
com Silvana Duarte
A paixão pela cultura indiana já levou Silvana 27 vezes para a Índia nos últimos 30 anos. Artista, pesquisadora e estudiosa das artes clássicas da Índia antiga. Morou no país, formou-se em escolas tradicionais de referência e construiu, ao longo de mais de três décadas, uma relação rara com essa cultura: íntima, profunda e verdadeira. Desde 2013, Silvana se dedica a acompanhar pequenos grupos de viajantes pela Índia
De 30 dezembro 2026 a 17 janeiro 2027
Começamos em um ashram, onde a prática diária e os valores humanos colocam o viajante em contato com uma visão de mundo rara para o olhar ocidental.
Seguimos para encontros com tradições e espaços de transmissão cultural, e então chegamos a Kerala, em Fort Kochi, onde a Índia costeira revela sua história de trocas e convivências entre culturas, em meio a rios, coqueiros e um ritmo mais tranquilo.
Começamos em um ashram, onde a prática diária e os valores humanos colocam o viajante em contato com uma visão de mundo rara para o olhar ocidental.
Seguimos para encontros com tradições e espaços de transmissão cultural, e então chegamos a Kerala, em Fort Kochi, onde a Índia costeira revela sua história de trocas e convivências entre culturas, em meio a rios, coqueiros e um ritmo mais tranquilo.
De lá, vamos a Varanasi, o coração ritual do hinduísmo, para vivenciar de perto o Ganges, os gats e a vida espiritual que organiza a cidade.
E finalmente chegamos a Odisha, o clímax da jornada: uma região em que templo, comunidade e arte se integram de forma excepcional – onde antigo e moderno coexistem e a herança artística se revela no cotidiano, na arquitetura e nas mãos que preservam tradição.
De lá, vamos a Varanasi, o coração ritual do hinduísmo, para vivenciar de perto o Ganges, os gats e a vida espiritual que organiza a cidade.
E finalmente chegamos a Odisha, o clímax da jornada: uma região em que templo, comunidade e arte se integram de forma excepcional – onde antigo e moderno coexistem e a herança artística se revela no cotidiano, na arquitetura e nas mãos que preservam tradição.