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Voo
Chegou o dia! Ida a Guarulhos (GRU) na manhã do dia 17 outubro, sexta, para voo nessa tarde. Muito bom voo!
Voo 17OUT ITA Airways AZ675 São Paulo 14h20 Roma 07h00 +1
Voo
Voo 18OUT ITA Airways AZ770 Roma 13h55 Delhi 01h10 +1
Chegada
Templo Lótus
Mausoléu de Humayun
Museu Nacional
Gandhi Smriti
Gurudwara Bangla Sahib
Muito bem vindos à Índia!
Vamos confirmar o traslado como preferirem. Acredito que será com uma pequena agência local, sim?
Transferência ao hotel (aprox. 35 a 45 min), localizado em uma região central, com interessantes possibilidades de passeios e atividades culturais. Quando chegamos na Índia, estaremos nos ajustando ao fuso e descansando das horas de voo. Descansem o melhor possível. Talvez acordando um pouco antes do horário do término do café da manhã? Verificaremos o horário atualizado nos dias anteriores.
Começaremos o dia mais ao sul da cidade, onde visitaremos o bonito Templo Lótus. Construído no formato de seu nome, é da religião chamada Bahá’í, fundada no séc. XIX, na antiga Pérsia. Ao visitá-lo seremos convidados a ficar em silêncio por um instante. Uma oportunidade e experiência interessante no meio desta grande movimentada cidade. Após a visita do templo, às vezes aberto, mais a frente do caminho de saída (antes de virar à direita para o portão da rua), há umas escadas que levam para uma exposição sobre a história e trabalho sobre essa religião. Interessante dar uma olhada e ter contato com breves exposições sobre seus pensamentos.
Segundo dos seis principais imperadores mugais, Humayun (1508-1556), seu mausoléu foi construído em Delhi. O primeiro com arquitetura associada a um jardim e uso da pedra arenito vermelho nessa escala na Índia. Assim, antecessor e de beleza próxima do Taj Mahal. Sendo que há quem considera este monumento ainda mais bonito. Vale a visita no caminho de volta a região mais central de Delhi.
Uma visita bastante interessante em Delhi é o Museu Nacional. É possível passarmos muitas horas ou dias para apreciarmos cada salão e exposições sobre a história, artes e povos da Índia. Uma boa forma de aproveitarmos essa oportunidade é visitando um salão principal e as relíquias de Buda. A mochila precisa ficar em um guarda objetos antes de entrar no prédio do museu (pequenas bolsas femininas ou polchetes costumam poder entrar) e então, logo antes de subir as escadas da entrada, não deixe de dar uma olhada às sua esquerda em uma das se não a primeira carta de direitos humanos, esculpida em uma pedra, de acordo com as leis do grande imperador indiano do séc. III a.C., Ashoka. Logo após a sua entrada, um dos primeiros salões é o sobre Mohenjodaro e Harappa, berço dessa cultura indiana, entre 3500 e 1500 a. C.. Logo na entrada desse salão há um interesse comparativo das épocas das antigas civilizações da humanidade. Em seguida temos objetos dessa época, sendo os principais: o selo com o que deve ter vindo a ser Shiva (na forma de Pashupati possivelmente), a escultura da cabeça do sacerdode e a garota dançarina. Daí então caminhamos (cuidem do tempo de vocês por favor), sem parar muito com o objetivo de usar um tempo mais curto do nosso dia no museu, pelos demais salões. Agora em um novo prédio no caminho da saída do museu, temos relíquias do Buda. Local bastante especial para visitarmos e, quem quiser, sentarmos por uns instantes. É comum encontrarmos praticantes do método deste mestre nepalês/indiano (Sakya), sentados em meditação ao redor de suas relíquias.
Mais uma especial visita para o nosso dia, é a última casa onde Gandhi viveu, conhecida como Birla House ou Gandhi Smriti. Aprenderemos um pouco sobre essa importante parte da história dessa nação, como sobre a vida e o momento final deste grande líder, exemplo da prática de Ahimsa (não violência) e da cultura de paz até os dias de hoje em todo mundo. As partes mais importantes do museu hoje estão no início da visita. Assim, sugestão: sigam até os fundos da casa onde Gandhi foi assassinado no caminho do local onde fazia suas preces diárias. Volte dando uma olhada em uma apresentação sobre a vida do Gandhi, com fotos de onde nasceu, até vir a ser o Gandhi que conhecemos. Então entre na casa pelo quarto de Gandhi, onde há pertences deles. Em todos locais em que Gandhi viveu ele tinha um quarto simples e com esses pertences como esses. Essas são as partes mais importantes da visita. Sugiro seguirem de forma bem mais resumida por esse mesmo andar e no andar acima. Há voluntários disponíveis para apresentar o museu mas costuma levar muito tempo. Se quiserem um apoio deles, peça que apresentem 2 ou 3 partes do museu apenas, ou façam um resumo de 5 min (que provavelmente acabará sendo mais). Sugestão: usem no máximo 10 a 15 min para essas partes do museu (após o quarto do Gandhi) para que usem o dia de vocês com outras visitas na cidade.
Ao lado da Jantar Mantar, uma visita ao templo Sikh, religião do séc. XVI e região de Punjab na Índia, seguramente será uma boa opção. Na bonita Gurudwara Bangla Sahib, ouviremos seus cânticos (veja a tradução nos monitores dentro do templo), observaremos como fazem suas preces no templo e ao redor do tanque sagrado. Também poderemos conhecer a cozinha onde voluntários oferecem refeições para milhares de pessoas diariamente, independente de classe social e religião.
Veremos como estarão de fome para uma boa sugestão para a primeira refeição em Delhi!
Pensamos:
Checaremos a agenda cultural da cidade para os dias em Delhi, como possibilidade de uma especial atividade, onde grandes artistas do país se apresentam.
Voo
Traslado
Tarde livre
Café da manhã com calma para o traslado ao aeroporto para o voo internacional a Kathmandu.
Bem vindos ao Nepal! Da pista do aeroporto, com o tempo permitindo, já é possível avistar as montanhas ao redor do vale. Todos detalhes sobre a sua chegada explicados nessa página Chegada em Kathamndu: aqui. Que já teremos visto juntos com todo o cuidado no briefing da nossa viagem. Com seu visto e mala em mãos, será recebido(a) por nosso representante local que estará lhe esperando com uma placa com seu nome ou escrito Chörten.
Traslado a Thamel. Final do dia livre, tranquilo para curtirem o bairro. Livrarias, cafés, lojas de equipamento de montanha, artesanatos e muitos opções de restaurantes.
Pensamos:
Voo 20OUT Air India AI2219 Delhi 14h00 Kathmandu 16h00 Malas 7+20Kg
Swayambunath
Kathmandu Durbar Square
Thamel
Boudhnath
Após descanso, café da manhã para então começarmos nosso dia pelo Vale de Kathmandu!
Começaremos nossas visitas com uma pequena caminhada na região da segunda maior estupa do vale, Swayambunath (tradução: auto surgida). Diz a lenda que o morro onde está a estupa surgiu no local onde o bodhisatva Manjushri, o bodhisattva da sabedoria, pegou uma flor de lótus após esvaziar o lago onde é hoje o Vale de Kathmandu. Com o tempo permitindo, teremos uma vista de toda cidade. Faremos nossas koras em volta da estupa e conheceremos seus pequenos monastérios.
De Swayambu seguiremos para a Durbar Square (Praça do Palácio) de Kathmandu onde vive uma pequena deusa viva, a Kumari. As durbar squares do Vale de Kathmandu foram construídas por reis herdeiros da dinastia Malla, séc. XII ao XVIII, que, nesse caso para a nossa sorte, competiam em beleza arquitetônica. São inúmeros templos dos diversos deuses hindus em torno do palácio. Caminharemos então até o bairro dos viajantes em Kathmandu, Thamel. Como estão hospedados em Thamel, será interessante fazerem essa caminhada para conhecerem a boa bagunça no caminho, mercado e templos locais, como para entenderem onde Thamel está com relação a Swayambu, KTM Durbar Square e Boudha.
Vejam como estão de fome, se vale almoçar por Thamel ou aproveitarem para comer em Boudhnath, com vista para a especial tão sagrada estupa. Nessa primeira visita em Boudha, mais para reconhecerem a área, já curtirem um pouco. Podem ficar pela região da kora (entorno da estupa) como, se tiverem tempo, aproveitarem e já visitarem os principais monastérios: Shechen (podemos visitar o quarto do Dilgo K Rinpoche anterior dependendo a hora, Shedrub Ling (do Chokyi Nyima Rinpoche, Phakchok Rinpoche, Tulku Urgyen Rinpoche), moanstério Sakya na kora (do Trichen Rinpoche), como, se tiverem tempo, na avenida principal, o monastério do Dudjom Rinpoche (que podem vistiar na volta dos Annapurnas com mais calma). Os tibetanos estarão fazendo suas koras, colocando o papo em dia, acumulando méritos, se prostrando e acendendo lamparinas no início e no final do dia principalmente.
Após um bom reconhecimento do vale, retorno a Thamel.
Se forem voltar a Boudha nos próximos dias, guardem o bilhete de entrada que o guia comprará para vocês para poderem entrar pela próxima semana sem pagar novamente. Se o guia pedir para apresentar no escritório, peça que tire uma foto. Qualquer coisa peçam para ele conversar com o Guilherme. Na volta dos Annapurnas basta comprar mais uma vez, aprox. 3 a 5 usd, e guardar pelos próximos dias.
Nota importante: se comprarem estátuas no Nepal, de metal principalmente, por lei precisamos de um selo emitido pelo governo, para garantir que não é um objeto de arte antigo. A própria loja fará isso para a gente. Mas pode levar alguns dias se o escritório do governo estiver fechado, feriados, etc, bem comuns no Nepal. Sugestão: se comprarem, comprarem antes do trekking para evitar esse tipo de imprevisto que já vimos acontecer muitas vezes. Para thangkas (pinturas tibetanas) um raciocínio semelhante vale para o tempo de confeccionar o brocado no entorno da pintura.
Pharphing
Bhaktapur
Hoje iremos a um vilarejo em uma região mais tranquila aprox. 40 min ao sul do Vale de Kathmandu, Pharphing. Conheceremos duas importantes cavernas de Guru Rinpoche (Padmasambhava). Aqui, este grande mestre e pai do Budismo no Tibete realizou o terceiro nível de vidyadhara chamado o grande selo. Como o próprio Buda explicou, visitar locais onde grandes mestres viveram e meditaram. Poderemos pendurar bandeirolas tibetanas em um morro acima de Asura com uma vista muito bonita do vale e montanhas ao redor. Na pedra ao lado de uma das cavernas que visitaremos, veremos um marca que Guru Rinpoche fez com sua mão.
Montaremos uma página com mais detalhes sobre Pharphing incluindo uma pequena especial estátua de Tara, que auto surgiu (swayambu) em uma pedra.
Aproveitaremos que estamos com carro e vamos agora a um outro lado do vale de Kathmandu, por aprox. 1h, que poderemos usar para conversarmos com o nosso guia sobre a cultura ou culturas nepalesas, diferentes etnias, religiões e história. Seguimos então a mais uma das três principais antigas cidades do vale, Bhaktapur (bhakt: devoção e pur: cidade hindu). Junto com Patan e Kathmandu, um dia foram capitais do império Malla que competiam em beleza arquitetônica com belíssimas praças de seus palácios. Bhaktapur é uma cidade tombada, com fluxo de veículos limitado. Caminhar por suas ruelas é como conhecer um pouco do dia a dia de uma época medieval no Nepal.
Vamos conversar com o guia de começarem a caminhada pelos fundos de Bhaktapur, visitarem um pequeno muito especial templo de Tara, muito pouco visitado, para então seguirem caminhando pelas ruas da cidade até sua praça principal. Há muito boas opções de restaurantes em Bhaktapur. Em Pharphing as possibilidades de restaurantes são mais simples. Há um restaurante simples para um chowmein, algo simples se quiserem. Talvez vale levar uns snacks, frutas secas, para comerem mais tarde em Bhaktapur. Vejam no dia como funcionará melhor.
Patan
Pashupatinath
Um dia mais tranquilo depois de termos percorrido regiões um pouco mais distantes do vale. Seguiremos à simpática Durbar Square de Patan, muito famosa pelos seus artistas e bonitos templos. Nela visitaremos um pequeno, muito bem feito e bastante didático museu de arte hinduísta e budista. Nas proximidades, visitaremos o pequeno e belo Templo Dourado, utilizado até os dias de hoje por nepaleses budistas do mesmo clã do próprio Buda Sakyamuni. Patan tem uma boa opção para o nosso almoço, é um bom local para compra de estátuas budistas (como em Boudha também), de excelente qualidade, como para caminharmos por essas ruas medievais e seus templos.
Faremos então uma caminhada pelo complexo de templos de Pashupatinath, que fica em torno do rio Bagmati, sagrado para os hindus. Além do templo principal, dedicado a manifestação mais tranquila de Shiva, Pashupati, há dezenas de pequenos templos também dedicados ao deus yogi da destruição e reconstruição do Hinduísmo. Também é o local onde nepaleses que puderem serão cremados para assegurar uma boa passagem ou liberação (moksha).
Final do dia tranquilo em Boudha ou Thamel para curtirem e se organizarem com calma para a viagem amanhã aos Annapurnas! Se quiserem preparar uma mala no início do dia para deixar no final do dia no hotel em Boudha, é uma possibilidade. Podem deixar a mala no carro durante o dia. Também podem deixar essa mala no hotel em Thamel e depois, quando tiverem tempo, pegarem em Thamel quando estiverem de volta em Kathmandu.
Voo
Carro
Caminhada
Traslado cedinho para o voo a Pokhara. Motorista estará aguardando com uma placa com o nome de vocês para aprox. 2h de carro ao vilarejo Kimche (incluído no mapa acima aqui). Então aprox. 2km subindo até Ghandruk. Caminho de pedra (calçamento de pedra tradicional dessa região). Acredito que levarão entorno de 1h de caminhada. Aproveitem
Voo 24OUT Buddha Air U4601 Kathmandu 07h30 Pokhara 07h55
Caminhada
Caminhada aprox. 6h. Boa caminhada!
Caminhada
Caminhada aprox. 3h
Caminhada
Caminhada aprox. 3h
Caminhada
Caminhada aprox. 3h
Caminhada
Caminhada ao ABC (4130m) por aprox. 1h e então retorno aprox. 5h
Caminhada
Caminhada aprox. 5h
Viagem
Viagem de carro aprox. 4h
Viagem
Viagem de carro aprox. 6h
Caminhada
Caminhada até o próximo vilarejo de Mustange, Tiri (2800m). Entre 1 e 2h de caminhada.
Caminhada
Possibilidade e sugestão de caminharem até Muktinath por aprox. 4h
Viagem
Hora de voltarmos a Pokhara (aprox. 6h), cidade em que chegamos com nosso voo de Kathmandu. Final do dia livre para curtirem um bom restaurante com vista para o lago. Caminhada (mais leve ;-)) na beira do lago, quem sabe um passeio de canoa até um templo que fica em uma pequena ilha.
Voo
Tarde livre
Traslado ao aeroporto que fica bem próximo do hotel. Se quiserem tentar chegar bem cedo para tentarem janelas do lado esquerdo, é só combinarmos com o motorista. Voo de volta a Kathmandu com traslado ao hotel em Boudhnath. Tarde livre para curtirem o Nepal como preferirem! Por Boudha, Thamel, Patan… se quiserem visitar alguma outra região como Nagi Gompa, Namo Buddha. Vamos ver como preferirão 😉
Voo 5NOV Buddha Air U4601 Pokhara 07h00 Kathmandu 07h25
Dia livre
Um sempre tão solicitado dia livre para aproveitarem mais um pouco o Nepal. Sejam suas livrarias, cafés, lojas de arte budista, de artesanato, estupa, templos ou monastérios nas já bem conhecidas Patan, Thamel ou Boudhnath, como cada viajante preferir. Se preferirem também irem até mais uma nova região no vale, como o Nagi Gompa e Namo Buddha, organizamos também.
Voo
Tempo para tomarem café da manhã com calma, se despedirem de Boudha e seguirem ao aeroporto para o voo de volta a Delhi.
Chegando em Delhi, check-in no Holiday Inn Express dentro do aeroporto. Explicarei onde encontrar com o representante do hotel para levá-los até o hotel na área doméstica (o hotel deles na área internacional é apenas para quando já fizemos o check-in do próximo voo).
No final da noite, ida a área de embarque internacional para o check-in do voo de volta ao Brasil. Muito bons voos e retorno!
Voo 7NOV Air India AI218 Kathmandu 14h55 Delhi 16h30 Duração 1h50min (normalmente menos) Malas 7+20Kg
Voos
Muito bons voos e retorno!
Voos
8NOV ITA Airways AZ769 Delhi 03h40 Roma 08h15 Duração 9h05min (normalmente 8h14min) Malas 10+23kg
8NOV ITA Airways AZ678 Roma 10h30 São Paulo 18h40 Duração 12h10min (normalmente 11h37min) Malas 10+23kg