (máximo 5 a 10 min). Com essas informações:
– A hora do nascer do sol é um bom horário para já estar dentro do barco, ou seja, iniciar passeio de barco 10 a 15 min antes do nascer do sol.
– São aprox. 20 min de carro do hotel ao ghat principal (main ghat ou Dasaswamedh Ghat) nessa hora bem cedinho, mais a caminhada, se houver.
Depois do nascer do sol voltamos ao hotel para café da manhã e então vamos à Sarnath (hotel já fica no meio do caminho).
Dependendo horário de chegada do voo e trânsito, talvez dê tempo de ir à cerimônia Aarti, no início da noite. Se o voo atrasar ou preferir descansar pois começou o dia bem cedo hoje e assistir amanhã, também há e pode ser uma boa possibilidade. Havendo tempo e preferindo, após traslado ao nosso hotel e check-in, hora de conhecermos a parte antiga da cidade através de uma cerimônia milenar. O puja do fogo ou Aarti Puja, conduzido por brâmanes (casta dos sacerdotes hinduístas) e centenas de peregrinos de toda Índia na margem do sagrado Ganges, é repleto de música, símbolos, mantras, cheiros, muita devoção e, para quem estuda as escrituras sagradas, um conhecimento sobre o funcionamento da mente humana bastante profundo e sofisticado. Hora de voltarmos ao nosso hotel, com todas essas impressões, praticamente as mesmas que tanto santos e yogis hindus, como o próprio Buda Sakyamuni, tiveram neste mesmo local em suas caminhadas, períodos de treino e ensinamentos. Um bom descanso para um especial início de dia, bem cedo amanhã.
Vindo de Agra
Hoje acordaremos bem cedo para nossa visita ao Taj Mahal. Construído por Shah Jahan para sua esposa, Muntaz Mahal, no séc. XVII, milhares de trabalhadores e arquitetos de diversas regiões do mundo durante 20 anos utilizaram o famoso mármore branco da Índia e pedras preciosas. Bem cedo pela manhã, além da possibilidade de uma bonita luz, também é mais calmo que durante o dia. Nosso guia local contará diversas história que envolvem esse monumento. Retorno ao hotel para um bom café da manhã e então traslado para o aeroporto para o nosso voo à que talvez seja a cidade mais antiga do mundo viva até hoje. Chegada em Varanasi, traslado ao hotel, check-in, uma boa refeição para amanhã fazermos um bonito passeio no sagrado Ganges.
Locais Budistas
Hoje visitaremos uma das cidades mais antigas do mundo viva até os dias de hoje. Após o café da manhã, seguiremos ao aeroporto de Déli para o nosso voo à Varanasi. Traslado ao nosso hotel e check-in. Tempo de nos refrescarmos em nossos quartos e então conhecermos a parte antiga da cidade através de uma cerimônia milenar. O puja do fogo ou Aarti Puja, conduzido por brâmanes (casta dos sacerdotes hinduístas) e centenas de peregrinos de toda Índia na margem do sagrado Ganges, é repleto de música, símbolos, mantras, cheiros, muita devoção e, para quem estuda as escrituras sagradas, um conhecimento sobre o funcionamento da mente humana bastante profundo e sofisticado. Hora de voltarmos ao nosso hotel, com todas essas impressões, praticamente as mesmas que Buda Sakyamuni teve neste mesmo local no seu caminho à Sarnath, para um especial início de dia, bem cedo amanhã.
Art Trip
Hoje será um dia de transições. Ao chegar na estação ferroviária de Delhi, iremos para o aeroporto para pegar nosso voo para Varanasi. Nessas horas de espera, iremos usar os quartos com banhos que o aeroporto oferece, para poder relaxar e nos refrescar.
Chegaremos ao fim do dia na antiga e famosa cidade de Varanasi, onde hindus procuram passar os últimos dias de suas vidas, para que suas cinzas possam ser levadas pelo sagrado rio Ganges. Os crematórios são ao ar livre ao lado do rio e as rezas são intensas – um encontro visível entre vida e morte, sagrado e profano, com certeza um ponto para refletirmos e meditarmos em grupo. Já ao anoitecer iremos presenciar o Aarti Puja, uma cerimônia com fogo e mantras que acontece todas as noites há centenas de anos.
Geral
Acordaremos bem cedo para chegarmos no Ganges antes do sol nascer. Embarcaremos em nosso barco à remo para subirmos o Ganges e presenciaremos o nascer do deus sol, Surya, do nosso barco. Observaremos peregrinos fazendo seus pujas (rituais) no início de seus dias, neste que é o local mais sagrado para a tradição hindu. Com calma, levados pela deusa Ganga, retornaremos o percurso percorrido agora até um ghat (escadaria à beira do rio) um pouco mais adiante, onde desembarcaremos e teremos a oportunidade de caminharmos pelas muitas ruelas, em meio a milhares de pequenos e maiores templos, da parte antiga da cidade. Há um templo famoso nessa região, chamado Golden Temple ou Kashi Vishvanath. Sua história é importante para entendermos os diversos momentos da Índia. Mas nem tanto sua visita mesmo. Para visitarmos precisamos deixar nossos pertences do lado de fora. Nossos guias sabem onde deixar nos pertences. Honestamente não é das partes mais interessantes dos passeios para muitos dos Viajantes. Cada Viajante pode ver como prefere fazer nessa hora!
De volta ao nosso veículo, tomaremos um bom café da manhã em nosso hotel e então seguiremos à Sarnath . Passaremos pelo local onde Buda, após sua iluminação em Bodhgaya, encontrou com seus 5 companheiros de prática e entào visitaremos o importante Parque dos Cervos. Local bastante tranquilo, onde Buda girou a Roda do Dharma pela primeira vez, ou seja, onde ensinou pela primeira vez, há aprox. 2500 anos atrás. Poderemos fazer nossa prática de meditação individualmente, sentar por alguns minutos, caminhar, ler, fotografar, como cada viajante preferir. Visitaremos o templo Mahabodhi onde há relíquias de Buda (atrás da estátua principal) e uma árvore “neta” da que Buda sentou e se iluminou. Uma visita simples e sempre muito especial pode sempre ser conhecermos uma escola onde as crianças dos vilarejos próximos, além do conteúdo comum, desde cedo aprendem meditação, yoga e sobre o funcionamento da nossa mente. Veremos em primeira mão o resultado prático dessas ferramentas. Chama-se Alice Project School. Muitos locais conhecem por Italian School. Nossos motoristas e guias ajudarão a encontrar se quiser visita-la.
Há dois templos em Sarnath que pode interessar visita-los: o templo japonês e o tibetano. Ambos podem ser visitados a partir de uma caminhada do Mahabodhi temple.
Final do dia livre (com guia) para aproveitar mais Sarnath, retornar à região dos ghats em Varanasi, aproveitar para ver um mercado de especiarias ou as famosas sedas de Varanasi.
Art ou Padmaa
Vai valer a pena acordar cedo e sair antes do nosso café da manhã para ver o sol nascer remando um barquinho no rio Ganges. As brumas da manhã escondem os véus coloridos das indianas, que aos pouco se revelam na transparência dentro da água.
Hoje também iremos conhecer Sarnath, não muito longe dali, o lugar onde Buda deu seu primeiro sermão e onde Ashoka construiu uma enorme e massiva estupa. Um lugar tranquilo onde poderemos meditar, trocar reflexões e rabiscos em baixo da sombra de uma árvore. Ainda visitaremos outros templos importantes aos redores e um museu.
Experiências e locais
De volta ao nosso veículo, tomaremos um bom café da manhã em nosso hotel e então seguiremos à Sarnath . Passaremos pelo local onde Buda, após sua iluminação em Bodhgaya, encontrou com seus 5 companheiros de prática e entào visitaremos o importante Parque dos Cervos. Local bastante tranquilo, onde Buda girou a Roda do Dharma pela primeira vez, ou seja, onde ensinou pela primeira vez, há aprox. 2500 anos atrás. Poderemos fazer nossa prática de meditação individualmente como juntos, sentar por alguns minutos, caminhar, ler, fotografar, como cada viajante preferir. Visitaremos o templo Mahabodhi onde há relíquias de Buda (atrás da estátua principal) e uma árvore “neta” da que Buda sentou e se iluminou. Uma visita simples e sempre muito especial será conhecermos uma escola onde as crianças dos vilarejos próximos, além do conteúdo comum, desde cedo aprendem meditação, yoga e sobre o funcionamento da nossa mente. Veremos em primeira mão o resultado prático dessas ferramentas.
Art ou Padmaa
Na Índia é comum criarmos o hábito de dormirmos um pouco mais cedo para, em alguns locais, aproveitarmos as primeiras horas do dia para vermos a Índia acordar com sinos, incensos e oferendas em templos dos muito pequenos aos maiores em seus vilarejos e cidades. Assim, antes do nascer do sol iremos até os ghats (escadarias nas margens dos rios) no Ganges para, com um barco a remo, subirmos rio acima e assistirmos o nascer do deus sol de um lado da margem e, do outro, peregrinos hindus de todas regiões da Índia fazendo seus pujas (rituais) aos deuses Surya, Ganga e Shiva. Esta imagem e experiência acontece há milênios, com muito poucas diferenças de como era em outros tempos da nossa história. Pelas águas da deusa Ganga, voltaremos o percurso que fizemos até um ghat mais adiante, onde desembarcaremos para caminhar pelas ruelas da parte mais antiga da cidade. Repleta de templos, oferendas, mantras e incensos, este é um contato muito especial com a cultura hindu. Retornamos ao nosso hotel para um bom café da manhã. Faremos um descanso para então seguirmos com nossas visitas por Varanasi até o fim do dia.
Primeiro visitaremos um templo muito especial dedicado a uma das manifestações iradas da divindade feminina, a deusa Durga. Em seguida teremos contato com uma região da cidade com muito pouco contato com estrangeiros, o campus da antiga Universidade de Benares, o nome antigo da cidade. Faremos uma visita resumida do seu museu e então caminharemos até o templo do campus, dedicado ao deus Shiva. Esta é uma forma e oportunidade interessantes de termos contato com os indianos em seus dia-a-dias. Após visita ao campus caminharemos pelos ghats de Varanasi, com garotos jogando cricket, sadhus (ascetas), pujas e templos, até o ghat principal onde, no final do dia, assistiremos a uma cerimônia do fogo, o Aarti Puja, feita por jovens brahmanis (casta dos sacerdotes).
Hoje acordaremos bem cedo para um passeio muito bonito. Antes do nascer do sol iremos até os ghats (escadarias nas margens dos rios) no Ganges para, com um barco a remo, subirmos rio acima e assistirmos o nascer do deus sol de um lado da margem e, do outro, peregrinos hindus de todas regiões da Índia fazendo seus pujas (rituais) aos deuses Surya, Ganga e Shiva. Esta imagem e experiência acontece há milênios, com muito poucas diferenças de como era no início dessa que é uma das cidades vivas mais antigas do nosso planeta. Pelas águas da deusa Ganga, voltaremos o percurso que fizemos até um ghat mais adiante, onde desembarcaremos para caminhar pelas ruelas da parte mais antiga da cidade. Repleta de templos, oferendas, mantras e incensos, este é um contato muito especial com a cultura hindu. Retornamos ao nosso hotel para um bom café da manhã e então seguirmos com nossas visitas por Varanasi.
Visitaremos um templo muito especial dedicado a uma das manifestações iradas da divindade feminina, a deusa Durga. Em seguida teremos contato com uma região da cidade com muito pouco contato com estrangeiros, o campus da antiga Universidade de Benares, o nome antigo da cidade. Faremos uma visita resumida do seu museu e então caminharemos até o templo do campus, dedicado ao deus Shiva. Esta é uma forma e oportunidade interessantes de termos contato com os indianos em seus dia-a-dias. Após visita ao campus caminharemos pelos ghats de Varanasi, com garotos jogando cricket, sadhus (ascetas), pujas e templos, até o ghat principal onde, no final do dia, assistiremos a uma cerimônia do fogo, o Aarti Puja, feita por jovens brahmanis (casta dos sacerdotes).
Hoje seguiremos a uma região próxima de Varanasi, bastante tranquila. Sarnath é o local onde Buda, após se iluminar em Bodhgaya, encontrou com seus amigos companheiros de prática e ensinou pela primeira vez no parque dos cervos. Como nos demais três locais mais sagrados do Budismo, há templos de tradições de diversas regiões do mundo. Em um deles, do Sri Lanka, há pinturas muito bonitas retratando a vida de Buda, uma estátua com suas relíquias e uma árvore Bodhi (ficus religiosa), parente da árvore debaixo da qual Buda sentou por 7 dias e se iluminou. Na tradição budista é bastante auspicioso circumumbularmos por três ou mais vezes objetos sagrados que representam nossa essência, a natureza de nossas mentes. No local em que ensinou as Quatro Nobre Verdades, foi construída uma estupa (em tibeano: chörten) pelo imperador Ashoka em que observaremos peregrinos fazendo suas práticas, podemos nos sentar por alguns instantes como também fazermos nossa prática de yoga no gramado. Final do dia é livre para cada viajante aproveitá-lo como preferir. Permanecendo na tranquila Sarnath, retornando aos ghats do Ganges, comprinhas, lendo, como for melhor para aproveitar o tempo nessa incrível cidade.
Temos mais um dia para aproveitarmos a antiga e tão especial Varanasi. Hoje visitaremos um importante templo hindu, em seguida o pequeno museu e o templo da antiga universidade de Benares. Será uma boa oportunidade para conhecermos uma Índia com muito pouco contato com estrangeiros, como é o ambiente deste campus da universidade. Após nossas primeiras visitas, veremos a Índia, sua história, costumes e tradições enquanto fazemos uma caminhada pelos ghats na margem do Ganges. Final do dia livre para explorar mais um pouco da então já bem conhecida Varanasi.
Art ou Padmaa
Nosso último dia para conhecer mais a cidade de Varanasi e seus templos, também a famosa universidade de Benares e seu templo dedicado ao deus yogi, Shiva. Vamos caminhar ao longo do rio Ganges observando a vida dos peregrinos que chegam, os sadhus que ali meditam, as mulheres que ali lavam suas roupas e outros suas rezas aos mortos.
Hoje voamos de volta a nossa já conhecida Delhi. Última tarde livre para nos arrumarmos para viagem de volta ao Brasil, caminharmos, visitarmos algum local que gostamos bastante ou queremos conhecer, comprarmos alguma lembrança da Índia ou ainda, se houver na agenda cultural da cidade, alguma apresentação de música ou dança clássicas indianas.
Chegada
Briefing
Caminhada
Agrasen Ki Baoli
Akshardham
Gandhi Smriti
Gurudwara Bangla Sahib
Crafts Museum
Dia livre
Dilli Haat
Lodi Garden
Mausoléu de Humayun
Museu Nacional
Old Delhi
Paharganj
Qutb Minar
Raj Ghat
Kartavya Path (Rajpath)
Red Fort
Tarde livre
Templo Lakshmi Narayan
Templo Lótus
Templo Hare Krishna
Viagem de carro
Voo
Chegadas
Chegada à noite com recepção pelo Guilherme
Em sua chegada, você já será assistida(o) por nossos representantes locais que junto com Guilherme estarão aguardando com uma placa com o seu nome (ou escrito Chörten) no aeroporto. Conversaremos sobre a chegada em nosso briefing (mais aqui), como por exemplo que acompanhamos chegada de cada Viajante Chörten. Inclusive se o primeiro voo chegou na hora certa para conexão ou em tempo para segundo voo. Transferência ao hotel com assistência, localizado em uma região central, com interessantes possibilidades de passeios e atividades culturais. Hora de descansar para amanhã conhecermos a região.
Personalizada com passeio
Em sua chegada, você já será assistida(o) por nossos representantes locais que estarão aguardando com uma placa com o seu nome (ou escrito Chörten) no aeroporto. Acompanhamos chegada de cada Viajante Chörten, mantendo contato por telefone com a equipe de nossos representantes no aeroporto, desde antes seu avião pousar até o momento que nos falarmos. Para que fique 100% tranquilo(a) que estamos acompanhando e nos certificando que sua chegada está sendo cuidada. Transferência ao hotel com assistência, localizado em uma região central, com interessantes possibilidades de passeios e atividades culturais. Em nosso primeiro dia estaremos chegando, nos ajustando ao fuso e buscando, apesar do cansaço das horas de voo, dormir no período certo, não durante o dia como no fuso que estamos habituados. Por esses motivos que a sugestão para os primeiros passeios é que sejam bastante light, como também por não estarmos, ainda, processando muito bem as informações.
Nossas sugestões de passeios para essa tarde são: Kartavya Path (Rajpath) com o India Gate, Gurudwara Bangla Sahib e templo Lakshminarayan. Se tiver pique para mais coisas, temos algumas possibilidades extras em mente. Favor nos avisar e conversamos.
Especialista com passeio
Em sua chegada, você já será assistida(o) por nossos representantes locais que estarão aguardando com uma placa com o seu nome no aeroporto. Acompanhamos a chegada de cada Viajante Chörten, mantendo contato por telefone com a equipe de nossos representantes no aeroporto desde antes da sua chegada. Inclusive certificando se já entraram em contato com o hotel, avisando de sua chegada, para que seu quarto esteja disponível o quanto antes, de acordo com as possibilidades do hotel no dia. Assim que encontrar com nosso representante no aeroporto, entraremos em contato por telefone ou Whatsapp para sabermos se podemos ser de ajuda de alguma forma. O especialista brasileiro da viagem já estará no hotel aguardando pela sua chegada. Transferência ao hotel com nosso próprio veículo, com assistência, localizado em uma região central, com interessantes possibilidades de passeios culturais. Para aqueles que chegarem em um voo pela manhã, possibilidade de uma breve caminhada na região do hotel no período da tarde.
Chegada à noite personalizada
Bem vinda(o) à Índia!
Em sua chegada, será assistida(o) por nossos representantes locais que estarão aguardando com uma placa com o seu nome (ou escrito Chörten) no aeroporto. Acompanhamos chegada de cada Viajante Chörten, mantendo contato por telefone com a equipe de nossos representantes no aeroporto, desde antes seu avião pousar até o momento que nos falarmos. Para que fique 100% tranquilo(a) que estamos acompanhando e nos certificando que sua chegada está sendo cuidada. Transferência ao hotel com assistência, localizado em uma região central, com interessantes possibilidades de passeios e atividades culturais. Em nosso primeiro dia estaremos chegando, nos ajustando ao fuso e buscando, apesar do cansaço das horas de voo, será de grande ajuda ao aproveitamento dos próximos dias que consigamos dormir no período certo. Combinaremos o horário do início do dia de manhã conforme sua disposição nessa noite. Esperamos que consiga descansar bem nessa noite.
Para aqueles que chegarem em um voo pela manhã, possibilidade de uma breve caminhada na região do hotel no período da tarde.
Especialista início primeiro dia do programa
Agora sim, com a chegada de todo grupo, nos encontraremos no café da manhã e em seguida sentaremos para revisar rapidamente as importantes dicas de viagem na Índia. Trânsito, alimentação, higiene, questões culturais, de logística e segurança são alguns dos assuntos sobre os quais já teremos conversado antes da viagem e o especialista, agora in loco, irá relembrar e esclarecer quaisquer dúvidas para que aproveitem ao máximo possível a viagem. São preciosos minutos que ajudarão muito todos próximos dias neste país com uma vasta história, culturas milenares, um conhecimento e visão de mundo que ainda não compreendemos bem a partir dos nossos backgrounds e pontos de vista do Ocidente.
Sugestão CAMINHADA
Converse com seu guia, nossa sugestão é que nossa primeira experiência na Índia seja uma caminhada leve, até o primeiro local que visitaremos nessa primeira tarde, próximo do nosso hotel.
Mais uma especial visita para o nosso dia, é a última casa onde Gandhi viveu, conhecida como Birla House. Aprenderemos um pouco sobre essa importante parte da história dessa nação, como sobre a vida e o momento final deste grande líder, exemplo da prática de Ahimsa (não violência) e da cultura de paz até os dias de hoje em todo mundo. Hoje, em formato de um museu interativo, com uma coleção de fotografias e objetos de Gandhi, chamado Gandhi Smriti. Provavelmente não recomendaremos olhar todo o museu com todo o tempo do mundo para dar tempo de conhecer o museu, a história do Gandhi de perto, como outros locais importantes de Delhi. Uma caminhada para conhecer o museu, olhando com mais tempo para uma ou outra parte sobre a vida de Gandhi, costuma funcionar muito bem. Sugestão: sigam até os fundos da casa onde Gandhi foi assassinado no caminho do local onde fazia suas preces diárias. Volte entrando no quarto de Gandhi, visitando esse andar. Ao subir às escadas, há voluntários, por vezes estudantes, disponíveis para apresentar o museu. Experiência: eles podem ser muito bacanas ao mesmo tempo que a apresentação deles pode levar um tempo imenso. Perguntem se podem apresentar as 3 ou 4 partes mais importantes e então sigam por conta própria.
Em seguida, uma visita ao templo Sikh, religião do séc. XVI e região de Punjab na Índia, seguramente é uma boa opção. Na bonita Gurudwara Bangla Sahib, ouviremos seus cânticos, observaremos como fazem suas preces dentro do templo e ao redor de um tanque sagrado. Também poderemos conhecer a cozinha onde voluntários oferecem refeições para milhares de pessoas diariamente, independente de classe social e religião.
Podemos dar uma volta também por um dos parques em que os locais frequentam para suas caminhadas, muito bonito, o Lodi Garden.
Uma volta por um dos parques em que os locais frequentam para suas caminhadas, muito bonito, com mausóleos dos vários sultões de Delhi, o Lodi Garden, é uma ótima opção que combina história, natureza e oportunidade para observarmos o dia a dia dos residentes locais.
Segundo dos seis principais imperadores mugais, Humayun (1508-1556), seu mausoléu foi construído em Delhi, o primeiro com arquitetura associada a um jardim e uso da pedra arenito vermelho nessa escala na Índia. Assim o antecessor e de beleza próxima do Taj Mahal, há quem considera este monumento ainda mais bonito.
Uma visita bastante interessante em Delhi é o Museu Nacional. É possível passarmos muitas horas ou dias para apreciarmos cada salão e exposições sobre a história, artes e povos da Índia. Uma boa forma de aproveitarmos essa oportunidade é visitando um salão principal e as relíquias de Buda. A mochila precisa ficar em um guarda objetos antes de entrar no prédio do museu (pequenas bolsas femininas ou polchetes costumam poder entrar) e então, logo antes de subir as escadas da entrada, não deixe de dar uma olhada às sua esquerda em uma das se não a primeira carta de direitos humanos, esculpida em uma pedra, de acordo com as leis do grande imperador indiano do séc. III a.C., Ashoka. Logo após a sua entrada, um dos primeiros salões é o sobre Mohenjodaro e Harappa, berço dessa cultura indiana, entre 3500 e 1500 a. C.. Logo na entrada desse salão há um interesse comparativo das épocas das antigas civilizações da humanidade. Em seguida temos objetos dessa época, sendo os principais: o selo com o que deve ter vindo a ser Shiva (na forma de Pashupati possivelmente), e escultura da cabeça do sacerdode e a garota dançarina. Daí então caminhamos (cuidem do tempo de vocês por favor), sem parar muito com o objetivo de usar um tempo mais curto do nosso dia no museu, pelos demais salões, até chegarmos em uma relíquia de Buda. É comum encontrarmos praticantes do método deste mestre nepalês/indiano (Sakya), sentados em meditação ao redor de suas relíquias. Essa pode ser seguramente uma benéfica marca mental que podemos nos oferecer por alguns minutos, nesse treino e familiarização com o estado natural de nossas mentes, mais em paz e de melhor capacitada a beneficiar um maior número de pessoas e seres sencientes (simplificadamente: seres com consciência) de forma geral. Se quiser dar uma rápida olhada nos salões das tribos indianas e sobre os instrumentos no último andar, com muito foco e cuidado com o tempo, corra ;-)! Brincadeira. Mas cuidem do tempo e uso do dia de vocês nessa incrível cidade.
Começaremos os nossos passeios com o que é na verdade uma das várias Delhis, que existiram em épocas e impérios diversos em uma sucessão de cidades vizinhas. A última e oitava Delhi é onde nos hospedamos, construída pelos ingleses, chamada de Nova Delhi. A sétima foi construída por Shah Jahan, um dos grandes imperadores mughais, o mesmo que construiu o Taj Mahal, na época conhecida como Shajahanabad. Hoje chamamos de Old Delhi ou a Velha Delhi. Visitaremos a grande mesquita do Imperador, a Jama Masjid. Nela, para quem quiser, há possibilidade de uma caminhada minareta acima! De onde temos vista da cidade e do Red Fort por cima. Converse com seu guia. Ele não precisa subir. Só tome bastante cuidado na plataforma lá em cima, por favor.
Em seguida caminharemos pelas ruelas de seu antigo bazar. Há uma lojinha muiito antiga, que passa de pai para filho há muito tempo, de essências (sândalo, etc) e incensos chamada Gulab Singh Johri Mal que em si é um passeio. Pode comprar em uma caixinha um óleo junto com um dos frascos bem típicos dessa região mulçumana de Delhi. Na sequência do passeio pelas ruelas dos bazares a maior parte dos guias gostam de fazer de rickshaw de bicicleta. Recomendamos muito que façam o passeio caminhando, para ter mais contato e poder ver melhor o bazar. Possibilidade de visitar um pequeno templo do Jainismo, muito antigo, com lindas pinturas. Há mais de um templo Jain na região, esse fica na vilinha chamada Naughara Gali, no Kinari bazar. Seguimos então até chegarmos em frente ao Red Fort, onde está o importante Lahori Gate. Foi nele que importantes falas da história da Índia aconteceram, como da independência deste país, hoje a maior democracia em todo o mundo, em que valores e costumes milenares convivem ao mesmo tempo com conhecimentos e tecnologias extremamente modernos.
Guardaremos nossa visita a um dos Red Forts para o de Agra, com mais história, mais bonito e melhor conservado.
Visitaremos o Red Fort, construído em arenito vermelho e mármore branco no séc. XVII, também pelo imperador Shah Jahan. Utilizado pelo Império Mughal por aprox. 200 anos, entenderemos como viviam, com seus jardins, aposentos, salões de audiências públicas e privadas. Veremos que foi utilizado também pelo exército inglês.
No caminho de volta à região de nosso hotel, prestaremos homenagem ao memorial onde Gandhi foi cremado, o Raj Ghat. Veremos qual foi sua última palavra, sinal de grande realização em seu caminho espiritual. Quem gosta de fotografias, procurem por imagens feitas por Cartier-Bresson, um dos grandes fotógrafos que já existiram, que estava em Delhi nesse dia.
Próximo do nosso hotel, está a esplanada construída pelos ingleses no séc. XX, chamada Kartavya Path (Rajpath). Nela está o India Gate, marco da cidade, construído em homenagem aos combatentes na grande guerra, onde podemos descer para tirar algumas fotos. No outro lado da Kartavya Path está a casa da atual presidente da Índia.
Próximo do nosso hotel, está a esplanada construída pelos ingleses no séc. XX, chamada Kartavya Path (Rajpath). Nela está o India Gate, marco da cidade, construído em homenagem aos combatentes na grande guerra. Normalmente acabamos passando por ela por mais de uma vez durante nossos dias em Delhi. Dependendo das regras no dia, o que às vezes tem sido possível é combinarmos com o guia e motorista de descermos próximo do India Gate para fazermos uma foto, o motorista dá uma volta, então passa de novo para nos pegar dali uns minutos ou estaciona ali perto. Outra possibilidade é, em nossas passagens pela Kartavya Path, nosso motorista passar lentamente para fazermos nossas fotos do carro mesmo. Veja como prefere, ok? Do outro lado da Kartavya Path está casa da atual presidente da Índia.
Nessa mesma região também conheceremos um templo da famosa organização ISKCON, conhecida como Hare Krishna. Devotos deste que é o oitavo avatar do deus hindu Vishnu, essa é uma oportunidade para observarmos como essa tradição pratica seu método, com bastante música, aqui na Índia.
Também próximo na região do nosso hotel está o templo hindu Lakshminarayan, também conhecido como Birla (importante família indiana) Mandir (templo em Hindi). Veremos muitos templos hindus durante a viagem, dos menores nas calçadas e em frente às casas, aos maiores, como nesse caso. São oportunidades para aprendermos e refletirmos um pouco sobre o conhecimento, sabedoria e método de aprendizado que vem sendo praticado há milênios em todo subcontinente asiático: do Vale do rio Hindus (do Mt. Kailash no Tibete ao Paquistão), se estendendo pela Planície Gangética (de Rishikesh à Kolkata), passando por todo o Himalaya até o Sul da Índia. Aproveite e pergunte ao seu guia sobre as suas dúvidas e curiosidades sobre o Hinduísmo, assim como aos frequentadores do templo, incluindo aqui os sacerdotes. Ouvimos diferentes respostas, sob diferentes abordagens e níveis de compreensão desse conhecimento, dos mais iniciantes aos mais realizados, dos mais populares aos mais acadêmicos.
Mais ao sul da cidade, visitaremos o bonito Templo Lótus. Construído no formato de seu nome, é da religião chamada Bahá’í, fundada no séc. XIX, na antiga Pérsia, ao visitá-lo todos seremos convidados a ficar em silêncio por um instante. Uma oportunidade e experiência interessante no meio desta grande movimentada cidade. Após a visita do templo, às vezes aberto, mais a frente do caminho de saída (antes de virar à direita para o portão da rua), há umas escadas que levam para uma exposição sobre a história e trabalho sobre essa religião. Interessante dar uma olhada e ter contato com breves exposições sobre seus pensamentos.
Pensamos que de visitar mais um local em que teremos a oportunidade de conhecer mais um pouco sobre o artesanato da Índia, o Crafts Museum. Nele há um pequeno museu com um foco um pouco maior nas artes das várias regiões do país, há uma apresentação ao céu aberto sobre as artes dos vilarejos de algumas regiões indianas e uma lojinha onde alguns artistas vendem seus produtos.
Vejam se já é hora para uma refeição, pois dependerá bastante se houve café da manhã (extra nesse primeiro dia) no hotel ou não (normalmente não mas às vezes pegamos café da manhã aberto). Assim é possível que nesse momento uma boa refeição caia muito bem, como pode ser que fique melhor após todas visitas e passeios, está bem? Sugestão para uma primeira refeição na Índia: uma muito boa típica comida indiana em um antigo restaurante de Delhi que indicaremos.
Provavelmente já será hora para uma boa refeição quando estivermos de volta à região com melhor estrutura na cidade, próxima do nosso hotel. Sugestões: uma típica comida do sul da Índia em lugar simples muitíssimo procurado pelos indianos ou então um lugar com comida do norte da Índia, mesma comida de ontem, em um restaurante mais sofisticado. Conversaremos.
Provavelmente já será hora para um almoço. Veja no dia se gostaria de comer em um dos restaurantes que indicamos nos dias anteriores, uma comida ocidental (às vezes gostamos de variar um pouco) ou mesmo algo mais simples, como uma quiche, em um café que podemos indicar também.
Algo um pouco diferente que faremos hoje, será conhecer a bagunça do Main Bazar (rua principal do mercado) de Paharganj. Região (bagunçada) onde ficam os pequenos hotéis dos viajantes mochileiros, lojas onde muitos estrangeiros compram produtos para venderem em seus países. Além ou no meio dessa bagunça, do lado da estação do metrô (Ramakrishna Mission metro station) do Paharganj Main Bazar (pois do outro lado dessa longa rua temos a estação de trem de Nova Delhi), temos o Ashram do Swami Vivekananda e seu professor, Ramakrishna. Swami Vivekananda foi um grande mestre e expoente dos estudos hindus na Índia e no Ocidente no séc. passado. Ramakrishna foi um grande mestre, conhecido por sua sabedoria louca (crazy wisdom), que tanto nos ajuda a quebrarmos alguns paradigmas. Sugestão: programe seu horário com o guia, veja o horário do pôr do sol em Delhi nesse dia (aqui), e quando chegar em Paharganj, veja no ashram que hora exata será o Aarti, cerimônia do final do dia. Então ‘bata perna’ por Paharganj e volte na hora do Aarti. Sente ali (no fundo próximo da porta talvez) por uns instantes e então veja se é hora de voltar à bagunça, comer em um lugar com melhor estrutura ou hora de retornar ao hotel.
Faremos um visita no sul de Delhi é a Qutb Minar (consoantes mudas em Sânscrito e Hindi podem ter o som como se fossem combinadas com a vogal ‘a’: Qutab Minar) para conhecermos um importante monumento para a história da cidade. Essa muito bonita minareta é um dos tantos registros dos Sultanos que existiram entre as várias Delhis.
Akshardham é um templo relativamente novo com uma arquitetura muito bonita. Além de sua beleza, é interessante vermos como os antigos milenares templos que visitamos na Índia, são construídos da mesma forma que os novos. Não há muito diferença entre o antigo e novo. As linhagens, conhecimentos e relação deles com o dia a dia dos indianos seguem continuamente há milênios. Há uma oportunidade de observar a história da espiritualidade nessa região do mundo de uma forma curiosa, no complexo do templo, que iremos conversar.
Uma visita rápida ao mesmo tempo muito bonita é o poço do séc. XIV, Agrasen Ki Baoli.
Checaremos a agenda cultural da cidade para os dias em Delhi, como possibilidade de uma especial atividade, onde grandes artistas do país se apresentam.
Checaremos a agenda cultural da cidade para os dias em Delhi, como possibilidade de uma especial atividade, onde grandes artistas do país se apresentam.
Voo:
Viagem de Trem
Voo
Ram Jhula
Cerimônia Aarti
Vasistha Guha
Lakshman Jhula
Templo Kunjapuri
Ashram Swami Dayananda
Tempo livre
Trem
Voo
Tempo livre
Final do dia livre
Começaremos o dia cedo para o voo de volta à Delhi e então para Dehradun, o aeroporto mais próximo de Rishikesh. Se o primeiro voo sair no horário certo, temos uma rápida conexão em Delhi. Se atrasar e não der tempo de fazer uma rápida conexão em Delhi, temos um voo alternativo já emitido (cortesia da Chörten) no final da tarde para seguirmos a Dehradun com tranquilidade.
Traslado de aprox. 40 min entre o aeroporto e Rishikesh para então caminhada pela região da Ram Jhula. Jhulas são as pontes suspensas, nesse caso sobre o Ganges, que do outro lado, em sua margem, participaremos do Aarti puja conduzido por alunos do ashram Parmarth Niketan durante o pôr do sol.
Voo:
Bem cedo pela manhã pegarmos nosso trem por aprox. 5h e meia para Haridwar, estação mais próxima de Rishikesh. Andar de trem na Índia é uma experiência que não pode faltar e excelente oportunidade para conversarmos com famílias indianas, observarmos os vilarejos e campos no caminho. Nossos representantes locais nos assistirão com a nossa chegada e então seguiremos por mais aprox. 40min ao nosso hotel. Após check-in e almoço podemos fazer uma caminhada pela região da Ram Jhula. Jhulas são as pontes suspensas, nesse caso sobre o Ganges, que do outro lado, em sua margem, participaremos do Aarti puja conduzido por alunos do ashram Parmarth Niketan durante o pôr do sol.
Após nosso café da manhã, um pouco adiante de Rishikesh, visitaremos a caverna de um sábio védico, um dos grandes setes Rishis da Índia, chamado Vashistha. Sempre uma experiência muito especial poder prestar homenagem aos grandes yogis, sentar no mesmo local onde viveu e meditou durante os invernos. Podemos caminhar também pela praia ao lado, na margem do Ganges. Esses são locais bastante propícios e agradáveis para práticas de meditação e leitura de textos.
Retornamos à região das jhulas (pontes suspensas) para o nosso almoço e caminharmos pelas ruelas da região, visitarmos seus pequenos templos, cafés e livrarias.
Uma opção de atividade extra para esse dia é um especial rafting pelas águas (nessa região bastante limpas) do Ganges após a visita à Vashistha Guha.
Hoje subiremos os Himalayas com nosso veículo por aprox. 40min até um templo no topo de uma montanha, a 1676m de altitude. O templo Kunjapuri é dedicado à deusa Durga e um dos 13 locais de poder (Shakti Peethas) desta região. Se o tempo estiver aberto, teremos uma bonita vista com as montanhas nevadas ao fundo. Vale lembrar que a linha da neve aqui nos Himalayas está a 5500m de altitude.
De volta a Rishikesh, conheceremos mais um importante centro de estudo Vedanta, o ashram do Swami Dayananda. Quem se animar, é possível caminhar de volta à Ram Jhula pela margem do Ganges, como participar no final do dia de um dos pujas no templo do ashram, com vista para o Ganges.
Sugestão: caminhada da Lakshman Jhula até a Ram Jhula por uma estradinha do outro lado do Ganges. Onde então podemos, por exemplo, almoçar e então pegarmos um tuctuc para conheceremos mais um importante centro de estudo Vedanta, o ashram do Swami Dayananda. Quem se animar, é possível caminhar mais uma vez do ashram de volta à Ram Jhula por um caminho logo acima da margem do Ganges ou então ficar mais um pouco no ashram para participar no final do dia de um dos pujas no templo.
Cedo pela manhã pegamos nosso trem em Haridwar de volta à Delhi. Faremos check-in em nosso hotel e agora, já familiarizados com a região, podemos aproveitar uma tarde livre para retornarmos a algum dos locais que visitamos e gostaríamos de passar mais tempo, conhecer algum local novo, como cada viajante preferir. É comum em Delhi haver apresentações de música e dança clássicas de excelente qualidade. Vamos checar a agenda cultural dos dias em que estivermos na cidade e então podemos nos organizar de irmos juntos em algum destes centros culturais.
Cedo pela manhã seguimos por aprox. 40min até o aeroporto na cidade vizinha, Dehradun, em tempo de pegarmos nosso voo com segurança para Delhi e então conexão para Kathmandu. Final do dia livre ao redor da grande estupa (tibetano: chörten) de Boudhnath, no bairro tibetano onde nos hospedamos. Observar os tibetanos fazendo suas koras (circumumbulações), recitando seus mantras, oferecendo lamparinas e, é claro, fazendo um pouco de exercício e colocando o papo em dia com os amigos, é uma boa pedida e experiência para o final do dia. Há bons restaurantes para experimentar a comida nepalesa, tibetana ou matar saudade de uma boa pizza!
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Começaremos o dia cedo para o voo de volta à Delhi e então para Dehradun, o aeroporto mais próximo de Rishikesh. Se o primeiro voo sair no horário certo, temos uma rápida conexão em Delhi. Se atrasar e não der tempo de fazer uma rápida conexão em Delhi, temos um voo alternativo já emitido (cortesia da Chörten) no final da tarde para seguirmos a Dehradun com tranquilidade.
Traslado de aprox. 40 min entre o aeroporto e Rishikesh para então caminhada pela região da Ram Jhula. Jhulas são as pontes suspensas, nesse caso sobre o Ganges, que do outro lado, em sua margem, participaremos do Aarti puja conduzido por alunos do ashram Parmarth Niketan durante o pôr do sol.
Voo:
Bem cedo pela manhã pegarmos nosso trem por aprox. 5h e meia para Haridwar, estação mais próxima de Rishikesh. Andar de trem na Índia é uma experiência que não pode faltar e excelente oportunidade para conversarmos com famílias indianas, observarmos os vilarejos e campos no caminho. Nossos representantes locais nos assistirão com a nossa chegada e então seguiremos por mais aprox. 40min ao nosso hotel. Após check-in e almoço podemos fazer uma caminhada pela região da Ram Jhula. Jhulas são as pontes suspensas, nesse caso sobre o Ganges, que do outro lado, em sua margem, participaremos do Aarti puja conduzido por alunos do ashram Parmarth Niketan durante o pôr do sol.
Após nosso café da manhã, um pouco adiante de Rishikesh, visitaremos a caverna de um sábio védico, um dos grandes setes Rishis da Índia, chamado Vashistha. Sempre uma experiência muito especial poder prestar homenagem aos grandes yogis, sentar no mesmo local onde viveu e meditou durante os invernos. Podemos caminhar também pela praia ao lado, na margem do Ganges. Esses são locais bastante propícios e agradáveis para práticas de meditação e leitura de textos.
Retornamos à região das jhulas (pontes suspensas) para o nosso almoço e caminharmos pelas ruelas da região, visitarmos seus pequenos templos, cafés e livrarias.
Uma opção de atividade extra para esse dia é um especial rafting pelas águas (nessa região bastante limpas) do Ganges após a visita à Vashistha Guha.
Hoje subiremos os Himalayas com nosso veículo por aprox. 40min até um templo no topo de uma montanha, a 1676m de altitude. O templo Kunjapuri é dedicado à deusa Durga e um dos 13 locais de poder (Shakti Peethas) desta região. Se o tempo estiver aberto, teremos uma bonita vista com as montanhas nevadas ao fundo. Vale lembrar que a linha da neve aqui nos Himalayas está a 5500m de altitude.
De volta a Rishikesh, conheceremos mais um importante centro de estudo Vedanta, o ashram do Swami Dayananda. Quem se animar, é possível caminhar de volta à Ram Jhula pela margem do Ganges, como participar no final do dia de um dos pujas no templo do ashram, com vista para o Ganges.
Sugestão: caminhada da Lakshman Jhula até a Ram Jhula por uma estradinha do outro lado do Ganges. Onde então podemos, por exemplo, almoçar e então pegarmos um tuctuc para conheceremos mais um importante centro de estudo Vedanta, o ashram do Swami Dayananda. Quem se animar, é possível caminhar mais uma vez do ashram de volta à Ram Jhula por um caminho logo acima da margem do Ganges ou então ficar mais um pouco no ashram para participar no final do dia de um dos pujas no templo.
Cedo pela manhã pegamos nosso trem em Haridwar de volta à Delhi. Faremos check-in em nosso hotel e agora, já familiarizados com a região, podemos aproveitar uma tarde livre para retornarmos a algum dos locais que visitamos e gostaríamos de passar mais tempo, conhecer algum local novo, como cada viajante preferir. É comum em Delhi haver apresentações de música e dança clássicas de excelente qualidade. Vamos checar a agenda cultural dos dias em que estivermos na cidade e então podemos nos organizar de irmos juntos em algum destes centros culturais.
Cedo pela manhã seguimos por aprox. 40min até o aeroporto na cidade vizinha, Dehradun, em tempo de pegarmos nosso voo com segurança para Delhi e então conexão para Kathmandu. Final do dia livre ao redor da grande estupa (tibetano: chörten) de Boudhnath, no bairro tibetano onde nos hospedamos. Observar os tibetanos fazendo suas koras (circumumbulações), recitando seus mantras, oferecendo lamparinas e, é claro, fazendo um pouco de exercício e colocando o papo em dia com os amigos, é uma boa pedida e experiência para o final do dia. Há bons restaurantes para experimentar a comida nepalesa, tibetana ou matar saudade de uma boa pizza!
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Começaremos o dia cedo para o voo de volta à Delhi e então para Dehradun, o aeroporto mais próximo de Rishikesh. Se o primeiro voo sair no horário certo, temos uma rápida conexão em Delhi. Se atrasar e não der tempo de fazer uma rápida conexão em Delhi, temos um voo alternativo já emitido (cortesia da Chörten) no final da tarde para seguirmos a Dehradun com tranquilidade.
Traslado de aprox. 40 min entre o aeroporto e Rishikesh para então caminhada pela região da Ram Jhula. Jhulas são as pontes suspensas, nesse caso sobre o Ganges, que do outro lado, em sua margem, participaremos do Aarti puja conduzido por alunos do ashram Parmarth Niketan durante o pôr do sol.
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Bem cedo pela manhã pegarmos nosso trem por aprox. 5h e meia para Haridwar, estação mais próxima de Rishikesh. Andar de trem na Índia é uma experiência que não pode faltar e excelente oportunidade para conversarmos com famílias indianas, observarmos os vilarejos e campos no caminho. Nossos representantes locais nos assistirão com a nossa chegada e então seguiremos por mais aprox. 40min ao nosso hotel. Após check-in e almoço podemos fazer uma caminhada pela região da Ram Jhula. Jhulas são as pontes suspensas, nesse caso sobre o Ganges, que do outro lado, em sua margem, participaremos do Aarti puja conduzido por alunos do ashram Parmarth Niketan durante o pôr do sol.
Após nosso café da manhã, um pouco adiante de Rishikesh, visitaremos a caverna de um sábio védico, um dos grandes setes Rishis da Índia, chamado Vashistha. Sempre uma experiência muito especial poder prestar homenagem aos grandes yogis, sentar no mesmo local onde viveu e meditou durante os invernos. Podemos caminhar também pela praia ao lado, na margem do Ganges. Esses são locais bastante propícios e agradáveis para práticas de meditação e leitura de textos.
Retornamos à região das jhulas (pontes suspensas) para o nosso almoço e caminharmos pelas ruelas da região, visitarmos seus pequenos templos, cafés e livrarias.
Uma opção de atividade extra para esse dia é um especial rafting pelas águas (nessa região bastante limpas) do Ganges após a visita à Vashistha Guha.
Hoje subiremos os Himalayas com nosso veículo por aprox. 40min até um templo no topo de uma montanha, a 1676m de altitude. O templo Kunjapuri é dedicado à deusa Durga e um dos 13 locais de poder (Shakti Peethas) desta região. Se o tempo estiver aberto, teremos uma bonita vista com as montanhas nevadas ao fundo. Vale lembrar que a linha da neve aqui nos Himalayas está a 5500m de altitude.
De volta a Rishikesh, conheceremos mais um importante centro de estudo Vedanta, o ashram do Swami Dayananda. Quem se animar, é possível caminhar de volta à Ram Jhula pela margem do Ganges, como participar no final do dia de um dos pujas no templo do ashram, com vista para o Ganges.
Sugestão: caminhada da Lakshman Jhula até a Ram Jhula por uma estradinha do outro lado do Ganges. Onde então podemos, por exemplo, almoçar e então pegarmos um tuctuc para conheceremos mais um importante centro de estudo Vedanta, o ashram do Swami Dayananda. Quem se animar, é possível caminhar mais uma vez do ashram de volta à Ram Jhula por um caminho logo acima da margem do Ganges ou então ficar mais um pouco no ashram para participar no final do dia de um dos pujas no templo.
Cedo pela manhã pegamos nosso trem em Haridwar de volta à Delhi. Faremos check-in em nosso hotel e agora, já familiarizados com a região, podemos aproveitar uma tarde livre para retornarmos a algum dos locais que visitamos e gostaríamos de passar mais tempo, conhecer algum local novo, como cada viajante preferir. É comum em Delhi haver apresentações de música e dança clássicas de excelente qualidade. Vamos checar a agenda cultural dos dias em que estivermos na cidade e então podemos nos organizar de irmos juntos em algum destes centros culturais.
Cedo pela manhã seguimos por aprox. 40min até o aeroporto na cidade vizinha, Dehradun, em tempo de pegarmos nosso voo com segurança para Delhi e então conexão para Kathmandu. Final do dia livre ao redor da grande estupa (tibetano: chörten) de Boudhnath, no bairro tibetano onde nos hospedamos. Observar os tibetanos fazendo suas koras (circumumbulações), recitando seus mantras, oferecendo lamparinas e, é claro, fazendo um pouco de exercício e colocando o papo em dia com os amigos, é uma boa pedida e experiência para o final do dia. Há bons restaurantes para experimentar a comida nepalesa, tibetana ou matar saudade de uma boa pizza!
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Começaremos o dia cedo para o voo de volta à Delhi e então para Dehradun, o aeroporto mais próximo de Rishikesh. Se o primeiro voo sair no horário certo, temos uma rápida conexão em Delhi. Se atrasar e não der tempo de fazer uma rápida conexão em Delhi, temos um voo alternativo já emitido (cortesia da Chörten) no final da tarde para seguirmos a Dehradun com tranquilidade.
Traslado de aprox. 40 min entre o aeroporto e Rishikesh para então caminhada pela região da Ram Jhula. Jhulas são as pontes suspensas, nesse caso sobre o Ganges, que do outro lado, em sua margem, participaremos do Aarti puja conduzido por alunos do ashram Parmarth Niketan durante o pôr do sol.
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Bem cedo pela manhã pegarmos nosso trem por aprox. 5h e meia para Haridwar, estação mais próxima de Rishikesh. Andar de trem na Índia é uma experiência que não pode faltar e excelente oportunidade para conversarmos com famílias indianas, observarmos os vilarejos e campos no caminho. Nossos representantes locais nos assistirão com a nossa chegada e então seguiremos por mais aprox. 40min ao nosso hotel. Após check-in e almoço podemos fazer uma caminhada pela região da Ram Jhula. Jhulas são as pontes suspensas, nesse caso sobre o Ganges, que do outro lado, em sua margem, participaremos do Aarti puja conduzido por alunos do ashram Parmarth Niketan durante o pôr do sol.
Após nosso café da manhã, um pouco adiante de Rishikesh, visitaremos a caverna de um sábio védico, um dos grandes setes Rishis da Índia, chamado Vashistha. Sempre uma experiência muito especial poder prestar homenagem aos grandes yogis, sentar no mesmo local onde viveu e meditou durante os invernos. Podemos caminhar também pela praia ao lado, na margem do Ganges. Esses são locais bastante propícios e agradáveis para práticas de meditação e leitura de textos.
Retornamos à região das jhulas (pontes suspensas) para o nosso almoço e caminharmos pelas ruelas da região, visitarmos seus pequenos templos, cafés e livrarias.
Uma opção de atividade extra para esse dia é um especial rafting pelas águas (nessa região bastante limpas) do Ganges após a visita à Vashistha Guha.
Hoje subiremos os Himalayas com nosso veículo por aprox. 40min até um templo no topo de uma montanha, a 1676m de altitude. O templo Kunjapuri é dedicado à deusa Durga e um dos 13 locais de poder (Shakti Peethas) desta região. Se o tempo estiver aberto, teremos uma bonita vista com as montanhas nevadas ao fundo. Vale lembrar que a linha da neve aqui nos Himalayas está a 5500m de altitude.
De volta a Rishikesh, conheceremos mais um importante centro de estudo Vedanta, o ashram do Swami Dayananda. Quem se animar, é possível caminhar de volta à Ram Jhula pela margem do Ganges, como participar no final do dia de um dos pujas no templo do ashram, com vista para o Ganges.
Sugestão: caminhada da Lakshman Jhula até a Ram Jhula por uma estradinha do outro lado do Ganges. Onde então podemos, por exemplo, almoçar e então pegarmos um tuctuc para conheceremos mais um importante centro de estudo Vedanta, o ashram do Swami Dayananda. Quem se animar, é possível caminhar mais uma vez do ashram de volta à Ram Jhula por um caminho logo acima da margem do Ganges ou então ficar mais um pouco no ashram para participar no final do dia de um dos pujas no templo.
Cedo pela manhã pegamos nosso trem em Haridwar de volta à Delhi. Faremos check-in em nosso hotel e agora, já familiarizados com a região, podemos aproveitar uma tarde livre para retornarmos a algum dos locais que visitamos e gostaríamos de passar mais tempo, conhecer algum local novo, como cada viajante preferir. É comum em Delhi haver apresentações de música e dança clássicas de excelente qualidade. Vamos checar a agenda cultural dos dias em que estivermos na cidade e então podemos nos organizar de irmos juntos em algum destes centros culturais.
Cedo pela manhã seguimos por aprox. 40min até o aeroporto na cidade vizinha, Dehradun, em tempo de pegarmos nosso voo com segurança para Delhi e então conexão para Kathmandu. Final do dia livre ao redor da grande estupa (tibetano: chörten) de Boudhnath, no bairro tibetano onde nos hospedamos. Observar os tibetanos fazendo suas koras (circumumbulações), recitando seus mantras, oferecendo lamparinas e, é claro, fazendo um pouco de exercício e colocando o papo em dia com os amigos, é uma boa pedida e experiência para o final do dia. Há bons restaurantes para experimentar a comida nepalesa, tibetana ou matar saudade de uma boa pizza!
Voo
Boudhnath
Chegada
Traslado
Tarde livre em Boudhnath
Bem vindo(a) ao Nepal! Da pista do aeroporto, com o tempo permitindo, já é possível avistar as montanhas ao redor do vale. Com seu visto e mala em mãos, será recebido(a) por nosso representante local que estará lhe esperando com uma placa da Chörten.
Você já terá saído do Brasil com o número do telefone do Guilherme que, desta forma, acompanhará sua ida ao Nepal, já fará contato durante o traslado e o(a) encontrará em nosso hotel. Para quem chegar pela manhã, uma tarde tranquila para começar a se ajustar ao fuso do Nepal.
Chegada do programa principal com especialista
Bem vindo(a) ao Nepal! Da pista do aeroporto, com o tempo permitindo, já é possível avistar as montanhas ao redor do vale. Com seu visto e mala em mãos, procedimento facilitado pelo Guilherme que estará acompanhando o grupo desde o programa principal, seremos recebidos por nosso representante local e motorista que estarão nos esperando com a placa da Chörten.
Em volta da grande estupa (tib: chörten)de Boudhanath em nosso bairro tibetano, repleta de monastérios, encontrará monjas, monges e tibetanos laicos, às vezes grandes mestres, fazendo suas koras (circumumbulações), girando as famosas rodas de orações com milhões de Om Mani Padma Hungs, recitando mantras e acendendo lamparinas principalmente nos finais de tarde e bem cedo pelas manhãs. Aproveite um dos cafés ou restaurantes no entorno da estupa para observar e assimilar um pouco dessa cultura milenar.
Pós Índia e Nagarkot com especialista
Seguiremos agora à cidade de Katmandu propriamente. Após check-in em nosso hotel, visitaremos a grande estupa (tib: chörten)de Boudhanath. Repleta de monastérios, encontraremos monjas, monges e tibetanos laicos, às vezes grandes mestres, fazendo suas koras (circumumbulações), girando as famosas rodas de orações com milhões de Om Mani Padma Hungs, recitando mantras e acendendo lamparinas principalmente nos finais de tarde e bem cedo pelas manhãs. Conheceremos alguns de seus monastérios, sendo sempre possível aproveitar um dos cafés ou restaurantes no entorno da estupa para observar e assimilar um pouco dessa tão especial cultura milenar.
Pós Nalanda
Em volta da grande estupa (tib: chörten)de Boudhanath em nosso bairro tibetano, repleta de monastérios, encontrará monjas, monges e tibetanos laicos, às vezes grandes mestres, fazendo suas koras (circumumbulações), girando as famosas rodas de orações com milhões de Om Mani Padma Hungs, recitando mantras e acendendo lamparinas principalmente nos finais de tarde e bem cedo pelas manhãs. Aproveite um dos cafés ou restaurantes para observar e assimilar esse povo que, de forma mais direta ou indireta, mantém vivo até os dias de hoje, em todo o mundo, o legado da Universidade de Nalanda que visitamos há poucos dias.
Briefing
Swayambunath
Kathmandu Durbar Square
Thamel
Boudhnath
Após merecido descanso da viagem até o Nepal, café da manhã e então faremos o nosso briefing. Conversaremos sobre importantes dicas práticas de viagem no Nepal e no Butão como: trânsito, dinheiro, saúde, costumes, etc.
Começaremos nossas visitas com uma pequena caminhada na região da segunda maior estupa do vale, Swayambunath (tradução: auto surgida). Diz a lenda que o morro onde está a estupa surgiu no local onde o bodhisatva Manjushri, o bodhisattva da sabedoria, pegou uma flor de lótus após esvaziar o lago onde é hoje o Vale de Kathmandu. Teremos uma vista de toda cidade, faremos nossas koras em volta da estupa e conheceremos seus pequenos monastérios.
Antes do Butão
De Swayambu seguiremos para a Durbar Square (Praça do Palácio) de Kathmandu onde vive uma pequena deusa viva, a Kumari. As durbar squares do Vale de Kathmandu foram construídas por reis herdeiros da dinastia Malla, séc. XII ao XVIII, que, nesse caso para a nossa sorte, competiam em beleza arquitetônica. São inúmeros templos dos diversos deuses hindus em torno do palácio. Caminharemos então até o bairro dos viajantes em Kathmandu, Thamel, com inúmeros bons restaurantes, lojas de montanhismo, artesanato nepalês, livrarias, para uma boa refeição e, se alguém precisar, comprar alguma roupa para os dias no Butão.
Sem Butão com mais viagem
De Swayambu seguiremos para a Durbar Square (Praça do Palácio) de Kathmandu onde vive uma pequena deusa viva, a Kumari. As durbar squares do Vale de Kathmandu foram construídas por reis herdeiros da dinastia Malla, séc. XII ao XVIII, que, nesse caso para a nossa sorte, competiam em beleza arquitetônica. São inúmeros templos dos diversos deuses hindus em torno do palácio. Caminharemos então até o bairro dos viajantes em Kathmandu, Thamel, com inúmeros bons restaurantes, lojas de montanhismo, artesanato nepalês, livrarias, para uma boa refeição e, se alguém precisar, comprar alguma roupa, por exemplo, para a próxima viagem.
Sem mais viagens
De Swayambu seguiremos para a Durbar Square (Praça do Palácio) de Kathmandu onde vive uma pequena deusa viva, a Kumari. As durbar squares do Vale de Kathmandu foram construídas por reis herdeiros da dinastia Malla, séc. XII ao XVIII, que, nesse caso para a nossa sorte, competiam em beleza arquitetônica. São inúmeros templos dos diversos deuses hindus em torno do palácio. Caminharemos então até o bairro dos viajantes em Kathmandu, Thamel, com inúmeros bons restaurantes, lojas de montanhismo, artesanato nepalês, livrarias, para uma boa refeição e, se alguém precisar, comprar alguma roupa, por exemplo, para trekkings ou viagens futuras.
Após nosso almoço, retornaremos à Boudhnath para acompanhar um puja (prática) em um dos monastérios, fazermos koras com os tibetanos e possivelmente uma prática de meditação. É possível neste dia, se alguém desejar, conhecer mais uma das praças do palácio do vale, a Durbar Square de Kathmandu.
Bhaktapur
Caminhada
Patan
Durbar Square Patan Museu Patan Templo Dourado Tempo livre
Pashupatinath
Pharphing
Thamel
Faremos uma caminhada pelo complexo de templos de Pashupatinath, que fica em torno do rio Bagmati, sagrado para os hindus. Além do templo principal, dedicado a manifestação mais tranquila de Shiva, Pashupati, há dezenas de pequenos templos também dedicados ao deus da destruição e reconstruição do Hinduísmo. Também é o local onde nepaleses que puderem serão cremados para assegurar uma boa passagem ou liberação (moksha).
Visitaremos dois locais hoje, com oportunidade de uma caminhada para quem se animar! O primeiro local é o importante templo hinduísta chamado Pashupatinath. Ao lado do sagrado rio Bagmati, além do templo principal há dezenas de pequenos templos dedicados a Shiva, o deus da destruição e reconstruição do Hinduísmo. Também é o local onde nepaleses que puderem serão cremados para assegurar uma boa passagem ou liberação (moksha).
No final dessa manhã seguiremos à simpática Durbar Square de Patan, muito famosa pelos seus artistas e bonitos templos. Nela visitaremos um pequeno, muito bem feito e bastante didático museu de arte hinduísta e budista. Nas proximidades, visitaremos o pequeno e belo Templo Dourado, utilizado até os dias de hoje por nepaleses budistas da mesma etnia do próprio Buda Sakyamuni. Patan tem uma boa opção para o nosso almoço, é um excelente local para compra de estátuas budistas (como em Boudha também), de excelente qualidade, como para caminharmos por essas ruas medievais e seus templos.
Final da tarde livre nas livrarias, cafés, lojas de arte budista, de artesanato, roupas e equipamentos de montanha, estupa, templos ou monastérios nas já bem conhecidas Patan, Thamel ou Boudhnath, como cada viajante preferir.
Visitaremos a terceira Durbar Square do vale, a bonita Bhaktapur (bhakt: devoção/devotos e pur: cidade hinduísta). Uma cidade tombada, com fluxo de veículos limitado, caminhar por suas ruelas, palácio, templos, como pela praça dos oleiros, é como conhecer um pouco do dia a dia de uma época medieval no Nepal. Bhaktapur é o local em que foi gravado, por exemplo, o filme O Pequeno Buda.
No caminho de volta à Kathmandu, visitaremos a terceira das principais antigas cidades do vale, Bhaktapur (bhakt: devoção e pur: cidade hindu). Bhaktapur é uma cidade tombada, com fluxo de veículos limitado. Caminhar por suas ruelas é como conhecer um pouco do dia a dia de uma época medieval no Nepal. De volta ao nosso bairro tibetano, nos prepararemos para nosso muito bonito voo ao Butão amanhã.
Seguiremos hoje a um vilarejo nas montanhas ao redor do vale, Nagarkot. Nessa região mais tranquila, com mais natureza, poderemos fazer uma caminhada por algum dos vilarejos de uma das tantas etnias do Nepal, para vivenciarmos um pouco esse ritmo de vida onde as crianças cuidam dos animais, senhores e senhoras tecem, adultos cuidamo das casas e plantações, algumas casas ainda construídas de com materiais e formato tradicional, com os animais no primeiro andar e moradia acima. Com o tempo permitindo, teremos vista das montanhas mais altas e nevadas do Himalaya, com bonitos pôr e nascer do sol.
Monastérios Kopan Dudjom Sakya Ka-Nying Shechen
Estupa e monastérios de Boudhnath: Kopan Dudjom Rinpoche Sakya KaNying Shedrub Shechen
Hoje visitaremos alguns dos principais monastérios do Vale de Kathmandu, tendo boas oportunidades para conhecermos um pouco sobre os projetos dos seus grandes mestres. Primeiro tentaremos visitar o Kopan. ‘Tentaremos’ porque tem sido comum estarem com retiros e nesses dias não abrem à visitação. Ainda assim, é sempre possível tentar da seguinte forma: ligando ou indo até o Kopan (15 a 20 min de carro de Boudhnath), caso estejam com retiro, demonstrando que entendem a importância do silêncio para os retirantes e, assim, perguntar se podem visitar as estupas em silêncio (sempre que estivermos próximos dos retirantes). É o monastério do Lama Yeshe e do Lama Zopa Rinpoche, onde vivem algumas centenas de monges de todas as idades. É um importante centro de estudo para os sherpas, muitas vezes vindos da região do Everest, e estrangeiros de todo o mundo.
Em seguida, conheceremos os monastérios do Dudjom Rinpoche, chamado Dudjom Gompa, o monastério Sakya de Trinchen Rinpoche na kora da grande estupa de Boudhnath, do Chökyi Nyima Rinpoche, Chökling Rinpoche e Phakchok Rinpoche, chamado Ka-Nying Shedrub Ling, e do Matthieu Ricard, Rabjam Rinpoche e Dilgo Khyentse Rinpoche, chamado Shechen.
Próximo ao nosso hotel, começaremos visitando o monastério do Dudjom Rinpoche, chamado Dudjom Gompa. Dudjom Rinpoche foi um grande mestre, mestre de muitos mestres. Há muitos livros muito especiais com seus ensinamentos e de sua linhagem. Seu corpo (encolhido) está na estupa em seu monastério. Vale a pena sentar ali por uns instantes.
Seguiremos ao monastério do Chökyi Nyima Rinpoche, chamado Ka-Nying Shedrub Ling. Um dos mais antigos se não o mais antigo de Boudha, construído pelo Tulky Urgyen Rinpoche e seu filhos mais velhos, a pedido de SS o XVI Karmapa. Conhecido como o monastério branco, tem faculdade tanto para os monges (10 anos) como para ocidentais (www.ryi.org) com cursos de bacharelado, master e cursos mais curtos. Vale a pena visitar a biblioteca do instituto Rangjung Yeshe. Também visitaremos o monastério do Matthieu Ricard, Rabjam Rinpoche e Dilgo Khyentse Rinpoche, chamado Shechen. Vejam se o quarto do Dilgo Khyentse Rinpoche está aberto. Mais um local bem especial para sentarmos por uns instantes.
O monastério Sakya de Trinchen Rinpoche na kora da grande estupa de Boudhnath tem uma bonita estátua de Maitreya. Tendo conhecido os principais monastérios de Kathmandu, pode voltar neles para participar dos pujas (cerimônias dos monges) em que podemos sentar pelo que tempo que desejarmos, usar suas bibliotecas e livrarias. Mais aqui
Pharphing
Hoje iremos a um vilarejo em uma região mais tranquila aprox. 40 min ao sul do Vale de Kathmandu, Pharphing. Conheceremos duas importantes cavernas de Guru Rinpoche (Padmasambhava). Aqui, este grande mestre e pai do Budismo no Tibete realizou o terceiro nível de vidyadhara chamado o grande selo. Como o próprio Buda explicou, visitar locais onde grandes mestres viveram e meditaramé uma importante forma de acumulação de méritos. Poderemos pendurar bandeirolas tibetanas em um morro acima de Asura com uma vista muito bonita do vale e montanhas ao redor. Teremos tempo para caminhar pelo vilarejo como (convite) para uma prática de meditação do Buda Sakyamuni que teremos conosco, que nos foi autorizada pelo Rinpoche deste monastério e, quem se interessar, podemos fazer diariamente em locais auspiciosos como Pharphing, como em nosso hotel quando for mais conveniente. Na pedra ao lado de uma das cavernas que visitaremos, veremos um marca que Guru Rinpoche fez com sua mão.
No final do nosso dia retornaremos à região de Thamel para mais uma boa refeição.
Após merecido descanso da viagem até o Nepal, café da manhã e então faremos o nosso briefing. Conversaremos sobre importantes dicas práticas de viagem no Nepal e no Tibete como: trânsito, dinheiro, saúde, costumes, etc. Seguiremos então a um vilarejo em uma região mais tranquila ao sul do Vale de Kathmandu, Pharphing. Conheceremos duas importantes cavernas de Guru Rinpoche (Padmasambhava). Aqui, este grande mestre e pai do Budismo no Tibete realizou o terceiro nível de vidyadhara chamado o grande selo. Como o próprio Buda explicou, visitar locais onde grandes mestres viveram e meditaramé uma importante forma de acumulação de méritos. Teremos uma prática de meditação de Buda Sakyamuni conosco, que nos foi autorizada pelo Rinpoche deste monastério e (convite) podemos fazer diariamente em locais auspiciosos como Pharphing, como em nosso hotel quando for mais conveniente. Na pedra ao lado de uma das cavernas que visitaremos, veremos um marca que Guru Rinpoche fez com sua mão. Terminaremos o nosso dia no bairro dos viajantes, Thamel, para uma boa refeição e caso alguém precise comprar agasalho ou algum equipamento de montanha para viagem.
Budhanilkantha
Caminhada
Nagi Gompa
No dia de hoje faremos uma caminhada bem especial. Do nosso hotel, seguiremos até os pés de uma das montanhas ao redor do vale, chamada Shivapuri. Antes de iniciarmos a nossa subida, ainda com nosso veículo, visitaremos um templo hinduista bastante diferente de todos outros. Chama-se Budhanilkantha, onde há uma grande estátua do deus Vishnu deitado.
Hora de subir montanha acima por alguns minutos até a entrada do parque nacional, onde deixaremos nosso veículo e faremos nossa caminhada até um importante monastério feminino, chamado Nagi Gompa. Uma combinação de características fazem dessa caminhada uma oportunidade muito especial em Kathmandu: a vista do vale é muito bonita, junto com a paz de caminharmos na montanha, o legado de um grande mestre, Tulku Urgyen Rinpoche, ter vivido aqui por muitos anos e todo o ambiente criado pelo dia a dia de estudos e práticas das monjas que vivem aqui. A caminhada será de aprox. 1h, pouco menos ou pouco mais, dependendo as condições do caminho.
No dia de hoje faremos uma caminhada fora da bagunça da cidade. Do nosso hotel, seguiremos até os pés de uma das montanhas ao redor do vale, chamada Shivapuri. Antes de iniciarmos a nossa subida, ainda com nosso veículo, visitaremos um templo hindu bastante diferente de todos outros. Chama-se Budhanilkantha, onde há uma grande estátua do deus Vishnu deitado.
Hora de subir montanha acima por alguns minutos até a entrada do parque nacional, onde deixaremos nosso veículo e faremos nossa caminhada até um importante monastério feminino, chamado Nagi Gompa. Uma combinação de características fazem dessa caminhada uma oportunidade muito especial em Kathmandu: a vista do vale é muito bonita, junto com a paz de caminharmos na montanha, o legado de um grande mestre, Tulku Urgyen Rinpoche, ter vivido aqui por muitos anos e todo o ambiente criado pelo dia a dia de estudos e práticas das monjas que vivem aqui. Quando lemos os livros do seu filho mais novo, Mingyur Rinpoche (cérebro mais feliz já estudado e que fez os neurocientistas ocidentais entenderem a plasticidade de nossos cérebros), muitas histórias passam aqui com seu pai. Veja com as monjas se pode visitar e sentar por uns instantes no quarto de meditação do Tulku Urgyen Rinpoche (incríveis livros dele em Kathmandu e no Kindle). A caminhada será de aprox. 1h, pouco menos ou pouco mais, dependendo as condições do caminho. Veremos como o parque nacional estará com relação a entrada de veículos nessa época (pois muda bastante) se preferir que o carro busque. Ou então vale uma caminhada de volta para aproveitar o ar na natureza. Essa é a nossa sugestão. Dependendo o pique e experiência (nessa próxima opção em trilhas ingrimes e estreitas), há possibilidade de uma longa caminhada de volta à Boudha. A caminhada pelo parque, a princípio parece uma opção mais tranquila e segura pensando nos próximos dias da viagem. Conversaremos.
Voo
Boudhnath
Chegada
Traslado
Tarde livre em Boudhnath
Bem vindo(a) ao Nepal! Da pista do aeroporto, com o tempo permitindo, já é possível avistar as montanhas ao redor do vale. Com seu visto e mala em mãos, será recebido(a) por nosso representante local que estará lhe esperando com uma placa da Chörten.
Você já terá saído do Brasil com o número do telefone do Guilherme que, desta forma, acompanhará sua ida ao Nepal, já fará contato durante o traslado e o(a) encontrará em nosso hotel. Para quem chegar pela manhã, uma tarde tranquila para começar a se ajustar ao fuso do Nepal.
Chegada do programa principal com especialista
Bem vindo(a) ao Nepal! Da pista do aeroporto, com o tempo permitindo, já é possível avistar as montanhas ao redor do vale. Com seu visto e mala em mãos, procedimento facilitado pelo Guilherme que estará acompanhando o grupo desde o programa principal, seremos recebidos por nosso representante local e motorista que estarão nos esperando com a placa da Chörten.
Em volta da grande estupa (tib: chörten)de Boudhanath em nosso bairro tibetano, repleta de monastérios, encontrará monjas, monges e tibetanos laicos, às vezes grandes mestres, fazendo suas koras (circumumbulações), girando as famosas rodas de orações com milhões de Om Mani Padma Hungs, recitando mantras e acendendo lamparinas principalmente nos finais de tarde e bem cedo pelas manhãs. Aproveite um dos cafés ou restaurantes no entorno da estupa para observar e assimilar um pouco dessa cultura milenar.
Pós Índia e Nagarkot com especialista
Seguiremos agora à cidade de Katmandu propriamente. Após check-in em nosso hotel, visitaremos a grande estupa (tib: chörten)de Boudhanath. Repleta de monastérios, encontraremos monjas, monges e tibetanos laicos, às vezes grandes mestres, fazendo suas koras (circumumbulações), girando as famosas rodas de orações com milhões de Om Mani Padma Hungs, recitando mantras e acendendo lamparinas principalmente nos finais de tarde e bem cedo pelas manhãs. Conheceremos alguns de seus monastérios, sendo sempre possível aproveitar um dos cafés ou restaurantes no entorno da estupa para observar e assimilar um pouco dessa tão especial cultura milenar.
Pós Nalanda
Em volta da grande estupa (tib: chörten)de Boudhanath em nosso bairro tibetano, repleta de monastérios, encontrará monjas, monges e tibetanos laicos, às vezes grandes mestres, fazendo suas koras (circumumbulações), girando as famosas rodas de orações com milhões de Om Mani Padma Hungs, recitando mantras e acendendo lamparinas principalmente nos finais de tarde e bem cedo pelas manhãs. Aproveite um dos cafés ou restaurantes para observar e assimilar esse povo que, de forma mais direta ou indireta, mantém vivo até os dias de hoje, em todo o mundo, o legado da Universidade de Nalanda que visitamos há poucos dias.
Briefing
Swayambunath
Kathmandu Durbar Square
Thamel
Boudhnath
Após merecido descanso da viagem até o Nepal, café da manhã e então faremos o nosso briefing. Conversaremos sobre importantes dicas práticas de viagem no Nepal e no Butão como: trânsito, dinheiro, saúde, costumes, etc.
Começaremos nossas visitas com uma pequena caminhada na região da segunda maior estupa do vale, Swayambunath (tradução: auto surgida). Diz a lenda que o morro onde está a estupa surgiu no local onde o bodhisatva Manjushri, o bodhisattva da sabedoria, pegou uma flor de lótus após esvaziar o lago onde é hoje o Vale de Kathmandu. Teremos uma vista de toda cidade, faremos nossas koras em volta da estupa e conheceremos seus pequenos monastérios.
Antes do Butão
De Swayambu seguiremos para a Durbar Square (Praça do Palácio) de Kathmandu onde vive uma pequena deusa viva, a Kumari. As durbar squares do Vale de Kathmandu foram construídas por reis herdeiros da dinastia Malla, séc. XII ao XVIII, que, nesse caso para a nossa sorte, competiam em beleza arquitetônica. São inúmeros templos dos diversos deuses hindus em torno do palácio. Caminharemos então até o bairro dos viajantes em Kathmandu, Thamel, com inúmeros bons restaurantes, lojas de montanhismo, artesanato nepalês, livrarias, para uma boa refeição e, se alguém precisar, comprar alguma roupa para os dias no Butão.
Sem Butão com mais viagem
De Swayambu seguiremos para a Durbar Square (Praça do Palácio) de Kathmandu onde vive uma pequena deusa viva, a Kumari. As durbar squares do Vale de Kathmandu foram construídas por reis herdeiros da dinastia Malla, séc. XII ao XVIII, que, nesse caso para a nossa sorte, competiam em beleza arquitetônica. São inúmeros templos dos diversos deuses hindus em torno do palácio. Caminharemos então até o bairro dos viajantes em Kathmandu, Thamel, com inúmeros bons restaurantes, lojas de montanhismo, artesanato nepalês, livrarias, para uma boa refeição e, se alguém precisar, comprar alguma roupa, por exemplo, para a próxima viagem.
Sem mais viagens
De Swayambu seguiremos para a Durbar Square (Praça do Palácio) de Kathmandu onde vive uma pequena deusa viva, a Kumari. As durbar squares do Vale de Kathmandu foram construídas por reis herdeiros da dinastia Malla, séc. XII ao XVIII, que, nesse caso para a nossa sorte, competiam em beleza arquitetônica. São inúmeros templos dos diversos deuses hindus em torno do palácio. Caminharemos então até o bairro dos viajantes em Kathmandu, Thamel, com inúmeros bons restaurantes, lojas de montanhismo, artesanato nepalês, livrarias, para uma boa refeição e, se alguém precisar, comprar alguma roupa, por exemplo, para trekkings ou viagens futuras.
Após nosso almoço, retornaremos à Boudhnath para acompanhar um puja (prática) em um dos monastérios, fazermos koras com os tibetanos e possivelmente uma prática de meditação. É possível neste dia, se alguém desejar, conhecer mais uma das praças do palácio do vale, a Durbar Square de Kathmandu.
Bhaktapur
Caminhada
Patan
Durbar Square Patan Museu Patan Templo Dourado Tempo livre
Pashupatinath
Pharphing
Thamel
Faremos uma caminhada pelo complexo de templos de Pashupatinath, que fica em torno do rio Bagmati, sagrado para os hindus. Além do templo principal, dedicado a manifestação mais tranquila de Shiva, Pashupati, há dezenas de pequenos templos também dedicados ao deus da destruição e reconstruição do Hinduísmo. Também é o local onde nepaleses que puderem serão cremados para assegurar uma boa passagem ou liberação (moksha).
Visitaremos dois locais hoje, com oportunidade de uma caminhada para quem se animar! O primeiro local é o importante templo hinduísta chamado Pashupatinath. Ao lado do sagrado rio Bagmati, além do templo principal há dezenas de pequenos templos dedicados a Shiva, o deus da destruição e reconstruição do Hinduísmo. Também é o local onde nepaleses que puderem serão cremados para assegurar uma boa passagem ou liberação (moksha).
No final dessa manhã seguiremos à simpática Durbar Square de Patan, muito famosa pelos seus artistas e bonitos templos. Nela visitaremos um pequeno, muito bem feito e bastante didático museu de arte hinduísta e budista. Nas proximidades, visitaremos o pequeno e belo Templo Dourado, utilizado até os dias de hoje por nepaleses budistas da mesma etnia do próprio Buda Sakyamuni. Patan tem uma boa opção para o nosso almoço, é um excelente local para compra de estátuas budistas (como em Boudha também), de excelente qualidade, como para caminharmos por essas ruas medievais e seus templos.
Final da tarde livre nas livrarias, cafés, lojas de arte budista, de artesanato, roupas e equipamentos de montanha, estupa, templos ou monastérios nas já bem conhecidas Patan, Thamel ou Boudhnath, como cada viajante preferir.
Visitaremos a terceira Durbar Square do vale, a bonita Bhaktapur (bhakt: devoção/devotos e pur: cidade hinduísta). Uma cidade tombada, com fluxo de veículos limitado, caminhar por suas ruelas, palácio, templos, como pela praça dos oleiros, é como conhecer um pouco do dia a dia de uma época medieval no Nepal. Bhaktapur é o local em que foi gravado, por exemplo, o filme O Pequeno Buda.
No caminho de volta à Kathmandu, visitaremos a terceira das principais antigas cidades do vale, Bhaktapur (bhakt: devoção e pur: cidade hindu). Bhaktapur é uma cidade tombada, com fluxo de veículos limitado. Caminhar por suas ruelas é como conhecer um pouco do dia a dia de uma época medieval no Nepal. De volta ao nosso bairro tibetano, nos prepararemos para nosso muito bonito voo ao Butão amanhã.
Seguiremos hoje a um vilarejo nas montanhas ao redor do vale, Nagarkot. Nessa região mais tranquila, com mais natureza, poderemos fazer uma caminhada por algum dos vilarejos de uma das tantas etnias do Nepal, para vivenciarmos um pouco esse ritmo de vida onde as crianças cuidam dos animais, senhores e senhoras tecem, adultos cuidamo das casas e plantações, algumas casas ainda construídas de com materiais e formato tradicional, com os animais no primeiro andar e moradia acima. Com o tempo permitindo, teremos vista das montanhas mais altas e nevadas do Himalaya, com bonitos pôr e nascer do sol.
Monastérios Kopan Dudjom Sakya Ka-Nying Shechen
Estupa e monastérios de Boudhnath: Kopan Dudjom Rinpoche Sakya KaNying Shedrub Shechen
Hoje visitaremos alguns dos principais monastérios do Vale de Kathmandu, tendo boas oportunidades para conhecermos um pouco sobre os projetos dos seus grandes mestres. Primeiro tentaremos visitar o Kopan. ‘Tentaremos’ porque tem sido comum estarem com retiros e nesses dias não abrem à visitação. Ainda assim, é sempre possível tentar da seguinte forma: ligando ou indo até o Kopan (15 a 20 min de carro de Boudhnath), caso estejam com retiro, demonstrando que entendem a importância do silêncio para os retirantes e, assim, perguntar se podem visitar as estupas em silêncio (sempre que estivermos próximos dos retirantes). É o monastério do Lama Yeshe e do Lama Zopa Rinpoche, onde vivem algumas centenas de monges de todas as idades. É um importante centro de estudo para os sherpas, muitas vezes vindos da região do Everest, e estrangeiros de todo o mundo.
Em seguida, conheceremos os monastérios do Dudjom Rinpoche, chamado Dudjom Gompa, o monastério Sakya de Trinchen Rinpoche na kora da grande estupa de Boudhnath, do Chökyi Nyima Rinpoche, Chökling Rinpoche e Phakchok Rinpoche, chamado Ka-Nying Shedrub Ling, e do Matthieu Ricard, Rabjam Rinpoche e Dilgo Khyentse Rinpoche, chamado Shechen.
Próximo ao nosso hotel, começaremos visitando o monastério do Dudjom Rinpoche, chamado Dudjom Gompa. Dudjom Rinpoche foi um grande mestre, mestre de muitos mestres. Há muitos livros muito especiais com seus ensinamentos e de sua linhagem. Seu corpo (encolhido) está na estupa em seu monastério. Vale a pena sentar ali por uns instantes.
Seguiremos ao monastério do Chökyi Nyima Rinpoche, chamado Ka-Nying Shedrub Ling. Um dos mais antigos se não o mais antigo de Boudha, construído pelo Tulky Urgyen Rinpoche e seu filhos mais velhos, a pedido de SS o XVI Karmapa. Conhecido como o monastério branco, tem faculdade tanto para os monges (10 anos) como para ocidentais (www.ryi.org) com cursos de bacharelado, master e cursos mais curtos. Vale a pena visitar a biblioteca do instituto Rangjung Yeshe. Também visitaremos o monastério do Matthieu Ricard, Rabjam Rinpoche e Dilgo Khyentse Rinpoche, chamado Shechen. Vejam se o quarto do Dilgo Khyentse Rinpoche está aberto. Mais um local bem especial para sentarmos por uns instantes.
O monastério Sakya de Trinchen Rinpoche na kora da grande estupa de Boudhnath tem uma bonita estátua de Maitreya. Tendo conhecido os principais monastérios de Kathmandu, pode voltar neles para participar dos pujas (cerimônias dos monges) em que podemos sentar pelo que tempo que desejarmos, usar suas bibliotecas e livrarias. Mais aqui
Pharphing
Hoje iremos a um vilarejo em uma região mais tranquila aprox. 40 min ao sul do Vale de Kathmandu, Pharphing. Conheceremos duas importantes cavernas de Guru Rinpoche (Padmasambhava). Aqui, este grande mestre e pai do Budismo no Tibete realizou o terceiro nível de vidyadhara chamado o grande selo. Como o próprio Buda explicou, visitar locais onde grandes mestres viveram e meditaramé uma importante forma de acumulação de méritos. Poderemos pendurar bandeirolas tibetanas em um morro acima de Asura com uma vista muito bonita do vale e montanhas ao redor. Teremos tempo para caminhar pelo vilarejo como (convite) para uma prática de meditação do Buda Sakyamuni que teremos conosco, que nos foi autorizada pelo Rinpoche deste monastério e, quem se interessar, podemos fazer diariamente em locais auspiciosos como Pharphing, como em nosso hotel quando for mais conveniente. Na pedra ao lado de uma das cavernas que visitaremos, veremos um marca que Guru Rinpoche fez com sua mão.
No final do nosso dia retornaremos à região de Thamel para mais uma boa refeição.
Após merecido descanso da viagem até o Nepal, café da manhã e então faremos o nosso briefing. Conversaremos sobre importantes dicas práticas de viagem no Nepal e no Tibete como: trânsito, dinheiro, saúde, costumes, etc. Seguiremos então a um vilarejo em uma região mais tranquila ao sul do Vale de Kathmandu, Pharphing. Conheceremos duas importantes cavernas de Guru Rinpoche (Padmasambhava). Aqui, este grande mestre e pai do Budismo no Tibete realizou o terceiro nível de vidyadhara chamado o grande selo. Como o próprio Buda explicou, visitar locais onde grandes mestres viveram e meditaramé uma importante forma de acumulação de méritos. Teremos uma prática de meditação de Buda Sakyamuni conosco, que nos foi autorizada pelo Rinpoche deste monastério e (convite) podemos fazer diariamente em locais auspiciosos como Pharphing, como em nosso hotel quando for mais conveniente. Na pedra ao lado de uma das cavernas que visitaremos, veremos um marca que Guru Rinpoche fez com sua mão. Terminaremos o nosso dia no bairro dos viajantes, Thamel, para uma boa refeição e caso alguém precise comprar agasalho ou algum equipamento de montanha para viagem.
Budhanilkantha
Caminhada
Nagi Gompa
No dia de hoje faremos uma caminhada bem especial. Do nosso hotel, seguiremos até os pés de uma das montanhas ao redor do vale, chamada Shivapuri. Antes de iniciarmos a nossa subida, ainda com nosso veículo, visitaremos um templo hinduista bastante diferente de todos outros. Chama-se Budhanilkantha, onde há uma grande estátua do deus Vishnu deitado.
Hora de subir montanha acima por alguns minutos até a entrada do parque nacional, onde deixaremos nosso veículo e faremos nossa caminhada até um importante monastério feminino, chamado Nagi Gompa. Uma combinação de características fazem dessa caminhada uma oportunidade muito especial em Kathmandu: a vista do vale é muito bonita, junto com a paz de caminharmos na montanha, o legado de um grande mestre, Tulku Urgyen Rinpoche, ter vivido aqui por muitos anos e todo o ambiente criado pelo dia a dia de estudos e práticas das monjas que vivem aqui. A caminhada será de aprox. 1h, pouco menos ou pouco mais, dependendo as condições do caminho.
No dia de hoje faremos uma caminhada fora da bagunça da cidade. Do nosso hotel, seguiremos até os pés de uma das montanhas ao redor do vale, chamada Shivapuri. Antes de iniciarmos a nossa subida, ainda com nosso veículo, visitaremos um templo hindu bastante diferente de todos outros. Chama-se Budhanilkantha, onde há uma grande estátua do deus Vishnu deitado.
Hora de subir montanha acima por alguns minutos até a entrada do parque nacional, onde deixaremos nosso veículo e faremos nossa caminhada até um importante monastério feminino, chamado Nagi Gompa. Uma combinação de características fazem dessa caminhada uma oportunidade muito especial em Kathmandu: a vista do vale é muito bonita, junto com a paz de caminharmos na montanha, o legado de um grande mestre, Tulku Urgyen Rinpoche, ter vivido aqui por muitos anos e todo o ambiente criado pelo dia a dia de estudos e práticas das monjas que vivem aqui. Quando lemos os livros do seu filho mais novo, Mingyur Rinpoche (cérebro mais feliz já estudado e que fez os neurocientistas ocidentais entenderem a plasticidade de nossos cérebros), muitas histórias passam aqui com seu pai. Veja com as monjas se pode visitar e sentar por uns instantes no quarto de meditação do Tulku Urgyen Rinpoche (incríveis livros dele em Kathmandu e no Kindle). A caminhada será de aprox. 1h, pouco menos ou pouco mais, dependendo as condições do caminho. Veremos como o parque nacional estará com relação a entrada de veículos nessa época (pois muda bastante) se preferir que o carro busque. Ou então vale uma caminhada de volta para aproveitar o ar na natureza. Essa é a nossa sugestão. Dependendo o pique e experiência (nessa próxima opção em trilhas ingrimes e estreitas), há possibilidade de uma longa caminhada de volta à Boudha. A caminhada pelo parque, a princípio parece uma opção mais tranquila e segura pensando nos próximos dias da viagem. Conversaremos.
Voo
Boudhnath
Chegada
Traslado
Tarde livre em Boudhnath
Bem vindo(a) ao Nepal! Da pista do aeroporto, com o tempo permitindo, já é possível avistar as montanhas ao redor do vale. Com seu visto e mala em mãos, será recebido(a) por nosso representante local que estará lhe esperando com uma placa da Chörten.
Você já terá saído do Brasil com o número do telefone do Guilherme que, desta forma, acompanhará sua ida ao Nepal, já fará contato durante o traslado e o(a) encontrará em nosso hotel. Para quem chegar pela manhã, uma tarde tranquila para começar a se ajustar ao fuso do Nepal.
Chegada do programa principal com especialista
Bem vindo(a) ao Nepal! Da pista do aeroporto, com o tempo permitindo, já é possível avistar as montanhas ao redor do vale. Com seu visto e mala em mãos, procedimento facilitado pelo Guilherme que estará acompanhando o grupo desde o programa principal, seremos recebidos por nosso representante local e motorista que estarão nos esperando com a placa da Chörten.
Em volta da grande estupa (tib: chörten)de Boudhanath em nosso bairro tibetano, repleta de monastérios, encontrará monjas, monges e tibetanos laicos, às vezes grandes mestres, fazendo suas koras (circumumbulações), girando as famosas rodas de orações com milhões de Om Mani Padma Hungs, recitando mantras e acendendo lamparinas principalmente nos finais de tarde e bem cedo pelas manhãs. Aproveite um dos cafés ou restaurantes no entorno da estupa para observar e assimilar um pouco dessa cultura milenar.
Pós Índia e Nagarkot com especialista
Seguiremos agora à cidade de Katmandu propriamente. Após check-in em nosso hotel, visitaremos a grande estupa (tib: chörten)de Boudhanath. Repleta de monastérios, encontraremos monjas, monges e tibetanos laicos, às vezes grandes mestres, fazendo suas koras (circumumbulações), girando as famosas rodas de orações com milhões de Om Mani Padma Hungs, recitando mantras e acendendo lamparinas principalmente nos finais de tarde e bem cedo pelas manhãs. Conheceremos alguns de seus monastérios, sendo sempre possível aproveitar um dos cafés ou restaurantes no entorno da estupa para observar e assimilar um pouco dessa tão especial cultura milenar.
Pós Nalanda
Em volta da grande estupa (tib: chörten)de Boudhanath em nosso bairro tibetano, repleta de monastérios, encontrará monjas, monges e tibetanos laicos, às vezes grandes mestres, fazendo suas koras (circumumbulações), girando as famosas rodas de orações com milhões de Om Mani Padma Hungs, recitando mantras e acendendo lamparinas principalmente nos finais de tarde e bem cedo pelas manhãs. Aproveite um dos cafés ou restaurantes para observar e assimilar esse povo que, de forma mais direta ou indireta, mantém vivo até os dias de hoje, em todo o mundo, o legado da Universidade de Nalanda que visitamos há poucos dias.
Briefing
Swayambunath
Kathmandu Durbar Square
Thamel
Boudhnath
Após merecido descanso da viagem até o Nepal, café da manhã e então faremos o nosso briefing. Conversaremos sobre importantes dicas práticas de viagem no Nepal e no Butão como: trânsito, dinheiro, saúde, costumes, etc.
Começaremos nossas visitas com uma pequena caminhada na região da segunda maior estupa do vale, Swayambunath (tradução: auto surgida). Diz a lenda que o morro onde está a estupa surgiu no local onde o bodhisatva Manjushri, o bodhisattva da sabedoria, pegou uma flor de lótus após esvaziar o lago onde é hoje o Vale de Kathmandu. Teremos uma vista de toda cidade, faremos nossas koras em volta da estupa e conheceremos seus pequenos monastérios.
Antes do Butão
De Swayambu seguiremos para a Durbar Square (Praça do Palácio) de Kathmandu onde vive uma pequena deusa viva, a Kumari. As durbar squares do Vale de Kathmandu foram construídas por reis herdeiros da dinastia Malla, séc. XII ao XVIII, que, nesse caso para a nossa sorte, competiam em beleza arquitetônica. São inúmeros templos dos diversos deuses hindus em torno do palácio. Caminharemos então até o bairro dos viajantes em Kathmandu, Thamel, com inúmeros bons restaurantes, lojas de montanhismo, artesanato nepalês, livrarias, para uma boa refeição e, se alguém precisar, comprar alguma roupa para os dias no Butão.
Sem Butão com mais viagem
De Swayambu seguiremos para a Durbar Square (Praça do Palácio) de Kathmandu onde vive uma pequena deusa viva, a Kumari. As durbar squares do Vale de Kathmandu foram construídas por reis herdeiros da dinastia Malla, séc. XII ao XVIII, que, nesse caso para a nossa sorte, competiam em beleza arquitetônica. São inúmeros templos dos diversos deuses hindus em torno do palácio. Caminharemos então até o bairro dos viajantes em Kathmandu, Thamel, com inúmeros bons restaurantes, lojas de montanhismo, artesanato nepalês, livrarias, para uma boa refeição e, se alguém precisar, comprar alguma roupa, por exemplo, para a próxima viagem.
Sem mais viagens
De Swayambu seguiremos para a Durbar Square (Praça do Palácio) de Kathmandu onde vive uma pequena deusa viva, a Kumari. As durbar squares do Vale de Kathmandu foram construídas por reis herdeiros da dinastia Malla, séc. XII ao XVIII, que, nesse caso para a nossa sorte, competiam em beleza arquitetônica. São inúmeros templos dos diversos deuses hindus em torno do palácio. Caminharemos então até o bairro dos viajantes em Kathmandu, Thamel, com inúmeros bons restaurantes, lojas de montanhismo, artesanato nepalês, livrarias, para uma boa refeição e, se alguém precisar, comprar alguma roupa, por exemplo, para trekkings ou viagens futuras.
Após nosso almoço, retornaremos à Boudhnath para acompanhar um puja (prática) em um dos monastérios, fazermos koras com os tibetanos e possivelmente uma prática de meditação. É possível neste dia, se alguém desejar, conhecer mais uma das praças do palácio do vale, a Durbar Square de Kathmandu.
Bhaktapur
Caminhada
Patan
Durbar Square Patan Museu Patan Templo Dourado Tempo livre
Pashupatinath
Pharphing
Thamel
Faremos uma caminhada pelo complexo de templos de Pashupatinath, que fica em torno do rio Bagmati, sagrado para os hindus. Além do templo principal, dedicado a manifestação mais tranquila de Shiva, Pashupati, há dezenas de pequenos templos também dedicados ao deus da destruição e reconstruição do Hinduísmo. Também é o local onde nepaleses que puderem serão cremados para assegurar uma boa passagem ou liberação (moksha).
Visitaremos dois locais hoje, com oportunidade de uma caminhada para quem se animar! O primeiro local é o importante templo hinduísta chamado Pashupatinath. Ao lado do sagrado rio Bagmati, além do templo principal há dezenas de pequenos templos dedicados a Shiva, o deus da destruição e reconstruição do Hinduísmo. Também é o local onde nepaleses que puderem serão cremados para assegurar uma boa passagem ou liberação (moksha).
No final dessa manhã seguiremos à simpática Durbar Square de Patan, muito famosa pelos seus artistas e bonitos templos. Nela visitaremos um pequeno, muito bem feito e bastante didático museu de arte hinduísta e budista. Nas proximidades, visitaremos o pequeno e belo Templo Dourado, utilizado até os dias de hoje por nepaleses budistas da mesma etnia do próprio Buda Sakyamuni. Patan tem uma boa opção para o nosso almoço, é um excelente local para compra de estátuas budistas (como em Boudha também), de excelente qualidade, como para caminharmos por essas ruas medievais e seus templos.
Final da tarde livre nas livrarias, cafés, lojas de arte budista, de artesanato, roupas e equipamentos de montanha, estupa, templos ou monastérios nas já bem conhecidas Patan, Thamel ou Boudhnath, como cada viajante preferir.
Visitaremos a terceira Durbar Square do vale, a bonita Bhaktapur (bhakt: devoção/devotos e pur: cidade hinduísta). Uma cidade tombada, com fluxo de veículos limitado, caminhar por suas ruelas, palácio, templos, como pela praça dos oleiros, é como conhecer um pouco do dia a dia de uma época medieval no Nepal. Bhaktapur é o local em que foi gravado, por exemplo, o filme O Pequeno Buda.
No caminho de volta à Kathmandu, visitaremos a terceira das principais antigas cidades do vale, Bhaktapur (bhakt: devoção e pur: cidade hindu). Bhaktapur é uma cidade tombada, com fluxo de veículos limitado. Caminhar por suas ruelas é como conhecer um pouco do dia a dia de uma época medieval no Nepal. De volta ao nosso bairro tibetano, nos prepararemos para nosso muito bonito voo ao Butão amanhã.
Seguiremos hoje a um vilarejo nas montanhas ao redor do vale, Nagarkot. Nessa região mais tranquila, com mais natureza, poderemos fazer uma caminhada por algum dos vilarejos de uma das tantas etnias do Nepal, para vivenciarmos um pouco esse ritmo de vida onde as crianças cuidam dos animais, senhores e senhoras tecem, adultos cuidamo das casas e plantações, algumas casas ainda construídas de com materiais e formato tradicional, com os animais no primeiro andar e moradia acima. Com o tempo permitindo, teremos vista das montanhas mais altas e nevadas do Himalaya, com bonitos pôr e nascer do sol.
Monastérios Kopan Dudjom Sakya Ka-Nying Shechen
Estupa e monastérios de Boudhnath: Kopan Dudjom Rinpoche Sakya KaNying Shedrub Shechen
Hoje visitaremos alguns dos principais monastérios do Vale de Kathmandu, tendo boas oportunidades para conhecermos um pouco sobre os projetos dos seus grandes mestres. Primeiro tentaremos visitar o Kopan. ‘Tentaremos’ porque tem sido comum estarem com retiros e nesses dias não abrem à visitação. Ainda assim, é sempre possível tentar da seguinte forma: ligando ou indo até o Kopan (15 a 20 min de carro de Boudhnath), caso estejam com retiro, demonstrando que entendem a importância do silêncio para os retirantes e, assim, perguntar se podem visitar as estupas em silêncio (sempre que estivermos próximos dos retirantes). É o monastério do Lama Yeshe e do Lama Zopa Rinpoche, onde vivem algumas centenas de monges de todas as idades. É um importante centro de estudo para os sherpas, muitas vezes vindos da região do Everest, e estrangeiros de todo o mundo.
Em seguida, conheceremos os monastérios do Dudjom Rinpoche, chamado Dudjom Gompa, o monastério Sakya de Trinchen Rinpoche na kora da grande estupa de Boudhnath, do Chökyi Nyima Rinpoche, Chökling Rinpoche e Phakchok Rinpoche, chamado Ka-Nying Shedrub Ling, e do Matthieu Ricard, Rabjam Rinpoche e Dilgo Khyentse Rinpoche, chamado Shechen.
Próximo ao nosso hotel, começaremos visitando o monastério do Dudjom Rinpoche, chamado Dudjom Gompa. Dudjom Rinpoche foi um grande mestre, mestre de muitos mestres. Há muitos livros muito especiais com seus ensinamentos e de sua linhagem. Seu corpo (encolhido) está na estupa em seu monastério. Vale a pena sentar ali por uns instantes.
Seguiremos ao monastério do Chökyi Nyima Rinpoche, chamado Ka-Nying Shedrub Ling. Um dos mais antigos se não o mais antigo de Boudha, construído pelo Tulky Urgyen Rinpoche e seu filhos mais velhos, a pedido de SS o XVI Karmapa. Conhecido como o monastério branco, tem faculdade tanto para os monges (10 anos) como para ocidentais (www.ryi.org) com cursos de bacharelado, master e cursos mais curtos. Vale a pena visitar a biblioteca do instituto Rangjung Yeshe. Também visitaremos o monastério do Matthieu Ricard, Rabjam Rinpoche e Dilgo Khyentse Rinpoche, chamado Shechen. Vejam se o quarto do Dilgo Khyentse Rinpoche está aberto. Mais um local bem especial para sentarmos por uns instantes.
O monastério Sakya de Trinchen Rinpoche na kora da grande estupa de Boudhnath tem uma bonita estátua de Maitreya. Tendo conhecido os principais monastérios de Kathmandu, pode voltar neles para participar dos pujas (cerimônias dos monges) em que podemos sentar pelo que tempo que desejarmos, usar suas bibliotecas e livrarias. Mais aqui
Pharphing
Hoje iremos a um vilarejo em uma região mais tranquila aprox. 40 min ao sul do Vale de Kathmandu, Pharphing. Conheceremos duas importantes cavernas de Guru Rinpoche (Padmasambhava). Aqui, este grande mestre e pai do Budismo no Tibete realizou o terceiro nível de vidyadhara chamado o grande selo. Como o próprio Buda explicou, visitar locais onde grandes mestres viveram e meditaramé uma importante forma de acumulação de méritos. Poderemos pendurar bandeirolas tibetanas em um morro acima de Asura com uma vista muito bonita do vale e montanhas ao redor. Teremos tempo para caminhar pelo vilarejo como (convite) para uma prática de meditação do Buda Sakyamuni que teremos conosco, que nos foi autorizada pelo Rinpoche deste monastério e, quem se interessar, podemos fazer diariamente em locais auspiciosos como Pharphing, como em nosso hotel quando for mais conveniente. Na pedra ao lado de uma das cavernas que visitaremos, veremos um marca que Guru Rinpoche fez com sua mão.
No final do nosso dia retornaremos à região de Thamel para mais uma boa refeição.
Após merecido descanso da viagem até o Nepal, café da manhã e então faremos o nosso briefing. Conversaremos sobre importantes dicas práticas de viagem no Nepal e no Tibete como: trânsito, dinheiro, saúde, costumes, etc. Seguiremos então a um vilarejo em uma região mais tranquila ao sul do Vale de Kathmandu, Pharphing. Conheceremos duas importantes cavernas de Guru Rinpoche (Padmasambhava). Aqui, este grande mestre e pai do Budismo no Tibete realizou o terceiro nível de vidyadhara chamado o grande selo. Como o próprio Buda explicou, visitar locais onde grandes mestres viveram e meditaramé uma importante forma de acumulação de méritos. Teremos uma prática de meditação de Buda Sakyamuni conosco, que nos foi autorizada pelo Rinpoche deste monastério e (convite) podemos fazer diariamente em locais auspiciosos como Pharphing, como em nosso hotel quando for mais conveniente. Na pedra ao lado de uma das cavernas que visitaremos, veremos um marca que Guru Rinpoche fez com sua mão. Terminaremos o nosso dia no bairro dos viajantes, Thamel, para uma boa refeição e caso alguém precise comprar agasalho ou algum equipamento de montanha para viagem.
Budhanilkantha
Caminhada
Nagi Gompa
No dia de hoje faremos uma caminhada bem especial. Do nosso hotel, seguiremos até os pés de uma das montanhas ao redor do vale, chamada Shivapuri. Antes de iniciarmos a nossa subida, ainda com nosso veículo, visitaremos um templo hinduista bastante diferente de todos outros. Chama-se Budhanilkantha, onde há uma grande estátua do deus Vishnu deitado.
Hora de subir montanha acima por alguns minutos até a entrada do parque nacional, onde deixaremos nosso veículo e faremos nossa caminhada até um importante monastério feminino, chamado Nagi Gompa. Uma combinação de características fazem dessa caminhada uma oportunidade muito especial em Kathmandu: a vista do vale é muito bonita, junto com a paz de caminharmos na montanha, o legado de um grande mestre, Tulku Urgyen Rinpoche, ter vivido aqui por muitos anos e todo o ambiente criado pelo dia a dia de estudos e práticas das monjas que vivem aqui. A caminhada será de aprox. 1h, pouco menos ou pouco mais, dependendo as condições do caminho.
No dia de hoje faremos uma caminhada fora da bagunça da cidade. Do nosso hotel, seguiremos até os pés de uma das montanhas ao redor do vale, chamada Shivapuri. Antes de iniciarmos a nossa subida, ainda com nosso veículo, visitaremos um templo hindu bastante diferente de todos outros. Chama-se Budhanilkantha, onde há uma grande estátua do deus Vishnu deitado.
Hora de subir montanha acima por alguns minutos até a entrada do parque nacional, onde deixaremos nosso veículo e faremos nossa caminhada até um importante monastério feminino, chamado Nagi Gompa. Uma combinação de características fazem dessa caminhada uma oportunidade muito especial em Kathmandu: a vista do vale é muito bonita, junto com a paz de caminharmos na montanha, o legado de um grande mestre, Tulku Urgyen Rinpoche, ter vivido aqui por muitos anos e todo o ambiente criado pelo dia a dia de estudos e práticas das monjas que vivem aqui. Quando lemos os livros do seu filho mais novo, Mingyur Rinpoche (cérebro mais feliz já estudado e que fez os neurocientistas ocidentais entenderem a plasticidade de nossos cérebros), muitas histórias passam aqui com seu pai. Veja com as monjas se pode visitar e sentar por uns instantes no quarto de meditação do Tulku Urgyen Rinpoche (incríveis livros dele em Kathmandu e no Kindle). A caminhada será de aprox. 1h, pouco menos ou pouco mais, dependendo as condições do caminho. Veremos como o parque nacional estará com relação a entrada de veículos nessa época (pois muda bastante) se preferir que o carro busque. Ou então vale uma caminhada de volta para aproveitar o ar na natureza. Essa é a nossa sugestão. Dependendo o pique e experiência (nessa próxima opção em trilhas ingrimes e estreitas), há possibilidade de uma longa caminhada de volta à Boudha. A caminhada pelo parque, a princípio parece uma opção mais tranquila e segura pensando nos próximos dias da viagem. Conversaremos.
Voo
Boudhnath
Chegada
Traslado
Tarde livre em Boudhnath
Bem vindo(a) ao Nepal! Da pista do aeroporto, com o tempo permitindo, já é possível avistar as montanhas ao redor do vale. Com seu visto e mala em mãos, será recebido(a) por nosso representante local que estará lhe esperando com uma placa da Chörten.
Você já terá saído do Brasil com o número do telefone do Guilherme que, desta forma, acompanhará sua ida ao Nepal, já fará contato durante o traslado e o(a) encontrará em nosso hotel. Para quem chegar pela manhã, uma tarde tranquila para começar a se ajustar ao fuso do Nepal.
Chegada do programa principal com especialista
Bem vindo(a) ao Nepal! Da pista do aeroporto, com o tempo permitindo, já é possível avistar as montanhas ao redor do vale. Com seu visto e mala em mãos, procedimento facilitado pelo Guilherme que estará acompanhando o grupo desde o programa principal, seremos recebidos por nosso representante local e motorista que estarão nos esperando com a placa da Chörten.
Em volta da grande estupa (tib: chörten)de Boudhanath em nosso bairro tibetano, repleta de monastérios, encontrará monjas, monges e tibetanos laicos, às vezes grandes mestres, fazendo suas koras (circumumbulações), girando as famosas rodas de orações com milhões de Om Mani Padma Hungs, recitando mantras e acendendo lamparinas principalmente nos finais de tarde e bem cedo pelas manhãs. Aproveite um dos cafés ou restaurantes no entorno da estupa para observar e assimilar um pouco dessa cultura milenar.
Pós Índia e Nagarkot com especialista
Seguiremos agora à cidade de Katmandu propriamente. Após check-in em nosso hotel, visitaremos a grande estupa (tib: chörten)de Boudhanath. Repleta de monastérios, encontraremos monjas, monges e tibetanos laicos, às vezes grandes mestres, fazendo suas koras (circumumbulações), girando as famosas rodas de orações com milhões de Om Mani Padma Hungs, recitando mantras e acendendo lamparinas principalmente nos finais de tarde e bem cedo pelas manhãs. Conheceremos alguns de seus monastérios, sendo sempre possível aproveitar um dos cafés ou restaurantes no entorno da estupa para observar e assimilar um pouco dessa tão especial cultura milenar.
Pós Nalanda
Em volta da grande estupa (tib: chörten)de Boudhanath em nosso bairro tibetano, repleta de monastérios, encontrará monjas, monges e tibetanos laicos, às vezes grandes mestres, fazendo suas koras (circumumbulações), girando as famosas rodas de orações com milhões de Om Mani Padma Hungs, recitando mantras e acendendo lamparinas principalmente nos finais de tarde e bem cedo pelas manhãs. Aproveite um dos cafés ou restaurantes para observar e assimilar esse povo que, de forma mais direta ou indireta, mantém vivo até os dias de hoje, em todo o mundo, o legado da Universidade de Nalanda que visitamos há poucos dias.
Briefing
Swayambunath
Kathmandu Durbar Square
Thamel
Boudhnath
Após merecido descanso da viagem até o Nepal, café da manhã e então faremos o nosso briefing. Conversaremos sobre importantes dicas práticas de viagem no Nepal e no Butão como: trânsito, dinheiro, saúde, costumes, etc.
Começaremos nossas visitas com uma pequena caminhada na região da segunda maior estupa do vale, Swayambunath (tradução: auto surgida). Diz a lenda que o morro onde está a estupa surgiu no local onde o bodhisatva Manjushri, o bodhisattva da sabedoria, pegou uma flor de lótus após esvaziar o lago onde é hoje o Vale de Kathmandu. Teremos uma vista de toda cidade, faremos nossas koras em volta da estupa e conheceremos seus pequenos monastérios.
Antes do Butão
De Swayambu seguiremos para a Durbar Square (Praça do Palácio) de Kathmandu onde vive uma pequena deusa viva, a Kumari. As durbar squares do Vale de Kathmandu foram construídas por reis herdeiros da dinastia Malla, séc. XII ao XVIII, que, nesse caso para a nossa sorte, competiam em beleza arquitetônica. São inúmeros templos dos diversos deuses hindus em torno do palácio. Caminharemos então até o bairro dos viajantes em Kathmandu, Thamel, com inúmeros bons restaurantes, lojas de montanhismo, artesanato nepalês, livrarias, para uma boa refeição e, se alguém precisar, comprar alguma roupa para os dias no Butão.
Sem Butão com mais viagem
De Swayambu seguiremos para a Durbar Square (Praça do Palácio) de Kathmandu onde vive uma pequena deusa viva, a Kumari. As durbar squares do Vale de Kathmandu foram construídas por reis herdeiros da dinastia Malla, séc. XII ao XVIII, que, nesse caso para a nossa sorte, competiam em beleza arquitetônica. São inúmeros templos dos diversos deuses hindus em torno do palácio. Caminharemos então até o bairro dos viajantes em Kathmandu, Thamel, com inúmeros bons restaurantes, lojas de montanhismo, artesanato nepalês, livrarias, para uma boa refeição e, se alguém precisar, comprar alguma roupa, por exemplo, para a próxima viagem.
Sem mais viagens
De Swayambu seguiremos para a Durbar Square (Praça do Palácio) de Kathmandu onde vive uma pequena deusa viva, a Kumari. As durbar squares do Vale de Kathmandu foram construídas por reis herdeiros da dinastia Malla, séc. XII ao XVIII, que, nesse caso para a nossa sorte, competiam em beleza arquitetônica. São inúmeros templos dos diversos deuses hindus em torno do palácio. Caminharemos então até o bairro dos viajantes em Kathmandu, Thamel, com inúmeros bons restaurantes, lojas de montanhismo, artesanato nepalês, livrarias, para uma boa refeição e, se alguém precisar, comprar alguma roupa, por exemplo, para trekkings ou viagens futuras.
Após nosso almoço, retornaremos à Boudhnath para acompanhar um puja (prática) em um dos monastérios, fazermos koras com os tibetanos e possivelmente uma prática de meditação. É possível neste dia, se alguém desejar, conhecer mais uma das praças do palácio do vale, a Durbar Square de Kathmandu.
Bhaktapur
Caminhada
Patan
Durbar Square Patan Museu Patan Templo Dourado Tempo livre
Pashupatinath
Pharphing
Thamel
Faremos uma caminhada pelo complexo de templos de Pashupatinath, que fica em torno do rio Bagmati, sagrado para os hindus. Além do templo principal, dedicado a manifestação mais tranquila de Shiva, Pashupati, há dezenas de pequenos templos também dedicados ao deus da destruição e reconstruição do Hinduísmo. Também é o local onde nepaleses que puderem serão cremados para assegurar uma boa passagem ou liberação (moksha).
Visitaremos dois locais hoje, com oportunidade de uma caminhada para quem se animar! O primeiro local é o importante templo hinduísta chamado Pashupatinath. Ao lado do sagrado rio Bagmati, além do templo principal há dezenas de pequenos templos dedicados a Shiva, o deus da destruição e reconstruição do Hinduísmo. Também é o local onde nepaleses que puderem serão cremados para assegurar uma boa passagem ou liberação (moksha).
No final dessa manhã seguiremos à simpática Durbar Square de Patan, muito famosa pelos seus artistas e bonitos templos. Nela visitaremos um pequeno, muito bem feito e bastante didático museu de arte hinduísta e budista. Nas proximidades, visitaremos o pequeno e belo Templo Dourado, utilizado até os dias de hoje por nepaleses budistas da mesma etnia do próprio Buda Sakyamuni. Patan tem uma boa opção para o nosso almoço, é um excelente local para compra de estátuas budistas (como em Boudha também), de excelente qualidade, como para caminharmos por essas ruas medievais e seus templos.
Final da tarde livre nas livrarias, cafés, lojas de arte budista, de artesanato, roupas e equipamentos de montanha, estupa, templos ou monastérios nas já bem conhecidas Patan, Thamel ou Boudhnath, como cada viajante preferir.
Visitaremos a terceira Durbar Square do vale, a bonita Bhaktapur (bhakt: devoção/devotos e pur: cidade hinduísta). Uma cidade tombada, com fluxo de veículos limitado, caminhar por suas ruelas, palácio, templos, como pela praça dos oleiros, é como conhecer um pouco do dia a dia de uma época medieval no Nepal. Bhaktapur é o local em que foi gravado, por exemplo, o filme O Pequeno Buda.
No caminho de volta à Kathmandu, visitaremos a terceira das principais antigas cidades do vale, Bhaktapur (bhakt: devoção e pur: cidade hindu). Bhaktapur é uma cidade tombada, com fluxo de veículos limitado. Caminhar por suas ruelas é como conhecer um pouco do dia a dia de uma época medieval no Nepal. De volta ao nosso bairro tibetano, nos prepararemos para nosso muito bonito voo ao Butão amanhã.
Seguiremos hoje a um vilarejo nas montanhas ao redor do vale, Nagarkot. Nessa região mais tranquila, com mais natureza, poderemos fazer uma caminhada por algum dos vilarejos de uma das tantas etnias do Nepal, para vivenciarmos um pouco esse ritmo de vida onde as crianças cuidam dos animais, senhores e senhoras tecem, adultos cuidamo das casas e plantações, algumas casas ainda construídas de com materiais e formato tradicional, com os animais no primeiro andar e moradia acima. Com o tempo permitindo, teremos vista das montanhas mais altas e nevadas do Himalaya, com bonitos pôr e nascer do sol.
Monastérios Kopan Dudjom Sakya Ka-Nying Shechen
Estupa e monastérios de Boudhnath: Kopan Dudjom Rinpoche Sakya KaNying Shedrub Shechen
Hoje visitaremos alguns dos principais monastérios do Vale de Kathmandu, tendo boas oportunidades para conhecermos um pouco sobre os projetos dos seus grandes mestres. Primeiro tentaremos visitar o Kopan. ‘Tentaremos’ porque tem sido comum estarem com retiros e nesses dias não abrem à visitação. Ainda assim, é sempre possível tentar da seguinte forma: ligando ou indo até o Kopan (15 a 20 min de carro de Boudhnath), caso estejam com retiro, demonstrando que entendem a importância do silêncio para os retirantes e, assim, perguntar se podem visitar as estupas em silêncio (sempre que estivermos próximos dos retirantes). É o monastério do Lama Yeshe e do Lama Zopa Rinpoche, onde vivem algumas centenas de monges de todas as idades. É um importante centro de estudo para os sherpas, muitas vezes vindos da região do Everest, e estrangeiros de todo o mundo.
Em seguida, conheceremos os monastérios do Dudjom Rinpoche, chamado Dudjom Gompa, o monastério Sakya de Trinchen Rinpoche na kora da grande estupa de Boudhnath, do Chökyi Nyima Rinpoche, Chökling Rinpoche e Phakchok Rinpoche, chamado Ka-Nying Shedrub Ling, e do Matthieu Ricard, Rabjam Rinpoche e Dilgo Khyentse Rinpoche, chamado Shechen.
Próximo ao nosso hotel, começaremos visitando o monastério do Dudjom Rinpoche, chamado Dudjom Gompa. Dudjom Rinpoche foi um grande mestre, mestre de muitos mestres. Há muitos livros muito especiais com seus ensinamentos e de sua linhagem. Seu corpo (encolhido) está na estupa em seu monastério. Vale a pena sentar ali por uns instantes.
Seguiremos ao monastério do Chökyi Nyima Rinpoche, chamado Ka-Nying Shedrub Ling. Um dos mais antigos se não o mais antigo de Boudha, construído pelo Tulky Urgyen Rinpoche e seu filhos mais velhos, a pedido de SS o XVI Karmapa. Conhecido como o monastério branco, tem faculdade tanto para os monges (10 anos) como para ocidentais (www.ryi.org) com cursos de bacharelado, master e cursos mais curtos. Vale a pena visitar a biblioteca do instituto Rangjung Yeshe. Também visitaremos o monastério do Matthieu Ricard, Rabjam Rinpoche e Dilgo Khyentse Rinpoche, chamado Shechen. Vejam se o quarto do Dilgo Khyentse Rinpoche está aberto. Mais um local bem especial para sentarmos por uns instantes.
O monastério Sakya de Trinchen Rinpoche na kora da grande estupa de Boudhnath tem uma bonita estátua de Maitreya. Tendo conhecido os principais monastérios de Kathmandu, pode voltar neles para participar dos pujas (cerimônias dos monges) em que podemos sentar pelo que tempo que desejarmos, usar suas bibliotecas e livrarias. Mais aqui
Pharphing
Hoje iremos a um vilarejo em uma região mais tranquila aprox. 40 min ao sul do Vale de Kathmandu, Pharphing. Conheceremos duas importantes cavernas de Guru Rinpoche (Padmasambhava). Aqui, este grande mestre e pai do Budismo no Tibete realizou o terceiro nível de vidyadhara chamado o grande selo. Como o próprio Buda explicou, visitar locais onde grandes mestres viveram e meditaramé uma importante forma de acumulação de méritos. Poderemos pendurar bandeirolas tibetanas em um morro acima de Asura com uma vista muito bonita do vale e montanhas ao redor. Teremos tempo para caminhar pelo vilarejo como (convite) para uma prática de meditação do Buda Sakyamuni que teremos conosco, que nos foi autorizada pelo Rinpoche deste monastério e, quem se interessar, podemos fazer diariamente em locais auspiciosos como Pharphing, como em nosso hotel quando for mais conveniente. Na pedra ao lado de uma das cavernas que visitaremos, veremos um marca que Guru Rinpoche fez com sua mão.
No final do nosso dia retornaremos à região de Thamel para mais uma boa refeição.
Após merecido descanso da viagem até o Nepal, café da manhã e então faremos o nosso briefing. Conversaremos sobre importantes dicas práticas de viagem no Nepal e no Tibete como: trânsito, dinheiro, saúde, costumes, etc. Seguiremos então a um vilarejo em uma região mais tranquila ao sul do Vale de Kathmandu, Pharphing. Conheceremos duas importantes cavernas de Guru Rinpoche (Padmasambhava). Aqui, este grande mestre e pai do Budismo no Tibete realizou o terceiro nível de vidyadhara chamado o grande selo. Como o próprio Buda explicou, visitar locais onde grandes mestres viveram e meditaramé uma importante forma de acumulação de méritos. Teremos uma prática de meditação de Buda Sakyamuni conosco, que nos foi autorizada pelo Rinpoche deste monastério e (convite) podemos fazer diariamente em locais auspiciosos como Pharphing, como em nosso hotel quando for mais conveniente. Na pedra ao lado de uma das cavernas que visitaremos, veremos um marca que Guru Rinpoche fez com sua mão. Terminaremos o nosso dia no bairro dos viajantes, Thamel, para uma boa refeição e caso alguém precise comprar agasalho ou algum equipamento de montanha para viagem.
Budhanilkantha
Caminhada
Nagi Gompa
No dia de hoje faremos uma caminhada bem especial. Do nosso hotel, seguiremos até os pés de uma das montanhas ao redor do vale, chamada Shivapuri. Antes de iniciarmos a nossa subida, ainda com nosso veículo, visitaremos um templo hinduista bastante diferente de todos outros. Chama-se Budhanilkantha, onde há uma grande estátua do deus Vishnu deitado.
Hora de subir montanha acima por alguns minutos até a entrada do parque nacional, onde deixaremos nosso veículo e faremos nossa caminhada até um importante monastério feminino, chamado Nagi Gompa. Uma combinação de características fazem dessa caminhada uma oportunidade muito especial em Kathmandu: a vista do vale é muito bonita, junto com a paz de caminharmos na montanha, o legado de um grande mestre, Tulku Urgyen Rinpoche, ter vivido aqui por muitos anos e todo o ambiente criado pelo dia a dia de estudos e práticas das monjas que vivem aqui. A caminhada será de aprox. 1h, pouco menos ou pouco mais, dependendo as condições do caminho.
No dia de hoje faremos uma caminhada fora da bagunça da cidade. Do nosso hotel, seguiremos até os pés de uma das montanhas ao redor do vale, chamada Shivapuri. Antes de iniciarmos a nossa subida, ainda com nosso veículo, visitaremos um templo hindu bastante diferente de todos outros. Chama-se Budhanilkantha, onde há uma grande estátua do deus Vishnu deitado.
Hora de subir montanha acima por alguns minutos até a entrada do parque nacional, onde deixaremos nosso veículo e faremos nossa caminhada até um importante monastério feminino, chamado Nagi Gompa. Uma combinação de características fazem dessa caminhada uma oportunidade muito especial em Kathmandu: a vista do vale é muito bonita, junto com a paz de caminharmos na montanha, o legado de um grande mestre, Tulku Urgyen Rinpoche, ter vivido aqui por muitos anos e todo o ambiente criado pelo dia a dia de estudos e práticas das monjas que vivem aqui. Quando lemos os livros do seu filho mais novo, Mingyur Rinpoche (cérebro mais feliz já estudado e que fez os neurocientistas ocidentais entenderem a plasticidade de nossos cérebros), muitas histórias passam aqui com seu pai. Veja com as monjas se pode visitar e sentar por uns instantes no quarto de meditação do Tulku Urgyen Rinpoche (incríveis livros dele em Kathmandu e no Kindle). A caminhada será de aprox. 1h, pouco menos ou pouco mais, dependendo as condições do caminho. Veremos como o parque nacional estará com relação a entrada de veículos nessa época (pois muda bastante) se preferir que o carro busque. Ou então vale uma caminhada de volta para aproveitar o ar na natureza. Essa é a nossa sugestão. Dependendo o pique e experiência (nessa próxima opção em trilhas ingrimes e estreitas), há possibilidade de uma longa caminhada de volta à Boudha. A caminhada pelo parque, a princípio parece uma opção mais tranquila e segura pensando nos próximos dias da viagem. Conversaremos.
Voo
Boudhnath
Chegada
Traslado
Tarde livre em Boudhnath
Bem vindo(a) ao Nepal! Da pista do aeroporto, com o tempo permitindo, já é possível avistar as montanhas ao redor do vale. Com seu visto e mala em mãos, será recebido(a) por nosso representante local que estará lhe esperando com uma placa da Chörten.
Você já terá saído do Brasil com o número do telefone do Guilherme que, desta forma, acompanhará sua ida ao Nepal, já fará contato durante o traslado e o(a) encontrará em nosso hotel. Para quem chegar pela manhã, uma tarde tranquila para começar a se ajustar ao fuso do Nepal.
Chegada do programa principal com especialista
Bem vindo(a) ao Nepal! Da pista do aeroporto, com o tempo permitindo, já é possível avistar as montanhas ao redor do vale. Com seu visto e mala em mãos, procedimento facilitado pelo Guilherme que estará acompanhando o grupo desde o programa principal, seremos recebidos por nosso representante local e motorista que estarão nos esperando com a placa da Chörten.
Em volta da grande estupa (tib: chörten)de Boudhanath em nosso bairro tibetano, repleta de monastérios, encontrará monjas, monges e tibetanos laicos, às vezes grandes mestres, fazendo suas koras (circumumbulações), girando as famosas rodas de orações com milhões de Om Mani Padma Hungs, recitando mantras e acendendo lamparinas principalmente nos finais de tarde e bem cedo pelas manhãs. Aproveite um dos cafés ou restaurantes no entorno da estupa para observar e assimilar um pouco dessa cultura milenar.
Pós Índia e Nagarkot com especialista
Seguiremos agora à cidade de Katmandu propriamente. Após check-in em nosso hotel, visitaremos a grande estupa (tib: chörten)de Boudhanath. Repleta de monastérios, encontraremos monjas, monges e tibetanos laicos, às vezes grandes mestres, fazendo suas koras (circumumbulações), girando as famosas rodas de orações com milhões de Om Mani Padma Hungs, recitando mantras e acendendo lamparinas principalmente nos finais de tarde e bem cedo pelas manhãs. Conheceremos alguns de seus monastérios, sendo sempre possível aproveitar um dos cafés ou restaurantes no entorno da estupa para observar e assimilar um pouco dessa tão especial cultura milenar.
Pós Nalanda
Em volta da grande estupa (tib: chörten)de Boudhanath em nosso bairro tibetano, repleta de monastérios, encontrará monjas, monges e tibetanos laicos, às vezes grandes mestres, fazendo suas koras (circumumbulações), girando as famosas rodas de orações com milhões de Om Mani Padma Hungs, recitando mantras e acendendo lamparinas principalmente nos finais de tarde e bem cedo pelas manhãs. Aproveite um dos cafés ou restaurantes para observar e assimilar esse povo que, de forma mais direta ou indireta, mantém vivo até os dias de hoje, em todo o mundo, o legado da Universidade de Nalanda que visitamos há poucos dias.
Briefing
Swayambunath
Kathmandu Durbar Square
Thamel
Boudhnath
Após merecido descanso da viagem até o Nepal, café da manhã e então faremos o nosso briefing. Conversaremos sobre importantes dicas práticas de viagem no Nepal e no Butão como: trânsito, dinheiro, saúde, costumes, etc.
Começaremos nossas visitas com uma pequena caminhada na região da segunda maior estupa do vale, Swayambunath (tradução: auto surgida). Diz a lenda que o morro onde está a estupa surgiu no local onde o bodhisatva Manjushri, o bodhisattva da sabedoria, pegou uma flor de lótus após esvaziar o lago onde é hoje o Vale de Kathmandu. Teremos uma vista de toda cidade, faremos nossas koras em volta da estupa e conheceremos seus pequenos monastérios.
Antes do Butão
De Swayambu seguiremos para a Durbar Square (Praça do Palácio) de Kathmandu onde vive uma pequena deusa viva, a Kumari. As durbar squares do Vale de Kathmandu foram construídas por reis herdeiros da dinastia Malla, séc. XII ao XVIII, que, nesse caso para a nossa sorte, competiam em beleza arquitetônica. São inúmeros templos dos diversos deuses hindus em torno do palácio. Caminharemos então até o bairro dos viajantes em Kathmandu, Thamel, com inúmeros bons restaurantes, lojas de montanhismo, artesanato nepalês, livrarias, para uma boa refeição e, se alguém precisar, comprar alguma roupa para os dias no Butão.
Sem Butão com mais viagem
De Swayambu seguiremos para a Durbar Square (Praça do Palácio) de Kathmandu onde vive uma pequena deusa viva, a Kumari. As durbar squares do Vale de Kathmandu foram construídas por reis herdeiros da dinastia Malla, séc. XII ao XVIII, que, nesse caso para a nossa sorte, competiam em beleza arquitetônica. São inúmeros templos dos diversos deuses hindus em torno do palácio. Caminharemos então até o bairro dos viajantes em Kathmandu, Thamel, com inúmeros bons restaurantes, lojas de montanhismo, artesanato nepalês, livrarias, para uma boa refeição e, se alguém precisar, comprar alguma roupa, por exemplo, para a próxima viagem.
Sem mais viagens
De Swayambu seguiremos para a Durbar Square (Praça do Palácio) de Kathmandu onde vive uma pequena deusa viva, a Kumari. As durbar squares do Vale de Kathmandu foram construídas por reis herdeiros da dinastia Malla, séc. XII ao XVIII, que, nesse caso para a nossa sorte, competiam em beleza arquitetônica. São inúmeros templos dos diversos deuses hindus em torno do palácio. Caminharemos então até o bairro dos viajantes em Kathmandu, Thamel, com inúmeros bons restaurantes, lojas de montanhismo, artesanato nepalês, livrarias, para uma boa refeição e, se alguém precisar, comprar alguma roupa, por exemplo, para trekkings ou viagens futuras.
Após nosso almoço, retornaremos à Boudhnath para acompanhar um puja (prática) em um dos monastérios, fazermos koras com os tibetanos e possivelmente uma prática de meditação. É possível neste dia, se alguém desejar, conhecer mais uma das praças do palácio do vale, a Durbar Square de Kathmandu.
Bhaktapur
Caminhada
Patan
Durbar Square Patan Museu Patan Templo Dourado Tempo livre
Pashupatinath
Pharphing
Thamel
Faremos uma caminhada pelo complexo de templos de Pashupatinath, que fica em torno do rio Bagmati, sagrado para os hindus. Além do templo principal, dedicado a manifestação mais tranquila de Shiva, Pashupati, há dezenas de pequenos templos também dedicados ao deus da destruição e reconstruição do Hinduísmo. Também é o local onde nepaleses que puderem serão cremados para assegurar uma boa passagem ou liberação (moksha).
Visitaremos dois locais hoje, com oportunidade de uma caminhada para quem se animar! O primeiro local é o importante templo hinduísta chamado Pashupatinath. Ao lado do sagrado rio Bagmati, além do templo principal há dezenas de pequenos templos dedicados a Shiva, o deus da destruição e reconstruição do Hinduísmo. Também é o local onde nepaleses que puderem serão cremados para assegurar uma boa passagem ou liberação (moksha).
No final dessa manhã seguiremos à simpática Durbar Square de Patan, muito famosa pelos seus artistas e bonitos templos. Nela visitaremos um pequeno, muito bem feito e bastante didático museu de arte hinduísta e budista. Nas proximidades, visitaremos o pequeno e belo Templo Dourado, utilizado até os dias de hoje por nepaleses budistas da mesma etnia do próprio Buda Sakyamuni. Patan tem uma boa opção para o nosso almoço, é um excelente local para compra de estátuas budistas (como em Boudha também), de excelente qualidade, como para caminharmos por essas ruas medievais e seus templos.
Final da tarde livre nas livrarias, cafés, lojas de arte budista, de artesanato, roupas e equipamentos de montanha, estupa, templos ou monastérios nas já bem conhecidas Patan, Thamel ou Boudhnath, como cada viajante preferir.
Visitaremos a terceira Durbar Square do vale, a bonita Bhaktapur (bhakt: devoção/devotos e pur: cidade hinduísta). Uma cidade tombada, com fluxo de veículos limitado, caminhar por suas ruelas, palácio, templos, como pela praça dos oleiros, é como conhecer um pouco do dia a dia de uma época medieval no Nepal. Bhaktapur é o local em que foi gravado, por exemplo, o filme O Pequeno Buda.
No caminho de volta à Kathmandu, visitaremos a terceira das principais antigas cidades do vale, Bhaktapur (bhakt: devoção e pur: cidade hindu). Bhaktapur é uma cidade tombada, com fluxo de veículos limitado. Caminhar por suas ruelas é como conhecer um pouco do dia a dia de uma época medieval no Nepal. De volta ao nosso bairro tibetano, nos prepararemos para nosso muito bonito voo ao Butão amanhã.
Seguiremos hoje a um vilarejo nas montanhas ao redor do vale, Nagarkot. Nessa região mais tranquila, com mais natureza, poderemos fazer uma caminhada por algum dos vilarejos de uma das tantas etnias do Nepal, para vivenciarmos um pouco esse ritmo de vida onde as crianças cuidam dos animais, senhores e senhoras tecem, adultos cuidamo das casas e plantações, algumas casas ainda construídas de com materiais e formato tradicional, com os animais no primeiro andar e moradia acima. Com o tempo permitindo, teremos vista das montanhas mais altas e nevadas do Himalaya, com bonitos pôr e nascer do sol.
Monastérios Kopan Dudjom Sakya Ka-Nying Shechen
Estupa e monastérios de Boudhnath: Kopan Dudjom Rinpoche Sakya KaNying Shedrub Shechen
Hoje visitaremos alguns dos principais monastérios do Vale de Kathmandu, tendo boas oportunidades para conhecermos um pouco sobre os projetos dos seus grandes mestres. Primeiro tentaremos visitar o Kopan. ‘Tentaremos’ porque tem sido comum estarem com retiros e nesses dias não abrem à visitação. Ainda assim, é sempre possível tentar da seguinte forma: ligando ou indo até o Kopan (15 a 20 min de carro de Boudhnath), caso estejam com retiro, demonstrando que entendem a importância do silêncio para os retirantes e, assim, perguntar se podem visitar as estupas em silêncio (sempre que estivermos próximos dos retirantes). É o monastério do Lama Yeshe e do Lama Zopa Rinpoche, onde vivem algumas centenas de monges de todas as idades. É um importante centro de estudo para os sherpas, muitas vezes vindos da região do Everest, e estrangeiros de todo o mundo.
Em seguida, conheceremos os monastérios do Dudjom Rinpoche, chamado Dudjom Gompa, o monastério Sakya de Trinchen Rinpoche na kora da grande estupa de Boudhnath, do Chökyi Nyima Rinpoche, Chökling Rinpoche e Phakchok Rinpoche, chamado Ka-Nying Shedrub Ling, e do Matthieu Ricard, Rabjam Rinpoche e Dilgo Khyentse Rinpoche, chamado Shechen.
Próximo ao nosso hotel, começaremos visitando o monastério do Dudjom Rinpoche, chamado Dudjom Gompa. Dudjom Rinpoche foi um grande mestre, mestre de muitos mestres. Há muitos livros muito especiais com seus ensinamentos e de sua linhagem. Seu corpo (encolhido) está na estupa em seu monastério. Vale a pena sentar ali por uns instantes.
Seguiremos ao monastério do Chökyi Nyima Rinpoche, chamado Ka-Nying Shedrub Ling. Um dos mais antigos se não o mais antigo de Boudha, construído pelo Tulky Urgyen Rinpoche e seu filhos mais velhos, a pedido de SS o XVI Karmapa. Conhecido como o monastério branco, tem faculdade tanto para os monges (10 anos) como para ocidentais (www.ryi.org) com cursos de bacharelado, master e cursos mais curtos. Vale a pena visitar a biblioteca do instituto Rangjung Yeshe. Também visitaremos o monastério do Matthieu Ricard, Rabjam Rinpoche e Dilgo Khyentse Rinpoche, chamado Shechen. Vejam se o quarto do Dilgo Khyentse Rinpoche está aberto. Mais um local bem especial para sentarmos por uns instantes.
O monastério Sakya de Trinchen Rinpoche na kora da grande estupa de Boudhnath tem uma bonita estátua de Maitreya. Tendo conhecido os principais monastérios de Kathmandu, pode voltar neles para participar dos pujas (cerimônias dos monges) em que podemos sentar pelo que tempo que desejarmos, usar suas bibliotecas e livrarias. Mais aqui
Pharphing
Hoje iremos a um vilarejo em uma região mais tranquila aprox. 40 min ao sul do Vale de Kathmandu, Pharphing. Conheceremos duas importantes cavernas de Guru Rinpoche (Padmasambhava). Aqui, este grande mestre e pai do Budismo no Tibete realizou o terceiro nível de vidyadhara chamado o grande selo. Como o próprio Buda explicou, visitar locais onde grandes mestres viveram e meditaramé uma importante forma de acumulação de méritos. Poderemos pendurar bandeirolas tibetanas em um morro acima de Asura com uma vista muito bonita do vale e montanhas ao redor. Teremos tempo para caminhar pelo vilarejo como (convite) para uma prática de meditação do Buda Sakyamuni que teremos conosco, que nos foi autorizada pelo Rinpoche deste monastério e, quem se interessar, podemos fazer diariamente em locais auspiciosos como Pharphing, como em nosso hotel quando for mais conveniente. Na pedra ao lado de uma das cavernas que visitaremos, veremos um marca que Guru Rinpoche fez com sua mão.
No final do nosso dia retornaremos à região de Thamel para mais uma boa refeição.
Após merecido descanso da viagem até o Nepal, café da manhã e então faremos o nosso briefing. Conversaremos sobre importantes dicas práticas de viagem no Nepal e no Tibete como: trânsito, dinheiro, saúde, costumes, etc. Seguiremos então a um vilarejo em uma região mais tranquila ao sul do Vale de Kathmandu, Pharphing. Conheceremos duas importantes cavernas de Guru Rinpoche (Padmasambhava). Aqui, este grande mestre e pai do Budismo no Tibete realizou o terceiro nível de vidyadhara chamado o grande selo. Como o próprio Buda explicou, visitar locais onde grandes mestres viveram e meditaramé uma importante forma de acumulação de méritos. Teremos uma prática de meditação de Buda Sakyamuni conosco, que nos foi autorizada pelo Rinpoche deste monastério e (convite) podemos fazer diariamente em locais auspiciosos como Pharphing, como em nosso hotel quando for mais conveniente. Na pedra ao lado de uma das cavernas que visitaremos, veremos um marca que Guru Rinpoche fez com sua mão. Terminaremos o nosso dia no bairro dos viajantes, Thamel, para uma boa refeição e caso alguém precise comprar agasalho ou algum equipamento de montanha para viagem.
Budhanilkantha
Caminhada
Nagi Gompa
No dia de hoje faremos uma caminhada bem especial. Do nosso hotel, seguiremos até os pés de uma das montanhas ao redor do vale, chamada Shivapuri. Antes de iniciarmos a nossa subida, ainda com nosso veículo, visitaremos um templo hinduista bastante diferente de todos outros. Chama-se Budhanilkantha, onde há uma grande estátua do deus Vishnu deitado.
Hora de subir montanha acima por alguns minutos até a entrada do parque nacional, onde deixaremos nosso veículo e faremos nossa caminhada até um importante monastério feminino, chamado Nagi Gompa. Uma combinação de características fazem dessa caminhada uma oportunidade muito especial em Kathmandu: a vista do vale é muito bonita, junto com a paz de caminharmos na montanha, o legado de um grande mestre, Tulku Urgyen Rinpoche, ter vivido aqui por muitos anos e todo o ambiente criado pelo dia a dia de estudos e práticas das monjas que vivem aqui. A caminhada será de aprox. 1h, pouco menos ou pouco mais, dependendo as condições do caminho.
No dia de hoje faremos uma caminhada fora da bagunça da cidade. Do nosso hotel, seguiremos até os pés de uma das montanhas ao redor do vale, chamada Shivapuri. Antes de iniciarmos a nossa subida, ainda com nosso veículo, visitaremos um templo hindu bastante diferente de todos outros. Chama-se Budhanilkantha, onde há uma grande estátua do deus Vishnu deitado.
Hora de subir montanha acima por alguns minutos até a entrada do parque nacional, onde deixaremos nosso veículo e faremos nossa caminhada até um importante monastério feminino, chamado Nagi Gompa. Uma combinação de características fazem dessa caminhada uma oportunidade muito especial em Kathmandu: a vista do vale é muito bonita, junto com a paz de caminharmos na montanha, o legado de um grande mestre, Tulku Urgyen Rinpoche, ter vivido aqui por muitos anos e todo o ambiente criado pelo dia a dia de estudos e práticas das monjas que vivem aqui. Quando lemos os livros do seu filho mais novo, Mingyur Rinpoche (cérebro mais feliz já estudado e que fez os neurocientistas ocidentais entenderem a plasticidade de nossos cérebros), muitas histórias passam aqui com seu pai. Veja com as monjas se pode visitar e sentar por uns instantes no quarto de meditação do Tulku Urgyen Rinpoche (incríveis livros dele em Kathmandu e no Kindle). A caminhada será de aprox. 1h, pouco menos ou pouco mais, dependendo as condições do caminho. Veremos como o parque nacional estará com relação a entrada de veículos nessa época (pois muda bastante) se preferir que o carro busque. Ou então vale uma caminhada de volta para aproveitar o ar na natureza. Essa é a nossa sugestão. Dependendo o pique e experiência (nessa próxima opção em trilhas ingrimes e estreitas), há possibilidade de uma longa caminhada de volta à Boudha. A caminhada pelo parque, a princípio parece uma opção mais tranquila e segura pensando nos próximos dias da viagem. Conversaremos.